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Uma aventura
pelos mais
belos parques
brasileiros
Receitas de geleias caseiras para
saborear e se lambuzar com as crianças
A carreira
meteórica do
novo astro teen
da música
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Q 8 T D B Q 8 D I U
Opções não faltam: o Brasil,
detentor de uma natureza exuberante que
rende belíssimas paisagens, possui nada
menos do que 69, alguns deles famosos
internacionalmente ou considerados
Patrimônio Mundial.
Para facilitar sua escolha, a Revista DIA
selecionou alguns dos mais populares.
Prepare-se para nadar com botos, tomar
banho de cachoeira, saltar de asa-delta,
percorrer trilhas e conhecer de perto alguns
dos mais belos exemplares da nossa fauna.
aperder de vista
Ótimas opções de passeio, os
parques nacionais brasileiros
permitem passar um dia inteiro
junto à natureza, praticando
esportes ou simplesmente
apreciando a paisagem
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Um dos maiores e mais visitados
no Brasil, o Parque Nacional da Tijuca
abrange 3,5% da área total do município
do Rio de Janeiro e reúne muitos dos
principais pontos turísticos da cidade.
São quase quatro mil hectares de área
preservada, onde estão o Corcovado
com a estátua do Cristo Redentor,
a Pedra da Gávea, a Vista Chinesa, a
Capela Mayrink, a Mesa do Imperador
e o Parque Lage. Com tantas atrações,
o parque é dividido em quatro setores e
cada um deles possui entradas indepen-
dentes. Um dos mais visitados é o setor
Serra da Carioca, que dá acesso ao Cristo
Redentor. Lá dá para chegar de várias
formas. Quem preferir um passeio mais
longo, ir pé ou de bicicleta é uma boa
opção. Do Jardim Botânico até o Cristo,
o percurso é seguro e cheio de atrações
e paisagens inesquecíveis. O setor da
Pedra Bonita é onde fica a rampa de voo
de asa-delta e o Setor Floresta da Tijuca
é onde está a Cachoeira das Almas, um
local liberado para banho, a cerca de três
quilômetros da entrada do setor.
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COM SABOR DE AVENTURA
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BOTOS E VOO
PANORÂMICO
O estado do Amazonas possui inúmeras
atrações turísticas pelos rios que correm
por lá. Uma delas é o Parque Nacional
Anavilhanas, que se estende pelos mu-
nicípios de Manaus e Novo Airão, no
maior arquipélago fluvial do mundo. O
acesso ao parque pode ser feito de carro,
num trajeto que dura cerca de duas horas,
ou com barcos regionais e lanchas, mas
dependendo da embarcação o passeio varia
de três a nove horas de viagem. Entre os
atrativos do parque está a interação com
os botos-vermelhos. Com sessões de 15
minutos, os visitantes entram na água e os
alimentam, tudo com a orientação dos guias
locais, que também ministram uma breve
palestra antes da atividade sobre como
agir próximo aos animais. Quem visita o
local também pode conhecer as praias no
período de seca (de setembro a fevereiro) e
fazer as trilhas aquáticas ou terrestres. Com
passeios saindo de Manaus, a observação do
arquipélago num voo panorâmico propor-
ciona uma vista única do local.
PATRIMÔNIO MUNDIAL
O Parque Nacional Chapada dos
Veadeiros está localizado na região
nordeste de Goiás e foi criado em 1961.
Quarenta anos depois, a Unesco incluiu
o espaço na lista do Patrimônio Mundial,
o que significa que ele foi definido como
de importância cultural ou física especial
para o planeta. O parque é um dos mais
notáveis depositários de biodiversi-
dade do mundo e sua região mantém
equilibradas as relações entre homem
e natureza. Prepare-se para ver rios
cristalinos, cachoeiras enormes, trilhas e
belos paredões. A entrada para o Parque
está localizada na vila de São Jorge e, para
chegar às atrações, é preciso estar pronto
para caminhar e passar por trechos bem
íngremes e cheios de pedras. São duas
trilhas principais para os visitantes: a dos
cânions e a dos saltos, e cada uma delas
passa por atrativos diferentes.
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Visite o site do Instituto Chico Mendes de Conservação da
Biodiversidade, órgão responsável pela gestão dos locais.
icmbio.gov.br
ESPETÁCULO DAS ÁGUAS
Você pode até nunca ter visitado, mas certamente
já viu diversas fotos: o Parque Nacional do Iguaçu é um
dos cartões-postais do Brasil. Localizado no Paraná,
a alguns quilômetros do centro de Foz do Iguaçu, é
nele que estão as famosas Cataratas do Iguaçu. Criado
em 1939, o espaço abriga o maior restante de floresta
atlântica da região sul do Brasil. Considerado palco de
uma das mais belas cataratas do mundo, o parque tem
mais de 185 mil hectares. As Cataratas são formadas por
uma frente semicircular de 2.700 metros de extensão,
dos quais 800 metros estão do lado brasileiro. Vale
lembrar que apenas parte das cataratas está no país. É
possível ver mais uma parte do espetáculo na Argentina,
no também chamado Parque Nacional do Iguazú. O
número de saltos e quedas que compõem a bela vista
varia de acordo com o volume de água, e fica entre 150 a
270. A altura máxima das quedas é de 80 metros.
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Um roteiro
bucólico e
boêmio pelo
estado
A tradição que destaca os sabores típicos de
cada região para a ceia natalina
Entrevista com
o bom velinho
direto de sua
residência oficial
em Gramado
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Foto:©PedroVilela/Agênciai7
Tradição, gastronomia
e história. A Revista DIA
elege alguns dos pontos
mais memoráveis de
tudo que os mineiros
têm de sobra
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Em ritmo
cada vez mais acelerado, a cidade tem
por contraste um quê de calmaria do
povo saudoso do interior. É também
o ponto de partida para desbravar as
famosas cidades coloniais, como Ouro
Preto, que sediou o ciclo do ouro e a
Inconfidência Mineira no século 18.
Conheça um cadinho dos principais
atrativos da região.
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COMPRAS À MODA ANTIGA
Em Beagá, o respeito às tradições é valor
inestimável. Isso serve especialmente para o
Mercado Central (Avenida Augusto de Lima,
744), espetado nas extremidades da Praça Raul
Soares. Com 85 anos nas costas, o centro de
compras abriga 450 lojas nas quais mineiros e
turistas abastecem as sacolas desde o básico
hortifruti até queijos, doces, cachaças, embuti-
dos, ervas, temperos, imagens de santos, arte-
sanato e tudo mais que permeia o imaginário
mineiro. O impressionante mix de produtos,
dividido em corredores especializados, inclui
até mesmo um controverso setor de animais
vivos, como codornas, galinhas, cachorros e
patos. Aos sábados, a conversa fiada rola solta
no Bar da Lora (loja 115), acompanhada de
cerveja gelada e tira-gostos premiados, como
o fígado acebolado com jiló. Outro ponto de
encontro é o Casa Cheia (loja 167), restaurante
tradicionalíssimo, fundado em 1978. Faça o
aquecimento com o mexidoido chapado, prato
que mistura arroz, lombo, linguiça, alcatra, ovo
frito, couve e legumes. Costelinha com ora-pro-
nóbis e almôndegas de carne de sol também
despontam no cardápio do chef Ilmar Antônio
de Jesus.
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CIDADE DOS BARES
Todo mundo tem um bar para chamar
de seu em Belo Horizonte. Pudera: a cidade
tem mais de cinco mil estabelecimentos do
gênero, o que a configura como a capital
dos botecos. Mapeamos três exemplares
da espécie, estrategicamente distribuídos
em bairros boêmios:
Vitrolas, caixas registradoras, geladeiras
antigas e balanças compõem o cenário
retrô da Mercearia Mello (Rua do Ouro,
331, Serra), instalada no imóvel em que
funcionava um tradicional armazém com
o mesmo nome, fundado em 1963. A reto-
mada dependeu do casal de chefs Celso
Pereira e Fernanda Mello, neta do fundador
da mercearia original, Mário Mello. “Foi uma
forma que encontramos de preservar nossa
tradição”, conta Fernanda. A dupla se es-
mera em levar à mesa comidinhas como a
porção de linguiças ao molho de mostarda
escura e o bolinho de bacalhau, bem como
pratos mais elaborados, a exemplo do
joelho de porco na cerveja e o pappardelle
com ragu de ossobuco. Do forno à lenha,
saem 37 opções de pizza, como a Cotonete
(mussarela, mussarela de búfala, tomate,
presunto e anchova), em homenagem
aos clientes mais velhinhos, dos tempos
do antigo proprietário. Tudo harmonizado
com uma carta de 70 cervejas especiais:
aproveite que está em Minas e eleja as
belo-horizontinas Küd Kashimir e Estrada
Real Ipa Falke como as bebidas da rodada.
O balcão do Salumeria Central (Rua
Sapucaí, 527, Floresta) entrega de cara
qual será o paladar da noite. Como numa
legítima charcutaria ítalo-mineira, salames,
porchettas, queijos artesanais, presuntos e
outros frios ficam dependurados e expos-
tos, num irresistível convite ao salivar.
A proposta é valorizar os ingredientes lo-
cais. “Nossos produtos foram selecionados
durante viagens ao interior de Minas e o Sul
do país, para visitar produções em pequena
escala de ingredientes típicos de cada
região”, conta o chef Massimo Battaglini.
Entre os pratos, destaque para a panturrilha
S 5 8 B 5 @ 8 E @
S 5 W W C
Foto:©OllyPhotography/©LeandroAragão
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de porco, assada no forno por cinco horas, e
a porção com queijos das serras da Canastra,
do Salitre e Catarinense, servidos com mel.
A vista para a Praça da Estação e o centro
histórico de Belo Horizonte dão clima
bucólico ao espaço, somente superado pelas
videoinstalações moderninhas da decoração,
assinada pelos videoartistas Eder Santos e
André Hallak e o italiano Ezio Pellizzon.
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M I N A S G E R A I S
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No pub Grampa’s Attic (Rua Major Lopes,
470, São Pedro), quem comanda o barril de
chope são as mineiras. Ao todo são 30 rótulos em
garrafa e nove torneiras com algumas das mais
exclusivas cervejas produzidas artesanalmente
no Estado. “Excluímos do nosso menu todas as
cervejas importadas e aumentamos a cartela das
mineiras. Assim nossos clientes podem apreciar
matérias-primas nobres, de qualidade e frescas,
já que, por serem locais, elas não sofrem muito
com transporte e o tempo”, diz o sócio do esta-
belecimento, Rômulo Alvarenga Jr. É o caso da
belo-horizontina Wäls, que em 2014 conquistou
medalhas de ouro e prata em duas categorias da
World Beer Cup, a maior premiação de cervejas
do mundo: a Wäls Dubbel, de cor escura e aroma
de frutas com notas de especiaria; e a Wäls
Quadruppel, elaborada com quatro tipos de malte
e maturada em cachaça. Para beliscar, a casa
oferece aperitivos grelhados e sanduíches, como
a ciabatta recheada de pernil acebolado com pi-
mentões. Na decoração, skates, pranchas de surfe
e obras dos artistas mineiros Mariana Gabarra e
Felipe Riva complementam o ar descolado do pub.
Foto:©JoãoTravassos/©EduardoTropia/Vale
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SOB TRILHOS
Dizem que mineiro não perde o trem. Para
tirar a prova, o jeito é escapar de Belo Horizonte e
percorrer os 18 quilômetros de trilhos enfileirados
na Serra do Espinhaço, que corta as cidades colo-
niais Ouro Preto e Mariana. Revitalizado em 2006,
o Trem da Vale percorre esse trajeto, marcado
por túneis, cachoeiras, montanhas, paredões de
pedra e ribeirões. A primeira chamada é às 10h,
com saída de Ouro Preto e bilhetes a partir de
R$ 40. Mas chegue antes, pois o passeio começa
na estação, com painéis interativos sobre história
da ferrovia, da fauna e da flora da região. Já na
locomotiva o principal atrativo são os vagões de
madeira, uma reprodução idêntica aos modelos
do início do século 20. O carro panorâmico é
o mais concorrido – prefira os bancos do lado
direito, que proporcionam as melhores vistas.
A chegada a Mariana acontece depois de uma
hora, a tempo de correr até Catedral da Sé,
construída no século 18, e assistir ao concerto
da organista Elisa Freixo, no órgão Arp Schnitger,
instrumento alemão de 1701, com 1.039 tubos
(sexta, às 11h30, e domingo, às 12h15).
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Revista Dia

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      ¡ ¢£ ¤ ¥ ¦ Uma aventura pelos mais belos parques brasileiros Receitas de geleias caseiras para saborear e se lambuzar com as crianças A carreira meteórica do novo astro teen da música § ¨ © ¨ § ! §
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    # $ % ' ( ) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 8 @ A B C 6 D 7 8 A 8 @ A B E D F D G @ 8 A 8 @ A B H A 8 F 8 A 5 F 8 C D I D 7 8 8 5 F P B I Q B I I B I F 8 D I R 6 9 B I @ 8 A S 5 6 I Q 8 T D B Q 8 D I U Opções não faltam: o Brasil, detentor de uma natureza exuberante que rende belíssimas paisagens, possui nada menos do que 69, alguns deles famosos internacionalmente ou considerados Patrimônio Mundial. Para facilitar sua escolha, a Revista DIA selecionou alguns dos mais populares. Prepare-se para nadar com botos, tomar banho de cachoeira, saltar de asa-delta, percorrer trilhas e conhecer de perto alguns dos mais belos exemplares da nossa fauna. aperder de vista Ótimas opções de passeio, os parques nacionais brasileiros permitem passar um dia inteiro junto à natureza, praticando esportes ou simplesmente apreciando a paisagem pot V W X Y ` a X b c d e # $ % ' ( ) 0 1 2 3 PP AAA RR QQ UU EEE SS N AAAA CC I O NN A I S
  • 30.
    $ % ' ( ) 0 f g h i Um dos maiores e mais visitados no Brasil, o Parque Nacional da Tijuca abrange 3,5% da área total do município do Rio de Janeiro e reúne muitos dos principais pontos turísticos da cidade. São quase quatro mil hectares de área preservada, onde estão o Corcovado com a estátua do Cristo Redentor, a Pedra da Gávea, a Vista Chinesa, a Capela Mayrink, a Mesa do Imperador e o Parque Lage. Com tantas atrações, o parque é dividido em quatro setores e cada um deles possui entradas indepen- dentes. Um dos mais visitados é o setor Serra da Carioca, que dá acesso ao Cristo Redentor. Lá dá para chegar de várias formas. Quem preferir um passeio mais longo, ir pé ou de bicicleta é uma boa opção. Do Jardim Botânico até o Cristo, o percurso é seguro e cheio de atrações e paisagens inesquecíveis. O setor da Pedra Bonita é onde fica a rampa de voo de asa-delta e o Setor Floresta da Tijuca é onde está a Cachoeira das Almas, um local liberado para banho, a cerca de três quilômetros da entrada do setor. p q r q s t u v w r r x y s r q €  ‚ ƒ „ … † x y r q ‡ x r x y s q ˆ ‚ ƒ ‰  w ‘ y  q u ‘   ’ COM SABOR DE AVENTURA $ % ' ( ) 0 f g h i
  • 31.
    P A RQ U E S N A C I O N A I S “ ” $ % ' ( ) 0 1 2 3 BOTOS E VOO PANORÂMICO O estado do Amazonas possui inúmeras atrações turísticas pelos rios que correm por lá. Uma delas é o Parque Nacional Anavilhanas, que se estende pelos mu- nicípios de Manaus e Novo Airão, no maior arquipélago fluvial do mundo. O acesso ao parque pode ser feito de carro, num trajeto que dura cerca de duas horas, ou com barcos regionais e lanchas, mas dependendo da embarcação o passeio varia de três a nove horas de viagem. Entre os atrativos do parque está a interação com os botos-vermelhos. Com sessões de 15 minutos, os visitantes entram na água e os alimentam, tudo com a orientação dos guias locais, que também ministram uma breve palestra antes da atividade sobre como agir próximo aos animais. Quem visita o local também pode conhecer as praias no período de seca (de setembro a fevereiro) e fazer as trilhas aquáticas ou terrestres. Com passeios saindo de Manaus, a observação do arquipélago num voo panorâmico propor- ciona uma vista única do local. PATRIMÔNIO MUNDIAL O Parque Nacional Chapada dos Veadeiros está localizado na região nordeste de Goiás e foi criado em 1961. Quarenta anos depois, a Unesco incluiu o espaço na lista do Patrimônio Mundial, o que significa que ele foi definido como de importância cultural ou física especial para o planeta. O parque é um dos mais notáveis depositários de biodiversi- dade do mundo e sua região mantém equilibradas as relações entre homem e natureza. Prepare-se para ver rios cristalinos, cachoeiras enormes, trilhas e belos paredões. A entrada para o Parque está localizada na vila de São Jorge e, para chegar às atrações, é preciso estar pronto para caminhar e passar por trechos bem íngremes e cheios de pedras. São duas trilhas principais para os visitantes: a dos cânions e a dos saltos, e cada uma delas passa por atrativos diferentes. • – — ˜ – ™ – d – d e f g h – d h i j e f k e f ™ j i l m i ™ – i f – n j – n i o e f f p e j i e f m j i f n – q i l e f k n j i q ˜ – f h r h q e f ™ – j h d s h f p q r q s t u v w r r x y s r q € 
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    $ % ' ( ) 0 1 2 3 “ t u v h j m e l ˜ h m h j w – i f ™ – j x v h f l – m i e l – i f y Visite o site do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, órgão responsável pela gestão dos locais. icmbio.gov.br ESPETÁCULO DAS ÁGUAS Você pode até nunca ter visitado, mas certamente já viu diversas fotos: o Parque Nacional do Iguaçu é um dos cartões-postais do Brasil. Localizado no Paraná, a alguns quilômetros do centro de Foz do Iguaçu, é nele que estão as famosas Cataratas do Iguaçu. Criado em 1939, o espaço abriga o maior restante de floresta atlântica da região sul do Brasil. Considerado palco de uma das mais belas cataratas do mundo, o parque tem mais de 185 mil hectares. As Cataratas são formadas por uma frente semicircular de 2.700 metros de extensão, dos quais 800 metros estão do lado brasileiro. Vale lembrar que apenas parte das cataratas está no país. É possível ver mais uma parte do espetáculo na Argentina, no também chamado Parque Nacional do Iguazú. O número de saltos e quedas que compõem a bela vista varia de acordo com o volume de água, e fica entre 150 a 270. A altura máxima das quedas é de 80 metros.
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      ¡ ¢£ ¤ ¥ ¦ § ¨ © ¨ ¨ § ! Um roteiro bucólico e boêmio pelo estado A tradição que destaca os sabores típicos de cada região para a ceia natalina Entrevista com o bom velinho direto de sua residência oficial em Gramado
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    M I NA S G E R A I S # $ % ' ( ) 0 1 2 3 Foto:©PedroVilela/Agênciai7 Tradição, gastronomia e história. A Revista DIA elege alguns dos pontos mais memoráveis de tudo que os mineiros têm de sobra 4 5 6 7 5 8 9 @ 9 5 A B C D C 9 E F E @ G H E D @ 8 I 5 P Q C P @ A R H 5 S E T @ P P I C D H E U @ P A @ B @ V E U @ W X 5 W C 9 5 U @ T U @ 9 E 7 5 8 P E 9 @ 9 5 Y Em ritmo cada vez mais acelerado, a cidade tem por contraste um quê de calmaria do povo saudoso do interior. É também o ponto de partida para desbravar as famosas cidades coloniais, como Ouro Preto, que sediou o ciclo do ouro e a Inconfidência Mineira no século 18. Conheça um cadinho dos principais atrativos da região. em por ` a b c d c e f g f b b a h
  • 35.
    $ % ' ( ) 0 1 2 3 i COMPRAS À MODA ANTIGA Em Beagá, o respeito às tradições é valor inestimável. Isso serve especialmente para o Mercado Central (Avenida Augusto de Lima, 744), espetado nas extremidades da Praça Raul Soares. Com 85 anos nas costas, o centro de compras abriga 450 lojas nas quais mineiros e turistas abastecem as sacolas desde o básico hortifruti até queijos, doces, cachaças, embuti- dos, ervas, temperos, imagens de santos, arte- sanato e tudo mais que permeia o imaginário mineiro. O impressionante mix de produtos, dividido em corredores especializados, inclui até mesmo um controverso setor de animais vivos, como codornas, galinhas, cachorros e patos. Aos sábados, a conversa fiada rola solta no Bar da Lora (loja 115), acompanhada de cerveja gelada e tira-gostos premiados, como o fígado acebolado com jiló. Outro ponto de encontro é o Casa Cheia (loja 167), restaurante tradicionalíssimo, fundado em 1978. Faça o aquecimento com o mexidoido chapado, prato que mistura arroz, lombo, linguiça, alcatra, ovo frito, couve e legumes. Costelinha com ora-pro- nóbis e almôndegas de carne de sol também despontam no cardápio do chef Ilmar Antônio de Jesus. $ % ' ( ) 0 1 2 3 i
  • 36.
    M I NA S G E R A I S p q $ % ' ( ) 0 1 2 3 CIDADE DOS BARES Todo mundo tem um bar para chamar de seu em Belo Horizonte. Pudera: a cidade tem mais de cinco mil estabelecimentos do gênero, o que a configura como a capital dos botecos. Mapeamos três exemplares da espécie, estrategicamente distribuídos em bairros boêmios: Vitrolas, caixas registradoras, geladeiras antigas e balanças compõem o cenário retrô da Mercearia Mello (Rua do Ouro, 331, Serra), instalada no imóvel em que funcionava um tradicional armazém com o mesmo nome, fundado em 1963. A reto- mada dependeu do casal de chefs Celso Pereira e Fernanda Mello, neta do fundador da mercearia original, Mário Mello. “Foi uma forma que encontramos de preservar nossa tradição”, conta Fernanda. A dupla se es- mera em levar à mesa comidinhas como a porção de linguiças ao molho de mostarda escura e o bolinho de bacalhau, bem como pratos mais elaborados, a exemplo do joelho de porco na cerveja e o pappardelle com ragu de ossobuco. Do forno à lenha, saem 37 opções de pizza, como a Cotonete (mussarela, mussarela de búfala, tomate, presunto e anchova), em homenagem aos clientes mais velhinhos, dos tempos do antigo proprietário. Tudo harmonizado com uma carta de 70 cervejas especiais: aproveite que está em Minas e eleja as belo-horizontinas Küd Kashimir e Estrada Real Ipa Falke como as bebidas da rodada. O balcão do Salumeria Central (Rua Sapucaí, 527, Floresta) entrega de cara qual será o paladar da noite. Como numa legítima charcutaria ítalo-mineira, salames, porchettas, queijos artesanais, presuntos e outros frios ficam dependurados e expos- tos, num irresistível convite ao salivar. A proposta é valorizar os ingredientes lo- cais. “Nossos produtos foram selecionados durante viagens ao interior de Minas e o Sul do país, para visitar produções em pequena escala de ingredientes típicos de cada região”, conta o chef Massimo Battaglini. Entre os pratos, destaque para a panturrilha S 5 8 B 5 @ 8 E @ S 5 W W C Foto:©OllyPhotography/©LeandroAragão
  • 37.
    $ % ' ( ) 0 r s t p u de porco, assada no forno por cinco horas, e a porção com queijos das serras da Canastra, do Salitre e Catarinense, servidos com mel. A vista para a Praça da Estação e o centro histórico de Belo Horizonte dão clima bucólico ao espaço, somente superado pelas videoinstalações moderninhas da decoração, assinada pelos videoartistas Eder Santos e André Hallak e o italiano Ezio Pellizzon. 4 @ W H D 5 8 E @ v 5 T U 8 @ W
  • 38.
    M I NA S G E R A I S p w $ % ' ( ) 0 1 2 3 x U U E B No pub Grampa’s Attic (Rua Major Lopes, 470, São Pedro), quem comanda o barril de chope são as mineiras. Ao todo são 30 rótulos em garrafa e nove torneiras com algumas das mais exclusivas cervejas produzidas artesanalmente no Estado. “Excluímos do nosso menu todas as cervejas importadas e aumentamos a cartela das mineiras. Assim nossos clientes podem apreciar matérias-primas nobres, de qualidade e frescas, já que, por serem locais, elas não sofrem muito com transporte e o tempo”, diz o sócio do esta- belecimento, Rômulo Alvarenga Jr. É o caso da belo-horizontina Wäls, que em 2014 conquistou medalhas de ouro e prata em duas categorias da World Beer Cup, a maior premiação de cervejas do mundo: a Wäls Dubbel, de cor escura e aroma de frutas com notas de especiaria; e a Wäls Quadruppel, elaborada com quatro tipos de malte e maturada em cachaça. Para beliscar, a casa oferece aperitivos grelhados e sanduíches, como a ciabatta recheada de pernil acebolado com pi- mentões. Na decoração, skates, pranchas de surfe e obras dos artistas mineiros Mariana Gabarra e Felipe Riva complementam o ar descolado do pub. Foto:©JoãoTravassos/©EduardoTropia/Vale
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    $ % ' ( ) 0 r s t p y SOB TRILHOS Dizem que mineiro não perde o trem. Para tirar a prova, o jeito é escapar de Belo Horizonte e percorrer os 18 quilômetros de trilhos enfileirados na Serra do Espinhaço, que corta as cidades colo- niais Ouro Preto e Mariana. Revitalizado em 2006, o Trem da Vale percorre esse trajeto, marcado por túneis, cachoeiras, montanhas, paredões de pedra e ribeirões. A primeira chamada é às 10h, com saída de Ouro Preto e bilhetes a partir de R$ 40. Mas chegue antes, pois o passeio começa na estação, com painéis interativos sobre história da ferrovia, da fauna e da flora da região. Já na locomotiva o principal atrativo são os vagões de madeira, uma reprodução idêntica aos modelos do início do século 20. O carro panorâmico é o mais concorrido – prefira os bancos do lado direito, que proporcionam as melhores vistas. A chegada a Mariana acontece depois de uma hora, a tempo de correr até Catedral da Sé, construída no século 18, e assistir ao concerto da organista Elisa Freixo, no órgão Arp Schnitger, instrumento alemão de 1701, com 1.039 tubos (sexta, às 11h30, e domingo, às 12h15). €  ‚ ƒ ƒ ‚ „ … † ‡ ˆ ‰  ‘ ’ † “  ” • ‘ † ‡ – “ — ‰ – ˜ ‘ ™ ‘ † ‰ d † … † • • ’ “ – “ — ‰ – ˜ ‘ e † ‡  – “ — ‰ f • ‘  ‰ g  d † … … † ™  ’ ‘ — …