O documento discute os perigos de viver segundo os impulsos inferiores em vez do espírito. Quem vive assim vê a vida como vazia e se sente limitado, com medo da morte. Não pode desfrutar do amor ou do trabalho espiritual, e vê o sofrimento e a disciplina como punições. Esse modo de viver leva apenas a conflitos e desespero, sem esperança de renovação.