O documento discute a suposta reforma que o inimigo busca impor entre os adventistas do sétimo dia, sugerindo que isso envolveria a renúncia de doutrinas fundamentais e a reorganização da fé. Ele adverte que essa mudança representa uma ameaça à autenticidade da religião e que os princípios que sustentaram a fé nos últimos cinquenta anos podem ser considerados erros. O texto conclui que a verdadeira reforma deve ser guiada pela verdade das Escrituras e pelo Espírito de Deus, enquanto alerta sobre os perigos de se afastar dos preceitos divinos.