TEORIA DA
PRODUÇÃO
OU DA
FIRMA
AS DECISÕES EMPRESARIAIS QUANTO
À PRODUÇÃO
• Nos capítulos anteriores, vimos:
Comportamento do consumidor:
1- passo: quais os fatores que influenciam a decisão dos
consumidores;
2- passo: porém, como consumidor, temos restrições
orçamentárias;
3- passo: escolheremos uma cesta de bens que maximize
nossas satisfações;
AS DECISÕES DAS EMPRESAS SÃO ANÁLOGAS ÀS DECISÕES
DOS CONSUMIDORES QUANTO À COMPRA DE BENS E
SERVIÇOS
• 1) Tecnologia da produção: a empresa deverá decidir como será a
combinação dos insumos (trabalho, capital, matéria-prima) para se
gerar uma produção:
Por exemplo, uma empresa pode ser intensiva em capital (totalmente
automatizada) ou em mão de obra.
2) Restrição de custos (minimização): a empresa precisar levar em
consideração o preço do trabalho, do capital e de outros insumos;
3) Escolha da quantidade insumos: conforme sua tecnologia de
produção e os preços dos insumos, a empresa deve decidir quanto de
insumo irá utilizar!
O QUE DEVEMOS COMPREENDER?
•Quais combinações de insumos utilizar para
produzir determinada quantidade de mercadorias
de forma a minimizar os custos de produção?
•Quanto produzir para maximizar os lucros?
•Quais preços devem vigorar nas diferentes
estruturas de mercado?
PRIMEIRAS
DEFINIÇÕES
• FATORES DE PRODUÇÃO: insumos que entra,
no processo produtivo (por exemplo, capital,
trabalho, matérias-primas);
• Ex: padaria
FUNÇÃO PRODUÇÃO
•As empresas podem transformar os insumos de várias
maneiras, usando várias combinações de insumos.
Assim, podemos descrever essa relação por meio da
função de produção.
•Função de produção: mostra o produto
máximo(volume de produção) que uma empresa pode
obter para cada combinação específica de insumo.
FUNÇÃO DE PRODUÇÃO
(matematicamente)
Onde Q é a quantidade produzida (ou produção total), K a quantidade de capital,
e L a quantidade de trabalho.
𝑸=𝒇(𝑲,𝑳)
Diferença entre Curto e Longo Prazo
•No Curto Prazo, a quantidade de pelo menos um
dos fatores não pode ser alterada; em geral, a
quantidade de capital (K) é fixa.
•No Longo Prazo, todos os fatores de produção
são variáveis, inclusive o capital.
PRODUÇÃO NO CURTO PRAZO
• Se no curto prazo a quantidade de capital é fixa, a única forma de a
empresa aumentar a produção (volume) é agregando mais trabalho
(L).
Tecnologia e funções de
produção
Função de produção no CP
• Quando o capital é fixo (K), a produção total (q) dependerá
exclusivamente da quantidade de trabalho utilizada (N).
Vamos dividir a produção em três fases distintas.
Q
L
FASE 1
FASE 2 FASE 3
FASES
• Na fase 1- a produção aumenta rapidamente dada maior especialização
dos trabalhadores, que podem dividir o trabalho e fazer melhor uso dos
equipamentos existentes;
• Na fase 2- A partir de um certo número de trabalhadores, com novas
contratações, a produção total (Q) continua aumentando, porém a taxas
cada vez menores. Isso porque, como o capital é fixo, mais trabalhadores
têm que dividir as mesmas máquinas, equipamentos e o mesmo espaço
físico, criando gargalos.
• O que explica isso: Lei dos Rendimentos Decrescentes: novos
trabalhadores rendem cada vez menos, em termos de produção,
quando o capital é fixo.
FASE 3
• No limite pode se atingir uma situação em que a fábrica já está tão
lotada que trabalhadores adicionais atrapalhariam os demais e
reduziriam a produção total (Q), ao invés de aumentá-la.
O QUE É A LEI DOS RENDIMENTOS DECRESCENTES
(LEI DAS PROPORÇÕES VARIÁVEIS)?
• PRINCÍPO: CONFORME A UTILIZAÇÃO DE UM INSUMO
AUMENTA, COM OUTROS INSUMOS MANTIDOS
CONSTANTES, A PRODUÇÃO ADICIONAL A PARTIR DE
DETERMINADO PONTO DECRESCE!
PRODUTIVIDADE E PRODUTO
MARGINAL
• A partir da função produção, podemos definir dois outros
conceitos importantes que retratam o processo produtivo;
• Produtividade (ou produto médio): representa a produção
por trabalhador, ou seja, a razão entre a produção total (Q)
e quantidade total de trabalho empregada (L).
Algebricamente, a produtividade é dada pela fórmula;
PRODUTO MARGINAL
• Produto marginal (ou rendimento do trabalho): representa quanto a
produção total (Q) aumenta quando se eleva a quantidade total de
trabalho empregada (L) em 1 unidade;
• Algebricamente, temos:
E NO LONGO PRAZO?
• TODOS OS FATORES SÃO VARIAVÉIS!
PRODUÇÃO NO LONGO PRAZO
• No longo prazo todos os fatores de produção que a empresa utiliza
são variáveis, ou seja, ela pode aumentar ou reduzir não só a
quantidade de trabalho utilizada (L), como ocorreria no curto prazo,
mas também seu capital (k), ampliando ou reduzindo o tamanho de
sua planta industrial ou utilizando mais ou menos máquinas;
• )
• ONDE Q é a quantidade produzida;
• K é o montante de capital;
• L e montante de trabalho contratado
REPRESENTAÇÃO
capital trabalho
1 2 3 4 5
1 40 80 110 130 150
2 80 120 150 170 180
3 110 150 180 200 210
4 130 170 200 220 230
5 150 180 210 230 240
Qual a importância essa
informação?
• Essa informação permite ao
produtor reagir eficientemente às
mudanças nos mercados de
insumos.
TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO
TÉCNICA
• Diz que: em quanto se deve aumentar a quantidade de capital (K) se a
quantidade de trabalho (L) for reduzida em uma unidade, de forma a
manter a produção constante (Q).
• TMTS= - ∆K/∆L
• VOCÊ JÁ OUVIU FALAR
SOBRE O TERMO RETORNO
DE ESCALA?
RETORNO DE ESCALA
No longo prazo, a empresa estará interessada em conhecer o efeito sobre a
produção total de um aumento proporcional de ambos os fatores. Chama-se esse
efeito de retorno de escala.
Rendimentos (retornos) de escala: taxa de crescimento do produto `a medida
que os insumos crescem proporcionalmente;
Rendimentos crescentes: Situação em que a produção cresce mais do que o
dobro quando se dobram a quantidade de todos os insumos;
Rendimentos decrescentes: Situação em que a produção aumenta em menos do
que o dobro quando se dobram a quantidade de todos os insumos;
Rendimentos constantes: Situação em que a produção dobra quando se dobram
a quantidade de todos os insumos
CUSTOS DE
PRODUÇÃO
• ANTERIORMENTE....
• É necessário também considerar
os custos envolvidos na aquisição
desses fatores de produção. Um
exemplo é o salário: o custo do
fator de produção trabalho.
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TIPOS DE CUSTOS
• QUAIS CUSTOS?
Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-ND
CUSTO DE OPORTUNIDADE
• Considere uma empresa proprietária de um edifício;
• Ela não pague aluguel
• Isso significa que o custo do espaço ocupado é zero?
• O aluguel não recebido corresponde ao custo de oportunidade de
utilização do espaço
Custos fixos e custos variáveis
• Custo total: Custo econômico total da produção, consistindo em custos
fixos e variáveis
• Fixo: Custos que não variam com o nível da produção e só podem ser
eliminados se a empresa deixar de operar;
• Variáveis: Custos que variam quando o nível de produção varia;
C = CF + CV
CUSTOS DE
UMA EMPRESA
CUSTO MÉDIOS
• Custo total médio (CTMe): Custo total da empresa dividido pelo
produto:
CTMe = CT/ q
Custo fixo médio (CFMe): Custo fixo dividido pelo produto
CFMe = CF/q
Custo variável médio (CVMe)
Custo variável dividido pelo produto
CVMe = CV/q
CUSTO MARGINAL
• Aumento no custo resultante da produção de uma unidade adicional de
produto
• CMg = = ∆CT/ ∆q = ∆CV/ ∆q
• Uma vez que o custo fixo não apresenta variação quando ocorrem
alterações no nível de produção da empresa, o custo marginal é apenas
o aumento no custo variável ou o aumento no custo total ocasionado
por uma unidade extra de produto;
CURVA DE
CUSTOS DA
EMPRESA
CUSTOS
MÉDIOS
Escolha de insumos e minimização de custos
• Examinaremos agora um problema fundamental com o qual todas as
empresas se defrontam;
• Como selecionar insumos para a obtenção de determinado nível de
produção com um custo mínimo? Para simplificarmos,
trabalharemos com dois insumos variáveis:
• o trabalho (por exemplo, medido em horas trabalhadas por ano)
• o capital (por exemplo, medido em horas de utilização de máquinas
por ano)
PREÇOS DOS FATORES DE
PRODUÇÃO
• A curva do custo total, C, É obtida por meio da soma dos
custos da empresa referentes ao trabalho, wL, e ao capital,
rK
C = wL + rK
ESTRUTURAS DE MERCADO
MERCADO DE BENS E SERVIÇOS
QUAIS AS ESTRUTURAS
EXISTENTES?
CONCORRÊNFIA
PERFEITA;
CONCORRÊNCIA
MONOPOLÍSTICA
OLIGOPÓLIO;
MONOPÓLIO;
• GRAU DE CONCENTRAÇÃO;
• DIFERENCIAÇÃO DO
PRODUTO;
• EXISTÊNCIA DE BARREIRAS
À ENTRADA
COMO CATEGORIZAR AS
ESTRUTURAS DE
MERCADO?
EXTREMOS!
• CONCORRÊNCIA PERFEITA • MONOPÓLIO
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CONCORRÊNCIA PERFEITA
MERCADO ATOMIZADO
HOMOGENEIDADE DO
PRODUTO
LIVRE ENTRADA E SAÍDA
DE EMPRESA (NÃO
EXISTE BARREIRAS À
ENTRADA)
TRANSPARÊNCIA DE
MERCADO
MONOPÓLIO
ÚNICA EMPRESA
PRODUTORA DO
BEM OU
SERVIÇO;
1
NÃO HÁ
PRODUTOS
SUBSTITUTOS
PRÓXIMO;
2
EXISTEM
BARREIRAS À
ENTRADA;
3
CONCORRÊNCIA
MONOPOLÍSTICA
MUITAS EMPRESAS PRODUZINDO
DADO BEM OU SERVIÇO;
CADA EMPRESA PRODUZ UM
PRODUTO DIFERENCIADO, PORÉM
COM SUBSTITUTO PRÓXIMO;
CADA EMPRESA TEM PODER SOBRE
O PREÇO, DEVIDO O PRODUTO
DIFERENCIADO;
ONDE ESTÁ A DIFERENCIAÇÃO DO
PRODUTO?
• NA EMBALAGEM;
• PROMOÇÃO DE VENDAS-
PROPAGANDA/ATENDIMENTO/BRINDES
• ATENDIMENTO PÓS-VENDA
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Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY
OLIGOPÓLIO
BARREIRAS À ENTRADA;
PRODUTOS HOMOGÊNEOS OU
DIFERENCIADOS;
LUCROS EXTRAORDINÁRIOS;
POUCAS EMPRESAS QUE
DOMINAM O SETOR.

Slide sobre teoria da produção em um setor

  • 1.
  • 2.
    AS DECISÕES EMPRESARIAISQUANTO À PRODUÇÃO • Nos capítulos anteriores, vimos: Comportamento do consumidor: 1- passo: quais os fatores que influenciam a decisão dos consumidores; 2- passo: porém, como consumidor, temos restrições orçamentárias; 3- passo: escolheremos uma cesta de bens que maximize nossas satisfações;
  • 3.
    AS DECISÕES DASEMPRESAS SÃO ANÁLOGAS ÀS DECISÕES DOS CONSUMIDORES QUANTO À COMPRA DE BENS E SERVIÇOS • 1) Tecnologia da produção: a empresa deverá decidir como será a combinação dos insumos (trabalho, capital, matéria-prima) para se gerar uma produção: Por exemplo, uma empresa pode ser intensiva em capital (totalmente automatizada) ou em mão de obra. 2) Restrição de custos (minimização): a empresa precisar levar em consideração o preço do trabalho, do capital e de outros insumos; 3) Escolha da quantidade insumos: conforme sua tecnologia de produção e os preços dos insumos, a empresa deve decidir quanto de insumo irá utilizar!
  • 4.
    O QUE DEVEMOSCOMPREENDER? •Quais combinações de insumos utilizar para produzir determinada quantidade de mercadorias de forma a minimizar os custos de produção? •Quanto produzir para maximizar os lucros? •Quais preços devem vigorar nas diferentes estruturas de mercado?
  • 5.
    PRIMEIRAS DEFINIÇÕES • FATORES DEPRODUÇÃO: insumos que entra, no processo produtivo (por exemplo, capital, trabalho, matérias-primas); • Ex: padaria
  • 6.
    FUNÇÃO PRODUÇÃO •As empresaspodem transformar os insumos de várias maneiras, usando várias combinações de insumos. Assim, podemos descrever essa relação por meio da função de produção. •Função de produção: mostra o produto máximo(volume de produção) que uma empresa pode obter para cada combinação específica de insumo.
  • 7.
    FUNÇÃO DE PRODUÇÃO (matematicamente) OndeQ é a quantidade produzida (ou produção total), K a quantidade de capital, e L a quantidade de trabalho. 𝑸=𝒇(𝑲,𝑳)
  • 8.
    Diferença entre Curtoe Longo Prazo •No Curto Prazo, a quantidade de pelo menos um dos fatores não pode ser alterada; em geral, a quantidade de capital (K) é fixa. •No Longo Prazo, todos os fatores de produção são variáveis, inclusive o capital.
  • 9.
    PRODUÇÃO NO CURTOPRAZO • Se no curto prazo a quantidade de capital é fixa, a única forma de a empresa aumentar a produção (volume) é agregando mais trabalho (L). Tecnologia e funções de produção
  • 10.
    Função de produçãono CP • Quando o capital é fixo (K), a produção total (q) dependerá exclusivamente da quantidade de trabalho utilizada (N). Vamos dividir a produção em três fases distintas. Q L FASE 1 FASE 2 FASE 3
  • 11.
    FASES • Na fase1- a produção aumenta rapidamente dada maior especialização dos trabalhadores, que podem dividir o trabalho e fazer melhor uso dos equipamentos existentes; • Na fase 2- A partir de um certo número de trabalhadores, com novas contratações, a produção total (Q) continua aumentando, porém a taxas cada vez menores. Isso porque, como o capital é fixo, mais trabalhadores têm que dividir as mesmas máquinas, equipamentos e o mesmo espaço físico, criando gargalos. • O que explica isso: Lei dos Rendimentos Decrescentes: novos trabalhadores rendem cada vez menos, em termos de produção, quando o capital é fixo.
  • 12.
    FASE 3 • Nolimite pode se atingir uma situação em que a fábrica já está tão lotada que trabalhadores adicionais atrapalhariam os demais e reduziriam a produção total (Q), ao invés de aumentá-la.
  • 13.
    O QUE ÉA LEI DOS RENDIMENTOS DECRESCENTES (LEI DAS PROPORÇÕES VARIÁVEIS)? • PRINCÍPO: CONFORME A UTILIZAÇÃO DE UM INSUMO AUMENTA, COM OUTROS INSUMOS MANTIDOS CONSTANTES, A PRODUÇÃO ADICIONAL A PARTIR DE DETERMINADO PONTO DECRESCE!
  • 16.
    PRODUTIVIDADE E PRODUTO MARGINAL •A partir da função produção, podemos definir dois outros conceitos importantes que retratam o processo produtivo; • Produtividade (ou produto médio): representa a produção por trabalhador, ou seja, a razão entre a produção total (Q) e quantidade total de trabalho empregada (L). Algebricamente, a produtividade é dada pela fórmula;
  • 17.
    PRODUTO MARGINAL • Produtomarginal (ou rendimento do trabalho): representa quanto a produção total (Q) aumenta quando se eleva a quantidade total de trabalho empregada (L) em 1 unidade; • Algebricamente, temos:
  • 18.
    E NO LONGOPRAZO? • TODOS OS FATORES SÃO VARIAVÉIS!
  • 19.
    PRODUÇÃO NO LONGOPRAZO • No longo prazo todos os fatores de produção que a empresa utiliza são variáveis, ou seja, ela pode aumentar ou reduzir não só a quantidade de trabalho utilizada (L), como ocorreria no curto prazo, mas também seu capital (k), ampliando ou reduzindo o tamanho de sua planta industrial ou utilizando mais ou menos máquinas; • ) • ONDE Q é a quantidade produzida; • K é o montante de capital; • L e montante de trabalho contratado
  • 20.
    REPRESENTAÇÃO capital trabalho 1 23 4 5 1 40 80 110 130 150 2 80 120 150 170 180 3 110 150 180 200 210 4 130 170 200 220 230 5 150 180 210 230 240
  • 22.
    Qual a importânciaessa informação? • Essa informação permite ao produtor reagir eficientemente às mudanças nos mercados de insumos.
  • 23.
    TAXA MARGINAL DESUBSTITUIÇÃO TÉCNICA • Diz que: em quanto se deve aumentar a quantidade de capital (K) se a quantidade de trabalho (L) for reduzida em uma unidade, de forma a manter a produção constante (Q). • TMTS= - ∆K/∆L
  • 24.
    • VOCÊ JÁOUVIU FALAR SOBRE O TERMO RETORNO DE ESCALA?
  • 25.
    RETORNO DE ESCALA Nolongo prazo, a empresa estará interessada em conhecer o efeito sobre a produção total de um aumento proporcional de ambos os fatores. Chama-se esse efeito de retorno de escala. Rendimentos (retornos) de escala: taxa de crescimento do produto `a medida que os insumos crescem proporcionalmente; Rendimentos crescentes: Situação em que a produção cresce mais do que o dobro quando se dobram a quantidade de todos os insumos; Rendimentos decrescentes: Situação em que a produção aumenta em menos do que o dobro quando se dobram a quantidade de todos os insumos; Rendimentos constantes: Situação em que a produção dobra quando se dobram a quantidade de todos os insumos
  • 26.
    CUSTOS DE PRODUÇÃO • ANTERIORMENTE.... •É necessário também considerar os custos envolvidos na aquisição desses fatores de produção. Um exemplo é o salário: o custo do fator de produção trabalho. Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY
  • 27.
    TIPOS DE CUSTOS •QUAIS CUSTOS? Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-ND
  • 28.
    CUSTO DE OPORTUNIDADE •Considere uma empresa proprietária de um edifício; • Ela não pague aluguel • Isso significa que o custo do espaço ocupado é zero? • O aluguel não recebido corresponde ao custo de oportunidade de utilização do espaço
  • 29.
    Custos fixos ecustos variáveis • Custo total: Custo econômico total da produção, consistindo em custos fixos e variáveis • Fixo: Custos que não variam com o nível da produção e só podem ser eliminados se a empresa deixar de operar; • Variáveis: Custos que variam quando o nível de produção varia; C = CF + CV
  • 30.
  • 31.
    CUSTO MÉDIOS • Custototal médio (CTMe): Custo total da empresa dividido pelo produto: CTMe = CT/ q Custo fixo médio (CFMe): Custo fixo dividido pelo produto CFMe = CF/q Custo variável médio (CVMe) Custo variável dividido pelo produto CVMe = CV/q
  • 32.
    CUSTO MARGINAL • Aumentono custo resultante da produção de uma unidade adicional de produto • CMg = = ∆CT/ ∆q = ∆CV/ ∆q • Uma vez que o custo fixo não apresenta variação quando ocorrem alterações no nível de produção da empresa, o custo marginal é apenas o aumento no custo variável ou o aumento no custo total ocasionado por uma unidade extra de produto;
  • 33.
  • 34.
  • 35.
    Escolha de insumose minimização de custos • Examinaremos agora um problema fundamental com o qual todas as empresas se defrontam; • Como selecionar insumos para a obtenção de determinado nível de produção com um custo mínimo? Para simplificarmos, trabalharemos com dois insumos variáveis: • o trabalho (por exemplo, medido em horas trabalhadas por ano) • o capital (por exemplo, medido em horas de utilização de máquinas por ano)
  • 36.
    PREÇOS DOS FATORESDE PRODUÇÃO • A curva do custo total, C, É obtida por meio da soma dos custos da empresa referentes ao trabalho, wL, e ao capital, rK C = wL + rK
  • 37.
    ESTRUTURAS DE MERCADO MERCADODE BENS E SERVIÇOS
  • 38.
    QUAIS AS ESTRUTURAS EXISTENTES? CONCORRÊNFIA PERFEITA; CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTICA OLIGOPÓLIO; MONOPÓLIO; •GRAU DE CONCENTRAÇÃO; • DIFERENCIAÇÃO DO PRODUTO; • EXISTÊNCIA DE BARREIRAS À ENTRADA COMO CATEGORIZAR AS ESTRUTURAS DE MERCADO?
  • 39.
    EXTREMOS! • CONCORRÊNCIA PERFEITA• MONOPÓLIO Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-NC Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-SA Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-NC-ND Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-ND
  • 40.
    CONCORRÊNCIA PERFEITA MERCADO ATOMIZADO HOMOGENEIDADEDO PRODUTO LIVRE ENTRADA E SAÍDA DE EMPRESA (NÃO EXISTE BARREIRAS À ENTRADA) TRANSPARÊNCIA DE MERCADO
  • 41.
    MONOPÓLIO ÚNICA EMPRESA PRODUTORA DO BEMOU SERVIÇO; 1 NÃO HÁ PRODUTOS SUBSTITUTOS PRÓXIMO; 2 EXISTEM BARREIRAS À ENTRADA; 3
  • 42.
    CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTICA MUITAS EMPRESAS PRODUZINDO DADOBEM OU SERVIÇO; CADA EMPRESA PRODUZ UM PRODUTO DIFERENCIADO, PORÉM COM SUBSTITUTO PRÓXIMO; CADA EMPRESA TEM PODER SOBRE O PREÇO, DEVIDO O PRODUTO DIFERENCIADO;
  • 43.
    ONDE ESTÁ ADIFERENCIAÇÃO DO PRODUTO? • NA EMBALAGEM; • PROMOÇÃO DE VENDAS- PROPAGANDA/ATENDIMENTO/BRINDES • ATENDIMENTO PÓS-VENDA Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-NC-ND Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY
  • 44.
    OLIGOPÓLIO BARREIRAS À ENTRADA; PRODUTOSHOMOGÊNEOS OU DIFERENCIADOS; LUCROS EXTRAORDINÁRIOS; POUCAS EMPRESAS QUE DOMINAM O SETOR.