O documento discute o conceito de tolerância e seus limites. Afirma que uma tolerância universal seria moralmente condenável, pois permitiria sofrimento e injustiça, e politicamente inviável, pois os intolerantes acabariam suprimindo a própria tolerância. Conclui que a tolerância deve ter limites para se proteger e preservar, mas também não pode renunciar completamente aos intolerantes, se quiser ser considerada uma virtude.