O documento destaca a pesquisa sobre a representação das mulheres brasileiras, evidenciando que 70% têm cabelo crespo ou cacheado e 65% não se reconhecem na publicidade. Aponta a falta de participação feminina nas áreas criativas das agências de comunicação e questiona o empenho das empresas em empregar mulheres e diversificar suas equipes. O texto também menciona a importância de mídias alternativas e convida à reflexão sobre como as mulheres são abordadas nos meios de comunicação.