O documento analisa o conceito de psicopatia apresentado no livro "Mentes Perigosas". Argumenta que tal conceito serve para justificar a suspensão de direitos civis e assegurar fantasias persecutórias. A autora do livro defende tratamento único e penas perpétuas para psicopatas, o que violaria a Constituição por não levar em conta a individualização da pena.