O documento discute a noção de identidade nacional na música brasileira. Afirma que o nacionalismo radical que defende apenas música popular brasileira é obtuso e preconceituoso, já que a cultura brasileira é resultado de diversas influências, como africana, indígena e portuguesa. Também critica a visão de que toda música estrangeira, especialmente a americana, é massificadora, quando na verdade existem bons exemplos em diversos gêneros.