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Desastres climáticosTrabalho elaborado por:Henrique Correia nº10
Josué Teixeira nº15
Valter Bodas nº29   Um desastre climático é uma catástrofe que ocorre quando um evento físico perigoso (tal como uma erupção vulcânica, um terramoto, furacão, etc.) provoca uma grande destruição material, perdas de vida humanas e alterações na superfície terrestre. Em áreas de vazios humanos estes fenómenos naturais não resultam em desastres humanitários. São os países subdesenvolvidos os mais afectados, infelizmente. Embora muitas catástrofes naturais sejam provocadas pela dinâmica interna da terra, a maioria está associada a condições atmosféricas específicas. A frequência deste tipo de fenómenos está a aumentar e muitos cientistas afirmam que isso deve-se às alterações climáticas provocadas em parte pela acção humana.   A extensão dos danos nas propriedades ou o número de vítimas que resulta de um desastre natural depende da capacidade da população resistir ao desastre e da intensidade do mesmo.      Em 2000, as Nações Unidas lançaram a Estratégia Internacional para a Redução de Desastres (ISDR) para dirigir-se às causas claras da vulnerabilidade e para construir comunidades resistentes a desastres naturais promovendo o aumento na consciência das pessoas para a importância da redução deste tipo de calamidades. As Nações Unidas pretendem conseguir atingir um desenvolvimento que reduza as perdas humanas, sociais, económicas e ambientais.
Cheias ou inundações      As inundações e as tempestades foram as catástrofes naturais mais frequentes no ano passado, matando perto de 22 mil pessoas.    Origem: Este tipo de catástrofes acontecem quando a água dos rios transborda ou o mar invade a terra.     Em geral, todas as áreas próximas dos rios ou do mar estão sujeitas a esse tipo de catástrofes. As inundações provocadas pelos rios devem-se a precipitações elevadas, num curto período de tempo. Nas áreas litorais acontecem devido a violentas tempestades que avançam do mar para a terra, acompanhadas de chuvas fortes e de ondas que galgam a costa e invadem as terras. Em algumas partes do mundo, as inundações fazem parte do ciclo meteorológico anual. As regiões mais afectadas são: as regiões tropicais.     As chuvas também provocam outro tipo de catástrofe como as derrocadas ou aluimentos de terras.     Impactos: Causam grande destruição, com elevados prejuízos materiais, além da perda de vidas. Porém, tem efeitos positivos para muitas regiões agrícolas.       Modos de prevenção das cheias e diminuição dos seus efeitos:  -Planear a ocupação das bacias hidrográficas;  -Limpar e desobstruir os leitos de cheia e desassorear a foz dos rios com regularidade;  -Construir barragens;   -Proteger as margens dos rios com diques, canais e a foz contra as invasões do mar;  -Reflorestar as áreas onde o escoamento superficial é mais intenso.
Furacões    Origem: Estas catástrofes que começam no mar e causam grandes prejuízos em terra. São enormes sistemas de baixas pressões em que o ar ascende violentamente em espiral, em torno de um centro calmo «o olho do furacão». Formam-se ventos que podem atingir 300 km/h e nuvens de grande desenvolvimento vertical.      Impactos: Quando chegam a terra, arrasam extensas áreas e causam graves inundações, pois produzem chuvas que, normalmente, são acompanhadas de uma onda gigante, capaz de avançar muito para o interior dos continentes. Sobre a terra, desaparecem gradualmente devido à falta de humidade. As áreas mais afectadas pelos furacões localizam-se entre as latitudes de 5º a 25º Norte e Sul.          Modos de prevenção:     -Construir estrutura que resistam às condições extremas de um furacão;    -Avisar a população antes de a tempestade invadir a terra.
Secas prolongadas      Origem: Ao contrário das inundações, as secas caracterizam-se por valores de precipitação anormalmente baixos, durante um período de tempo mais ou menos prolongado, instalando-se gradualmente numa região. Impactos: As secas podem durar vários anos, com efeitos devastadores na agricultura. Quando a seca é prolongada, os solos degradam-se, ficam ressequidos e poeirentos, sendo facilmente arrastados pelo vento.     A vegetação também vai desaparecendo, assim se vai contribuindo para o avanço da desertificação.    As causas das secas são difíceis de encontrar, por isso, estas catástrofes naturais são pouco previsíveis, afectando muitas regiões do mundo como:   -As regiões do clima tropical seco;   -As regiões das latitudes médias.    O Alentejo é a região portuguesa mais afectada por longos períodos de seca. Assim, a construção de infra-estruturas para armazenar água, com disponibilidade para activar sistemas de rega é extremamente importante.
Vagas de calor e frio   Origem: Encontra-se nas alterações da temperatura para valores fora de comum, tanto altos como muito baixos:  -Vagas de calor – temperaturas bastante mais elevadas do que o habitual;   -Vagas de frio – temperaturas bastante mais baixas do que o habitual.     Impactos: O calor e o frio excessivo podem ter consequências graves para a vida humana, sobretudo quando nos referimos aos idosos e às crianças, pois exigem adaptações rápidas e capacidade de resistência do nosso organismo.    As vagas de calor e frio também têm impactos na agricultura, podendo destruir completamente as colheitas.As vagas de calor provocam incêndios, facilitando a propagação dos mesmos, pois a vegetação seca arde mais rapidamente. As vagas de frio associam-se, normalmente a tempestades de chuva gelada que cobrem os solos, tornam as estradas perigosas e queimam as plantas.
Avalanches     A beleza da neve é muito atractiva e leva milhares de pessoas, todos os anos, ás estâncias de turismo nas montanhas. Mas estas aventuras podem tornar-se perigosas e até mortíferas, sobretudo quando se formam avalanches.     Origem: As avalanches formam-se através dos deslizamentos de neve instável, numa vertente íngreme. Um pequeno movimento ou ruído pode soltar uma placa de neve que começa a rolar arrastando atrás de si uma quantidade cada vez maior de neve, até embater numa área mais baixa.    Impactos: A neve arrasta consigo pedaços de terra e rocha e forma um vento muito forte que pode arrancar árvores e telhados. Quando as avalanchas acontecem em áreas habitadas, transformam-se em catástrofes, causando enormes danos materiais e tirando vidas.
      Origem: No interior da terra existe uma intensa actividade que, se faz sentir à superfície, através de movimentos da crosta terrestre, que podem serquase imperceptíveis. Os sismos e as erupções vulcânicas são mais frequentes nos limites das placas tectónicas, havendo algumas regiões que se destacam pela magnitude deste tipo de catástrofe.Sismos e vulcões          VULCÃO A ENTRAR EM ERUPÇÃO! Impactos: Os sismos e os vulcões podem causar danos, tanto materiais como humanos, provocando também alterações na configuração da superfície terrestre. Os vulcões provocam ainda, uma intensa poluição atmosférica com o fumo e as poeiras que libertam, chegando a formar-se nuvens que cobrem extensas áreas.Modos de prevenção:   - Observações regulares;   - Cumprimento de regras de construção dos edifícios e das infra-estruturas, de modo a que resistam melhor aos abalos provocados pelos sismos;   -Construção de infra-estruturas que possam conter e dirigir as torrentes de lava;     -Divulgação dos procedimentos correctos a adoptar pela população, em caso deste tipo de catástrofe.
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  • 1. Desastres climáticosTrabalho elaborado por:Henrique Correia nº10
  • 3. Valter Bodas nº29 Um desastre climático é uma catástrofe que ocorre quando um evento físico perigoso (tal como uma erupção vulcânica, um terramoto, furacão, etc.) provoca uma grande destruição material, perdas de vida humanas e alterações na superfície terrestre. Em áreas de vazios humanos estes fenómenos naturais não resultam em desastres humanitários. São os países subdesenvolvidos os mais afectados, infelizmente. Embora muitas catástrofes naturais sejam provocadas pela dinâmica interna da terra, a maioria está associada a condições atmosféricas específicas. A frequência deste tipo de fenómenos está a aumentar e muitos cientistas afirmam que isso deve-se às alterações climáticas provocadas em parte pela acção humana. A extensão dos danos nas propriedades ou o número de vítimas que resulta de um desastre natural depende da capacidade da população resistir ao desastre e da intensidade do mesmo. Em 2000, as Nações Unidas lançaram a Estratégia Internacional para a Redução de Desastres (ISDR) para dirigir-se às causas claras da vulnerabilidade e para construir comunidades resistentes a desastres naturais promovendo o aumento na consciência das pessoas para a importância da redução deste tipo de calamidades. As Nações Unidas pretendem conseguir atingir um desenvolvimento que reduza as perdas humanas, sociais, económicas e ambientais.
  • 4. Cheias ou inundações As inundações e as tempestades foram as catástrofes naturais mais frequentes no ano passado, matando perto de 22 mil pessoas. Origem: Este tipo de catástrofes acontecem quando a água dos rios transborda ou o mar invade a terra. Em geral, todas as áreas próximas dos rios ou do mar estão sujeitas a esse tipo de catástrofes. As inundações provocadas pelos rios devem-se a precipitações elevadas, num curto período de tempo. Nas áreas litorais acontecem devido a violentas tempestades que avançam do mar para a terra, acompanhadas de chuvas fortes e de ondas que galgam a costa e invadem as terras. Em algumas partes do mundo, as inundações fazem parte do ciclo meteorológico anual. As regiões mais afectadas são: as regiões tropicais. As chuvas também provocam outro tipo de catástrofe como as derrocadas ou aluimentos de terras. Impactos: Causam grande destruição, com elevados prejuízos materiais, além da perda de vidas. Porém, tem efeitos positivos para muitas regiões agrícolas. Modos de prevenção das cheias e diminuição dos seus efeitos: -Planear a ocupação das bacias hidrográficas; -Limpar e desobstruir os leitos de cheia e desassorear a foz dos rios com regularidade; -Construir barragens; -Proteger as margens dos rios com diques, canais e a foz contra as invasões do mar; -Reflorestar as áreas onde o escoamento superficial é mais intenso.
  • 5. Furacões Origem: Estas catástrofes que começam no mar e causam grandes prejuízos em terra. São enormes sistemas de baixas pressões em que o ar ascende violentamente em espiral, em torno de um centro calmo «o olho do furacão». Formam-se ventos que podem atingir 300 km/h e nuvens de grande desenvolvimento vertical. Impactos: Quando chegam a terra, arrasam extensas áreas e causam graves inundações, pois produzem chuvas que, normalmente, são acompanhadas de uma onda gigante, capaz de avançar muito para o interior dos continentes. Sobre a terra, desaparecem gradualmente devido à falta de humidade. As áreas mais afectadas pelos furacões localizam-se entre as latitudes de 5º a 25º Norte e Sul. Modos de prevenção: -Construir estrutura que resistam às condições extremas de um furacão; -Avisar a população antes de a tempestade invadir a terra.
  • 6. Secas prolongadas Origem: Ao contrário das inundações, as secas caracterizam-se por valores de precipitação anormalmente baixos, durante um período de tempo mais ou menos prolongado, instalando-se gradualmente numa região. Impactos: As secas podem durar vários anos, com efeitos devastadores na agricultura. Quando a seca é prolongada, os solos degradam-se, ficam ressequidos e poeirentos, sendo facilmente arrastados pelo vento. A vegetação também vai desaparecendo, assim se vai contribuindo para o avanço da desertificação. As causas das secas são difíceis de encontrar, por isso, estas catástrofes naturais são pouco previsíveis, afectando muitas regiões do mundo como: -As regiões do clima tropical seco; -As regiões das latitudes médias. O Alentejo é a região portuguesa mais afectada por longos períodos de seca. Assim, a construção de infra-estruturas para armazenar água, com disponibilidade para activar sistemas de rega é extremamente importante.
  • 7. Vagas de calor e frio Origem: Encontra-se nas alterações da temperatura para valores fora de comum, tanto altos como muito baixos: -Vagas de calor – temperaturas bastante mais elevadas do que o habitual; -Vagas de frio – temperaturas bastante mais baixas do que o habitual. Impactos: O calor e o frio excessivo podem ter consequências graves para a vida humana, sobretudo quando nos referimos aos idosos e às crianças, pois exigem adaptações rápidas e capacidade de resistência do nosso organismo. As vagas de calor e frio também têm impactos na agricultura, podendo destruir completamente as colheitas.As vagas de calor provocam incêndios, facilitando a propagação dos mesmos, pois a vegetação seca arde mais rapidamente. As vagas de frio associam-se, normalmente a tempestades de chuva gelada que cobrem os solos, tornam as estradas perigosas e queimam as plantas.
  • 8. Avalanches A beleza da neve é muito atractiva e leva milhares de pessoas, todos os anos, ás estâncias de turismo nas montanhas. Mas estas aventuras podem tornar-se perigosas e até mortíferas, sobretudo quando se formam avalanches. Origem: As avalanches formam-se através dos deslizamentos de neve instável, numa vertente íngreme. Um pequeno movimento ou ruído pode soltar uma placa de neve que começa a rolar arrastando atrás de si uma quantidade cada vez maior de neve, até embater numa área mais baixa. Impactos: A neve arrasta consigo pedaços de terra e rocha e forma um vento muito forte que pode arrancar árvores e telhados. Quando as avalanchas acontecem em áreas habitadas, transformam-se em catástrofes, causando enormes danos materiais e tirando vidas.
  • 9. Origem: No interior da terra existe uma intensa actividade que, se faz sentir à superfície, através de movimentos da crosta terrestre, que podem serquase imperceptíveis. Os sismos e as erupções vulcânicas são mais frequentes nos limites das placas tectónicas, havendo algumas regiões que se destacam pela magnitude deste tipo de catástrofe.Sismos e vulcões VULCÃO A ENTRAR EM ERUPÇÃO! Impactos: Os sismos e os vulcões podem causar danos, tanto materiais como humanos, provocando também alterações na configuração da superfície terrestre. Os vulcões provocam ainda, uma intensa poluição atmosférica com o fumo e as poeiras que libertam, chegando a formar-se nuvens que cobrem extensas áreas.Modos de prevenção: - Observações regulares; - Cumprimento de regras de construção dos edifícios e das infra-estruturas, de modo a que resistam melhor aos abalos provocados pelos sismos; -Construção de infra-estruturas que possam conter e dirigir as torrentes de lava; -Divulgação dos procedimentos correctos a adoptar pela população, em caso deste tipo de catástrofe.
  • 10. Anexo: lista dos maiores desastres climáticas