Agrinvest Brasil S.A.
“Como ganhar competitividade com tecnologia da informação ainda em 2018?”
INTRO
Rodrigo J. Guimarães - Diretor Operacional
Agrinvest Brasil S.A.
PÁG. 2 2PÁG. 1
Fundada em 2006, a Agrinvest é uma empresa que atua na produção e comercialização de Soja e Milho na região sul do Maranhão.
Agrinvest Brasil S.A.
PÁG. 2 3PÁG. 2
São dois blocos de produção (penitente e medonho), totalizando aproximadamente 50.000 hectares de plantio.
Faz. Inhumas
3.000 ha
Faz. Itapuá
12.634 ha
Faz. Nova Holanda
25.277 ha
Faz. Cristalina
4.640 ha
11/07/2018
PÁG. 2 4PÁG. 3
Modelo Operacional
Plantio
• 100% próprio.
Pulverização
• 100% terceirizada;
• 50% terrestre;
• 50% aérea.
Colheita
• 100% terceirizada.
NDRE
Como podemos produzir mais gastando menos?
PÁG. 2 5PÁG. 4
Método 1 Método 2
(Normalized Difference Red Edge Index)
“Agricultura de Precisão”
PÁG. 2 6PÁG. 5
Desuniformidade dos talhões
Método 1: NDRE - Safra 2017/2018, Faz. Itapuá
PÁG. 2 7PÁG. 6
AMBIENTE PRODUTIVO
Por que buscamos o NDRE?
PÁG. 2 8PÁG. 7
Aumento da produtividade e competitividade.
Mapa de colheita - Safra 16/17 Índice NDRE - Safra 16/17 NDRE: Índice vegetativo composto pela
banda Red Edge. Com alta correlação
com a produtividade, sendo possível ver
a evolução do problema antes da planta
apresentar os sintomas visivelmente.
“Ambiente produtivo”
PÁG. 2 9PÁG. 8
1. Inclusão de imagens NDRE nas decisões de AP;
2. Voos com Drones nas áreas com histórico de baixas produtividades (prioridades);
3. Coleta de solo georreferenciada em pontos específicos;
4. Discussão com equipe técnica (motivo do problema);
5. Criação de ambientes produtivos, orçamentos e ações;
6. Intervenção mecânica e química com umidade (cobertura vegetal);
7. Buscando a uniformidade dos talhões (nomeados talhões maduros).
BATMAP
PÁG. 2 10PÁG. 9
Área do talhão
461,52 ha
Case: Faz. Itapuá
Fator de influência produtiva - Compactação
TALHÃO A1
+ 10 sc/ha
PÁG. 2 11PÁG. 10
Case: Faz. Itapuá
Fator de influência produtiva - Compactação
Compactação
PÁG. 2 12PÁG. 11
TALHÃO A1
Intervenção Mecânica
Subsolador
20/04/2018
Case: Faz. Itapuá
Intervenção mecânica + Brachiaria Ruziziensis
PÁG. 2 13PÁG. 12
01
69 sc/ha
02
59 sc/ha
Ambiente 01 – Teores de Fertilidade (0-20 cm)
Ca Mg K P V%
3,2 1,1 0,19 14,5 59,5
Ambiente 02 – Teores de Fertilidade (0-20 cm)
Ca Mg K P V%
2,6 0,9 0,14 14,6 40,1
Ambiente 01 Ambiente 02
Case: Faz. Itapuá
Fator de influência produtiva - Correção e Perfil
Brachiaria + Brachiaria -
TALHÃO C3
+ 10 sc/ha
Faixa de teste de fungicidas - Índice Vegetativo
PÁG. 2 14PÁG. 13
Data: 06/02/2018
Estádio fenológico: R5.3
PÁG. 2 15PÁG. 14
Padrão Fazenda Padrão Strider
Método 2: Strider Protector - Safra 2017/2018, Faz. Itapuá
Aonde usar?
PÁG. 2 16PÁG. 15
1. Propriedade vizinha de área de algodão (sérios problemas de mosca branca);
2. Expedição de soja padrão direto da lavoura/silo bag (ervas daninhas e percevejos).
Faz. Itapuá
Safra 2017/2018
Utilização na Agrinvest
PÁG. 2 17PÁG. 16
Faz. Itapuá - Safra 2017/2018
• O gerente determina os pontos a sarem percorridos nos talhões;
• Instar geral das pragas.
1 tablet p/ cada 2520 ha
Benefícios
PÁG. 2 18PÁG. 17
1. Identificação das prioridades nas pulverizações conforme MAPA DE CALOR;
2. Facilitar e avaliar a gestão da equipe técnica (individualmente);
3. Soltar as aplicações nos Timings corretos (doses menores);
4. Agilidade e segurança nas informações (evitando papéis no campo);
5. Melhora no monitoramento (imagens georreferenciadas);
6. Grande possibilidade de redução no custo com químicos;
7. Aumento de produtividade.
off off
OFF
OFF
“Próximos passos”
PÁG. 2 19PÁG. 18
1. Modelo ideal: aplicações em Taxa Variável conforme o MAPA DE CALOR;
2. Desligamento Automático da Sessão de Barra conforme o mapa;
3. Economia de produtos.
Conclusão
PÁG. 2 20PÁG. 19
Faz. Itapuá - Safra 2017/2018
Os mapas de calor vieram para facilitar a gestão da propriedade:
1. Mapeamentos de análise de solo (gride);
2. Mapeamentos de qualidade plantio;
3. Mapeamentos de pulverizações (desligamento automático sessão de barras);
4. Mapeamentos de Satélites NDVI (Imagens) e NDRE (Drones);
5. Mapeamentos de produtividade (colhedeiras);
6. Mapeamentos de correções (intervenções mecânicas e químicas);
7. Soma dos mapeamentos = melhores Decisões e Resultados.
END
OBRIGADO!

Rodrigo Guimarães: Agrinvest

  • 1.
    Agrinvest Brasil S.A. “Comoganhar competitividade com tecnologia da informação ainda em 2018?” INTRO Rodrigo J. Guimarães - Diretor Operacional
  • 2.
    Agrinvest Brasil S.A. PÁG.2 2PÁG. 1 Fundada em 2006, a Agrinvest é uma empresa que atua na produção e comercialização de Soja e Milho na região sul do Maranhão.
  • 3.
    Agrinvest Brasil S.A. PÁG.2 3PÁG. 2 São dois blocos de produção (penitente e medonho), totalizando aproximadamente 50.000 hectares de plantio. Faz. Inhumas 3.000 ha Faz. Itapuá 12.634 ha Faz. Nova Holanda 25.277 ha Faz. Cristalina 4.640 ha 11/07/2018
  • 4.
    PÁG. 2 4PÁG.3 Modelo Operacional Plantio • 100% próprio. Pulverização • 100% terceirizada; • 50% terrestre; • 50% aérea. Colheita • 100% terceirizada.
  • 5.
    NDRE Como podemos produzirmais gastando menos? PÁG. 2 5PÁG. 4 Método 1 Método 2 (Normalized Difference Red Edge Index) “Agricultura de Precisão”
  • 6.
    PÁG. 2 6PÁG.5 Desuniformidade dos talhões
  • 7.
    Método 1: NDRE- Safra 2017/2018, Faz. Itapuá PÁG. 2 7PÁG. 6 AMBIENTE PRODUTIVO
  • 8.
    Por que buscamoso NDRE? PÁG. 2 8PÁG. 7 Aumento da produtividade e competitividade. Mapa de colheita - Safra 16/17 Índice NDRE - Safra 16/17 NDRE: Índice vegetativo composto pela banda Red Edge. Com alta correlação com a produtividade, sendo possível ver a evolução do problema antes da planta apresentar os sintomas visivelmente.
  • 9.
    “Ambiente produtivo” PÁG. 29PÁG. 8 1. Inclusão de imagens NDRE nas decisões de AP; 2. Voos com Drones nas áreas com histórico de baixas produtividades (prioridades); 3. Coleta de solo georreferenciada em pontos específicos; 4. Discussão com equipe técnica (motivo do problema); 5. Criação de ambientes produtivos, orçamentos e ações; 6. Intervenção mecânica e química com umidade (cobertura vegetal); 7. Buscando a uniformidade dos talhões (nomeados talhões maduros). BATMAP
  • 10.
    PÁG. 2 10PÁG.9 Área do talhão 461,52 ha Case: Faz. Itapuá Fator de influência produtiva - Compactação TALHÃO A1 + 10 sc/ha
  • 11.
    PÁG. 2 11PÁG.10 Case: Faz. Itapuá Fator de influência produtiva - Compactação Compactação
  • 12.
    PÁG. 2 12PÁG.11 TALHÃO A1 Intervenção Mecânica Subsolador 20/04/2018 Case: Faz. Itapuá Intervenção mecânica + Brachiaria Ruziziensis
  • 13.
    PÁG. 2 13PÁG.12 01 69 sc/ha 02 59 sc/ha Ambiente 01 – Teores de Fertilidade (0-20 cm) Ca Mg K P V% 3,2 1,1 0,19 14,5 59,5 Ambiente 02 – Teores de Fertilidade (0-20 cm) Ca Mg K P V% 2,6 0,9 0,14 14,6 40,1 Ambiente 01 Ambiente 02 Case: Faz. Itapuá Fator de influência produtiva - Correção e Perfil Brachiaria + Brachiaria - TALHÃO C3 + 10 sc/ha
  • 14.
    Faixa de testede fungicidas - Índice Vegetativo PÁG. 2 14PÁG. 13 Data: 06/02/2018 Estádio fenológico: R5.3
  • 15.
    PÁG. 2 15PÁG.14 Padrão Fazenda Padrão Strider Método 2: Strider Protector - Safra 2017/2018, Faz. Itapuá
  • 16.
    Aonde usar? PÁG. 216PÁG. 15 1. Propriedade vizinha de área de algodão (sérios problemas de mosca branca); 2. Expedição de soja padrão direto da lavoura/silo bag (ervas daninhas e percevejos). Faz. Itapuá Safra 2017/2018
  • 17.
    Utilização na Agrinvest PÁG.2 17PÁG. 16 Faz. Itapuá - Safra 2017/2018 • O gerente determina os pontos a sarem percorridos nos talhões; • Instar geral das pragas. 1 tablet p/ cada 2520 ha
  • 18.
    Benefícios PÁG. 2 18PÁG.17 1. Identificação das prioridades nas pulverizações conforme MAPA DE CALOR; 2. Facilitar e avaliar a gestão da equipe técnica (individualmente); 3. Soltar as aplicações nos Timings corretos (doses menores); 4. Agilidade e segurança nas informações (evitando papéis no campo); 5. Melhora no monitoramento (imagens georreferenciadas); 6. Grande possibilidade de redução no custo com químicos; 7. Aumento de produtividade. off off OFF OFF
  • 19.
    “Próximos passos” PÁG. 219PÁG. 18 1. Modelo ideal: aplicações em Taxa Variável conforme o MAPA DE CALOR; 2. Desligamento Automático da Sessão de Barra conforme o mapa; 3. Economia de produtos.
  • 20.
    Conclusão PÁG. 2 20PÁG.19 Faz. Itapuá - Safra 2017/2018 Os mapas de calor vieram para facilitar a gestão da propriedade: 1. Mapeamentos de análise de solo (gride); 2. Mapeamentos de qualidade plantio; 3. Mapeamentos de pulverizações (desligamento automático sessão de barras); 4. Mapeamentos de Satélites NDVI (Imagens) e NDRE (Drones); 5. Mapeamentos de produtividade (colhedeiras); 6. Mapeamentos de correções (intervenções mecânicas e químicas); 7. Soma dos mapeamentos = melhores Decisões e Resultados.
  • 21.