Educação do
campo
Moju-Pa
2024
GOVERNO DOESTADO DO PARÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO
PARÁ PRÓ-REITORIA DE
GRADUAÇÃO
CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM LETRAS –
LÍNGUA PORTUGUESA
2.
Equipe 6
Discentes:
Camilly VictóriaFerreira Medeiros
nº de matricula:20240004816
João Fábio Moraes
nºde matricula:202400050
Jhoney Henrrique Quaresma
Correa
nº de matricula: 20240017331
3.
Slide 04: Conceito,objetivos, população - alvo.
Slide 05: Contextualização histórica da política pública Educação no campo (linha do tempo).
Slide 06: Legislação: Pronera, Procampo e Pronacampo.
Slide 07: Composição de Fundo e Manutenção de Educação Básica (FUNDEB) — Leis e aplicação
Slide 08: Ações Estratégicas: Pronera, Procampo e Pronacampo.
Slide 09: Educação de Campo — Limites e Desafios: metas e
Slide 10-11: Obstáculoselimitações
Slide 12-13: Estatísticas Comparativas entre zona urbana e rural.
Slide 14: Educação no campo.
Slide 15: Políticas públicas como as conhecemos.
Slide 16: Fim das políticas públicas.
Slide 17: Para compreender melhor...
Slide 18: Considerações finais
Slide 19: Problematização
Slide 20: Mensagem final
Slide 21: Agradecimentos
Slide 22: Referências
SEQUÊNCIA DE APRESENTAÇÃO
4.
CONCEITOS OBJETIVO
Formar cidadãoscríticos e reflexivos, promover o
desenvolvimento integral de crianças e jovens,
respeitar a cultura e os valores das populações
rurais, lutar pelos direitos e superar situações de
injustiça e opressão, elevar a escolaridade de
jovens e adultos, qualificar profissionalmente
integrar a educação e ensino médio
PUBLICO-ALVO
• Agricultores familiares;
• Extrativistas;
• Pescadores artesanais;
• Ribeirinhos;
• Assentados e acampados da reforma agrária;
• Trabalhadores rurais assalariados;
• Quilombolas;
• Caiçaras;
• Povos da floresta;
• Caboclos.
Educação
do
Campo
O controle social é um conceito
que se refere à forma como a
sociedade acompanha, fiscaliza
e influencia as ações do Estado
e das instituições públicas,
garantindo que elas atuem em
benefício do bem comum.
Educação no campo é uma modalidade da educação
que ocorre em espaços denominados rurais. Diz
respeito a todo espaço educativo que se dá em espaços
da floresta, agropecuária, das minas e da agricultura e
ultrapassa, chegando aos espaços pesqueiros, a
população ribeirinha, caiçara e extrativista
5.
A evolução históricado financiamento da Educação Pública
Período Colonial
(1500-1822)
Educação focada na
catequização indígena pelos
jesuítas, excludente e sem
considerar as especificidades
culturais da população
originária.
Império
(1822-1889)
Educação rural continua
atendendo principalmente às
necessidades da elite agrária,
mantendo-se excludente para a
maioria da população camponesa.
Pouco investimento e acesso
limitado.
República velha
(1889-1930)
A situação permanece similar
ao período anterior, com
pouca atenção e recursos
destinados à educação no
campo. Alta taxa de
analfabetismo.
Pós-Guerra
(1945-1964)
A educação no campo sofre com a
centralização do poder e a falta
de investimento, agravando as
desigualdades existentes.
Ditadura
militar
(1964-1985)
A educação no campo continua a
sofrer com a falta de
investimento e políticas que não
atendem as necessidades das
comunidades rurais.
Democratização
(1985-1988)
Início de mudanças com a
emergência de movimentos sociais
que lutam por uma educação mais
inclusiva e contextualizada no
campo.
Periodo
Contemporâneo
(1988 em
diante)
Implementação de
políticas públicas como o
PRONERA e o PRONACAMPO,
buscando promover uma
educação contextualizada e
inclusiva no campo.
Eras Vagas
(1930-1945)
O governo de Getúlio Vargas
implementa algumas políticas
voltadas para a educação, mas
ainda com foco nas demandas da
elite agrária. A educação rural é
pouco priorizada.
•Essa lei estabeleceas diretrizes
e bases da educação nacional do Brasil.
ELa é fundamental para o sistema
educacional do país e abrange diversos
aspectos da educação.
COMPOSIÇÃO DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
(FUNDEB)
Art. 33 da Lei nº 11.947,
de 16 de junho de
2009
• Estabelece diretrizes e normas para o
Programa Nacional de Alimentação
Escolar (PNAE) no Brasil. Essa lei é
fundamental para assegurar que os
estudantes da educação pública
recebam uma alimentação adequada e
saudável durante o período escolar.
As leis garantem educação básica de
qualidade e acesso a alimentação
saudável nas escolas públicas,
promovendo o desenvolvimento
integral dos alunos e a segurança
alimentar
Lei nº 9.394, de 20 de
dezembrode1996.
8.
Ações estratégicas:
Tipos deControle Social
1. Pronera (Programa Nacional de Educação na
Reforma Agrária:
• Este Programa é voltado para a educação de
jovens e adultos em áreas de reforma agrária.
2. Procampo ( Programa de Apoio à Formação
Superior em Licenciatura em Educação do
Campo:
• Este programa tem como objetivo formar
professores para atuar em escolas do campo.
3. Pronacampo ( Programa Nacional de
Educação no Campo:
• Este programa é mais abrangente e busca
integrar diversas ações para melhorar a
educação no campo.
9.
• Educação docampo: limites e desafios
Metas e objetivos para a educação do campo:
• Taxa de Alfabetização:
Aumentar a taxa de
alfabetização em áreas
rurais, especialmente entre
jovens e adultos, para níveis
comparados ao das áreas
urbanas.
• Infraestrutura Escolar:
Melhorar a infraestrutura das
escolas rurais, incluindo acesso
à internet, bibliotecas e
transporte escolar adequado.
• Matrículas na educação
básica:
Garantir que todas as crianças
em idade escolar estejam
matriculadas e frequentando a
escola, com foco em reduzir a
evasão escolar.
• Formação de professores:
Aumentar o número de
professores com formação
específica para atuar em
escolas do campo.
10.
• Educação docampo: limites e desafios:
obstáculos e limitações
• Analfabetismo:
O analfabetismo nas zonas rurais
tem como consequência a distância
e o isolamento de seus moradores,
que culmina na infraestrutura
inadequada, a qual desestimula a
frequência de crianças das regiões a
frequentarem normalmente as
escolas.
• Infraestrutura Escolar:
Melhorar a infraestrutura das
escolas rurais, incluindo acesso
à internet, bibliotecas e
transporte escolar adequado.
• Ausência de políticas públicas:
A falta de movimentos políticos do
Estado também acarreta um grande
desafio para a educação do campo,
pois sem os recursos governamentais,
não há infraestrutura adequada para o
ensino nas zonas rurais e também
pode acarretar na ausência de
professores.
• Carência de professores:
A ausência de professores é um fator importante que
se prova como um desafio para a educação do
campo, afinal, como educar a população rural se há a
ausência de docentes? Isso ocorre devido a falta de
investimentos do Estados e a falta de preparo de
educadores para se habituarem com o contexto do
campo, sem contar a distância e a infraestrutura
precária que geralmente os afasta de atuarem nessas
zonas.
11.
• Educação docampo: limites e desafios
obstáculos e limitações:
• Desafios Socioeconômicos:
Devido a pobreza nestas regiões,
muitas famílias dirigem seus filhos
para trabalhar, sejam eles crianças ou
jovens, que impede o desenvolvimento
deles no âmbito educacional e
frequentarem instituições de ensino.
• Êxodo rural:
Mais um fator importante que se mostrava como um
empecilho para a educação do campo, é o êxodo
rural. O qual se trata da ida de um grande números
de pessoas das áreas rurais em direção aos centros
urbanos, pode acontecer de forma espontânea ou
forçada, assim como qualquer migração, que pode
acarretar no baixo número de alunos, dificultando a
manutenção das escolas.
• O municípiode
Abaetetuba através
do PRONERA –
Programa Nacional de
Educação na Reforma
Agrária.
Educação no campo:
A educação do campo, no Brasil, nasceu sob um
triplo signo: o signo da educação, o signo do
campo e o signo da política pública. Esse triplo
signo é quem dá o significado teórico e histórico
da educação do campo.
Por eles e com eles estruturou-se um conjunto
complexo de ações que tomaram o tempo e
atenção do tripé sobre a qual se organizou e se
desenvolveu em razão do triplo signo. Este
conjunto complexo envolve as lutas pelo direito à
educação das populações que vivem e
trabalham no campo.
• Plano municipal
de educação de
ABAETETUBA
(PME)
(2015–2025).
15.
• As políticaspúblicas como as
conhecemos:
• Ampliar e qualificar a
oferta de educação básica
e superior;
• Promover a inclusão social
de jovens e trabalhadores
do campo.
• A Constituição Federal de
1988, em seu art. 205, afirma
que a educação é um direito
de todos e dever do Estado.
• Oferecer cursos de formação
inicial e continuada;
• Incentivar a formação
técnico – profissional de
aprendizes no campo.
• Conceder bolsas para
filhos de agricultores.
16.
• Fim daspolíticas Públicas:
• Infraestrutura: falta de
salas, laboratórios,
bibliotecas, e também,
equipamentos eletrônicos
como computadores e
acesso à internet.
• Acesso: Dificuldade de
acesso ás escolas e ás novas
formas de aprendizado e
informações;
• Desigualdade: Disparidade
entre a vida no campo e na
zona urbana.
• Recursos: falta de matérias
didáticos e tecnológicos;
• Formação de professores:
Dificuldade em formar
professores para a atuação
no campo.
• Evasão escolar: Alta taxa de
evasão escolar.
• Trabalho infantil:
Exploração do trabalho
infantil e a percepção das
famílias de que o trabalho
é fundamental para as
crianças na idade escolar.
“O financiamento daeducação é elemento
ESTRUTURANTE para a ORGANIZAÇÃO e o FUNCIONAMENTO
das políticas públicas educacionais e, desse modo, para
materialização do Sistema Nacional de Educação.
Embora não seja fator suficiente, é CONDIÇÃO
NECESSÁRIA para a universalização do direito à educação
pública de qualidade.” (NOVO, 2017, p. 2)
CONSIDERAÇÕES
FINAIS
19.
De que maneiraas políticas de
financiamento da educação podem ser
aprimoradas para garantir que todos os
estudantes tenham acesso a uma
educação de qualidade, e qual é o
papel do controle social na fiscalização
e na promoção dessas políticas?
PROBLEMATIZAÇÃO