PARÓQUIA SENHOR BOM
JESUS DA LAPA
GENERAL CARNEIRO - MT
REUNIÃO CPP
1
MT 12, 25-30
25Conhecendo os seus pensamentos, Jesus lhes disse: "Todo reino
dividido contra si mesmo acaba em ruína e nenhuma cidade ou casa
dividida contra si mesma poderá subsistir. 26Ora, se Satanás expulsa a
Satanás, está dividido contra si mesmo. Como, então, poderá subsistir
seu reinado? 27Se eu expulso os demônios por Beelzebu, por quem os
expulsam os vossos adeptos? Por isso, eles mesmos serão os vossos
juízes. 28Mas se é pelo Espírito de Deus que eu expulso os demônios,
então o Reino de Deus já chegou a vós. 29Ou como pode alguém entrar
na casa de um homem forte e roubar os seus pertences, se primeiro não
o amarrar? Só então poderá roubar a sua casa. 30Quem não está a meu
favor, está contra mim, e quem não ajunta comigo, dispersa. 2
CAPÍTULO 4
COMUNIDADE PAROQUIAL
3
INTRODUÇÃO
 A Igreja encontra seu fundamento e origem no
Mistério Trinitário
 O Espírito Santo garante que a comunidade não seja
uma realidade sociológica ou psicológica, mas lhe dá
o dom da unidade que permite a comunhão das
pessoas com Cristo e entre si
 Essa unidade encontra a sua expressão mais
imediata e visível na Paróquia
 Pela paróquia, a Igreja participa do cotidiano das
pessoas, das relações sociais e concretiza a
experiência do discipulado missionário 4
DEFINIÇÃO DE PARÓQUIA
 Na Bíblia, aparecem o substantivo paroikía (morada,
habitação em pátria estrangeira) e o adjetivo paroikós
(vizinho, próximo, que habita junto)
 A Igreja é integrada por estrangeiros, pelos que estão
de passagem pelos imigrantes ou peregrinos, pois o
cristão não está em sua pátria definitiva
 É uma “estação” onde se vive de forma provisória, pois
o cristão segue o caminho da salvação
 A paróquia está ligado à acolhida dos que estão em
peregrinação. Ela é referência, lar, casa e, ao mesmo
tempo, hospedaria
5
DEFINIÇÃO DE PARÓQUIA
 Direito Canônico: é uma determinada comunidade de
fiéis, constituída de maneira estável na Igreja particular,
e seu cuidado pastoral é confiado ao pároco, como a seu
pastor próprio, sob autoridade do bispo diocesano
 Dois elementos: a comunidade de fiéis e comunhão com a
diocese
 Ela é o lugar onde todos os fiéis podem ser congregados
pela celebração Eucarística, retomando os elementos
presentes nos Atos
 Pode-se traduzir a missão da paróquia nas tarefas
derivadas do tríplice múnus de Cristo 6
COMUNIDADE: CASA DOS
CRISTÃOS
 A comunidade é a experiência de Igreja que
acontece ao redor da casa Paróquia. É a Igreja
que está onde as pessoas se encontram
 A ideia de comunidade como casa fornece o
conceito de lar, ambiente de vida, referência e
aconchego de todos que transitam pelas
estradas da vida
 Recuperar a ideia de casa significa garantir o
referencial para o cristão peregrino encontrar-
se no lar 7
COMUNIDADE: CASA DOS
CRISTÃOS
 Casa da Palavra
 Na qual o discípulo escuta, acolhe e pratica a Palavra.
A Igreja se define pelo acolhimento do Verbo de Deus
que, encarnando, armou a sua tenda entre nós
 A liturgia é o lugar privilegiado para a Igreja escutar a
voz do Senhor. Ela constitui o âmbito privilegiado onde
Deus fala hoje ao seu povo, que escuta e responde
 A comunidade é assim a casa da iniciação à vida cristã
 Os Círculos Bíblicos e a prática da Leitura Orante, na
perspectiva da animação bíblica da pastoral, muito
podem oferecer para que esse encontro se realize 8
COMUNIDADE: CASA DOS
CRISTÃOS
 Casa do pão
 A comunidade cristã vive da Eucaristia: A fé da Igreja é
essencialmente fé eucarística e alimenta- se, de modo
particular, à mesa da Eucaristia que é o momento
principal da vida comunitária
 Ela é o encontro de Deus com a comunidade, da
comunidade com Deus e dos membros da comunidade
entre si
 Nela, se estabelecem as novas relações que o Evangelho
propõe a partir da filiação divina, e a fraternidade é a
expressão da comunhão com Deus e as pessoas
9
COMUNIDADE: CASA DOS
CRISTÃOS
 Casa da caridade – ágape
 Na Palavra e na Eucaristia, o cristão, vive numa nova
dimensão, a relação com Deus e com o próximo: a
dimensão do amor como ágape
 A amizade torna-se expressão do ágape, centro da
caridade cristã. Essa amizade se traduz em compaixão
pelos que sofrem. Os membros da comunidade vivem o
compromisso social
 A vida fraterna não pode limitar-se ao âmbito de uma
comunidade, é preciso que haja uma presença pública
da Igreja por meio de cristãos que explicitem a visão de
mundo e concepção de vida de acordo com o Evangelho
10
COMUNIDADES PARA A MISSÃO
 O testemunho da comunidade cristã é missionário
quando ela assume os compromissos que
colaboram para garantir a dignidade do ser
humano e a humanização das relações sociais
 O testemunho é anterior ao discurso e às palavras
 A missão requer o anúncio explícito da Boa-Nova:
anunciar Jesus Cristo, crucificado e ressuscitado
 Esse anúncio não pode ser pressuposto, nem
mesmo entre os membros da própria comunidade
11
CAPÍTULO 6
PROPOSIÇÕES PASTORAIS
12
CONSELHOS, ORGANIZAÇÃO
PAROQUIAL E MANUTENÇÃO
 A comunhão e participação exigem engajamento n
sustento e na administração paroquial
 Há paróquias que já avançaram na organização do
dízimo. Evite-se o sentido de taxa ou mensalidade e
a ideia de retribuição
 A participação financeira deverá ser um processo
desencadeado pelas pequenas comunidades
 A formação de pequenas comunidades favorece a
subsidiariedade
13
CONSELHOS, ORGANIZAÇÃO
PAROQUIAL E MANUTENÇÃO
 A conversão pastoral supõe considerar a
importância dos processos participativos de todos
os membros da comunidade paroquial
 Para essa participação, é preciso estimular o CPP e
o Conselho de Assuntos Econômicos
 É necessária a concordância entre os dois Conselhos
 É preciso proporcionar formação específica para os
membros do Conselho de Assuntos Econômicos
 A administração precisa considerar que ela
participa da missão salvífica da Igreja
14
CONSELHOS, ORGANIZAÇÃO
PAROQUIAL E MANUTENÇÃO
 Paróquias são pessoas jurídicas, daí a necessidade do
Conselho de Assuntos Econômicos
 A questão da manutenção também exige novas
posturas como desenvolver fundos de solidariedade
entre as paróquias
 Trata-se de ajuda mútua entre as pequenas
comunidades da mesma paróquia, entre as paróquias
da diocese e com áreas de missão
 É preciso distribuir melhor o clero. Isso compete ao
bispo, com apoio do Conselho Presbiteral e dos padres 15
CONSELHOS, ORGANIZAÇÃO
PAROQUIAL E MANUTENÇÃO
 A comunidade paroquial não pode se separar
da vida diocesana
 Sua unidade se faz na oração, nos vínculos de
pertença e na ação pastoral orgânica e de
conjunto
 Além da solidariedade entre comunidades da
paróquia e da diocese, devemos manter
vínculos afetivos e efetivos com paróquias de
áreas missionárias, especialmente na Amazônia 16
PASTORAIS E MOVIMENTOS
17
PARÓQUIA SENHOR BOM JESUS
DA LAPA – ORGANIZAÇÃO
PASTORAL
18
PRECISAMOS INICIAR
 GRUPO DE JOVENS
 PASTORAL DA COMUNICAÇÃO
 CATECUMENATO
19
PROPOSTAS INICIAIS
 VISITAS AOS GRUPOS EXISTENTES
 RETORNO DA MISSA DOS IDOSOS
 VISITAR PESSOAS AFASTADAS
 ORAÇÃO E BÊNÇÃO NAS CASAS DAS FAMÍLIAS
 FORMAÇÃO PERMANENTE PARA A
COMUNIDADE (ESCOLA DA FÉ)
20
PRÓXIMAS ATIVIDADES
PAROQUIAIS
 FESTA DO SENHOR BOM JESUS DA LAPA
(26/07/2024 A 06/08/2024)
 REUNIÃO DE AVALIAÇÃO DA FESTA (13/08/2024
– TERÇA- FEIRA)
 ASSEMBLEIA PAROQUIAL
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    PARÓQUIA SENHOR BOM JESUSDA LAPA GENERAL CARNEIRO - MT REUNIÃO CPP 1
  • 2.
    MT 12, 25-30 25Conhecendoos seus pensamentos, Jesus lhes disse: "Todo reino dividido contra si mesmo acaba em ruína e nenhuma cidade ou casa dividida contra si mesma poderá subsistir. 26Ora, se Satanás expulsa a Satanás, está dividido contra si mesmo. Como, então, poderá subsistir seu reinado? 27Se eu expulso os demônios por Beelzebu, por quem os expulsam os vossos adeptos? Por isso, eles mesmos serão os vossos juízes. 28Mas se é pelo Espírito de Deus que eu expulso os demônios, então o Reino de Deus já chegou a vós. 29Ou como pode alguém entrar na casa de um homem forte e roubar os seus pertences, se primeiro não o amarrar? Só então poderá roubar a sua casa. 30Quem não está a meu favor, está contra mim, e quem não ajunta comigo, dispersa. 2
  • 3.
  • 4.
    INTRODUÇÃO  A Igrejaencontra seu fundamento e origem no Mistério Trinitário  O Espírito Santo garante que a comunidade não seja uma realidade sociológica ou psicológica, mas lhe dá o dom da unidade que permite a comunhão das pessoas com Cristo e entre si  Essa unidade encontra a sua expressão mais imediata e visível na Paróquia  Pela paróquia, a Igreja participa do cotidiano das pessoas, das relações sociais e concretiza a experiência do discipulado missionário 4
  • 5.
    DEFINIÇÃO DE PARÓQUIA Na Bíblia, aparecem o substantivo paroikía (morada, habitação em pátria estrangeira) e o adjetivo paroikós (vizinho, próximo, que habita junto)  A Igreja é integrada por estrangeiros, pelos que estão de passagem pelos imigrantes ou peregrinos, pois o cristão não está em sua pátria definitiva  É uma “estação” onde se vive de forma provisória, pois o cristão segue o caminho da salvação  A paróquia está ligado à acolhida dos que estão em peregrinação. Ela é referência, lar, casa e, ao mesmo tempo, hospedaria 5
  • 6.
    DEFINIÇÃO DE PARÓQUIA Direito Canônico: é uma determinada comunidade de fiéis, constituída de maneira estável na Igreja particular, e seu cuidado pastoral é confiado ao pároco, como a seu pastor próprio, sob autoridade do bispo diocesano  Dois elementos: a comunidade de fiéis e comunhão com a diocese  Ela é o lugar onde todos os fiéis podem ser congregados pela celebração Eucarística, retomando os elementos presentes nos Atos  Pode-se traduzir a missão da paróquia nas tarefas derivadas do tríplice múnus de Cristo 6
  • 7.
    COMUNIDADE: CASA DOS CRISTÃOS A comunidade é a experiência de Igreja que acontece ao redor da casa Paróquia. É a Igreja que está onde as pessoas se encontram  A ideia de comunidade como casa fornece o conceito de lar, ambiente de vida, referência e aconchego de todos que transitam pelas estradas da vida  Recuperar a ideia de casa significa garantir o referencial para o cristão peregrino encontrar- se no lar 7
  • 8.
    COMUNIDADE: CASA DOS CRISTÃOS Casa da Palavra  Na qual o discípulo escuta, acolhe e pratica a Palavra. A Igreja se define pelo acolhimento do Verbo de Deus que, encarnando, armou a sua tenda entre nós  A liturgia é o lugar privilegiado para a Igreja escutar a voz do Senhor. Ela constitui o âmbito privilegiado onde Deus fala hoje ao seu povo, que escuta e responde  A comunidade é assim a casa da iniciação à vida cristã  Os Círculos Bíblicos e a prática da Leitura Orante, na perspectiva da animação bíblica da pastoral, muito podem oferecer para que esse encontro se realize 8
  • 9.
    COMUNIDADE: CASA DOS CRISTÃOS Casa do pão  A comunidade cristã vive da Eucaristia: A fé da Igreja é essencialmente fé eucarística e alimenta- se, de modo particular, à mesa da Eucaristia que é o momento principal da vida comunitária  Ela é o encontro de Deus com a comunidade, da comunidade com Deus e dos membros da comunidade entre si  Nela, se estabelecem as novas relações que o Evangelho propõe a partir da filiação divina, e a fraternidade é a expressão da comunhão com Deus e as pessoas 9
  • 10.
    COMUNIDADE: CASA DOS CRISTÃOS Casa da caridade – ágape  Na Palavra e na Eucaristia, o cristão, vive numa nova dimensão, a relação com Deus e com o próximo: a dimensão do amor como ágape  A amizade torna-se expressão do ágape, centro da caridade cristã. Essa amizade se traduz em compaixão pelos que sofrem. Os membros da comunidade vivem o compromisso social  A vida fraterna não pode limitar-se ao âmbito de uma comunidade, é preciso que haja uma presença pública da Igreja por meio de cristãos que explicitem a visão de mundo e concepção de vida de acordo com o Evangelho 10
  • 11.
    COMUNIDADES PARA AMISSÃO  O testemunho da comunidade cristã é missionário quando ela assume os compromissos que colaboram para garantir a dignidade do ser humano e a humanização das relações sociais  O testemunho é anterior ao discurso e às palavras  A missão requer o anúncio explícito da Boa-Nova: anunciar Jesus Cristo, crucificado e ressuscitado  Esse anúncio não pode ser pressuposto, nem mesmo entre os membros da própria comunidade 11
  • 12.
  • 13.
    CONSELHOS, ORGANIZAÇÃO PAROQUIAL EMANUTENÇÃO  A comunhão e participação exigem engajamento n sustento e na administração paroquial  Há paróquias que já avançaram na organização do dízimo. Evite-se o sentido de taxa ou mensalidade e a ideia de retribuição  A participação financeira deverá ser um processo desencadeado pelas pequenas comunidades  A formação de pequenas comunidades favorece a subsidiariedade 13
  • 14.
    CONSELHOS, ORGANIZAÇÃO PAROQUIAL EMANUTENÇÃO  A conversão pastoral supõe considerar a importância dos processos participativos de todos os membros da comunidade paroquial  Para essa participação, é preciso estimular o CPP e o Conselho de Assuntos Econômicos  É necessária a concordância entre os dois Conselhos  É preciso proporcionar formação específica para os membros do Conselho de Assuntos Econômicos  A administração precisa considerar que ela participa da missão salvífica da Igreja 14
  • 15.
    CONSELHOS, ORGANIZAÇÃO PAROQUIAL EMANUTENÇÃO  Paróquias são pessoas jurídicas, daí a necessidade do Conselho de Assuntos Econômicos  A questão da manutenção também exige novas posturas como desenvolver fundos de solidariedade entre as paróquias  Trata-se de ajuda mútua entre as pequenas comunidades da mesma paróquia, entre as paróquias da diocese e com áreas de missão  É preciso distribuir melhor o clero. Isso compete ao bispo, com apoio do Conselho Presbiteral e dos padres 15
  • 16.
    CONSELHOS, ORGANIZAÇÃO PAROQUIAL EMANUTENÇÃO  A comunidade paroquial não pode se separar da vida diocesana  Sua unidade se faz na oração, nos vínculos de pertença e na ação pastoral orgânica e de conjunto  Além da solidariedade entre comunidades da paróquia e da diocese, devemos manter vínculos afetivos e efetivos com paróquias de áreas missionárias, especialmente na Amazônia 16
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    PARÓQUIA SENHOR BOMJESUS DA LAPA – ORGANIZAÇÃO PASTORAL 18
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    PRECISAMOS INICIAR  GRUPODE JOVENS  PASTORAL DA COMUNICAÇÃO  CATECUMENATO 19
  • 20.
    PROPOSTAS INICIAIS  VISITASAOS GRUPOS EXISTENTES  RETORNO DA MISSA DOS IDOSOS  VISITAR PESSOAS AFASTADAS  ORAÇÃO E BÊNÇÃO NAS CASAS DAS FAMÍLIAS  FORMAÇÃO PERMANENTE PARA A COMUNIDADE (ESCOLA DA FÉ) 20
  • 21.
    PRÓXIMAS ATIVIDADES PAROQUIAIS  FESTADO SENHOR BOM JESUS DA LAPA (26/07/2024 A 06/08/2024)  REUNIÃO DE AVALIAÇÃO DA FESTA (13/08/2024 – TERÇA- FEIRA)  ASSEMBLEIA PAROQUIAL 21