NR-23 Proteção Contra Incêndio
PREPARAO PRÉVIO
ESTAR EM DIA COM OS DOCUMENTOS DO
BOMBEIRO;
MANUTENÇÃO EM DIA;
EQUIPAMENTOS ADEQUADOS AO RISCO;
SINALIZAÇÃO;
FAMILIARIZAÇÃO DOS OCUPANTES;
Fatores de Êxito na Prevenção de Incêndio
COMBATER DE IMEDIATO NOS PRIMEIROS
CINCO MINUTOS;
DAR O ALARME DE INCÊNDIO;
DESLIGAR A ENERGIA ELÉTRICA;
ACIONAR OS BOMBEIROS;
SABER AVALIAR O INCÊNDIO;
Princípios Básicos do Fogo
É UMA COMBUSTÃO NA QUAL PODEMOS VISUALIZAR
PRODUÇÃO DE CHAMAS COM A LIBERAÇÃO DE ENERGIA
(CALOR E LUZ)
COMBUSTÃO
É UMA REAÇÃO QUIMICA ENTRE DOIS REAGENTES,
COMBUSTÍVEL E COMBURENTE, MEDIANTE UMA
CONDIÇÕES FAVORÁVEL, O CALOR
INCÊNDIO
É O FOGO QUE FOGE DO CONTROLE
Teoria do Fogo
Para que exista o
fogo, é necessário
a condição favorável,
juntamente com os quatro
elementos citados ao
lado, que são os
comburente (ou oxigênio),
o combustível , o calor e
a reação em cadeia.
Tetraedo do Fogo
Combustível
É o material oxidável capaz de reagir com o
comburente (em geral o oxigênio) numa reação de
combustão.
Em síntese, é toda substância que possui a
propriedade de queimar em superfície e/ou
profundidade.
Combustível
Pode apresentar-se nos seguintes estados físicos:
 Sólido: madeira, papel, plástico, tecidos e
borracha;
 Líquido: álcool, éter e gasolina;
 Gasoso: acetileno, butano e propano.
Combustível
 Nos combustíveis sólidos, o que entra em
combustão não é o corpo em si, mas os vapores
desprendidos;
 Os combustíveis líquidos também não ardem, os
vapores desprendidos da sua superfície é que entram
em combustão.
Combustível
Os combustíveis gasosos são os gases
acondicionados nas seguintes formas: liquefeitos,
comprimidos e em tubulações.
 Existem duas classes de gases:
• Comburentes: aqueles que possibilitam a existência da combustão (
oxigênio);
• Gases Inertes: servem para suprimir a combustão – agentes
extintores ( gás carbônico, nitrogênio).
Comburente ou Oxigênio
É o ativador do fogo e dá vida às chamas.
O ar que respiramos possui 21% de oxigênio.
De 0 a 8% de O2 Não ocorre
De 8 a 16% de O2 Lenta
Mais de 16% de O2 Viva
Calor
É o agente que dá inicio ao processo de combustão.
O calor faz com que o material combustível, seja ele
qual for, libere vapores suficientes para a ignição
acontecer.
Reação em Cadeia
É o processo de sustentabilidade da combustão, pela
presença de radicais livres, que são formados
durante o processo de queima do combustível.
Reação em Cadeia
Representa-se da seguinte forma:
 A reação em cadeia vai ter uma velocidade de
propagação relacionada com diversos fatores:
temperatura, umidade do ar, características do
material combustível, forma física deste material e
condições de ventilação;
Reação em Cadeia
 Pode ser classificada como: oxidação lenta,
combustão simples, deflagração, detonação e
explosão;
 O parametro usado para diferenciar cada tipo de
reação é a velocidade de propagação.
Reação em Cadeia
 Oxidação lenta: é quando a energia despendida na reação
é dissipada para o ambiente sem criar aumento da temperatura
na área atingida.
 Combustão simples: é quando há a percepção da
propagação, porém, a velocidade é inferior a 1m/s.
 Deflagração: é quando a velocidade de propagação é
superior a 1m/s, mas inferior a 400 m/s.
Reação em Cadeia
 Detonação: é quando a velocidade de propagação é
superior a 400 m/s.
 Explosão: é quando as ondas de pressão formadas na
deflagração ou detonação produzem efeito destrutivo.
Propagação do Fogo
 O calor é uma espécie de energia e, por isso,
transmite-se passando de um corpo a outro.
 Essa passagem pode ocorrer de três maneiras:
condução, radiação e convecção.
Propagação do Fogo
Condução
 É o processo pelo qual o calor é transmitido de um
corpo a outro por contato direto;
 A quantidade de calor transmitido depende do
fato de o material ser ou não bom condutor de calor.
Propagação do Fogo
Radiação
 É a transmissão do calor por meio de ondas;
 Todos os corpos quentes emitem radiação em
todas as direções, que vão atingir os corpos frios.
Propagação do Fogo
Convecção
 É a transmissão de calor por meio de correntes
circulatórias originadas na fonte;
 É a forma característica de transmissão de calor
nos líquidos e gases que, pelo aquecimento, as partes
quentes tendem a subir e as partes frias a descer.
Propagação do Fogo
Convecção
 Acontece quando, por exemplo, temos um incêndio
em um edifício onde os andares mais baixos estão
incendiados e os gases aquecidos sobem pelas
aberturas verticais ( elevadores, tubulações de ar),
atingindo combustíveis dos andares superiores,
provocando outros focos de incêndio.
OS MÉTODOS DE EXTINÇÃO VISAM
RETIRAR UM, OU MAIS DE UM, DOS
QUATRO COMPONENTES O TETRAEDRO
DO FOGO, AO FALTAR QUALQUER
UM DOS QUATRO COMPONENTES
O FOGO NÃO EXISTIRÁ
Métodos de Extinção de Incêndio
AO JOGARMOS ÁGUA EM UM INCÊNDIO,
ESTAREMOS RESFRIANDO, OU SEJA,
RETIRANDO O COMPONENTE CALOR.
Métodos de Extinção de Incêndio
AO ABAFARMOS, IMPEDIREMOS QUE OXIGÊNIO
ENTRE NA REAÇÃO, ESTAREMOS RETIRANDO
O COMPONENTE COMBURENTE (OXIGÊNIO)
Métodos de Extinção de Incêndio
AO SEPARARMOS O COMBUSTÍVEL DA REAÇÃO,
ESTAREMOS ISOLANDO, COMO POR EXEMPLO,
SE ABRIR UMA TRILHA (ACEIRO) NO MATO
PARA QUE O FOGO NÃO PASSE.
DESTA FORMA ESTAREMOS TIRANDO
O COMPONENTE COMBUSTÍVEL
Métodos de Extinção de Incêndio
Classificação dos Incêndios
CARACTERÍSTICA
QUEIMA NA SUPERFÍCIE E EM
PROFUNDIDADE
QUEIMA DEIXANDO
RESÍDUOS OU CINZAS
EXEMPLOS
PAPEL BORRACHA
TECIDO MADEIRA
Classe A
Necessitam, para sua extinção, do efeito de
resfriamento: a água ou solução que a contenha em
grande porcentagem.
CARACTERÍSTICAS
QUEIMA SOMENTE NA SUPERFÍCIE E
NÃO QUEIMA
EM PROFUNDIDADE
NÃO DEIXANDO RESÍDUOS OU CINZAS
GASOLINA
ACETONA
ÉTER
GÁS DE COZINHA
ÁLCOOL
EXEMPLOS
Classe B
Necessitam, para sua extinção, do sistema
de abafamento.
CLASSE C
CARACTERÍSTICA
MATERIAL ELÉTRICOS ENERGIZADO
MOTORES
TRANSFORMADORES
QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO
FIOS
EXEMPLOS
Classe C
Exige-se, para sua extinção, um meio não
condutor de energia elétrica (extintor de
CO2).
CLASSE D
METAIS COMBUSTÍVEIS
ESTES METAIS SÃO ENCONTRADOS EM FÁBRICAS
E INDUSTRIAS AUTOMOBILÍSTICA POR EXEMPLOS
RASPA DE ZINCO. LIMALHA DE MAGNÉSIO, ETC.
MAGNÉSIO SELÊNIO
LÍTIO
ANTIMÔNIO
EXEMPLOS
POTÁSSIO
Classe D
Queimam em altas temperaturas.
Para apagá-lo são utilizados pós especiais,
que separam o incêndio do ar atmosférico
pelo abafamento.
CLASSE K
São classificados como fogo
em óleo e gordura em cozinhas
Utiliza-se pó químico
umedecido para a
extinção
ÁGUA CO2 PQS ESPUMA
Alguns Tipos de Extintores
CLASSE A: SIM
CLASSE B: NÃO
CLASSE C: NÃO
CLASSE D: NÃO
ÁGUA-10 L
RESFRIAMENTO
Extintor de Água
DURAÇÃO DE 60 SEGUNDO;
PESA MAIS OU MENOS 12 Kg;
ALCANÇA 7 METROS E MEIO;
ÁGUA TEM GRANDE PODER DE
INFILTRAÇÃO;
EFICIENTE EM INCÊNDIO
CLASSE “A” QUE QUEIMA EM
SUPERFÍCIE E PROFUNDIDADE;
ATACA O FOGO DIRIGINDO JATO
PARA SUA BASE.
Extintor de Água - Baixa Pressão
CO2
06 Kg
ABAFAMENTO E RESFRIMANTO
CLASSE A: NÃO
CLASSE B: SIM
CLASSE C: SIM
CLASSE D: NÃO
Extintor de CO2 - Alta Pressão
CHAPA DE 8 MM – SEM SOLDA;
DURAÇÃO DE 45 SEGUNDO;
FORMA DE GELO SECO QUE QUEIMA;
POSSUI DIFUSOR;
2.100 LIBRAS DE PRESSÃO;
NÃO POSSUI MANÔMETRO;
APÓS 6 MESES, PESAR E SE ESTIVER
CONSTANDO PERDA DE MAIS DE 10%
DE CARGA, ENVIAR PARA RECARGA;
PESA 22 Kg. CARREGADO,
16 Kg. VAZIO;
ATACA O FOGO, PROCURANDO
ABAFAR TODA A ÁREA ATINGIDA.
Extintor de CO2 - Alta Pressão
PQS
PÓ QUÍMICO
SECO
4 Kg
ABAFAMENTO
CLASSE A: SIM
CLASSE B: SIM
CLASSE C: NÃO
CLASSE D: NÃO
Extintor Pó Químico - Alta Pressão
DURAÇÃO DE 50 SEGUNDO;
PÓ BICARBONATO;
POSSUI MANOMETRO;
VERDE PRESSÃO NORMAL;
VERMELHO PRESSÃO INSUFICIENTE;
NÃO SE UTILIZA NA BASE DO FOGO;
USAR FORMANDO NUVEM POR CIMA
DAS CHAMAS;
ATACA O FOCO PROCURANDO FORMAR
UMA NUVEM DE PÓ A FIM DE COBRIR
A ÁREA ATINGIDA.
Extintor PQS -Alta Pressão
ESPUMA
QUÍMICA
10 LITROS
ABAFAMENTO E RESFRIAMENTO
CLASSE A: SIM
CLASSE B: SIM
CLASSE C: NÃO
CLASSE D: NÃO
Extintor Espuma Química
ROMPA O LACRE E APERTE
O GATILHO, DIRIGINDO O
DIFUSOR PARA A BASE DO
FOGO. NÃO TOQUE NO
DIFUSOR, PODERÁ GELAR
E “COLAR” NA PELE
CAUSANDO LESÕES
Modo de Usar os Extintores
Mangueiras
 Confecciondas em fibra sintética, com
revestimento interno (tubo);
 Produzida com composto de borracha ulcanizada,
medindo entre 15 e 30 m.
Hidrantes
Dispositivos vinculados à rede hidráulica e
destinado ao serviço de combate a incêndios;
 Pode-se considerar quatro tipos de hidrantes que
obedecem a determinada características em razão
do emprego e funcionamento.
Hidrantes
Hidrante Urbano
 Localizado nos passeios públicos, destina-se a
abastecer as viaturas do corpo de bombeiros.
 É interligado à rede pública de abastecimento de
água da cidade.
Hidrantes
Hidrante de Recalque
 Localizado nos passeios públicos ou na área
externa de edificações, destina-se ao envio de
água para a canalização de incêndio de uma
edificação.
 Sua instalação é abaixo do nível do passeio.
Hidrantes
Hidrante Interno
 Localizado na parte interna dos abrigos metálicos,
onde também ficam as mangueiras, chave de
mangueira e esguichos.
 Sua instalação é no interior de prédios
residenciais, comerciais ou industriais a uma
altura máxima de 1,30 m, e acoplado às mangueiras
e esguichos.
Hidrantes
Hidrante Externo
 É instalado no interior de abrigos ou for a deles,
nas paredes externas das edificações ou próximo
a elas, em suportes metálicos ou muretas de
sustentação.
ALGUNS COMPONENTES DOS HIDRANTES
Sprinklers- Chuveiros Automáticos
São chuveiros automáticos para compor um sistemas
de combate a incêndio, geralmente, comandados por
uma válvula de governo e alarme, que em situação
normal funciona como uma válvula de retenção.
Sprinklers- Chuveiros Automáticos
A partir do acionamento de um ou mais bicos de
sprinkler, libera-se o fluxo de água para o
abastecimento da rede e , ao mesmo tempo, um fluxo
de água é derivado para um motor de alarme
hidráulico que acusa o princípio de incêndio por meio
de um sinal sonoro.
Sprinklers- Chuveiros Automáticos
Os bicos sensíveis ao calor, à fumaça ou a gases
resultantes de um princípio de combustão, são
distribuídos pelas instalações industriais.
Automaticamente se abrem, permitindo a passagem
do agente extintor, que pode ser água ou gás
carbônico.
Equipamentos de Detecção , Alarme
e Comunicação
A função principal dos alarmes e detectores é de
informar sobre um eventual incêndio.
 Alarmes:
 manuas ou automáticos;
 deve ser audível em todos os setores da área
abrangida pelo sistema de segurança.
Equipamentos de Detecção , Alarme
e Comunicação
Detectores de fumaça, de calor e de temperatura
acionam automaticamente os alarmes.
MANDAR OS EXTINTORES SEMPRE VAZIO PARA
RECARGA;
APRENDA A USAR OS EXTINTOR DE INCÊNDIO;
CONHEÇA OS LOCAIS ONDE ESTÃO INSTALADOS OS
OUTROS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO AO FOGO;
NUNCA OBSTRUA OS ACESSOS AO EXTINTORES OU
HIDRANTES;
NÃO MÊXA NOS EXTINTORES DE INCÊNDIO E
HIDRANTES A MENOS QUE SEJA NECESSÁRIO
A SUA UTILIZAÇÃO OU REVISÃO PERIODICA.
Recomendações
Todas as empresas deverão possuir:
a) proteção contra incêndio;
b) saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço,
em caso de incêndio;
c) equipamento suficiente para combater o fogo em seu início;
d) pessoas adestradas no uso correto desses equipamentos;
e) Saídas,
NR- 23 Disposições gerais
Os locais de trabalho deverão dispor de saídas, em
número suficiente e dispostas de modo que aqueles que
se encontrem nesses locais possam abandoná-los com
rapidez e segurança, em caso de emergência.
Disposições gerais
Tão cedo o fogo se manifeste, cabe:
a) acionar o sistema de alarme;
b) chamar imediatamente o Corpo de Bombeiros;
c) desligar máquinas e aparelhos elétricos, quando a
operação do desligamento não envolver riscos adicionais;
d) atacá-lo, o mais rapidamente possível, pelos meios
adequados.
Combate ao Fogo
As máquinas e aparelhos elétricos que não devam ser
desligados em caso de incêndio deverão conter placa com
aviso referente a este fato, próximo à chave de
interrupção.
Combate ao Fogo
Poderão ser exigidos, para certos tipos de indústria ou
de atividade em que seja grande o risco de incêndio,
requisitos especiais de construção, tais como portas e
paredes corta-fogo ou diques ao redor de reservatórios
elevados de inflamáveis.
Combate ao Fogo
Os exercícios de combate ao fogo deverão ser feitos
periodicamente, objetivando:
a) que o pessoal grave o significado do sinal de alarme;
b) que a evacuação do local se faça em boa ordem;
c) que seja evitado qualquer pânico;
d) que sejam atribuídas tarefas e responsabilidades específicas aos
empregados;
e) que seja verificado se a sirene de alarme foi ouvida em todas as
áreas.
Exercício de Alerta
Nas fábricas que mantenham equipes organizadas de
bombeiros, os exercícios devem se realizar
periodicamente, de preferência, sem aviso e se
aproximando, o mais possível, das condições reais de luta
contra o incêndio.
Exercício de Alerta
As fábricas ou estabelecimentos que não mantenham
equipes de bombeiros deverão ter alguns membros do
pessoal operário, bem como os guardas e vigias,
especialmente exercitados no correto manejo do
material de luta contra o fogo e o seu emprego.
Exercício de Alerta
FIM
TEL. DO CORPO DE
BOMBEIROS NO
BRASIL
193

Aulanr23 140214173526-phpapp01

  • 1.
  • 2.
    PREPARAO PRÉVIO ESTAR EMDIA COM OS DOCUMENTOS DO BOMBEIRO; MANUTENÇÃO EM DIA; EQUIPAMENTOS ADEQUADOS AO RISCO; SINALIZAÇÃO; FAMILIARIZAÇÃO DOS OCUPANTES; Fatores de Êxito na Prevenção de Incêndio
  • 3.
    COMBATER DE IMEDIATONOS PRIMEIROS CINCO MINUTOS; DAR O ALARME DE INCÊNDIO; DESLIGAR A ENERGIA ELÉTRICA; ACIONAR OS BOMBEIROS; SABER AVALIAR O INCÊNDIO; Princípios Básicos do Fogo
  • 4.
    É UMA COMBUSTÃONA QUAL PODEMOS VISUALIZAR PRODUÇÃO DE CHAMAS COM A LIBERAÇÃO DE ENERGIA (CALOR E LUZ) COMBUSTÃO É UMA REAÇÃO QUIMICA ENTRE DOIS REAGENTES, COMBUSTÍVEL E COMBURENTE, MEDIANTE UMA CONDIÇÕES FAVORÁVEL, O CALOR INCÊNDIO É O FOGO QUE FOGE DO CONTROLE Teoria do Fogo
  • 5.
    Para que existao fogo, é necessário a condição favorável, juntamente com os quatro elementos citados ao lado, que são os comburente (ou oxigênio), o combustível , o calor e a reação em cadeia. Tetraedo do Fogo
  • 6.
    Combustível É o materialoxidável capaz de reagir com o comburente (em geral o oxigênio) numa reação de combustão. Em síntese, é toda substância que possui a propriedade de queimar em superfície e/ou profundidade.
  • 7.
    Combustível Pode apresentar-se nosseguintes estados físicos:  Sólido: madeira, papel, plástico, tecidos e borracha;  Líquido: álcool, éter e gasolina;  Gasoso: acetileno, butano e propano.
  • 8.
    Combustível  Nos combustíveissólidos, o que entra em combustão não é o corpo em si, mas os vapores desprendidos;  Os combustíveis líquidos também não ardem, os vapores desprendidos da sua superfície é que entram em combustão.
  • 9.
    Combustível Os combustíveis gasosossão os gases acondicionados nas seguintes formas: liquefeitos, comprimidos e em tubulações.  Existem duas classes de gases: • Comburentes: aqueles que possibilitam a existência da combustão ( oxigênio); • Gases Inertes: servem para suprimir a combustão – agentes extintores ( gás carbônico, nitrogênio).
  • 10.
    Comburente ou Oxigênio Éo ativador do fogo e dá vida às chamas. O ar que respiramos possui 21% de oxigênio. De 0 a 8% de O2 Não ocorre De 8 a 16% de O2 Lenta Mais de 16% de O2 Viva
  • 11.
    Calor É o agenteque dá inicio ao processo de combustão. O calor faz com que o material combustível, seja ele qual for, libere vapores suficientes para a ignição acontecer.
  • 12.
    Reação em Cadeia Éo processo de sustentabilidade da combustão, pela presença de radicais livres, que são formados durante o processo de queima do combustível.
  • 13.
    Reação em Cadeia Representa-seda seguinte forma:  A reação em cadeia vai ter uma velocidade de propagação relacionada com diversos fatores: temperatura, umidade do ar, características do material combustível, forma física deste material e condições de ventilação;
  • 14.
    Reação em Cadeia Pode ser classificada como: oxidação lenta, combustão simples, deflagração, detonação e explosão;  O parametro usado para diferenciar cada tipo de reação é a velocidade de propagação.
  • 15.
    Reação em Cadeia Oxidação lenta: é quando a energia despendida na reação é dissipada para o ambiente sem criar aumento da temperatura na área atingida.  Combustão simples: é quando há a percepção da propagação, porém, a velocidade é inferior a 1m/s.  Deflagração: é quando a velocidade de propagação é superior a 1m/s, mas inferior a 400 m/s.
  • 16.
    Reação em Cadeia Detonação: é quando a velocidade de propagação é superior a 400 m/s.  Explosão: é quando as ondas de pressão formadas na deflagração ou detonação produzem efeito destrutivo.
  • 17.
    Propagação do Fogo O calor é uma espécie de energia e, por isso, transmite-se passando de um corpo a outro.  Essa passagem pode ocorrer de três maneiras: condução, radiação e convecção.
  • 18.
    Propagação do Fogo Condução É o processo pelo qual o calor é transmitido de um corpo a outro por contato direto;  A quantidade de calor transmitido depende do fato de o material ser ou não bom condutor de calor.
  • 19.
    Propagação do Fogo Radiação É a transmissão do calor por meio de ondas;  Todos os corpos quentes emitem radiação em todas as direções, que vão atingir os corpos frios.
  • 20.
    Propagação do Fogo Convecção É a transmissão de calor por meio de correntes circulatórias originadas na fonte;  É a forma característica de transmissão de calor nos líquidos e gases que, pelo aquecimento, as partes quentes tendem a subir e as partes frias a descer.
  • 21.
    Propagação do Fogo Convecção Acontece quando, por exemplo, temos um incêndio em um edifício onde os andares mais baixos estão incendiados e os gases aquecidos sobem pelas aberturas verticais ( elevadores, tubulações de ar), atingindo combustíveis dos andares superiores, provocando outros focos de incêndio.
  • 22.
    OS MÉTODOS DEEXTINÇÃO VISAM RETIRAR UM, OU MAIS DE UM, DOS QUATRO COMPONENTES O TETRAEDRO DO FOGO, AO FALTAR QUALQUER UM DOS QUATRO COMPONENTES O FOGO NÃO EXISTIRÁ Métodos de Extinção de Incêndio
  • 23.
    AO JOGARMOS ÁGUAEM UM INCÊNDIO, ESTAREMOS RESFRIANDO, OU SEJA, RETIRANDO O COMPONENTE CALOR. Métodos de Extinção de Incêndio
  • 24.
    AO ABAFARMOS, IMPEDIREMOSQUE OXIGÊNIO ENTRE NA REAÇÃO, ESTAREMOS RETIRANDO O COMPONENTE COMBURENTE (OXIGÊNIO) Métodos de Extinção de Incêndio
  • 25.
    AO SEPARARMOS OCOMBUSTÍVEL DA REAÇÃO, ESTAREMOS ISOLANDO, COMO POR EXEMPLO, SE ABRIR UMA TRILHA (ACEIRO) NO MATO PARA QUE O FOGO NÃO PASSE. DESTA FORMA ESTAREMOS TIRANDO O COMPONENTE COMBUSTÍVEL Métodos de Extinção de Incêndio
  • 26.
  • 27.
    CARACTERÍSTICA QUEIMA NA SUPERFÍCIEE EM PROFUNDIDADE QUEIMA DEIXANDO RESÍDUOS OU CINZAS
  • 28.
  • 29.
    Classe A Necessitam, parasua extinção, do efeito de resfriamento: a água ou solução que a contenha em grande porcentagem.
  • 30.
    CARACTERÍSTICAS QUEIMA SOMENTE NASUPERFÍCIE E NÃO QUEIMA EM PROFUNDIDADE NÃO DEIXANDO RESÍDUOS OU CINZAS
  • 31.
  • 32.
    Classe B Necessitam, parasua extinção, do sistema de abafamento.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
    Classe C Exige-se, parasua extinção, um meio não condutor de energia elétrica (extintor de CO2).
  • 36.
    CLASSE D METAIS COMBUSTÍVEIS ESTESMETAIS SÃO ENCONTRADOS EM FÁBRICAS E INDUSTRIAS AUTOMOBILÍSTICA POR EXEMPLOS RASPA DE ZINCO. LIMALHA DE MAGNÉSIO, ETC.
  • 37.
  • 38.
    Classe D Queimam emaltas temperaturas. Para apagá-lo são utilizados pós especiais, que separam o incêndio do ar atmosférico pelo abafamento.
  • 39.
    CLASSE K São classificadoscomo fogo em óleo e gordura em cozinhas Utiliza-se pó químico umedecido para a extinção
  • 40.
    ÁGUA CO2 PQSESPUMA Alguns Tipos de Extintores
  • 41.
    CLASSE A: SIM CLASSEB: NÃO CLASSE C: NÃO CLASSE D: NÃO ÁGUA-10 L RESFRIAMENTO Extintor de Água
  • 42.
    DURAÇÃO DE 60SEGUNDO; PESA MAIS OU MENOS 12 Kg; ALCANÇA 7 METROS E MEIO; ÁGUA TEM GRANDE PODER DE INFILTRAÇÃO; EFICIENTE EM INCÊNDIO CLASSE “A” QUE QUEIMA EM SUPERFÍCIE E PROFUNDIDADE; ATACA O FOGO DIRIGINDO JATO PARA SUA BASE. Extintor de Água - Baixa Pressão
  • 43.
    CO2 06 Kg ABAFAMENTO ERESFRIMANTO CLASSE A: NÃO CLASSE B: SIM CLASSE C: SIM CLASSE D: NÃO Extintor de CO2 - Alta Pressão
  • 44.
    CHAPA DE 8MM – SEM SOLDA; DURAÇÃO DE 45 SEGUNDO; FORMA DE GELO SECO QUE QUEIMA; POSSUI DIFUSOR; 2.100 LIBRAS DE PRESSÃO; NÃO POSSUI MANÔMETRO; APÓS 6 MESES, PESAR E SE ESTIVER CONSTANDO PERDA DE MAIS DE 10% DE CARGA, ENVIAR PARA RECARGA; PESA 22 Kg. CARREGADO, 16 Kg. VAZIO; ATACA O FOGO, PROCURANDO ABAFAR TODA A ÁREA ATINGIDA. Extintor de CO2 - Alta Pressão
  • 45.
    PQS PÓ QUÍMICO SECO 4 Kg ABAFAMENTO CLASSEA: SIM CLASSE B: SIM CLASSE C: NÃO CLASSE D: NÃO Extintor Pó Químico - Alta Pressão
  • 46.
    DURAÇÃO DE 50SEGUNDO; PÓ BICARBONATO; POSSUI MANOMETRO; VERDE PRESSÃO NORMAL; VERMELHO PRESSÃO INSUFICIENTE; NÃO SE UTILIZA NA BASE DO FOGO; USAR FORMANDO NUVEM POR CIMA DAS CHAMAS; ATACA O FOCO PROCURANDO FORMAR UMA NUVEM DE PÓ A FIM DE COBRIR A ÁREA ATINGIDA. Extintor PQS -Alta Pressão
  • 47.
    ESPUMA QUÍMICA 10 LITROS ABAFAMENTO ERESFRIAMENTO CLASSE A: SIM CLASSE B: SIM CLASSE C: NÃO CLASSE D: NÃO Extintor Espuma Química
  • 48.
    ROMPA O LACREE APERTE O GATILHO, DIRIGINDO O DIFUSOR PARA A BASE DO FOGO. NÃO TOQUE NO DIFUSOR, PODERÁ GELAR E “COLAR” NA PELE CAUSANDO LESÕES Modo de Usar os Extintores
  • 49.
    Mangueiras  Confecciondas emfibra sintética, com revestimento interno (tubo);  Produzida com composto de borracha ulcanizada, medindo entre 15 e 30 m.
  • 50.
    Hidrantes Dispositivos vinculados àrede hidráulica e destinado ao serviço de combate a incêndios;  Pode-se considerar quatro tipos de hidrantes que obedecem a determinada características em razão do emprego e funcionamento.
  • 51.
    Hidrantes Hidrante Urbano  Localizadonos passeios públicos, destina-se a abastecer as viaturas do corpo de bombeiros.  É interligado à rede pública de abastecimento de água da cidade.
  • 52.
    Hidrantes Hidrante de Recalque Localizado nos passeios públicos ou na área externa de edificações, destina-se ao envio de água para a canalização de incêndio de uma edificação.  Sua instalação é abaixo do nível do passeio.
  • 53.
    Hidrantes Hidrante Interno  Localizadona parte interna dos abrigos metálicos, onde também ficam as mangueiras, chave de mangueira e esguichos.  Sua instalação é no interior de prédios residenciais, comerciais ou industriais a uma altura máxima de 1,30 m, e acoplado às mangueiras e esguichos.
  • 54.
    Hidrantes Hidrante Externo  Éinstalado no interior de abrigos ou for a deles, nas paredes externas das edificações ou próximo a elas, em suportes metálicos ou muretas de sustentação.
  • 55.
  • 56.
    Sprinklers- Chuveiros Automáticos Sãochuveiros automáticos para compor um sistemas de combate a incêndio, geralmente, comandados por uma válvula de governo e alarme, que em situação normal funciona como uma válvula de retenção.
  • 57.
    Sprinklers- Chuveiros Automáticos Apartir do acionamento de um ou mais bicos de sprinkler, libera-se o fluxo de água para o abastecimento da rede e , ao mesmo tempo, um fluxo de água é derivado para um motor de alarme hidráulico que acusa o princípio de incêndio por meio de um sinal sonoro.
  • 58.
    Sprinklers- Chuveiros Automáticos Osbicos sensíveis ao calor, à fumaça ou a gases resultantes de um princípio de combustão, são distribuídos pelas instalações industriais. Automaticamente se abrem, permitindo a passagem do agente extintor, que pode ser água ou gás carbônico.
  • 59.
    Equipamentos de Detecção, Alarme e Comunicação A função principal dos alarmes e detectores é de informar sobre um eventual incêndio.  Alarmes:  manuas ou automáticos;  deve ser audível em todos os setores da área abrangida pelo sistema de segurança.
  • 60.
    Equipamentos de Detecção, Alarme e Comunicação Detectores de fumaça, de calor e de temperatura acionam automaticamente os alarmes.
  • 61.
    MANDAR OS EXTINTORESSEMPRE VAZIO PARA RECARGA; APRENDA A USAR OS EXTINTOR DE INCÊNDIO; CONHEÇA OS LOCAIS ONDE ESTÃO INSTALADOS OS OUTROS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO AO FOGO; NUNCA OBSTRUA OS ACESSOS AO EXTINTORES OU HIDRANTES; NÃO MÊXA NOS EXTINTORES DE INCÊNDIO E HIDRANTES A MENOS QUE SEJA NECESSÁRIO A SUA UTILIZAÇÃO OU REVISÃO PERIODICA. Recomendações
  • 62.
    Todas as empresasdeverão possuir: a) proteção contra incêndio; b) saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de incêndio; c) equipamento suficiente para combater o fogo em seu início; d) pessoas adestradas no uso correto desses equipamentos; e) Saídas, NR- 23 Disposições gerais
  • 63.
    Os locais detrabalho deverão dispor de saídas, em número suficiente e dispostas de modo que aqueles que se encontrem nesses locais possam abandoná-los com rapidez e segurança, em caso de emergência. Disposições gerais
  • 64.
    Tão cedo ofogo se manifeste, cabe: a) acionar o sistema de alarme; b) chamar imediatamente o Corpo de Bombeiros; c) desligar máquinas e aparelhos elétricos, quando a operação do desligamento não envolver riscos adicionais; d) atacá-lo, o mais rapidamente possível, pelos meios adequados. Combate ao Fogo
  • 65.
    As máquinas eaparelhos elétricos que não devam ser desligados em caso de incêndio deverão conter placa com aviso referente a este fato, próximo à chave de interrupção. Combate ao Fogo
  • 66.
    Poderão ser exigidos,para certos tipos de indústria ou de atividade em que seja grande o risco de incêndio, requisitos especiais de construção, tais como portas e paredes corta-fogo ou diques ao redor de reservatórios elevados de inflamáveis. Combate ao Fogo
  • 67.
    Os exercícios decombate ao fogo deverão ser feitos periodicamente, objetivando: a) que o pessoal grave o significado do sinal de alarme; b) que a evacuação do local se faça em boa ordem; c) que seja evitado qualquer pânico; d) que sejam atribuídas tarefas e responsabilidades específicas aos empregados; e) que seja verificado se a sirene de alarme foi ouvida em todas as áreas. Exercício de Alerta
  • 68.
    Nas fábricas quemantenham equipes organizadas de bombeiros, os exercícios devem se realizar periodicamente, de preferência, sem aviso e se aproximando, o mais possível, das condições reais de luta contra o incêndio. Exercício de Alerta
  • 69.
    As fábricas ouestabelecimentos que não mantenham equipes de bombeiros deverão ter alguns membros do pessoal operário, bem como os guardas e vigias, especialmente exercitados no correto manejo do material de luta contra o fogo e o seu emprego. Exercício de Alerta
  • 70.
    FIM TEL. DO CORPODE BOMBEIROS NO BRASIL 193