O documento discute a virtude da boa-fé, definida como a conformidade entre as ações, palavras e pensamentos de uma pessoa com a verdade interior dela. A boa-fé exige amor e respeito à verdade, evitando a mentira e a hipocrisia. Embora a sinceridade também seja importante, a boa-fé vai além ao exigir que uma pessoa não minta para si mesma. A boa-fé é essencial para que outras virtudes como justiça, generosidade e amor sejam verdadeiras.