O artigo propõe um modelo alternativo à política econômica dos EUA desde a década de 80, que considera a inércia parcial e o conflito distributivo para entender os custos de longo prazo e os canais de controle inflacionário. Critica o modelo do 'novo consenso', destacando a diminuição da inflação ligada à redução do poder de barganha dos trabalhadores, incorporando elementos heterodoxos. O modelo discutido busca avaliar a relação entre demanda efetiva, inflação e capacidade produtiva, desafiando premissas da teoria econômica contemporânea.