AVANÇADA
DENTÍSTICA
RESUMO
OMI- ODONTOLOGIA
MINIMAMENTE INVASIVA
A Odontologia Minimamente Invasiva tem como principal objetivo preservar o
tecido dental natural, intervendo o menos possível e utilizando técnicas
preventivas, diagnósticos precoces e tratamentos restauradores
conservadores.
Princípios fundamentais:
Diagnóstico precoce: Métodos de diagnóstico, como a radiografia digital,
transiluminação por fibra óptica e laser de fluorescência, facilitam a
detecção precoce.
Remoção seletiva da cárie
Técnicas restauradoras adesivas
Remineralização com flúor e verniz
Selante
Ferramentas utilizadas na OMI além do uso de lasers e tratamento restaurador
atraumático (uso de colher de dentina):
Lupas e microscópios odontológicos
Icon
Microabrasão de ar
Curetas manuais
DIAGNOdent (diagnóstico por fluorescência)
Técnicas de remineralização (flúor, verniz)
Selantes de resina ou ionômero de vidro
TÉCNICAS DE
PROTEÇÃO PULPAR
Indireta Direta
Tratamento
expectante
•Proteção pulpar indireta: indicada em casos que não há polpa exposta,
profundidade de preparo variável, tem como objetivo recuperação
pulpar e evitar infiltração.
Passo a Passo:
1- anestesia
2- isolamento absoluto
3- remoção da cárie
4- limpeza da cavidade com clorexidina
5-(dependendo da profundidade) aplicação do agentes CIV, HC, ou
os 2 juntos
obs: os agentes protetores serão usados de acordo com a
profundidade de cavidade, como a tabela a seguir:
Passo a Passo:
1- anestesia
2-isolamento absoluto
3- limpeza com água de cal e controle de umidade com algodão estéril
4- capeamento pulpar com pó de HC (sem fazer pressão)
5- fechar com CIV
6- 2º sessão em até 60 dias
•Proteção pulpar direta: Usada quando ocorre exposição pulpar. Para
realizar essa técnica não pode haver cárie e hemorragia, o paciente deve
ser jovem, e a exposição tem que ter ocorrido até 6h (mais usada em
casos de erro profissional=iatrogenia)
Passo a passo:
1- uso de anestesia ou não
2- isolamento absoluto ou relativo
3- remoção da cárie e dentina infectada
4- preservar apenas a dentina afetada
5-limpar a cavidade
6- aplicação de HC e CIV
7- 2º sessão em até 60 dias (remover tudo e trocar para restauração com
resina)
8- para finalizar o tratamento, a paciente não pode estar com dor
•Tratamento expectante: usada em casos de cárie aguda
profunda, sem exposição pulpar
Curetagem
pulpar
VS
Pulpotomia
Curetagem pulpar: Também chamada de pulpectomia parcial,
consiste na remoção seletiva de tecido pulpar necrosado ou
infectado de forma conservadora, sem a remoção completa
da polpa, visando preservar a vitalidade da parte restante do
tecido pulpar.
Pulpotomia: Envolve a remoção total da parte coronal da
polpa (polpa na câmara pulpar), mantendo a polpa radicular
intacta e vital. É indicada principalmente em dentes decíduos
ou em casos de lesão pulpar reversível, onde o objetivo é
preservar a vitalidade da polpa nas raízes.
LESÕES NÃO CARIOSAS
CERVICAIS
Abrasão: Desgaste
causado por força externa,
como escovação
inadequada ou o uso de
cremes dentais abrasivos.
Erosão: Perda de estrutura
dental causada por ácidos
extrínsecos (alimentos
ácidos) ou intrínsecos
(refluxo gástrico, vômitos).
1
2
3
4
Abfração: Fratura por
estresse biomecânico
causado por forças oclusais
excessivas ou
parafuncionais (como
bruxismo).
Atrição: Desgaste por contato
direto entre dentes, típico em
pacientes que rangem os
dentes.
Modificação de hábitos: Ajustar a técnica de escovação,
utilizar escovas de cerdas macias e pastas dentais menos
abrasivas.
Restaurador: Nos casos em que há grande perda de
estrutura, restaurações de resina composta podem ser
indicadas. O uso de ionômero de vidro modificado por resina
também é eficaz, principalmente devido à liberação de flúor
e adesão à dentina.
Terapias para controle do bruxismo: Placas de mordida e
ajustes oclusais podem ser indicados para pacientes que
apresentam abfração associada ao bruxismo.
Tratamento
PRINCÍPIOS ESTÉTICOS PARA DENTÍSTICA (MICRO E
MACROESTÉTICA)
Microestética:
A microestética refere-se à análise detalhada de cada dente individualmente, levando em
consideração os seguintes aspectos:
Cor e translucidez: Para que o dente pareça natural, sua cor deve ser avaliada com escalas de
cor como a VITA, e a translucidez do esmalte deve ser replicada nas restaurações,
principalmente em dentes anteriores.
Matiz, Croma e Valor : valor=brilho, matiz=cor de fato, croma=saturação/intensidade de
pigmentos
Opacidade: Ao usar resinas compostas, é importante combinar opacidades diferentes para
mimetizar as camadas de esmalte e dentina, criando uma restauração que se harmonize com os
dentes vizinhos.
Textura superficial: A textura do esmalte natural apresenta pequenas irregularidades que devem
ser replicadas para evitar que a restauração pareça artificial.
Já a macroestética envolve a integração dos dentes
com a face, gengiva e lábios, considerando os seguintes
fatores:
Composição facial: Harmonia entre-> Forma da face
tem que corresponder ao formato do dente ( pode ser
oval, quadrado ou triangular), Linha média da face
(pontos de referência: glabela, ponta do nariz, filtro
labial e o gnátio), Linha interpupilar (horizontal na altura
dos olhos)
Sorriso: baixo (mostra menos de 75% do dente) alto
(aparecimento de grande parte da gengiva) e sorriso
médio (mais comum e harmônico).
Lábios: grossos, finos, médios
Gengiva: contorno gengival e papila interdental
harmônicos saudáveis e triangulares.
sorriso baixo
sorriso alto
sorriso médio
CLAREAMENTO
DENTAL
Etiologia da pigmentação:
Fatores Intrínsecos:
Genética: A genética pode afetar a cor dos dentes. Isso ocorre porque a espessura e a
composição do esmalte e da dentina são determinadas geneticamente. O esmalte mais fino, por
exemplo, pode permitir que a cor amarelada da dentina subjacente fique mais visível, o que pode
resultar em dentes mais escurecidos.
Doenças Metabólicas: Alterações no metabolismo podem afetar a formação do esmalte,
resultando em defeitos na estrutura, que podem levar a manchas. A amelogênese imperfeita, por
exemplo.
Medicamentos (como tetraciclina): A tetraciclina, quando administrada a crianças durante a
formação dos dentes, pode incorporar-se à estrutura dentária, formando manchas acinzentadas
ou amarelas permanentes.
Fluorose: Quando o flúor é ingerido em excesso durante o desenvolvimento dos dentes, ele pode
interferir no processo de mineralização, causando manchas brancas ou marrons que variam de
leves a graves, dependendo da dose de exposição ao flúor.
•Traumatismo
•Tratamento endondôntico inadequado
•Pigmentação por amalgama
•Trauma em dente decíduo
•Infecção periapical
Pigmentação Generalizada pôr Tetraciclina Pigmentação localizada por tratamento endodôntico
Fatores Extrínsecos:
Alimentação: Bebidas como café, chá, vinho tinto e refrigerantes podem, ao longo do
tempo, depositar pigmentos nas superfícies dentárias, manchando o esmalte.
Tabagismo: A nicotina e o alcatrão presentes no cigarro podem penetrar nas fissuras do
esmalte e da dentina, levando a manchas amareladas ou marrons, que são difíceis de
remover.
Má Higiene Oral: Quando a higiene oral não é adequada, o acúmulo de placa
bacteriana e tártaro pode escurecer os dentes. O tártaro, por exemplo, tende a ter uma
coloração amarelada ou acinzentada e pode absorver pigmentos de alimentos e
bebidas, agravando as manchas.
Agentes clareadores
Peróxido de Hidrogênio (H₂O₂): É o principal agente clareador usado em consultório. Ele atua
diretamente sobre os pigmentos, liberando radicais livres que quebram as moléculas
responsáveis pela coloração dos dentes. Está disponível em concentrações que variam de 15%
a 40%, sendo as concentrações mais altas indicadas para uso em consultório, pois o controle
profissional evita danos ao esmalte e à gengiva.
Peróxido de Carbamida: Este composto se decompõe em peróxido de hidrogênio e ureia ao
entrar em contato com a saliva. Ele é frequentemente utilizado em concentrações entre 10% e
20% no clareamento caseiro, pois sua liberação é mais lenta do que o peróxido de hidrogênio
puro.
Perborato de Sódio: Usado principalmente no clareamento interno de dentes não vitais
(dentes que passaram por tratamento de canal). É aplicado diretamente na câmara pulpar
do dente e ativado com calor ou apenas pelo contato com a umidade do dente, promovendo
a oxidação dos pigmentos internos.
Limitações
Manchas intrínsecas profundas.
Desgaste dentário significativo.
Hipersensibilidade dentinária pré-existente.
Gengivite ou periodontite.
Presença de cáries não tratadas.
Restaurações estéticas (coroas, facetas e restaurações em resina composta).
Dentes com coloração causada por tetraciclina.
Dentes com fluorose.
Dentes com fissuras ou trincas.
Alterações estruturais severas no esmalte.
Pacientes gestantes ou lactantes.
Pacientes fumantes.
Expectativas irreais quanto ao resultado.
Idade do paciente (crianças ou adolescentes).
Técnicas
Clareamento Caseiro:
1. Avaliação e Moldagem (consultório):
- O dentista avalia a saúde bucal e faz moldes dos dentes para criar as moldeiras personalizadas.
- Materiais: Moldes de gesso, silicone ou alginato.
2. Entrega das Moldeiras e Gel Clareador:
- O paciente recebe as moldeiras e o gel clareador, com instruções detalhadas.
- Materiais: Moldeiras personalizadas e gel clareador (geralmente com peróxido de carbamida a 10-
22%).
3. Aplicação do Gel Clareador (paciente faz em casa):
- O paciente aplica o gel nas moldeiras e usa em casa, geralmente por 4 a 8 horas (durante a noite).
- Tempo: De 2 a 4 semanas.
- Materiais: Moldeira, gel clareador e dessensibilizante.
4. Acompanhamento
Clareamento de Consultório:
1.Avaliação Inicial: O dentista avalia a saúde bucal e prepara o paciente.
2.Proteção dos Tecidos Moles: Aplicação de barreira gengival e afastadores para proteger
os tecidos moles.
3.Aplicação do Gel Clareador:
O gel de peróxido de hidrogênio (35%) é aplicado nos dentes por 15 a 30 minutos.
Pode ser necessária a repetição da aplicação em até 3 ciclos na mesma sessão.
4.Ativação com Luz ou Laser (opcional): O gel pode ser ativado com luz LED ou laser para
acelerar o processo.
5.Remoção do Gel: Após o tempo de ação, o gel é removido e os dentes são limpos.
6.Sessões Adicionais: Dependendo do resultado, o tratamento pode requerer 1 ou 2 sessões
adicionais.
Clareamento caseiro Clareamento em consultório
barreira gengival
FECHAMENTO DE
DIASTEMAS E
REANATOMIZAÇÃO
Causas de diastemas: Genética, Bicos, Anodontias, Deglutição, Frênulo (freio)
Quando intervir? quando estiver afetando a estética, funcionalidade ou a fonética do paciente
COMO INICIAR?
1º Planejamento:
Realização de diagnóstico: Avaliação inicial do paciente, verificando suas queixas, histórico e
expectativas estéticas.
Exames visuais e radiografias: Análise clínica e radiográfica para verificar a integridade dos
dentes e estruturas de suporte.
Adequação do meio bucal: Tratamento de qualquer problema bucal pré-existente, como cáries,
doenças gengivais, entre outros.
Avaliação de outras especialidades: Consideração de tratamentos interdisciplinares, como
ortodontia, periodontia ou cirurgia, quando necessário.
Clareamento dental: Realização do clareamento antes de procedimentos estéticos, caso o
paciente deseje dentes mais claros.
Modelo de estudo (enceramento diagnóstico): Para casos de múltiplos diastemas, é feito um
modelo dos dentes para planejar a reabilitação estética.
Desgaste ou não dos dentes: Avaliação da necessidade de desgastar levemente os
dentes para criar espaço para o material restaurador.
Escolha do material: Definição do material a ser utilizado para fechar os diastemas
– pode ser resina composta (mais rápida e econômica) ou cerâmica (mais durável e
estético).
Mockup (simulação): Simulação no paciente de como ficará o resultado final com o
fechamento dos diastemas, usando:
Direta: Feita diretamente nos dentes do paciente com resina.
Indireta: Feita em modelos de gesso, antes de ser transferida para a boca.
Virtual: Simulação digital em software antes de executar o procedimento.

Resumo de dentística avançada-odontologia

  • 1.
  • 2.
    OMI- ODONTOLOGIA MINIMAMENTE INVASIVA AOdontologia Minimamente Invasiva tem como principal objetivo preservar o tecido dental natural, intervendo o menos possível e utilizando técnicas preventivas, diagnósticos precoces e tratamentos restauradores conservadores. Princípios fundamentais: Diagnóstico precoce: Métodos de diagnóstico, como a radiografia digital, transiluminação por fibra óptica e laser de fluorescência, facilitam a detecção precoce. Remoção seletiva da cárie Técnicas restauradoras adesivas Remineralização com flúor e verniz Selante
  • 3.
    Ferramentas utilizadas naOMI além do uso de lasers e tratamento restaurador atraumático (uso de colher de dentina): Lupas e microscópios odontológicos Icon Microabrasão de ar Curetas manuais DIAGNOdent (diagnóstico por fluorescência) Técnicas de remineralização (flúor, verniz) Selantes de resina ou ionômero de vidro
  • 4.
    TÉCNICAS DE PROTEÇÃO PULPAR IndiretaDireta Tratamento expectante
  • 5.
    •Proteção pulpar indireta:indicada em casos que não há polpa exposta, profundidade de preparo variável, tem como objetivo recuperação pulpar e evitar infiltração. Passo a Passo: 1- anestesia 2- isolamento absoluto 3- remoção da cárie 4- limpeza da cavidade com clorexidina 5-(dependendo da profundidade) aplicação do agentes CIV, HC, ou os 2 juntos obs: os agentes protetores serão usados de acordo com a profundidade de cavidade, como a tabela a seguir:
  • 7.
    Passo a Passo: 1-anestesia 2-isolamento absoluto 3- limpeza com água de cal e controle de umidade com algodão estéril 4- capeamento pulpar com pó de HC (sem fazer pressão) 5- fechar com CIV 6- 2º sessão em até 60 dias •Proteção pulpar direta: Usada quando ocorre exposição pulpar. Para realizar essa técnica não pode haver cárie e hemorragia, o paciente deve ser jovem, e a exposição tem que ter ocorrido até 6h (mais usada em casos de erro profissional=iatrogenia)
  • 8.
    Passo a passo: 1-uso de anestesia ou não 2- isolamento absoluto ou relativo 3- remoção da cárie e dentina infectada 4- preservar apenas a dentina afetada 5-limpar a cavidade 6- aplicação de HC e CIV 7- 2º sessão em até 60 dias (remover tudo e trocar para restauração com resina) 8- para finalizar o tratamento, a paciente não pode estar com dor •Tratamento expectante: usada em casos de cárie aguda profunda, sem exposição pulpar
  • 9.
    Curetagem pulpar VS Pulpotomia Curetagem pulpar: Tambémchamada de pulpectomia parcial, consiste na remoção seletiva de tecido pulpar necrosado ou infectado de forma conservadora, sem a remoção completa da polpa, visando preservar a vitalidade da parte restante do tecido pulpar. Pulpotomia: Envolve a remoção total da parte coronal da polpa (polpa na câmara pulpar), mantendo a polpa radicular intacta e vital. É indicada principalmente em dentes decíduos ou em casos de lesão pulpar reversível, onde o objetivo é preservar a vitalidade da polpa nas raízes.
  • 10.
    LESÕES NÃO CARIOSAS CERVICAIS Abrasão:Desgaste causado por força externa, como escovação inadequada ou o uso de cremes dentais abrasivos. Erosão: Perda de estrutura dental causada por ácidos extrínsecos (alimentos ácidos) ou intrínsecos (refluxo gástrico, vômitos). 1 2 3 4 Abfração: Fratura por estresse biomecânico causado por forças oclusais excessivas ou parafuncionais (como bruxismo). Atrição: Desgaste por contato direto entre dentes, típico em pacientes que rangem os dentes.
  • 12.
    Modificação de hábitos:Ajustar a técnica de escovação, utilizar escovas de cerdas macias e pastas dentais menos abrasivas. Restaurador: Nos casos em que há grande perda de estrutura, restaurações de resina composta podem ser indicadas. O uso de ionômero de vidro modificado por resina também é eficaz, principalmente devido à liberação de flúor e adesão à dentina. Terapias para controle do bruxismo: Placas de mordida e ajustes oclusais podem ser indicados para pacientes que apresentam abfração associada ao bruxismo. Tratamento
  • 13.
    PRINCÍPIOS ESTÉTICOS PARADENTÍSTICA (MICRO E MACROESTÉTICA) Microestética: A microestética refere-se à análise detalhada de cada dente individualmente, levando em consideração os seguintes aspectos: Cor e translucidez: Para que o dente pareça natural, sua cor deve ser avaliada com escalas de cor como a VITA, e a translucidez do esmalte deve ser replicada nas restaurações, principalmente em dentes anteriores. Matiz, Croma e Valor : valor=brilho, matiz=cor de fato, croma=saturação/intensidade de pigmentos Opacidade: Ao usar resinas compostas, é importante combinar opacidades diferentes para mimetizar as camadas de esmalte e dentina, criando uma restauração que se harmonize com os dentes vizinhos. Textura superficial: A textura do esmalte natural apresenta pequenas irregularidades que devem ser replicadas para evitar que a restauração pareça artificial.
  • 14.
    Já a macroestéticaenvolve a integração dos dentes com a face, gengiva e lábios, considerando os seguintes fatores: Composição facial: Harmonia entre-> Forma da face tem que corresponder ao formato do dente ( pode ser oval, quadrado ou triangular), Linha média da face (pontos de referência: glabela, ponta do nariz, filtro labial e o gnátio), Linha interpupilar (horizontal na altura dos olhos) Sorriso: baixo (mostra menos de 75% do dente) alto (aparecimento de grande parte da gengiva) e sorriso médio (mais comum e harmônico). Lábios: grossos, finos, médios Gengiva: contorno gengival e papila interdental harmônicos saudáveis e triangulares. sorriso baixo sorriso alto sorriso médio
  • 15.
  • 16.
    Etiologia da pigmentação: FatoresIntrínsecos: Genética: A genética pode afetar a cor dos dentes. Isso ocorre porque a espessura e a composição do esmalte e da dentina são determinadas geneticamente. O esmalte mais fino, por exemplo, pode permitir que a cor amarelada da dentina subjacente fique mais visível, o que pode resultar em dentes mais escurecidos. Doenças Metabólicas: Alterações no metabolismo podem afetar a formação do esmalte, resultando em defeitos na estrutura, que podem levar a manchas. A amelogênese imperfeita, por exemplo. Medicamentos (como tetraciclina): A tetraciclina, quando administrada a crianças durante a formação dos dentes, pode incorporar-se à estrutura dentária, formando manchas acinzentadas ou amarelas permanentes. Fluorose: Quando o flúor é ingerido em excesso durante o desenvolvimento dos dentes, ele pode interferir no processo de mineralização, causando manchas brancas ou marrons que variam de leves a graves, dependendo da dose de exposição ao flúor.
  • 17.
    •Traumatismo •Tratamento endondôntico inadequado •Pigmentaçãopor amalgama •Trauma em dente decíduo •Infecção periapical Pigmentação Generalizada pôr Tetraciclina Pigmentação localizada por tratamento endodôntico
  • 18.
    Fatores Extrínsecos: Alimentação: Bebidascomo café, chá, vinho tinto e refrigerantes podem, ao longo do tempo, depositar pigmentos nas superfícies dentárias, manchando o esmalte. Tabagismo: A nicotina e o alcatrão presentes no cigarro podem penetrar nas fissuras do esmalte e da dentina, levando a manchas amareladas ou marrons, que são difíceis de remover. Má Higiene Oral: Quando a higiene oral não é adequada, o acúmulo de placa bacteriana e tártaro pode escurecer os dentes. O tártaro, por exemplo, tende a ter uma coloração amarelada ou acinzentada e pode absorver pigmentos de alimentos e bebidas, agravando as manchas.
  • 19.
    Agentes clareadores Peróxido deHidrogênio (H₂O₂): É o principal agente clareador usado em consultório. Ele atua diretamente sobre os pigmentos, liberando radicais livres que quebram as moléculas responsáveis pela coloração dos dentes. Está disponível em concentrações que variam de 15% a 40%, sendo as concentrações mais altas indicadas para uso em consultório, pois o controle profissional evita danos ao esmalte e à gengiva. Peróxido de Carbamida: Este composto se decompõe em peróxido de hidrogênio e ureia ao entrar em contato com a saliva. Ele é frequentemente utilizado em concentrações entre 10% e 20% no clareamento caseiro, pois sua liberação é mais lenta do que o peróxido de hidrogênio puro. Perborato de Sódio: Usado principalmente no clareamento interno de dentes não vitais (dentes que passaram por tratamento de canal). É aplicado diretamente na câmara pulpar do dente e ativado com calor ou apenas pelo contato com a umidade do dente, promovendo a oxidação dos pigmentos internos.
  • 20.
    Limitações Manchas intrínsecas profundas. Desgastedentário significativo. Hipersensibilidade dentinária pré-existente. Gengivite ou periodontite. Presença de cáries não tratadas. Restaurações estéticas (coroas, facetas e restaurações em resina composta). Dentes com coloração causada por tetraciclina. Dentes com fluorose. Dentes com fissuras ou trincas. Alterações estruturais severas no esmalte. Pacientes gestantes ou lactantes. Pacientes fumantes. Expectativas irreais quanto ao resultado. Idade do paciente (crianças ou adolescentes).
  • 21.
    Técnicas Clareamento Caseiro: 1. Avaliaçãoe Moldagem (consultório): - O dentista avalia a saúde bucal e faz moldes dos dentes para criar as moldeiras personalizadas. - Materiais: Moldes de gesso, silicone ou alginato. 2. Entrega das Moldeiras e Gel Clareador: - O paciente recebe as moldeiras e o gel clareador, com instruções detalhadas. - Materiais: Moldeiras personalizadas e gel clareador (geralmente com peróxido de carbamida a 10- 22%). 3. Aplicação do Gel Clareador (paciente faz em casa): - O paciente aplica o gel nas moldeiras e usa em casa, geralmente por 4 a 8 horas (durante a noite). - Tempo: De 2 a 4 semanas. - Materiais: Moldeira, gel clareador e dessensibilizante. 4. Acompanhamento
  • 22.
    Clareamento de Consultório: 1.AvaliaçãoInicial: O dentista avalia a saúde bucal e prepara o paciente. 2.Proteção dos Tecidos Moles: Aplicação de barreira gengival e afastadores para proteger os tecidos moles. 3.Aplicação do Gel Clareador: O gel de peróxido de hidrogênio (35%) é aplicado nos dentes por 15 a 30 minutos. Pode ser necessária a repetição da aplicação em até 3 ciclos na mesma sessão. 4.Ativação com Luz ou Laser (opcional): O gel pode ser ativado com luz LED ou laser para acelerar o processo. 5.Remoção do Gel: Após o tempo de ação, o gel é removido e os dentes são limpos. 6.Sessões Adicionais: Dependendo do resultado, o tratamento pode requerer 1 ou 2 sessões adicionais.
  • 23.
    Clareamento caseiro Clareamentoem consultório barreira gengival
  • 24.
  • 25.
    Causas de diastemas:Genética, Bicos, Anodontias, Deglutição, Frênulo (freio) Quando intervir? quando estiver afetando a estética, funcionalidade ou a fonética do paciente COMO INICIAR? 1º Planejamento: Realização de diagnóstico: Avaliação inicial do paciente, verificando suas queixas, histórico e expectativas estéticas. Exames visuais e radiografias: Análise clínica e radiográfica para verificar a integridade dos dentes e estruturas de suporte. Adequação do meio bucal: Tratamento de qualquer problema bucal pré-existente, como cáries, doenças gengivais, entre outros. Avaliação de outras especialidades: Consideração de tratamentos interdisciplinares, como ortodontia, periodontia ou cirurgia, quando necessário. Clareamento dental: Realização do clareamento antes de procedimentos estéticos, caso o paciente deseje dentes mais claros. Modelo de estudo (enceramento diagnóstico): Para casos de múltiplos diastemas, é feito um modelo dos dentes para planejar a reabilitação estética.
  • 26.
    Desgaste ou nãodos dentes: Avaliação da necessidade de desgastar levemente os dentes para criar espaço para o material restaurador. Escolha do material: Definição do material a ser utilizado para fechar os diastemas – pode ser resina composta (mais rápida e econômica) ou cerâmica (mais durável e estético). Mockup (simulação): Simulação no paciente de como ficará o resultado final com o fechamento dos diastemas, usando: Direta: Feita diretamente nos dentes do paciente com resina. Indireta: Feita em modelos de gesso, antes de ser transferida para a boca. Virtual: Simulação digital em software antes de executar o procedimento.