1) O documento analisa as resistências dos trabalhadores da construção civil às medidas de segurança propostas por especialistas externos.
2) Esses especialistas veem os trabalhadores como ignorantes e inconscientes dos riscos, propondo medidas técnicas sem levar em conta os saberes das profissões.
3) Os autores argumentam que os trabalhadores criam "ideologias defensivas de profissão" para lidar com o medo, desafiando o perigo simbolicamente e invertendo sua relação com ele.