O documento discute a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade e no mercado de trabalho. Ele afirma que (1) as ações governamentais de assistencialismo estão sendo substituídas por programas de inclusão que visam formar cidadãos sujeitos de seu próprio destino, (2) é necessária a construção de uma sociedade livre, justa e solidária para concretizar a inclusão, e (3) empresas devem primar pelo respeito aos princípios constitucionais e tratar a contratação de pessoas com deficiência como qualquer outra