PRINCÍPIOS
DE COMBATE A
INCÊNDIO E EVACUAÇÃO
NR - 23
INSTRUTOR LUCIANO ENTER
MÓDULO
 01 – Introdução;
 02 – Histórico;
 03 – Definição de fogo;
 04 – Formas de propagação ;
 05 – Causas do Incêndio;
 06 - Métodos de Extinção;
 07 – Classes do Fogo;
 08 – Agentes Extintores;
 09 - Como usar o Extintor;
 10 – Equipamentos de
Combate à Incêndio;
 11 – Sistemas Preventivos;
 12 – Sinalização de
Segurança;
 13 – Evacuação;
 14 - Plano de Emergência;
 Simulado.
01 – INTRODUÇÃO
 A Prevenção como ato de evitar ou se atenuar os efeitos de uma
causa, mediante a adoção prévia de certas medidas de controle.
 A Prevenção de Incêndio é um principio, cuja aplicação e
desenvolvimento visam evitar as consequências danosas de um
incêndio ou pelo menos limitar a propagação do fogo caso ele surja.
 É Regra básica para a Segurança Operacional (trabalhadores) e
Patrimonial. (NR 23.1)
01 – INTRODUÇÃO
• OBEDIÊNCIA AS SINALIZAÇÕES
• ORIENTAÇÃO SEGURA
Muitas catástrofes com elevado número de vitimas poderiam ter
sido evitadas, se houvesse:
01 – INTRODUÇÃO
 A Prevenção de Incêndio não se resume
apenas na existência de equipamentos de
combate a incêndio dentro da empresa.
 Estará completa no momento em que
todos tiverem consciência da sua
participação do esquema defensivo.
02 - HISTÓRICO
 Há 1.200.000 anos atrás o homem descobria o fogo, porém
somente a 500.000 anos ele conseguiu produzi-lo.
 Desde cedo o homem conheceu a força do fogo e tentou
explicar suas origens.
 Leis de Roma estabeleceram que as casas deviam dispor , de um
sistema com água para casos de incêndio.
 Descobertas arqueológicas indicam que enormes sinistros, em
particular incêndios, destruíram cidades magníficas como, Nínive,
Jericó, Jerusalém, etc. Restando para estudos ruínas e carvão.
02 - HISTÓRICO
Catástrofes que viraram História
 Incêndio de Roma, ordenado por Nero.
 Londres sofreu vários incêndios, entre os quais o de 1666 e outro em 1798.
 Moscou em 1812, foi destruída pelo fogo, imposto pelos Russos, após ser
capturada pelo exercito de Napoleão Bonaparte.
 Incêndio no edifício Joelma em São Paulo 1974. ( + de 180 Mortes ).
 Incêndio na Boate Kiss em Santa Maria/ RG 2013 ( + de 230 Mortes).
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
FOGO INCÊNDIO
DESEJADO
UTILIZADO
SOB CONTROLE
INDESEJADO
DESTRUIDOR
FORA DE CONTRO LE
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
 Definição de Fogo: - Produto de uma reação química,
denominada combustão, que produz luz e calor ou só
calor.
 Elementos do fogo:
 Combustível
 Oxigênio (Comburente)
 Calor
 Combustível: Material ou substância que possui a
propriedade de queimar. Apresentam-se em três estados:
Sólido
Liquido
Gasoso
 Comburente: É um dos ingredientes necessários à
combustão.
• Estes reagem com os gases liberados pelo combustível,
formando a chama, são elementos fortemente oxidantes
e sua quantidade regula a intensidade da chama.
• Altas quantidades de comburente podem gerar
explosões.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
 Tipos de comburentes:
• O mais comum dos comburentes é o Oxigênio, pois
intensifica a reação química.
Porém há casos isolados de combustões em que o
comburente é:
• O Cloro, onde o bromo produz chama verde, e se
combinado com o cloro fica azulado;
• Ou o Enxofre que produz chama amarela.
• O Fluor também é um comburente e seu manuseio é muito
perigoso.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
 Combustão:
• É a reação química entre corpo combustível e um corpo
comburente, provocado por uma energia de ativação.
 Quanto a velocidade:
• Lenta, sem produção de chamas;
É o caso das oxidações que tem como produto ferrugem.
• Viva, Chamas + Incandescência;
As combustões que ocorrem em madeiras, combustíveis
líquidos, tecidos, etc.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
 Combustão:
 Quanto a velocidade:
• Muito viva:
É o caso, por exemplo, da combustão da pólvora ao ar livre;
• Instantânea:
É o caso, por exemplo, de uma caldeira a vapor pode
explodir.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
 Combustão:
 Quanto a reação:
• Completa:
Sem resíduos de combustível. Ex: Chama do fogão.
• Incompleta:
Presença de resíduos. Ex: Fogueira.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
TRIÂNGULO DO FOGO
 Calor: Pode provocar desidratação e queimaduras, mudanças de
estado físico e dilatação térmica dos materiais.
Pela transformação da energia mecânica:
 Atrito
Por falta de lubrificação em
motores, máquinas, eixos de
rodas e de transmissão etc,
pode ser a causa de muitos
incêndios.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
 Pela transformação da energia química:
O calor é produzido por efeito da combinação entre certos corpos.
Se dessa combinação resultar o desprendimento de calor, a reação química
será exotérmica.
A reação química será de natureza endotérmica quando se verificar
a absorção de calor, o que normalmente ocorre na formação de corpos
explosivos, a exemplo da combinação da glicerina com o ácido nítrico.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
 Pela transformação da energia elétrica:
A tendência da eletricidade, quando flui por um condutor, é
desenvolver temperatura, transformando-se em energia térmica todas as
vezes que encontra um obstáculo no seu caminho, uma resistência a sua
passagem.
 Ponto de Fulgor - É a temperatura mínima, na qual um corpo começa a
desprender vapores que se inflamam em contato com uma chama.
Afastada a chama, o fogo se apaga devido à insuficiência na quantidade
de vapores.
PONTOS DE TEMPERATURA
 Ponto de Combustão ou inflamação - É a temperatura mínima, na qual os
vapores do combustível se formam com rapidez e em quantidade suficiente
para sustentar a queima, bastando para isso que entre em contato com
uma fonte de ignição.
PONTOS DE TEMPERATURA
 Ponto ou temperatura de Ignição - É a temperatura mínima, na qual os
gases ou vapores desprendidos de um corpo combustível entram em
combustão apenas pelo contato com o oxigênio do ar, portanto
independente de contato com uma fonte de ignição.
PONTOS DE TEMPERATURA
Observação:
 Os gases não tem ponto de fulgor, queimam imediatamente além de formarem
mistura explosiva com o ar.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
Produtos Ponto de Fulgor ºC Ponto de Ignição
Benzeno -11 560
Lacas -17.7 235
Benzina -17.7 287
Éter -45 160
Acetona -17.7 465
Gasolina -42 257
Solvente (tipo varsol) 38/43 232
Querosene 38 210
Terebentina 12.6 365
Álcool 34.9 253
 Pontos de fulgor e de ignição de alguns dos produtos comumente usados nas indústrias
e na vida doméstica:
PONTOS DE TEMPERATURA
Ponto de
Ponto de
Ponto de
É a transferência de calor de um corpo para outro
molécula por molécula, pelo contato direto ou mediante um
meio intermediário sólido.
04 - Transmissão do Calor
CONDUÇÃO
04 - Transmissão do Calor
RADIAÇÃO
É a transferência de calor, de um corpo para outro,
mediante os raios térmicos. Desta maneira é que recebemos a luz
do sol.
04 - Transmissão do Calor
CONVECÇÃO
É a transferência de calor de um corpo para outro ,
através da massa de ar aquecida.
05 – CAUSAS DO INCÊNDIO
Classificação das Causas:
 NATURAIS – FENÔMENOS
 ARTIFICIAIS – AÇÃO DIRETA DO HOMEM
 ACIDENTAIS
DESCUIDO DO HOMEM, SEM INTENÇÃO DE PROVOCÁ-LO.
 PROPOSITAIS
ORIGEM CRIMINOSA, INTENÇÃO DE PROVOCÁ-LO
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
BRINCADEIRA
DE
CRIANÇA
DISPLICÊNCIA NA
COZINHA
DESCUIDO COM
FÓFOROS
VELAS E
LAMPARINAS
VAZAMENTO
G.L.P
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
PONTAS DE
CIGARROS
INSTALAÇÕES
INADEQUADAS
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
TRABALHOS DE
SOLDAGEM
PRODUTOS QUÍMICOS
INFLAMÁVEIS
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
06 – MÉTODOS DE EXTINÇÃO
06 – MÉTODOS DE EXTINÇÃO
06 – MÉTODOS DE EXTINÇÃO
 Classe ‘’A” : Fogo em material combustível sólido.
 Exemplo: Papel, Madeira, Tecidos, Fibras, etc.
07 – CLASSES DO FOGO
 Classe ‘’B” : Fogo em gases, líquidos e
pastas inflamáveis.
 Exemplo: Óleos, Gasolina, GLP,
Thinner, Álcool, Cera, etc.
 Classe “C” : Fogo em equipamentos
elétricos (ligados)
 Exemplo: Computador, Motores, Painéis, etc.
 Classe “D” : Fogo em metais pirofóricos.
 Exemplo: Magnésio, Potássio, Alumínio em pó, etc.
07 – CLASSES DO FOGO
08 – AGENTES EXTINTORES
Água: Ação de Extinção é o resfriamento, podendo ser empregada tanto no
estado líquido como no gasoso.
 Estado líquido - JATO COMPACTO E CHUVEIRO (Resfriamento), NEBLINA
(Resfriamento e Abafamento (forma de vapor)).
Espuma: Ação de extinção é de abafamento e, secundariamente, de
resfriamento; por utilizar água na sua formação, conduz corrente elétrica.
ESPUMA QUÍMICA – Reação Química entre Sulfato de Alumínio e Bicarbonato
com estabilizador de espuma.
Por um processo de batimento de uma mistura de água com um agente
espumante e a aspiração simultânea de ar atmosférico em esguicho próprio,
temos também a formação de ESPUMA MECÂNICA, que pode ser de baixa,
média e alta expansão.
Gases Inertes: tais como o anidrido carbônico ou gás carbônico, o
nitrogênio e os hidrocarboneto halogenados, não conduzem corrente
elétrica, e extinguem o fogo por abafamento ou rompimento de
cadeia iônica.
Pós químicos: tais como o bicarbonato de sódio, o sulfato de
alumínio, a grafite, há pós especiais, próprios para fogo em
magnésio, sódio e potássio. Esse pós químico geralmente atuam por
abafamento e rompimento da cadeia iônica e não são condutores de
eletricidade.
08 – AGENTES EXTINTORES
08 – AGENTES EXTINTORES
08 – AGENTES EXTINTORES
08 – AGENTES EXTINTORES
Capacidade 10 L
Alcance médio do Jato 10 M
Tempo de Descarga 60 s
Funcionamento: A Pressão do Gás
propelente expele a Água quando o
Gatilho é acionado.
Fogo em material combustível
sólido.
 Exemplo: Papel,
Madeira, Tecidos,
Fibras, Plásticos, etc.
08.1 – ÁGUA PRESSURIZADA
Capacidade 10 L
Alcance médio do Jato 5 M
Tempo de Descarga 60 s
Funcionamento: Abre-se a válvula do
Gás, propelente expele a Água
quando a válvula é aberta.
08.2 – ESPUMA MECÂNICA
Capacidade 2 ; 4 ou 6 Kg
Alcance médio do Jato 2,5 M
Tempo de Descarga 25 s
Funcionamento: Gás armazenado sob pressão,
liberado ao acionar o gatilho.
Fogo em gases, líquidos e
pastas inflamáveis.
Exemplo: Óleos,
Gasolina, GLP, Álcool,
Cola, etc.
08.3 – CO2 – DIÓXIDO DE CARBONO
08.4 – PÓ QUÍMICO SECO - PQS
Capacidade
1; 2 ; 4 ; 6
8 ou12 Kg
Alcance médio do Jato 5 M
Tempo de Descarga
15 s (4)
25 s (12)
Funcionamento: Gás armazenado sob
pressão, liberado ao acionar o
gatilho.
Fogo em
equipamentos
elétricos
(ligados)
09 - COMO USAR O EXTINTOR

Procure um extintor apropriado para a CLASSE DO INCÊNDIO a ser combatido.

Segure o extintor na posição vertical.

Rompa o lacre.

Retire o pino de segurança.

Faça um teste para ver se o extintor está realmente funcionando;
Observe a posição do vento e fique a favor dele. Isso evita que a fumaça e
o próprio extintor se torne um empecilho.

A distância ideal para o combate gira em torno de um metro.
É claro que às vezes o ideal não é possível, então busque chegar mais o
perto possível, dentro da proporção mencionada.

Dirija o jato para a base do fogo (parte baixa do fogo), deve-se fazer movimentos
como se estivesse varrendo o fogo.

Em combustíveis líquidos o combate deve ser feito cobrindo o fogo, fazendo tipo
uma nuvem de agente extintor.

Aperte o gatilho até o fim.

Ao terminar o combate, verifique se realmente as chamas foram completamente
extintas.
Esse cuidado é importante para evitar que fogo reinicie. Em alguns casos
revirar parte das cinzas será necessário.
09 - COMO USAR O EXTINTOR
EQUIPAMENTOS DE COMBATE À
INCÊNDIOS
10 -
11 – SISTEMAS PREVENTIVOS
Por canalização preventiva e a rede preventiva.
São dutos destinados a condução da
água exclusivamente
para o combate a incêndios.
Tal duto sairá do fundo do
reservatório
superior, abaixo do qual terá uma
válvula de retenção e de um registro,
atravessando verticalmente todos os
pavimentos da edificação,
com ramificações para todas as
caixas de incêndio e terminando no
hidrante de recalque.
11 – SISTEMAS PREVENTIVOS
 CAIXA DE INCÊNDIO
 REGISTRO
 MANGUEIRA
 ESGUICHO
 BOMBAS DE INCÊNDIO
 CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (SPRINKLES)
 SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS
ATMOSFÉRICAS (PARA-RAIOS)
 ESCADA ENCLAUSULADA A PROVA DE FUMAÇA
11.1 – MANGUEIRAS
Tubos enroláveis de nylon revestidos,
internamente, de borracha, possuindo nas
extremidades juntas do tipo storz. Utilizado
como duto para fluxo de água
entre a unidade propulsora e o esguicho.
Diâmetro: 1 1/2" e 2 1/2".
Comprimento: 15m e 30m.,
11.2 – ESGUICHOS
Utilizado quando a solicitação for jato
compacto. Não possui comando para variação de jato,
sendo o mais utilizado pelos Bombeiros.
TRONCO CÔNICO
Utilizado nas ações que exigem alternância
de tipos de jatos e que possam ter diversas
classes de incêndio envolvidas.
ESGUICHO REGULÁVEL
Utilizado nas ações de combate, onde se deseja que a
água lançada em finas partículas, forme uma neblina,
atuando dessa forma por abafamento.
ESGUICHO REGULÁVEL NEBLINA
11.3 – ESGUICHOS
Produz espuma com a passagem de água, no seu interior, pressão mínima de
5Kg/cm2. Esta passagem provoca, fisicamente, o arrasto do agente espumígeno,
contido em galões, através do tubo de borracha. A mistura, água e saponina, ao
sofrer ação mecânica do choque com as aletas, provoca uma turbulência, que se
transforma em espuma mecânica.
ESGUICHO PROPORCIONADOR DE ESPUMA
11.3 – ESGUICHOS
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO
12 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
NBR 13434-2 : 2004
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO
12 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
5.3.5 Nas áreas industriais e depósitos, deve ser pintada de vermelho, com bordas
amarelas, uma área de piso sob o extintor, a fim de evitar que seu acesso seja
obstruído. Esta área deve ter, no mínimo, as seguintes dimensões:
a) área pintada de VERMELHO: 0,70 m x 0,70 m;
b) bordas AMARELAS: 0,15 m de largura.
5.3.6 Em áreas que dificultem a visualização das marcações de parede e coluna,
devem-se utilizar também setas direcionais, dando o posicionamento dos extintores,
que devem ser instaladas onde forem mais adequadas e visíveis. Recomenda-se que
seja utilizada a cor VERMELHA com bordas amarelas.
5.3.7 As cores a serem utilizadas devem obedecer, quanto à sua pigmentação, ao
previsto na NBR 7195.
Sistemas de proteção por extintores de incêndio
12.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
12.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
12.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
12.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
ERRADO!!!
12.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
CERTO!!!
PROCEDIMENTOS EM CASOS
DE INCÊNDIOS (EVACUAÇÃO)
13 –
Avaliar a Situação:
 Existem Vítimas?
 O que Queima?
 Onde Queima?
 Quanto Queima?
Devemos Sempre:
Definir Procedimentos
Verificar Recursos Disponíveis
Redefinir Procedimentos,
sempre que Necessário!
PROCEDIMENTOS EM CASOS
DE INCÊNDIOS (EVACUAÇÃO)
13 –
PROCEDIMENTOS EM CASOS
DE INCÊNDIOS (EVACUAÇÃO)
13 –
PROCEDIMENTOS EM CASOS
DE INCÊNDIOS (EVACUAÇÃO)
13 –
14 – PLANO DE EMERGÊNCIA
ABANDONO DE ÁREA
Procedimentos de Segurança que
contemplam abandono de área:
•Vazamento de produtos;
•Queima de materiais em equipamentos;
•Plano de emergência - Incêndio.
14 – PLANO DE EMERGÊNCIA
RESPONSABILIDADE E AUTORIDADE
•Gerencia da planta (Diretoria);
•Técnicos em Segurança (se houver!).
•Outros;
•Colaboradores
• Atender os procedimentos
• Praticar os exercícios simulados.
14 – PLANO DE EMERGÊNCIA
ROTINA DE ABANDONO DE ÁREA
Procedimento estabelecido e implementado para
abandono da área da fábrica.
SINAL SONORO
DESLOCAMENTO ATRAVÉS DAS ROTAS DE FUGA E ACESSO AOS
PONTOS DE ENCONTRO ESTABELECIDOS.
EXIGÊNCIA DE EXERCÍCIOS SIMULADOS REGISTRADOS.
14 – PLANO DE EMERGÊNCIA
AVISO SONORO
• Sinal de alerta sonoro que indica aos colaboradores o
momento de abandono da área.
ROTAS DE FUGA
• Rota estabelecida para que serve de orientação aos colaboradores no
momento de abandono do ambiente de trabalho;
• Sinalizadas com placas indicativas de material com visibilidade no
escuro;
• Se a energia for desligada as lâmpadas de emergência devem iluminar
os corredores e saídas.
14 – PLANO DE EMERGÊNCIA
PONTO DE ENCONTRO
• Local seguro e ventilado.
• De fácil acesso e longe dos pontos perigosos da
empresa.
• Onde serão Reunidos os Colaboradores, após o
ABANDONO DA ÁREA.
EQUIPE DE SALVAMENTO
• Equipe constituída por colaboradores treinados na
prestação de socorro e orientação às vítimas que
possam ser envolvidas por emergências diversas no
local de trabalho.
• A equipe devidamente treinada utilizará recursos
de segurança disponibilizados pela empresa.
14 – PLANO DE EMERGÊNCIA
•PARE o que estiver executando;
•Se possível DESLIGUE a máquina ou aparelho que estiver usando;
•FECHE o gás ou qualquer chama aberta;
•Ao sair, feche as porta se janelas (NÃO AS TRANQUE);
•DESOBSTRUA PASSAGENS caso necessário;
•DIRIJA-SE À SAÍDA INDICADA mantendo-se em fila e aguardando distância
segura do colaborador da frente;
•Movimente-se de modo rápido e ordeiro, NÃO CORRA;
•Mantenha-se em grupo após a saída para facilitar a conferência;
•Na presença de fumaça, movimentar-se abaixado;
•Se a emergência for incêndio e estiver usando roupa de nylon, tire-a do corpo e
carregue na mão;
•SEGUIR AS INSTRUÇÕES DOS MEMBROS DA CIPA E DA BRIGADA DE INCÊNDIO;
•DIRIJA-SE AO PONTO DE ENCONTRO onde haverá esclarecimentos do fato.
PROCEDIMENTOS PARA ABANDONO DE ÁREA
COMO PROCEDER
•Não corra sem saber para onde;
•Não atrase a fim de não atrapalhar a fila;
•Não use sapatos de salto alto;
•Não grite e nem faça barulho desnecessário;
•Não ria e nem fume;
•Não cause qualquer confusão ou brincadeiras;
•Não fique nos sanitários, vestiários ou qualquer outro compartimento;
•Não volte para apanhar roupas ou outros objetos esquecidos;
•Não use elevadores ou saídas designadas para outros fins;
•Não demore em atender as instruções.
PROCEDIMENTOS PARA ABANDONO DE ÁREA
COMO PROCEDER
• NBR 13434:1995 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Formas, dimensões e cores –
Padronização.
• NBR 13435:1995 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Procedimento
• NBR 13437:1995 – Símbolos gráficos para sinalização contra incêndio e pânico – Simbologia
• NBR 7500:2000 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e
armazenamento de materiais.
• Projeto de Norma ABNT 24:204.02-003 – jul:1999 – Produtos fotoluminescentes para sinalização de
emergência.
• Manual da Brigada de Incêndios de São Paulo – SP, 2008.
•Imagens meramente ilustrativas.
REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS
Para mais esclarecimentos, consultar as seguintes bibliografias:
Devemos ter a ciência e o compromisso de entender que
todos estamos envolvidos, seja Combatendo de forma direta ou
indireta (Treinando e Conscientizando) para preservar a Vida e o
Patrimônio.
PRINCÍPIOS DE COMBATE À INCÊNDIO E EVACUAÇÃO

PRINCÍPIOS DE COMBATE A INCÊNDIO E EVACUAÇÃO

  • 1.
    PRINCÍPIOS DE COMBATE A INCÊNDIOE EVACUAÇÃO NR - 23 INSTRUTOR LUCIANO ENTER
  • 2.
    MÓDULO  01 –Introdução;  02 – Histórico;  03 – Definição de fogo;  04 – Formas de propagação ;  05 – Causas do Incêndio;  06 - Métodos de Extinção;  07 – Classes do Fogo;  08 – Agentes Extintores;  09 - Como usar o Extintor;  10 – Equipamentos de Combate à Incêndio;  11 – Sistemas Preventivos;  12 – Sinalização de Segurança;  13 – Evacuação;  14 - Plano de Emergência;  Simulado.
  • 3.
    01 – INTRODUÇÃO A Prevenção como ato de evitar ou se atenuar os efeitos de uma causa, mediante a adoção prévia de certas medidas de controle.  A Prevenção de Incêndio é um principio, cuja aplicação e desenvolvimento visam evitar as consequências danosas de um incêndio ou pelo menos limitar a propagação do fogo caso ele surja.  É Regra básica para a Segurança Operacional (trabalhadores) e Patrimonial. (NR 23.1)
  • 4.
    01 – INTRODUÇÃO •OBEDIÊNCIA AS SINALIZAÇÕES • ORIENTAÇÃO SEGURA Muitas catástrofes com elevado número de vitimas poderiam ter sido evitadas, se houvesse:
  • 5.
    01 – INTRODUÇÃO A Prevenção de Incêndio não se resume apenas na existência de equipamentos de combate a incêndio dentro da empresa.  Estará completa no momento em que todos tiverem consciência da sua participação do esquema defensivo.
  • 6.
    02 - HISTÓRICO Há 1.200.000 anos atrás o homem descobria o fogo, porém somente a 500.000 anos ele conseguiu produzi-lo.  Desde cedo o homem conheceu a força do fogo e tentou explicar suas origens.  Leis de Roma estabeleceram que as casas deviam dispor , de um sistema com água para casos de incêndio.  Descobertas arqueológicas indicam que enormes sinistros, em particular incêndios, destruíram cidades magníficas como, Nínive, Jericó, Jerusalém, etc. Restando para estudos ruínas e carvão.
  • 7.
    02 - HISTÓRICO Catástrofesque viraram História  Incêndio de Roma, ordenado por Nero.  Londres sofreu vários incêndios, entre os quais o de 1666 e outro em 1798.  Moscou em 1812, foi destruída pelo fogo, imposto pelos Russos, após ser capturada pelo exercito de Napoleão Bonaparte.  Incêndio no edifício Joelma em São Paulo 1974. ( + de 180 Mortes ).  Incêndio na Boate Kiss em Santa Maria/ RG 2013 ( + de 230 Mortes).
  • 8.
    03 – DEFINIÇÃODE FOGO FOGO INCÊNDIO DESEJADO UTILIZADO SOB CONTROLE INDESEJADO DESTRUIDOR FORA DE CONTRO LE
  • 9.
    03 – DEFINIÇÃODE FOGO  Definição de Fogo: - Produto de uma reação química, denominada combustão, que produz luz e calor ou só calor.  Elementos do fogo:  Combustível  Oxigênio (Comburente)  Calor
  • 10.
     Combustível: Materialou substância que possui a propriedade de queimar. Apresentam-se em três estados: Sólido Liquido Gasoso  Comburente: É um dos ingredientes necessários à combustão. • Estes reagem com os gases liberados pelo combustível, formando a chama, são elementos fortemente oxidantes e sua quantidade regula a intensidade da chama. • Altas quantidades de comburente podem gerar explosões. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
  • 11.
     Tipos decomburentes: • O mais comum dos comburentes é o Oxigênio, pois intensifica a reação química. Porém há casos isolados de combustões em que o comburente é: • O Cloro, onde o bromo produz chama verde, e se combinado com o cloro fica azulado; • Ou o Enxofre que produz chama amarela. • O Fluor também é um comburente e seu manuseio é muito perigoso. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
  • 12.
     Combustão: • Éa reação química entre corpo combustível e um corpo comburente, provocado por uma energia de ativação.  Quanto a velocidade: • Lenta, sem produção de chamas; É o caso das oxidações que tem como produto ferrugem. • Viva, Chamas + Incandescência; As combustões que ocorrem em madeiras, combustíveis líquidos, tecidos, etc. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
  • 13.
     Combustão:  Quantoa velocidade: • Muito viva: É o caso, por exemplo, da combustão da pólvora ao ar livre; • Instantânea: É o caso, por exemplo, de uma caldeira a vapor pode explodir. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
  • 14.
     Combustão:  Quantoa reação: • Completa: Sem resíduos de combustível. Ex: Chama do fogão. • Incompleta: Presença de resíduos. Ex: Fogueira. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
  • 15.
  • 16.
     Calor: Podeprovocar desidratação e queimaduras, mudanças de estado físico e dilatação térmica dos materiais. Pela transformação da energia mecânica:  Atrito Por falta de lubrificação em motores, máquinas, eixos de rodas e de transmissão etc, pode ser a causa de muitos incêndios. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
  • 17.
     Pela transformaçãoda energia química: O calor é produzido por efeito da combinação entre certos corpos. Se dessa combinação resultar o desprendimento de calor, a reação química será exotérmica. A reação química será de natureza endotérmica quando se verificar a absorção de calor, o que normalmente ocorre na formação de corpos explosivos, a exemplo da combinação da glicerina com o ácido nítrico. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
  • 18.
    03 – DEFINIÇÃODE FOGO  Pela transformação da energia elétrica: A tendência da eletricidade, quando flui por um condutor, é desenvolver temperatura, transformando-se em energia térmica todas as vezes que encontra um obstáculo no seu caminho, uma resistência a sua passagem.
  • 19.
     Ponto deFulgor - É a temperatura mínima, na qual um corpo começa a desprender vapores que se inflamam em contato com uma chama. Afastada a chama, o fogo se apaga devido à insuficiência na quantidade de vapores. PONTOS DE TEMPERATURA
  • 20.
     Ponto deCombustão ou inflamação - É a temperatura mínima, na qual os vapores do combustível se formam com rapidez e em quantidade suficiente para sustentar a queima, bastando para isso que entre em contato com uma fonte de ignição. PONTOS DE TEMPERATURA
  • 21.
     Ponto outemperatura de Ignição - É a temperatura mínima, na qual os gases ou vapores desprendidos de um corpo combustível entram em combustão apenas pelo contato com o oxigênio do ar, portanto independente de contato com uma fonte de ignição. PONTOS DE TEMPERATURA
  • 22.
    Observação:  Os gasesnão tem ponto de fulgor, queimam imediatamente além de formarem mistura explosiva com o ar. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO Produtos Ponto de Fulgor ºC Ponto de Ignição Benzeno -11 560 Lacas -17.7 235 Benzina -17.7 287 Éter -45 160 Acetona -17.7 465 Gasolina -42 257 Solvente (tipo varsol) 38/43 232 Querosene 38 210 Terebentina 12.6 365 Álcool 34.9 253  Pontos de fulgor e de ignição de alguns dos produtos comumente usados nas indústrias e na vida doméstica:
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    PONTOS DE TEMPERATURA Pontode Ponto de Ponto de
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    É a transferênciade calor de um corpo para outro molécula por molécula, pelo contato direto ou mediante um meio intermediário sólido. 04 - Transmissão do Calor CONDUÇÃO
  • 25.
    04 - Transmissãodo Calor RADIAÇÃO É a transferência de calor, de um corpo para outro, mediante os raios térmicos. Desta maneira é que recebemos a luz do sol.
  • 26.
    04 - Transmissãodo Calor CONVECÇÃO É a transferência de calor de um corpo para outro , através da massa de ar aquecida.
  • 27.
    05 – CAUSASDO INCÊNDIO Classificação das Causas:  NATURAIS – FENÔMENOS  ARTIFICIAIS – AÇÃO DIRETA DO HOMEM  ACIDENTAIS DESCUIDO DO HOMEM, SEM INTENÇÃO DE PROVOCÁ-LO.  PROPOSITAIS ORIGEM CRIMINOSA, INTENÇÃO DE PROVOCÁ-LO
  • 28.
    PRINCIPAIS CAUSAS DOINCÊNDIO BRINCADEIRA DE CRIANÇA
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    DISPLICÊNCIA NA COZINHA DESCUIDO COM FÓFOROS VELASE LAMPARINAS VAZAMENTO G.L.P PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
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    06 – MÉTODOSDE EXTINÇÃO
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    06 – MÉTODOSDE EXTINÇÃO
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    06 – MÉTODOSDE EXTINÇÃO
  • 35.
     Classe ‘’A”: Fogo em material combustível sólido.  Exemplo: Papel, Madeira, Tecidos, Fibras, etc. 07 – CLASSES DO FOGO  Classe ‘’B” : Fogo em gases, líquidos e pastas inflamáveis.  Exemplo: Óleos, Gasolina, GLP, Thinner, Álcool, Cera, etc.
  • 36.
     Classe “C”: Fogo em equipamentos elétricos (ligados)  Exemplo: Computador, Motores, Painéis, etc.  Classe “D” : Fogo em metais pirofóricos.  Exemplo: Magnésio, Potássio, Alumínio em pó, etc. 07 – CLASSES DO FOGO
  • 37.
    08 – AGENTESEXTINTORES Água: Ação de Extinção é o resfriamento, podendo ser empregada tanto no estado líquido como no gasoso.  Estado líquido - JATO COMPACTO E CHUVEIRO (Resfriamento), NEBLINA (Resfriamento e Abafamento (forma de vapor)). Espuma: Ação de extinção é de abafamento e, secundariamente, de resfriamento; por utilizar água na sua formação, conduz corrente elétrica. ESPUMA QUÍMICA – Reação Química entre Sulfato de Alumínio e Bicarbonato com estabilizador de espuma. Por um processo de batimento de uma mistura de água com um agente espumante e a aspiração simultânea de ar atmosférico em esguicho próprio, temos também a formação de ESPUMA MECÂNICA, que pode ser de baixa, média e alta expansão.
  • 38.
    Gases Inertes: taiscomo o anidrido carbônico ou gás carbônico, o nitrogênio e os hidrocarboneto halogenados, não conduzem corrente elétrica, e extinguem o fogo por abafamento ou rompimento de cadeia iônica. Pós químicos: tais como o bicarbonato de sódio, o sulfato de alumínio, a grafite, há pós especiais, próprios para fogo em magnésio, sódio e potássio. Esse pós químico geralmente atuam por abafamento e rompimento da cadeia iônica e não são condutores de eletricidade. 08 – AGENTES EXTINTORES
  • 39.
    08 – AGENTESEXTINTORES
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    08 – AGENTESEXTINTORES
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    08 – AGENTESEXTINTORES
  • 42.
    Capacidade 10 L Alcancemédio do Jato 10 M Tempo de Descarga 60 s Funcionamento: A Pressão do Gás propelente expele a Água quando o Gatilho é acionado. Fogo em material combustível sólido.  Exemplo: Papel, Madeira, Tecidos, Fibras, Plásticos, etc. 08.1 – ÁGUA PRESSURIZADA
  • 43.
    Capacidade 10 L Alcancemédio do Jato 5 M Tempo de Descarga 60 s Funcionamento: Abre-se a válvula do Gás, propelente expele a Água quando a válvula é aberta. 08.2 – ESPUMA MECÂNICA
  • 44.
    Capacidade 2 ;4 ou 6 Kg Alcance médio do Jato 2,5 M Tempo de Descarga 25 s Funcionamento: Gás armazenado sob pressão, liberado ao acionar o gatilho. Fogo em gases, líquidos e pastas inflamáveis. Exemplo: Óleos, Gasolina, GLP, Álcool, Cola, etc. 08.3 – CO2 – DIÓXIDO DE CARBONO
  • 45.
    08.4 – PÓQUÍMICO SECO - PQS Capacidade 1; 2 ; 4 ; 6 8 ou12 Kg Alcance médio do Jato 5 M Tempo de Descarga 15 s (4) 25 s (12) Funcionamento: Gás armazenado sob pressão, liberado ao acionar o gatilho. Fogo em equipamentos elétricos (ligados)
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    09 - COMOUSAR O EXTINTOR  Procure um extintor apropriado para a CLASSE DO INCÊNDIO a ser combatido.  Segure o extintor na posição vertical.  Rompa o lacre.  Retire o pino de segurança.  Faça um teste para ver se o extintor está realmente funcionando; Observe a posição do vento e fique a favor dele. Isso evita que a fumaça e o próprio extintor se torne um empecilho.  A distância ideal para o combate gira em torno de um metro. É claro que às vezes o ideal não é possível, então busque chegar mais o perto possível, dentro da proporção mencionada.  Dirija o jato para a base do fogo (parte baixa do fogo), deve-se fazer movimentos como se estivesse varrendo o fogo.  Em combustíveis líquidos o combate deve ser feito cobrindo o fogo, fazendo tipo uma nuvem de agente extintor.  Aperte o gatilho até o fim.  Ao terminar o combate, verifique se realmente as chamas foram completamente extintas. Esse cuidado é importante para evitar que fogo reinicie. Em alguns casos revirar parte das cinzas será necessário.
  • 47.
    09 - COMOUSAR O EXTINTOR
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    EQUIPAMENTOS DE COMBATEÀ INCÊNDIOS 10 -
  • 49.
    11 – SISTEMASPREVENTIVOS Por canalização preventiva e a rede preventiva. São dutos destinados a condução da água exclusivamente para o combate a incêndios. Tal duto sairá do fundo do reservatório superior, abaixo do qual terá uma válvula de retenção e de um registro, atravessando verticalmente todos os pavimentos da edificação, com ramificações para todas as caixas de incêndio e terminando no hidrante de recalque.
  • 50.
    11 – SISTEMASPREVENTIVOS  CAIXA DE INCÊNDIO  REGISTRO  MANGUEIRA  ESGUICHO  BOMBAS DE INCÊNDIO  CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (SPRINKLES)  SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS (PARA-RAIOS)  ESCADA ENCLAUSULADA A PROVA DE FUMAÇA
  • 51.
    11.1 – MANGUEIRAS Tubosenroláveis de nylon revestidos, internamente, de borracha, possuindo nas extremidades juntas do tipo storz. Utilizado como duto para fluxo de água entre a unidade propulsora e o esguicho. Diâmetro: 1 1/2" e 2 1/2". Comprimento: 15m e 30m.,
  • 52.
    11.2 – ESGUICHOS Utilizadoquando a solicitação for jato compacto. Não possui comando para variação de jato, sendo o mais utilizado pelos Bombeiros. TRONCO CÔNICO Utilizado nas ações que exigem alternância de tipos de jatos e que possam ter diversas classes de incêndio envolvidas. ESGUICHO REGULÁVEL
  • 53.
    Utilizado nas açõesde combate, onde se deseja que a água lançada em finas partículas, forme uma neblina, atuando dessa forma por abafamento. ESGUICHO REGULÁVEL NEBLINA 11.3 – ESGUICHOS
  • 54.
    Produz espuma coma passagem de água, no seu interior, pressão mínima de 5Kg/cm2. Esta passagem provoca, fisicamente, o arrasto do agente espumígeno, contido em galões, através do tubo de borracha. A mistura, água e saponina, ao sofrer ação mecânica do choque com as aletas, provoca uma turbulência, que se transforma em espuma mecânica. ESGUICHO PROPORCIONADOR DE ESPUMA 11.3 – ESGUICHOS
  • 55.
    SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇACONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 12 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
  • 56.
    NBR 13434-2 :2004 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 12 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
  • 57.
    5.3.5 Nas áreasindustriais e depósitos, deve ser pintada de vermelho, com bordas amarelas, uma área de piso sob o extintor, a fim de evitar que seu acesso seja obstruído. Esta área deve ter, no mínimo, as seguintes dimensões: a) área pintada de VERMELHO: 0,70 m x 0,70 m; b) bordas AMARELAS: 0,15 m de largura. 5.3.6 Em áreas que dificultem a visualização das marcações de parede e coluna, devem-se utilizar também setas direcionais, dando o posicionamento dos extintores, que devem ser instaladas onde forem mais adequadas e visíveis. Recomenda-se que seja utilizada a cor VERMELHA com bordas amarelas. 5.3.7 As cores a serem utilizadas devem obedecer, quanto à sua pigmentação, ao previsto na NBR 7195. Sistemas de proteção por extintores de incêndio 12.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
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  • 60.
    12.2 – SINALIZAÇÃODE SEGURANÇA ERRADO!!!
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    12.2 – SINALIZAÇÃODE SEGURANÇA CERTO!!!
  • 62.
    PROCEDIMENTOS EM CASOS DEINCÊNDIOS (EVACUAÇÃO) 13 – Avaliar a Situação:  Existem Vítimas?  O que Queima?  Onde Queima?  Quanto Queima? Devemos Sempre: Definir Procedimentos Verificar Recursos Disponíveis Redefinir Procedimentos, sempre que Necessário!
  • 63.
    PROCEDIMENTOS EM CASOS DEINCÊNDIOS (EVACUAÇÃO) 13 –
  • 64.
    PROCEDIMENTOS EM CASOS DEINCÊNDIOS (EVACUAÇÃO) 13 –
  • 65.
    PROCEDIMENTOS EM CASOS DEINCÊNDIOS (EVACUAÇÃO) 13 –
  • 66.
    14 – PLANODE EMERGÊNCIA ABANDONO DE ÁREA Procedimentos de Segurança que contemplam abandono de área: •Vazamento de produtos; •Queima de materiais em equipamentos; •Plano de emergência - Incêndio.
  • 67.
    14 – PLANODE EMERGÊNCIA RESPONSABILIDADE E AUTORIDADE •Gerencia da planta (Diretoria); •Técnicos em Segurança (se houver!). •Outros; •Colaboradores • Atender os procedimentos • Praticar os exercícios simulados.
  • 68.
    14 – PLANODE EMERGÊNCIA ROTINA DE ABANDONO DE ÁREA Procedimento estabelecido e implementado para abandono da área da fábrica. SINAL SONORO DESLOCAMENTO ATRAVÉS DAS ROTAS DE FUGA E ACESSO AOS PONTOS DE ENCONTRO ESTABELECIDOS. EXIGÊNCIA DE EXERCÍCIOS SIMULADOS REGISTRADOS.
  • 69.
    14 – PLANODE EMERGÊNCIA AVISO SONORO • Sinal de alerta sonoro que indica aos colaboradores o momento de abandono da área. ROTAS DE FUGA • Rota estabelecida para que serve de orientação aos colaboradores no momento de abandono do ambiente de trabalho; • Sinalizadas com placas indicativas de material com visibilidade no escuro; • Se a energia for desligada as lâmpadas de emergência devem iluminar os corredores e saídas.
  • 70.
    14 – PLANODE EMERGÊNCIA PONTO DE ENCONTRO • Local seguro e ventilado. • De fácil acesso e longe dos pontos perigosos da empresa. • Onde serão Reunidos os Colaboradores, após o ABANDONO DA ÁREA.
  • 71.
    EQUIPE DE SALVAMENTO •Equipe constituída por colaboradores treinados na prestação de socorro e orientação às vítimas que possam ser envolvidas por emergências diversas no local de trabalho. • A equipe devidamente treinada utilizará recursos de segurança disponibilizados pela empresa. 14 – PLANO DE EMERGÊNCIA
  • 72.
    •PARE o queestiver executando; •Se possível DESLIGUE a máquina ou aparelho que estiver usando; •FECHE o gás ou qualquer chama aberta; •Ao sair, feche as porta se janelas (NÃO AS TRANQUE); •DESOBSTRUA PASSAGENS caso necessário; •DIRIJA-SE À SAÍDA INDICADA mantendo-se em fila e aguardando distância segura do colaborador da frente; •Movimente-se de modo rápido e ordeiro, NÃO CORRA; •Mantenha-se em grupo após a saída para facilitar a conferência; •Na presença de fumaça, movimentar-se abaixado; •Se a emergência for incêndio e estiver usando roupa de nylon, tire-a do corpo e carregue na mão; •SEGUIR AS INSTRUÇÕES DOS MEMBROS DA CIPA E DA BRIGADA DE INCÊNDIO; •DIRIJA-SE AO PONTO DE ENCONTRO onde haverá esclarecimentos do fato. PROCEDIMENTOS PARA ABANDONO DE ÁREA COMO PROCEDER
  • 73.
    •Não corra semsaber para onde; •Não atrase a fim de não atrapalhar a fila; •Não use sapatos de salto alto; •Não grite e nem faça barulho desnecessário; •Não ria e nem fume; •Não cause qualquer confusão ou brincadeiras; •Não fique nos sanitários, vestiários ou qualquer outro compartimento; •Não volte para apanhar roupas ou outros objetos esquecidos; •Não use elevadores ou saídas designadas para outros fins; •Não demore em atender as instruções. PROCEDIMENTOS PARA ABANDONO DE ÁREA COMO PROCEDER
  • 74.
    • NBR 13434:1995– Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Formas, dimensões e cores – Padronização. • NBR 13435:1995 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Procedimento • NBR 13437:1995 – Símbolos gráficos para sinalização contra incêndio e pânico – Simbologia • NBR 7500:2000 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais. • Projeto de Norma ABNT 24:204.02-003 – jul:1999 – Produtos fotoluminescentes para sinalização de emergência. • Manual da Brigada de Incêndios de São Paulo – SP, 2008. •Imagens meramente ilustrativas. REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para mais esclarecimentos, consultar as seguintes bibliografias:
  • 75.
    Devemos ter aciência e o compromisso de entender que todos estamos envolvidos, seja Combatendo de forma direta ou indireta (Treinando e Conscientizando) para preservar a Vida e o Patrimônio. PRINCÍPIOS DE COMBATE À INCÊNDIO E EVACUAÇÃO