O documento analisa a primeira geração do romantismo no Brasil, caracterizando a literatura nacionalista e a busca pela identidade cultural. Destaca a influência de viajantes estrangeiros e a proclamação da independência em 1822 na formação de uma nova nação, refletindo a valorização do índio e da natureza na poesia indianista de autores como Gonçalves Dias. Suas obras foram fundamentais para solidificar o índio como símbolo da identidade nacional e estabelecer os primeiros passos da independência literária brasileira.