Este documento analisa as propostas do Ministério da Educação para reformar o ensino secundário em Portugal, dividindo os alunos em cursos gerais ou técnicos desde o início. O autor argumenta que esta abordagem irá (1) separar os alunos por capacidade acadêmica cedo demais, (2) dificultar a mudança de curso para aqueles inicialmente colocados em cursos técnicos, e (3) ter consequências negativas no ensino básico ao antecipar a separação dos alunos