O documento discute como a língua portuguesa falada no Brasil sofreu transformações ao longo do tempo, desenvolvendo diferenças em relação ao português de Portugal. Apresenta exemplos de como vogais nasais se tornaram orais e palavras terminadas em "ão" perderam a nasalidade, além de traçar arcaísmos e distorções históricas decorrentes da colonização e da distância geográfica. Conclui que não se deve acusar variantes linguísticas de estarem erradas, mas reconhecer suas heranças