O documento discute a teologia da oração segundo Jesus e Tiago. Jesus ensina que a oração deve partir de um coração sincero, reconhecer a Deus e sua vontade, e perdoar os ofensores. Tiago requer que a oração esteja livre de dúvidas, confesse pecados, e seja feita em santidade e insistência. O objetivo é que a oração enfatize Deus, não o homem, e esteja submissa à vontade divina.