SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 6
Baixar para ler offline
V. 8, n. 2, p. 16-21, abr - jun, 2012.
UFCG - Universidade Federal de Campina Grande.
Centro de Saúde e Tecnologia Rural – CSTR. Campus de
Patos – PB. www.cstr.ufcg.edu.br
Revista ACSA:
http://www.cstr.ufcg.edu.br/acsa/
Revista ACSA – OJS:
http://150.165.111.246/ojs-patos/index.php/ACSA
Tarcisio S. M. de Alencar1*
Kaio G. V. Garcia1
Roseano M. da Silva2
Cillas P. da Silva1
Ana V. M. de Aguiar3
_______________________
*Autor para correspondência
Recebido para publicação em 10/02/2012. Aprovado em
20/05/2012.
1
Aluno de Graduação em Agronomia, Universidade Federal
Rural do Semiárido (UFERSA). Mossoró – RN.
tarcisio_martins10@yahoo.com.br;
kaiovieira88@hotmail.com; cillaspollicarto@hotmail.com
2
Bolsista de Mestrado (Agronomia/Fitotecnia) CAPES,
Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA).
Mossoró – RN. roseanomedeiros@ufersa.edu.br
3
Bolsista de Mestrado (Agronomia/Ciência do Solo) CAPES,
Universidade Federal da Paraíba (UFERSA), Centro de
Ciências Agrárias. Areia – PB. ana_aguiar_@live.com
AGROPECUÁRIA CIENTÍFICA NO SEMIÁRIDO – ISSN 1808-6845
Artigo Científico
Posições da semeadura e tratamento físico
da semente na germinação e crescimento
de porta-enxerto de mangueira ‘Espada’
RESUMO
Este trabalho teve como objetivo avaliar o índice de velocidade de
emergência, germinação e crescimento inicial de porta-enxerto de
mangueira ‘Espada’ sob diferentes posições de plantio e tratamento
físico da semente. O delineamento experimental adotado foi em blocos
ao acaso, em esquema fatorial 2x3, formado pela combinação de duas
posições de plantio (ventral e vertical) e três tratamentos da semente
(sem tegumento, parcialmente sem tegumento e com tegumento), com
quatro repetições e seis plantas por parcela. Avaliou-se o índice de
velocidade de emergência e porcentagem de germinação e aos 90 dias
após a semeadura foi avaliado o comprimento do sistema radicular,
parte aérea e total, número de folhas, diâmetro do caule e matéria seca
da raiz, parte aérea e total da planta. A combinação posição ventral por
ocasião da semeadura e tratamento da semente sem tegumento
favoreceram uma estabilização da germinação mais precoce (21,50
dias). A remoção total do tegumento favoreceu uma maior porcentagem
de germinação (93,75%). A combinação posição ventral de semeadura e
remoção total do tegumento da semente proporciona mudas mais
vigorosas, aptas ao processo de enxertia em um menor número de dias.
Palavras-chave: Mangifera indica L., propagação, semente.
Positions of sowing and physical treatment
on seed germination and growth of rootstocks
of mango tree 'Espada'
ABSTRACT
This study aimed to assess the rate of speed of emergence, germination
and early growth of rootstocks of mango 'Espada' positions under
different physical treatment and planting the seed. The experimental
design was in randomized blocks in factorial scheme 2x3, formed by
combining two planting positions (ventral and vertical) and three seed
treatments (no coat, no partially coat and seed coat), with four
replications and six plants per plot. We evaluated the rate of emergence
speed and percentage of germination and 90 days after sowing was
rated the length of the root, shoot and total leaf number, stem diameter
and dry mass of root, shoot and total plant. The combination of the
prone position during sowing seed treatment and seed coat without a
stabilization of the favored early germination (21.50 days). Total
removal of the seedcoat improved percentage greater germination
(93.75%). The combination ventral position of sowing and total
removal of the seed coat provides more vigorous seedlings, suitable for
grafting into a smaller number of days.
Keywords: Mangifera indica L., propagation, seed.
T. S. M. de Alencar et al.
ACSA – Agropecuária Científica no Semi-Árido, v.8, n.2, p.16-21, abr-jun, 2012
17
INTRODUÇÃO
A mangueira (Mangífera Indica L.) é
considerada uma das mais importantes frutas
tropicais cultivadas no mundo. O Brasil é o sétimo
produtor mundial de manga, tendo como maior
região produtora o Nordeste, com destaque para o
pólo Petrolina/Juazeiro, cuja produção, de 1990 até
2008, sempre representou pelo menos 47% da
produção nacional da manga, direcionada
majoritariamente para o consumo interno, já que
em média apenas 12% da produção é exportada
(IBGE, 2010).
No Rio Grande do Norte, no Vale do Açu,
mais especificamente na região de Ipanguaçu, a
produção é pequena quando comparada a do Vale
do São Francisco, mas apresenta qualidade superior
nos primeiros meses do ano, devido às
características climáticas mais favoráveis
(EXPORT HELPDESK, 2011). Segundo
Mendonça et al. (2003), as cultivares mais
plantadas no Estado para exportação são: Tommy
Atkins, Van Dyke e Haden.
A propagação da mangueira comumente
utilizada pela maioria dos produtores é pela forma
assexuada por enxertia, tendo em vista a
transferência de suas qualidades superiores como
pequeno porte e tolerantes a pragas e doenças,
principalmente à seca da mangueira. Uma das
cultivares mais utilizada para porta-enxerto na
região nordeste é a ‘Espada’.
Para a escolha das sementes para
produção dos porta-enxertos é de fundamental
importância que as sementes sejam extraídas de
frutos sadios, bem formados e maduros, pois a
qualidade da muda influencia diretamente no vigor
e desenvolvimento da planta. A mangueira possui
sementes recalcitrantes, ou seja, intolerantes a
dessecação (ROBERTS, 1972), que são
constituídas por um tegumento que dificulta a sua
germinação. Paiva (2004) recomenda que, a
semeadura deve ser feita logo após o tratamento da
semente, porque o percentual de germinação
diminui sensivelmente nos primeiros 5 dias, a
amêndoa deve ser colocada com a face ventral
voltada para baixo, a uma profundidade de 3 a 5
cm para facilitar o processo de germinação. Santos
et al. (2009) afirmam que, para aumentar a
uniformidade na germinação das sementes e
melhorar o desenvolvimento das plântulas, são
recomendados diversos tipos de tratamentos físicos
e/ou químicos.
Este trabalho teve como objetivo avaliar o
índice de velocidade de emergência, germinação e
crescimento inicial de porta-enxertos de mangueira
‘Espada’ sob diferentes posições de plantio e
tratamento físico da semente.
MATERIALE MÉTODOS
O experimento foi conduzido no viveiro
de produção de mudas (50% de interceptação de
entrada de luz), do Departamento de Ciências
Vegetais da Universidade Federal Rural do
Semiárido – UFERSA, no período de novembro de
2011 a fevereiro de 2012.
Realizou-se a seleção e coleta dos frutos,
em plantas de pé franco provenientes da cultivar
espada. As sementes foram extraídas de frutos
maduros, tratadas segundo o delineamento
disposto. Logo após, as mesmas foram retiradas da
polpa com o auxílio de uma faca, cortando-as rente
ao caroço e escovando, em seguida, lavadas em
água corrente e colocadas para secar em local
sombreado e arejado durante 24 horas.
A semeadura foi realizada a 3 cm de
profundidade, no dia 13/11/11, em sacos de
polietileno com capacidade para 1litro, contendo
como substrato areia lavada.
O delineamento experimental adotado foi
em blocos ao acaso, em esquema fatorial 2x3
(posição de plantio x tratamento da semente), com
quatro repetições e seis plantas por parcela. Os
tratamentos formados pelo fator posição da
semente foi o plantio na posição ventral e vertical
combinados com três diferentes tratamentos da
semente (sem tegumento, parcialmente sem
tegumento e com tegumento). A remoção total e
parcial do tegumento das sementes foi realizada
com o auxilio de uma tesoura de poda, no
tratamento da remoção parcial do tegumento, foi
realizado apenas uma abertura longitudinal na parte
dorsal da semente. As sementes com tegumento
foram semeadas intactas, sem nenhum tratamento.
Na fase inicial foram feitas as avaliações
de índice de velocidade de emergência e
porcentagem de germinação. Para a avaliação do
índice de velocidade de emergência, foram feitas
contagens de sementes que apresentavam plântulas
emergidas a cada dois dias, os dados das
observações foram calculados pela formula de
Edmond & Drapala (1958).
IVE (dias) = (N1.G1)+(N2.G2)+.....+(Nn.Gn)
(G1+G2+......+Gn)
Onde: N1 = nº de dias para a primeira
contagem; G1 = nº de plântulas emergidas na
primeira contagem; N2 = nº de dias para a segunda
contagem; G2 = nº de plântulas emergidas na
segunda contagem; Nn = nº de dias para a última
contagem; Gn = nº de plântulas emergidas na
última contagem.
Quando se observou a total estabilização
da emergência, foi contabilizado o número total de
plântulas emergidas para avaliação da porcentagem
de germinação, considerando-se sementes
germinadas, aquelas que apresentavam pelo menos
um embrião formado.
Posições da semeadura e tratamento da semente na germinação e crescimento de porta-enxerto de mangueira ‘Espada’
ACSA – Agropecuária Científica no Semi-Árido, v.8, n.2, p.16-21, abr-jun, 2012
18
Aos 45 dias após a semeadura foi
realizado o desbaste das mudas, selecionando-se o
embrião mais vigoroso, conforme recomendação
de Paiva (2004). Aos 90 dias após a semeadura foi
avaliado o comprimento do sistema radicular, parte
aérea e total, número de folhas, diâmetro do caule
(2 cm do colo) e matéria seca da raiz, parte aérea e
total da planta em estufa de circulação de ar
forçado (65ºC).
Os resultados obtidos foram submetidos à
análise de variância, e as médias estimadas foram
agrupadas pelo teste de Scott-Knott, ao nível de 5%
de probabilidade. Os dados de porcentagem de
germinação foram transformados em
Arco.Seno√X/100 e os dados de contagem
transformados em √X+1 para fins de análise
estatística. As análises foram realizadas com o
auxilio do programa Assistat (versão 7.6 beta) de
Silva (2011).
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise de variância evidenciou uma
interação significativa para os fatores posição de
semeadura e tratamento da semente quanto à
retirada do tegumento antes do plantio. A
combinação posição ventral por ocasião da
semeadura e tratamento da semente sem tegumento
favoreceram uma estabilização da germinação mais
precoce (21,50 dias) medida pelo índice de
velocidade de emergência. A remoção total do
tegumento favoreceu uma maior porcentagem de
germinação (93,75%) (Figura 1).
Figura 1. Médias do índice de velocidade de emergência (IVE dias) e porcentagem de germinação (G % -
) de porta enxerto de mangueira cv. Espada em função do tratamento da semente (sem tegumento,
parcialmente sem tegumento e totalmente com tegumento) e da posição de semeadura ventral ( ) e
vertical ( ). Fatores seguidos da mesma letra minúscula para posição da semeadura e maiúscula para o
tratamento da semente não apresenta diferença significativa pelo teste de Skott-Knott ao nível de 5% de
probabilidade para a variável IVE (dias). Médias seguidas da mesma letra correspondentes ao tratamento
da semente para a variável G (%) não apresenta diferença significativa pelo teste de Skott-Knott ao nível
de 5% de probabilidade.
Observa-se neste estudo, que no plantio de
sementes de manga, associando-se a forma correta
de posição da semeadura e tratamento da semente
com a remoção do tegumento, tem-se um ganho
médio de 15 dias de antecipação da estabilização
da germinação dos porta-enxertos comparando-se
com a posição vertical de semeadura e a não
remoção do tegumento. Chauran et al. (1979),
também observaram melhores índices de
velocidades de germinação com o plantio de manga
cultivar espada, sem a presença do endocarpo.
Paiva (2004) afirma que, a remoção do tegumento
acelera o processo de germinação e obtenção de
mudas mais vigorosas, aptas ao processo de
enxertia em um menor número de dias. Alguns
autores (CAVALCANTE NETO et al., 2011;
SANTOS et al., 2009; CHAURAN et al., 1979),
estudando a remoção do tegumento como
tratamento da semente de mangueira para a
produção de porta-enxerto, observaram que,
sementes plantadas sem endocarpo proporcionaram
uma maior estabilização da emergência, maior
T. S. M. de Alencar et al.
ACSA – Agropecuária Científica no Semi-Árido, v.8, n.2, p.16-21, abr-jun, 2012
19
porcentagem de sementes germinadas, melhores
incrementos de diâmetro, altura e produção de
fitomatéria.
Observa-se que, os tratamentos da
semente com a remoção total do tegumento e
parcialmente sem tegumento, apresentaram
maiores valores de comprimento da parte aérea,
comprimento do sistema radicular e comprimento
total da planta (Figura 2). Isso possivelmente pode
ter sido influenciado pelo fato das plântulas na qual
foi removido o tegumento, terem emergido mais
rapidamente, apresentando maior vigor. Esses
resultados concordam com os obtidos por
Cavalcante Neto et al. (2011), Chauran et al.
(1979) e Santos et al. (2009) estudando a
emergência e taxa de poliembrionia em sementes
de mangueira (Mangifera indica), cultivar
manguita e espada, com e sem tegumento,
indicando que as melhores alturas médias das
plantas de mangueira foram obtidas com o
tratamento sem tegumento.
Figura 2. Médias do comprimento total da planta (CTOTAL - ), comprimento do sistema radicular
(CSR - ) e comprimento da parte aérea (CPA - ) em função de diferentes tratamentos da semente de
mangueira ‘espada’. Média dos tratamentos seguida da mesma letra para cada variável não apresenta
diferença significativa pelo teste de Skott-Knott ao nível de 5% de probabilidade.
Observa-se um maior incremento de
número de folhas e diâmetro do caule (Figura 3)
nos tratamentos da semente sem tegumento e
parcialmente sem tegumento. Esses resultados
concordam com Cavalcante Neto et al. (2011),
onde trabalhando com produção de porta-enxerto
de mangueira (Magnifica indica L.) da variedade
fiapo, utilizando-se diferentes propriedades de
semeadura e tipos de semente, observaram
melhores médias para o diâmetro do caule e
número de folhas no tratamento sem tegumento em
relação ao tratamento com tegumento.
Posições da semeadura e tratamento da semente na germinação e crescimento de porta-enxerto de mangueira ‘Espada’
ACSA – Agropecuária Científica no Semi-Árido, v.8, n.2, p.16-21, abr-jun, 2012
20
Figura 3. Médias do número de folhas (NF - ) e diâmetro do caule (DC - ) em função de diferentes
tratamentos da semente de mangueira ‘espada’. Média dos tratamentos seguida da mesma letra para cada
variável não apresenta diferença significativa pelo teste de Skott-Knott ao nível de 5% de probabilidade.
A remoção total e parcial do tegumento da
semente proporcionou uma maior produção da
matéria seca da parte aérea, matéria seca da raiz e
matéria seca total (Figura 4). Essa maior produção
de fitomatéria está diretamente ligada ao maior
desenvolvimento e vigor das plantas relacionada
aos tratamentos da semente por remoção total e
parcial do tegumento. Souza et al. (2010),
estudando o efeito da presença do tegumento na
germinação de sementes de manga, observaram um
maior vigor das plantas nos tratamentos com
remoção do tegumento.
Figura 4. Médias da matéria seca do sistema radicular (MSSR - ), matéria seca da parte aérea (MSPA -
) e matéria seca total (MST - ) em função de diferentes tratamentos da semente de mangueira
‘espada’. Média dos tratamentos seguida da mesma letra para cada variável não apresenta diferença
significativa pelo teste de Skott-Knott ao nível de 5% de probabilidade.
T. S. M. de Alencar et al.
ACSA – Agropecuária Científica no Semi-Árido, v.8, n.2, p.16-21, abr-jun, 2012
21
A remoção total do tegumento da semente por
ocasião da semeadura associado à posição correta de
plantio influencia diretamente em uma estabilização mais
precoce e maior porcentagem de germinação. Essa técnica
possibilita um ganho de em média 15 dias no processo de
germinação, fazendo com que as mudas fiquem aptas ao
processo de enxertia em um menor tempo. Isso é muito
importante, uma vez que o processo de produção de muda
de mangueira do plantio da semente até a fase final da
muda enxertada é um processo bastante demorado.
CONCLUSÃO
A combinação posição ventral de semeadura e
remoção total do tegumento da semente proporciona
mudas mais vigorosas, aptas ao processo de enxertia em
um menor número de dias.
REFERÊNCIAS
CAVALCANTE NETO, A. A.; FEITOSA, R. B. de S.;
ESPOSITO, H. R.; SILVA, T. F. da; PEREIRA, C. T.
M.; COSTA, C. do N. Produção de porta-enxerto de
mangueira (Mangífera indica L.) da variedade fiapo,
utilizando-se diferentes profundidades de semeadura e
tipos de semente. In: REUNIÃO ANUAL DA SBPC.
63., Goiânia, GO, 2011. Anais. Goiânia, GO:
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência,
2011.
CHAURAN, O.R.; MANICA, I.; PINHEIRO, R.V.R.;
CONDE, A.R.; CHAVES, J.R.P. Efeito do tempo de
armazenamento, corte e fungicida sobre a germinação
das sementes e sobre o crescimento de plântulas de
mangueira (Mangifera indica L.). Revista Ceres,
26(143): 1-12, 1979.
COSTA, M. G. da; CALDAS, A. V. C. e; SOUZA, W. C.
M. de; GURGEL, M. T.; SILVA, R. M. da.
Caracterização nutricional da mangueira ‘tommy
atkins’ sob adubação potássica. Revista Verde de
Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável.
[online], v. 6, n. 2, p. 125-130, 2011.
DIAS, J. M. M; ALEXANDRE, R. S.; FELISMINO, D.
C.; SIQUEIRA, D. L. Propagação da mangueira. In:
ROZANE, D. E.; DAREZZO, R. J.; AGUIAR, R. L.;
AGUILERA, G. H. A.; ZAMBOLIM, L. Manga:
produção integrada, industrialização e comercio.
Viçosa- MG, UFV, 604p. 2004.
EDMOND, J. B.; DRAPALA, W. J. The effects of
temperature, sand and soil, and acetone on germination
of okra seed. Proceedings of the American Society
for Horticultural Science, Itahaca, v. 71, p. 428-434,
1958.
EXPORT HELPDESK. Estatísticas de comércio.
Disponível em:
<http://exporthelp.europa.eu/index_pt.html>. Acesso
em: 15 de junho de 2012.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Produção agrícola municipal – culturas
temporárias e permanentes. Rio de Janeiro, 2010. v.
37.
MENDONÇA, V.; RAMOS, J. D.; MENEZES, J. B.;
INNECCO, R.; PIO, R. Utilização do Paclobutrazol,
Ethephon e Nitrato de Potássio na indução floral da
Mangueira no semi-árido nordestino. Ciência e
Agrotecnologia, Lavras. V.27, n.6, p.1285-1292,
2003.
PAIVA, L. E. Cultivo da Mangueira: Propagação.
Embrapa Semi-Árido, Sistemas de Produção, 2 ISSN
1807-0027 Versão Eletrônica Julho/2004. Disponível
em:<http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/Font
esHTML/Manga/CultivodaMangueira/propagacao>.
Acesso em: 16 de junho de 2012.
ROBERTS, E. H. Storage enviroment and the control of
viability. In: ROBERTS E. H. (ed.) Viability of seeds.
Chapman and Hall Limited, London, p. 14-58, 1972.
SANTOS, J. P. dos; SANTANA, C. V. da S.; SILVA, M.
A.; ROCHA, R. de C. Emergência e taxa de
poliembrionia em sementes de mangueira (Mangifera
indica), cultivar manguita e espada, com e sem
tegumento. Revista Verde de Agroecologia e
Desenvolvimento Sustentável. [online], v. 4, n. 4, p.
49-53, 2009.
SILVA, F.A.S. Software Assistat: Assistência Estatística.
Versão 7.6 beta. Campina Grande: UAEG- CTRN-
UFCG, 2011.
SOUZA, J. R. M. de; FARIAS, M. J. D. C. de; MOURA,
W. K. de S.; SILVA, M. S. L. da; SANTIAGO, R. A.;
MONTARROYOS, A. V. V. Efeito da presença do
tegumento na germinação de sementes de manga cv
tommy atkins. In: Jornada de Ensino, Pesquisa e
Extensão. 10., Recife, PE, 2010. Resumos. Recife, PE:
Universidade Federal Rural do Pernambuco.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Manejo e-praticas-culturais-e-fitossanitario-em-gravioleira-no-cerrado
Manejo e-praticas-culturais-e-fitossanitario-em-gravioleira-no-cerradoManejo e-praticas-culturais-e-fitossanitario-em-gravioleira-no-cerrado
Manejo e-praticas-culturais-e-fitossanitario-em-gravioleira-no-cerrado
daviagr
 

Mais procurados (20)

Acmella oleracea2
Acmella oleracea2Acmella oleracea2
Acmella oleracea2
 
Documentos -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
Documentos  -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemiDocumentos  -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
Documentos -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
 
Seminario caracterizacao aroeira
Seminario caracterizacao aroeiraSeminario caracterizacao aroeira
Seminario caracterizacao aroeira
 
Artigo bioterra v21_n2_03
Artigo bioterra v21_n2_03Artigo bioterra v21_n2_03
Artigo bioterra v21_n2_03
 
Propagacão de plantas frutiferas
Propagacão de plantas frutiferasPropagacão de plantas frutiferas
Propagacão de plantas frutiferas
 
Marcela artigo
Marcela artigoMarcela artigo
Marcela artigo
 
Produção de minicenouras não processadas em função de diferentes
Produção de minicenouras não processadas em função de diferentesProdução de minicenouras não processadas em função de diferentes
Produção de minicenouras não processadas em função de diferentes
 
MÉTODOS DE ENXERTIA NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ACEROLA
MÉTODOS DE ENXERTIA NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ACEROLAMÉTODOS DE ENXERTIA NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ACEROLA
MÉTODOS DE ENXERTIA NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ACEROLA
 
POMAR AGROECOLÓGICO
POMAR AGROECOLÓGICOPOMAR AGROECOLÓGICO
POMAR AGROECOLÓGICO
 
Efeito de terra de diatomáceas e óleo essencial de citronela, Cymbopogon nard...
Efeito de terra de diatomáceas e óleo essencial de citronela, Cymbopogon nard...Efeito de terra de diatomáceas e óleo essencial de citronela, Cymbopogon nard...
Efeito de terra de diatomáceas e óleo essencial de citronela, Cymbopogon nard...
 
Manejo e-praticas-culturais-e-fitossanitario-em-gravioleira-no-cerrado
Manejo e-praticas-culturais-e-fitossanitario-em-gravioleira-no-cerradoManejo e-praticas-culturais-e-fitossanitario-em-gravioleira-no-cerrado
Manejo e-praticas-culturais-e-fitossanitario-em-gravioleira-no-cerrado
 
Artigo bioterra v1_n1_2019_08
Artigo bioterra v1_n1_2019_08Artigo bioterra v1_n1_2019_08
Artigo bioterra v1_n1_2019_08
 
Propagação de flores de vaso
Propagação de flores de vasoPropagação de flores de vaso
Propagação de flores de vaso
 
PRODUÇÃO DE MUDAS DE MARACUJAZEIRO AMARELO SOB ADUBAÇÃO ORGÂNICA
PRODUÇÃO DE MUDAS DE MARACUJAZEIRO AMARELO SOB ADUBAÇÃO ORGÂNICAPRODUÇÃO DE MUDAS DE MARACUJAZEIRO AMARELO SOB ADUBAÇÃO ORGÂNICA
PRODUÇÃO DE MUDAS DE MARACUJAZEIRO AMARELO SOB ADUBAÇÃO ORGÂNICA
 
Horticultura de baixo carbono e segurança hídrica no cultivo de bananeira agr...
Horticultura de baixo carbono e segurança hídrica no cultivo de bananeira agr...Horticultura de baixo carbono e segurança hídrica no cultivo de bananeira agr...
Horticultura de baixo carbono e segurança hídrica no cultivo de bananeira agr...
 
A bananeira BRS conquista em sistema Agroflorestal regenerativo
A bananeira BRS conquista em sistema Agroflorestal regenerativoA bananeira BRS conquista em sistema Agroflorestal regenerativo
A bananeira BRS conquista em sistema Agroflorestal regenerativo
 
Artigo bioterra v14_n2_07
Artigo bioterra v14_n2_07Artigo bioterra v14_n2_07
Artigo bioterra v14_n2_07
 
Avaliaçao de genotipos de cenoura na regiao de cerrado pre amazonico
Avaliaçao de genotipos de cenoura na regiao de cerrado pre amazonicoAvaliaçao de genotipos de cenoura na regiao de cerrado pre amazonico
Avaliaçao de genotipos de cenoura na regiao de cerrado pre amazonico
 
Cultivo do maracujá: Aspectos a serem observados antes da implantação da cultura
Cultivo do maracujá: Aspectos a serem observados antes da implantação da culturaCultivo do maracujá: Aspectos a serem observados antes da implantação da cultura
Cultivo do maracujá: Aspectos a serem observados antes da implantação da cultura
 
Artigo bioterra v20_n2_08
Artigo bioterra v20_n2_08Artigo bioterra v20_n2_08
Artigo bioterra v20_n2_08
 

Semelhante a POSIÇÕES DA SEMEADURA E TRATAMENTO FÍSICO DA SEMENTE NA GERMINAÇÃO E CRESCIMENTO DE PORTA-ENXERTO DE MANGUEIRA 'ESPADA'

Desempenho fisiológico de sementes de abóbora tratadas com fungicidas
Desempenho fisiológico de sementes de abóbora tratadas com fungicidasDesempenho fisiológico de sementes de abóbora tratadas com fungicidas
Desempenho fisiológico de sementes de abóbora tratadas com fungicidas
eamnicoletti
 
Manejo Sustentável e Nutrição Mineral do Nim Indiano
Manejo Sustentável e  Nutrição Mineral do Nim  IndianoManejo Sustentável e  Nutrição Mineral do Nim  Indiano
Manejo Sustentável e Nutrição Mineral do Nim Indiano
Marcio V. O. Motta
 
Viabilidade Técnica da Enxertia em Aceroleira
Viabilidade Técnica da Enxertia em AceroleiraViabilidade Técnica da Enxertia em Aceroleira
Viabilidade Técnica da Enxertia em Aceroleira
Rural Pecuária
 
Variedades de aceroleira com potencial para porta-enxerto
Variedades de aceroleira com potencial para porta-enxertoVariedades de aceroleira com potencial para porta-enxerto
Variedades de aceroleira com potencial para porta-enxerto
Rural Pecuária
 
Esempenho agronômico a campo de híbridos de milho inoculados com azospirillum
Esempenho agronômico a campo de híbridos de milho inoculados com azospirillumEsempenho agronômico a campo de híbridos de milho inoculados com azospirillum
Esempenho agronômico a campo de híbridos de milho inoculados com azospirillum
Leandro Almeida
 
Apostila propagacao de arvores frutiferas
Apostila propagacao de arvores frutiferasApostila propagacao de arvores frutiferas
Apostila propagacao de arvores frutiferas
Lenildo Araujo
 
Avaliação e Seleção de Progênies de Cupuaçuzeiro em Belém, Pará
Avaliação e Seleção de Progênies de Cupuaçuzeiro em Belém, ParáAvaliação e Seleção de Progênies de Cupuaçuzeiro em Belém, Pará
Avaliação e Seleção de Progênies de Cupuaçuzeiro em Belém, Pará
Thiago Pinheiro
 
Novas técnicas recomendadas no manejo de doenças do maracujazeiro
Novas técnicas recomendadas no manejo de doenças do maracujazeiroNovas técnicas recomendadas no manejo de doenças do maracujazeiro
Novas técnicas recomendadas no manejo de doenças do maracujazeiro
Rural Pecuária
 

Semelhante a POSIÇÕES DA SEMEADURA E TRATAMENTO FÍSICO DA SEMENTE NA GERMINAÇÃO E CRESCIMENTO DE PORTA-ENXERTO DE MANGUEIRA 'ESPADA' (20)

Morfologia de flores, frutos e sementes de pau pombo (tapirira guianensis) no...
Morfologia de flores, frutos e sementes de pau pombo (tapirira guianensis) no...Morfologia de flores, frutos e sementes de pau pombo (tapirira guianensis) no...
Morfologia de flores, frutos e sementes de pau pombo (tapirira guianensis) no...
 
EMERGÊNCIA E CRESCIMENTO DE PLÂNTULA DE GOIABEIRA SOB DIFERENTES SUBSTRATOS E...
EMERGÊNCIA E CRESCIMENTO DE PLÂNTULA DE GOIABEIRA SOB DIFERENTES SUBSTRATOS E...EMERGÊNCIA E CRESCIMENTO DE PLÂNTULA DE GOIABEIRA SOB DIFERENTES SUBSTRATOS E...
EMERGÊNCIA E CRESCIMENTO DE PLÂNTULA DE GOIABEIRA SOB DIFERENTES SUBSTRATOS E...
 
Desempenho fisiológico de sementes de abóbora tratadas com fungicidas
Desempenho fisiológico de sementes de abóbora tratadas com fungicidasDesempenho fisiológico de sementes de abóbora tratadas com fungicidas
Desempenho fisiológico de sementes de abóbora tratadas com fungicidas
 
Manejo Sustentável e Nutrição Mineral do Nim Indiano
Manejo Sustentável e  Nutrição Mineral do Nim  IndianoManejo Sustentável e  Nutrição Mineral do Nim  Indiano
Manejo Sustentável e Nutrição Mineral do Nim Indiano
 
DIFERENTES SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃO
DIFERENTES SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃODIFERENTES SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃO
DIFERENTES SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃO
 
Viabilidade Técnica da Enxertia em Aceroleira
Viabilidade Técnica da Enxertia em AceroleiraViabilidade Técnica da Enxertia em Aceroleira
Viabilidade Técnica da Enxertia em Aceroleira
 
COBERTURA DO SOLO COM MATERIAL ORGÂNICO NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DE SORGO F...
COBERTURA DO SOLO COM MATERIAL ORGÂNICO NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DE SORGO F...COBERTURA DO SOLO COM MATERIAL ORGÂNICO NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DE SORGO F...
COBERTURA DO SOLO COM MATERIAL ORGÂNICO NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DE SORGO F...
 
Variedades de aceroleira com potencial para porta-enxerto
Variedades de aceroleira com potencial para porta-enxertoVariedades de aceroleira com potencial para porta-enxerto
Variedades de aceroleira com potencial para porta-enxerto
 
Efeito da adubação verde sobre o crescimento de kalanchoe pinnata (LAM.) PERS.
Efeito da adubação verde sobre o crescimento de kalanchoe pinnata (LAM.) PERS.Efeito da adubação verde sobre o crescimento de kalanchoe pinnata (LAM.) PERS.
Efeito da adubação verde sobre o crescimento de kalanchoe pinnata (LAM.) PERS.
 
Germinação de Pitaia estudo fenológico da cultura custo de produção da instal...
Germinação de Pitaia estudo fenológico da cultura custo de produção da instal...Germinação de Pitaia estudo fenológico da cultura custo de produção da instal...
Germinação de Pitaia estudo fenológico da cultura custo de produção da instal...
 
905-3074-1-PB
905-3074-1-PB905-3074-1-PB
905-3074-1-PB
 
Influence of the Size of Soybean Seeds on Germination, Vigor and Seedling Per...
Influence of the Size of Soybean Seeds on Germination, Vigor and Seedling Per...Influence of the Size of Soybean Seeds on Germination, Vigor and Seedling Per...
Influence of the Size of Soybean Seeds on Germination, Vigor and Seedling Per...
 
INTERAÇÃO ADUBAÇÃO NITROGENADA E AZOSPIRILUM
INTERAÇÃO ADUBAÇÃO NITROGENADA E AZOSPIRILUMINTERAÇÃO ADUBAÇÃO NITROGENADA E AZOSPIRILUM
INTERAÇÃO ADUBAÇÃO NITROGENADA E AZOSPIRILUM
 
Esempenho agronômico a campo de híbridos de milho inoculados com azospirillum
Esempenho agronômico a campo de híbridos de milho inoculados com azospirillumEsempenho agronômico a campo de híbridos de milho inoculados com azospirillum
Esempenho agronômico a campo de híbridos de milho inoculados com azospirillum
 
Apostila de hortaliças orgânicas
Apostila de hortaliças orgânicasApostila de hortaliças orgânicas
Apostila de hortaliças orgânicas
 
Apostila propagacao de arvores frutiferas
Apostila propagacao de arvores frutiferasApostila propagacao de arvores frutiferas
Apostila propagacao de arvores frutiferas
 
Avaliação e Seleção de Progênies de Cupuaçuzeiro em Belém, Pará
Avaliação e Seleção de Progênies de Cupuaçuzeiro em Belém, ParáAvaliação e Seleção de Progênies de Cupuaçuzeiro em Belém, Pará
Avaliação e Seleção de Progênies de Cupuaçuzeiro em Belém, Pará
 
Mandioca
MandiocaMandioca
Mandioca
 
Novas técnicas recomendadas no manejo de doenças do maracujazeiro
Novas técnicas recomendadas no manejo de doenças do maracujazeiroNovas técnicas recomendadas no manejo de doenças do maracujazeiro
Novas técnicas recomendadas no manejo de doenças do maracujazeiro
 
C1 e3 ppt_preparacao_da_droga_vegetal
C1 e3 ppt_preparacao_da_droga_vegetalC1 e3 ppt_preparacao_da_droga_vegetal
C1 e3 ppt_preparacao_da_droga_vegetal
 

Mais de Ana Aguiar

Mais de Ana Aguiar (6)

FERTILIDADE DO SOLO CULTIVADO COM GENÓTIPOS DE MARACUJAZEIRO AMARELO SOB DOSE...
FERTILIDADE DO SOLO CULTIVADO COM GENÓTIPOS DE MARACUJAZEIRO AMARELO SOB DOSE...FERTILIDADE DO SOLO CULTIVADO COM GENÓTIPOS DE MARACUJAZEIRO AMARELO SOB DOSE...
FERTILIDADE DO SOLO CULTIVADO COM GENÓTIPOS DE MARACUJAZEIRO AMARELO SOB DOSE...
 
AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA POLPA DE MARACUJÁ MINIMAMENTE PROCESSADA
AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA POLPA DE MARACUJÁ MINIMAMENTE PROCESSADAAVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA POLPA DE MARACUJÁ MINIMAMENTE PROCESSADA
AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA POLPA DE MARACUJÁ MINIMAMENTE PROCESSADA
 
EFFECT OF BIOFERTILIZAÇÃO ON YELLOW PASSION FRUIT PRODUCTION AND FRUIT QUALITY
EFFECT OF BIOFERTILIZAÇÃO ON YELLOW PASSION FRUIT PRODUCTION AND FRUIT QUALITYEFFECT OF BIOFERTILIZAÇÃO ON YELLOW PASSION FRUIT PRODUCTION AND FRUIT QUALITY
EFFECT OF BIOFERTILIZAÇÃO ON YELLOW PASSION FRUIT PRODUCTION AND FRUIT QUALITY
 
UTILIZAÇÃO DE ESPÉCIES DE PASSIFLORA SPP. COMO PORTA-ENXERTO NO CONTROLE DE D...
UTILIZAÇÃO DE ESPÉCIES DE PASSIFLORA SPP. COMO PORTA-ENXERTO NO CONTROLE DE D...UTILIZAÇÃO DE ESPÉCIES DE PASSIFLORA SPP. COMO PORTA-ENXERTO NO CONTROLE DE D...
UTILIZAÇÃO DE ESPÉCIES DE PASSIFLORA SPP. COMO PORTA-ENXERTO NO CONTROLE DE D...
 
EXPORTAÇÃO DE NUTRIENTES POR FRUTOS DE GOIABEIRA 'PALUMA' EM FUNÇÃO DA ADUBAÇ...
EXPORTAÇÃO DE NUTRIENTES POR FRUTOS DE GOIABEIRA 'PALUMA' EM FUNÇÃO DA ADUBAÇ...EXPORTAÇÃO DE NUTRIENTES POR FRUTOS DE GOIABEIRA 'PALUMA' EM FUNÇÃO DA ADUBAÇ...
EXPORTAÇÃO DE NUTRIENTES POR FRUTOS DE GOIABEIRA 'PALUMA' EM FUNÇÃO DA ADUBAÇ...
 
TEORES DE NUTRIENTES EM FOLHAS DE GOIABEIRA 'PALUMA' EM FUNÇÃO DA ADUBAÇÃO MI...
TEORES DE NUTRIENTES EM FOLHAS DE GOIABEIRA 'PALUMA' EM FUNÇÃO DA ADUBAÇÃO MI...TEORES DE NUTRIENTES EM FOLHAS DE GOIABEIRA 'PALUMA' EM FUNÇÃO DA ADUBAÇÃO MI...
TEORES DE NUTRIENTES EM FOLHAS DE GOIABEIRA 'PALUMA' EM FUNÇÃO DA ADUBAÇÃO MI...
 

POSIÇÕES DA SEMEADURA E TRATAMENTO FÍSICO DA SEMENTE NA GERMINAÇÃO E CRESCIMENTO DE PORTA-ENXERTO DE MANGUEIRA 'ESPADA'

  • 1. V. 8, n. 2, p. 16-21, abr - jun, 2012. UFCG - Universidade Federal de Campina Grande. Centro de Saúde e Tecnologia Rural – CSTR. Campus de Patos – PB. www.cstr.ufcg.edu.br Revista ACSA: http://www.cstr.ufcg.edu.br/acsa/ Revista ACSA – OJS: http://150.165.111.246/ojs-patos/index.php/ACSA Tarcisio S. M. de Alencar1* Kaio G. V. Garcia1 Roseano M. da Silva2 Cillas P. da Silva1 Ana V. M. de Aguiar3 _______________________ *Autor para correspondência Recebido para publicação em 10/02/2012. Aprovado em 20/05/2012. 1 Aluno de Graduação em Agronomia, Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA). Mossoró – RN. tarcisio_martins10@yahoo.com.br; kaiovieira88@hotmail.com; cillaspollicarto@hotmail.com 2 Bolsista de Mestrado (Agronomia/Fitotecnia) CAPES, Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA). Mossoró – RN. roseanomedeiros@ufersa.edu.br 3 Bolsista de Mestrado (Agronomia/Ciência do Solo) CAPES, Universidade Federal da Paraíba (UFERSA), Centro de Ciências Agrárias. Areia – PB. ana_aguiar_@live.com AGROPECUÁRIA CIENTÍFICA NO SEMIÁRIDO – ISSN 1808-6845 Artigo Científico Posições da semeadura e tratamento físico da semente na germinação e crescimento de porta-enxerto de mangueira ‘Espada’ RESUMO Este trabalho teve como objetivo avaliar o índice de velocidade de emergência, germinação e crescimento inicial de porta-enxerto de mangueira ‘Espada’ sob diferentes posições de plantio e tratamento físico da semente. O delineamento experimental adotado foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 2x3, formado pela combinação de duas posições de plantio (ventral e vertical) e três tratamentos da semente (sem tegumento, parcialmente sem tegumento e com tegumento), com quatro repetições e seis plantas por parcela. Avaliou-se o índice de velocidade de emergência e porcentagem de germinação e aos 90 dias após a semeadura foi avaliado o comprimento do sistema radicular, parte aérea e total, número de folhas, diâmetro do caule e matéria seca da raiz, parte aérea e total da planta. A combinação posição ventral por ocasião da semeadura e tratamento da semente sem tegumento favoreceram uma estabilização da germinação mais precoce (21,50 dias). A remoção total do tegumento favoreceu uma maior porcentagem de germinação (93,75%). A combinação posição ventral de semeadura e remoção total do tegumento da semente proporciona mudas mais vigorosas, aptas ao processo de enxertia em um menor número de dias. Palavras-chave: Mangifera indica L., propagação, semente. Positions of sowing and physical treatment on seed germination and growth of rootstocks of mango tree 'Espada' ABSTRACT This study aimed to assess the rate of speed of emergence, germination and early growth of rootstocks of mango 'Espada' positions under different physical treatment and planting the seed. The experimental design was in randomized blocks in factorial scheme 2x3, formed by combining two planting positions (ventral and vertical) and three seed treatments (no coat, no partially coat and seed coat), with four replications and six plants per plot. We evaluated the rate of emergence speed and percentage of germination and 90 days after sowing was rated the length of the root, shoot and total leaf number, stem diameter and dry mass of root, shoot and total plant. The combination of the prone position during sowing seed treatment and seed coat without a stabilization of the favored early germination (21.50 days). Total removal of the seedcoat improved percentage greater germination (93.75%). The combination ventral position of sowing and total removal of the seed coat provides more vigorous seedlings, suitable for grafting into a smaller number of days. Keywords: Mangifera indica L., propagation, seed.
  • 2. T. S. M. de Alencar et al. ACSA – Agropecuária Científica no Semi-Árido, v.8, n.2, p.16-21, abr-jun, 2012 17 INTRODUÇÃO A mangueira (Mangífera Indica L.) é considerada uma das mais importantes frutas tropicais cultivadas no mundo. O Brasil é o sétimo produtor mundial de manga, tendo como maior região produtora o Nordeste, com destaque para o pólo Petrolina/Juazeiro, cuja produção, de 1990 até 2008, sempre representou pelo menos 47% da produção nacional da manga, direcionada majoritariamente para o consumo interno, já que em média apenas 12% da produção é exportada (IBGE, 2010). No Rio Grande do Norte, no Vale do Açu, mais especificamente na região de Ipanguaçu, a produção é pequena quando comparada a do Vale do São Francisco, mas apresenta qualidade superior nos primeiros meses do ano, devido às características climáticas mais favoráveis (EXPORT HELPDESK, 2011). Segundo Mendonça et al. (2003), as cultivares mais plantadas no Estado para exportação são: Tommy Atkins, Van Dyke e Haden. A propagação da mangueira comumente utilizada pela maioria dos produtores é pela forma assexuada por enxertia, tendo em vista a transferência de suas qualidades superiores como pequeno porte e tolerantes a pragas e doenças, principalmente à seca da mangueira. Uma das cultivares mais utilizada para porta-enxerto na região nordeste é a ‘Espada’. Para a escolha das sementes para produção dos porta-enxertos é de fundamental importância que as sementes sejam extraídas de frutos sadios, bem formados e maduros, pois a qualidade da muda influencia diretamente no vigor e desenvolvimento da planta. A mangueira possui sementes recalcitrantes, ou seja, intolerantes a dessecação (ROBERTS, 1972), que são constituídas por um tegumento que dificulta a sua germinação. Paiva (2004) recomenda que, a semeadura deve ser feita logo após o tratamento da semente, porque o percentual de germinação diminui sensivelmente nos primeiros 5 dias, a amêndoa deve ser colocada com a face ventral voltada para baixo, a uma profundidade de 3 a 5 cm para facilitar o processo de germinação. Santos et al. (2009) afirmam que, para aumentar a uniformidade na germinação das sementes e melhorar o desenvolvimento das plântulas, são recomendados diversos tipos de tratamentos físicos e/ou químicos. Este trabalho teve como objetivo avaliar o índice de velocidade de emergência, germinação e crescimento inicial de porta-enxertos de mangueira ‘Espada’ sob diferentes posições de plantio e tratamento físico da semente. MATERIALE MÉTODOS O experimento foi conduzido no viveiro de produção de mudas (50% de interceptação de entrada de luz), do Departamento de Ciências Vegetais da Universidade Federal Rural do Semiárido – UFERSA, no período de novembro de 2011 a fevereiro de 2012. Realizou-se a seleção e coleta dos frutos, em plantas de pé franco provenientes da cultivar espada. As sementes foram extraídas de frutos maduros, tratadas segundo o delineamento disposto. Logo após, as mesmas foram retiradas da polpa com o auxílio de uma faca, cortando-as rente ao caroço e escovando, em seguida, lavadas em água corrente e colocadas para secar em local sombreado e arejado durante 24 horas. A semeadura foi realizada a 3 cm de profundidade, no dia 13/11/11, em sacos de polietileno com capacidade para 1litro, contendo como substrato areia lavada. O delineamento experimental adotado foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 2x3 (posição de plantio x tratamento da semente), com quatro repetições e seis plantas por parcela. Os tratamentos formados pelo fator posição da semente foi o plantio na posição ventral e vertical combinados com três diferentes tratamentos da semente (sem tegumento, parcialmente sem tegumento e com tegumento). A remoção total e parcial do tegumento das sementes foi realizada com o auxilio de uma tesoura de poda, no tratamento da remoção parcial do tegumento, foi realizado apenas uma abertura longitudinal na parte dorsal da semente. As sementes com tegumento foram semeadas intactas, sem nenhum tratamento. Na fase inicial foram feitas as avaliações de índice de velocidade de emergência e porcentagem de germinação. Para a avaliação do índice de velocidade de emergência, foram feitas contagens de sementes que apresentavam plântulas emergidas a cada dois dias, os dados das observações foram calculados pela formula de Edmond & Drapala (1958). IVE (dias) = (N1.G1)+(N2.G2)+.....+(Nn.Gn) (G1+G2+......+Gn) Onde: N1 = nº de dias para a primeira contagem; G1 = nº de plântulas emergidas na primeira contagem; N2 = nº de dias para a segunda contagem; G2 = nº de plântulas emergidas na segunda contagem; Nn = nº de dias para a última contagem; Gn = nº de plântulas emergidas na última contagem. Quando se observou a total estabilização da emergência, foi contabilizado o número total de plântulas emergidas para avaliação da porcentagem de germinação, considerando-se sementes germinadas, aquelas que apresentavam pelo menos um embrião formado.
  • 3. Posições da semeadura e tratamento da semente na germinação e crescimento de porta-enxerto de mangueira ‘Espada’ ACSA – Agropecuária Científica no Semi-Árido, v.8, n.2, p.16-21, abr-jun, 2012 18 Aos 45 dias após a semeadura foi realizado o desbaste das mudas, selecionando-se o embrião mais vigoroso, conforme recomendação de Paiva (2004). Aos 90 dias após a semeadura foi avaliado o comprimento do sistema radicular, parte aérea e total, número de folhas, diâmetro do caule (2 cm do colo) e matéria seca da raiz, parte aérea e total da planta em estufa de circulação de ar forçado (65ºC). Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância, e as médias estimadas foram agrupadas pelo teste de Scott-Knott, ao nível de 5% de probabilidade. Os dados de porcentagem de germinação foram transformados em Arco.Seno√X/100 e os dados de contagem transformados em √X+1 para fins de análise estatística. As análises foram realizadas com o auxilio do programa Assistat (versão 7.6 beta) de Silva (2011). RESULTADOS E DISCUSSÃO A análise de variância evidenciou uma interação significativa para os fatores posição de semeadura e tratamento da semente quanto à retirada do tegumento antes do plantio. A combinação posição ventral por ocasião da semeadura e tratamento da semente sem tegumento favoreceram uma estabilização da germinação mais precoce (21,50 dias) medida pelo índice de velocidade de emergência. A remoção total do tegumento favoreceu uma maior porcentagem de germinação (93,75%) (Figura 1). Figura 1. Médias do índice de velocidade de emergência (IVE dias) e porcentagem de germinação (G % - ) de porta enxerto de mangueira cv. Espada em função do tratamento da semente (sem tegumento, parcialmente sem tegumento e totalmente com tegumento) e da posição de semeadura ventral ( ) e vertical ( ). Fatores seguidos da mesma letra minúscula para posição da semeadura e maiúscula para o tratamento da semente não apresenta diferença significativa pelo teste de Skott-Knott ao nível de 5% de probabilidade para a variável IVE (dias). Médias seguidas da mesma letra correspondentes ao tratamento da semente para a variável G (%) não apresenta diferença significativa pelo teste de Skott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. Observa-se neste estudo, que no plantio de sementes de manga, associando-se a forma correta de posição da semeadura e tratamento da semente com a remoção do tegumento, tem-se um ganho médio de 15 dias de antecipação da estabilização da germinação dos porta-enxertos comparando-se com a posição vertical de semeadura e a não remoção do tegumento. Chauran et al. (1979), também observaram melhores índices de velocidades de germinação com o plantio de manga cultivar espada, sem a presença do endocarpo. Paiva (2004) afirma que, a remoção do tegumento acelera o processo de germinação e obtenção de mudas mais vigorosas, aptas ao processo de enxertia em um menor número de dias. Alguns autores (CAVALCANTE NETO et al., 2011; SANTOS et al., 2009; CHAURAN et al., 1979), estudando a remoção do tegumento como tratamento da semente de mangueira para a produção de porta-enxerto, observaram que, sementes plantadas sem endocarpo proporcionaram uma maior estabilização da emergência, maior
  • 4. T. S. M. de Alencar et al. ACSA – Agropecuária Científica no Semi-Árido, v.8, n.2, p.16-21, abr-jun, 2012 19 porcentagem de sementes germinadas, melhores incrementos de diâmetro, altura e produção de fitomatéria. Observa-se que, os tratamentos da semente com a remoção total do tegumento e parcialmente sem tegumento, apresentaram maiores valores de comprimento da parte aérea, comprimento do sistema radicular e comprimento total da planta (Figura 2). Isso possivelmente pode ter sido influenciado pelo fato das plântulas na qual foi removido o tegumento, terem emergido mais rapidamente, apresentando maior vigor. Esses resultados concordam com os obtidos por Cavalcante Neto et al. (2011), Chauran et al. (1979) e Santos et al. (2009) estudando a emergência e taxa de poliembrionia em sementes de mangueira (Mangifera indica), cultivar manguita e espada, com e sem tegumento, indicando que as melhores alturas médias das plantas de mangueira foram obtidas com o tratamento sem tegumento. Figura 2. Médias do comprimento total da planta (CTOTAL - ), comprimento do sistema radicular (CSR - ) e comprimento da parte aérea (CPA - ) em função de diferentes tratamentos da semente de mangueira ‘espada’. Média dos tratamentos seguida da mesma letra para cada variável não apresenta diferença significativa pelo teste de Skott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. Observa-se um maior incremento de número de folhas e diâmetro do caule (Figura 3) nos tratamentos da semente sem tegumento e parcialmente sem tegumento. Esses resultados concordam com Cavalcante Neto et al. (2011), onde trabalhando com produção de porta-enxerto de mangueira (Magnifica indica L.) da variedade fiapo, utilizando-se diferentes propriedades de semeadura e tipos de semente, observaram melhores médias para o diâmetro do caule e número de folhas no tratamento sem tegumento em relação ao tratamento com tegumento.
  • 5. Posições da semeadura e tratamento da semente na germinação e crescimento de porta-enxerto de mangueira ‘Espada’ ACSA – Agropecuária Científica no Semi-Árido, v.8, n.2, p.16-21, abr-jun, 2012 20 Figura 3. Médias do número de folhas (NF - ) e diâmetro do caule (DC - ) em função de diferentes tratamentos da semente de mangueira ‘espada’. Média dos tratamentos seguida da mesma letra para cada variável não apresenta diferença significativa pelo teste de Skott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. A remoção total e parcial do tegumento da semente proporcionou uma maior produção da matéria seca da parte aérea, matéria seca da raiz e matéria seca total (Figura 4). Essa maior produção de fitomatéria está diretamente ligada ao maior desenvolvimento e vigor das plantas relacionada aos tratamentos da semente por remoção total e parcial do tegumento. Souza et al. (2010), estudando o efeito da presença do tegumento na germinação de sementes de manga, observaram um maior vigor das plantas nos tratamentos com remoção do tegumento. Figura 4. Médias da matéria seca do sistema radicular (MSSR - ), matéria seca da parte aérea (MSPA - ) e matéria seca total (MST - ) em função de diferentes tratamentos da semente de mangueira ‘espada’. Média dos tratamentos seguida da mesma letra para cada variável não apresenta diferença significativa pelo teste de Skott-Knott ao nível de 5% de probabilidade.
  • 6. T. S. M. de Alencar et al. ACSA – Agropecuária Científica no Semi-Árido, v.8, n.2, p.16-21, abr-jun, 2012 21 A remoção total do tegumento da semente por ocasião da semeadura associado à posição correta de plantio influencia diretamente em uma estabilização mais precoce e maior porcentagem de germinação. Essa técnica possibilita um ganho de em média 15 dias no processo de germinação, fazendo com que as mudas fiquem aptas ao processo de enxertia em um menor tempo. Isso é muito importante, uma vez que o processo de produção de muda de mangueira do plantio da semente até a fase final da muda enxertada é um processo bastante demorado. CONCLUSÃO A combinação posição ventral de semeadura e remoção total do tegumento da semente proporciona mudas mais vigorosas, aptas ao processo de enxertia em um menor número de dias. REFERÊNCIAS CAVALCANTE NETO, A. A.; FEITOSA, R. B. de S.; ESPOSITO, H. R.; SILVA, T. F. da; PEREIRA, C. T. M.; COSTA, C. do N. Produção de porta-enxerto de mangueira (Mangífera indica L.) da variedade fiapo, utilizando-se diferentes profundidades de semeadura e tipos de semente. In: REUNIÃO ANUAL DA SBPC. 63., Goiânia, GO, 2011. Anais. Goiânia, GO: Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 2011. CHAURAN, O.R.; MANICA, I.; PINHEIRO, R.V.R.; CONDE, A.R.; CHAVES, J.R.P. Efeito do tempo de armazenamento, corte e fungicida sobre a germinação das sementes e sobre o crescimento de plântulas de mangueira (Mangifera indica L.). Revista Ceres, 26(143): 1-12, 1979. COSTA, M. G. da; CALDAS, A. V. C. e; SOUZA, W. C. M. de; GURGEL, M. T.; SILVA, R. M. da. Caracterização nutricional da mangueira ‘tommy atkins’ sob adubação potássica. Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável. [online], v. 6, n. 2, p. 125-130, 2011. DIAS, J. M. M; ALEXANDRE, R. S.; FELISMINO, D. C.; SIQUEIRA, D. L. Propagação da mangueira. In: ROZANE, D. E.; DAREZZO, R. J.; AGUIAR, R. L.; AGUILERA, G. H. A.; ZAMBOLIM, L. Manga: produção integrada, industrialização e comercio. Viçosa- MG, UFV, 604p. 2004. EDMOND, J. B.; DRAPALA, W. J. The effects of temperature, sand and soil, and acetone on germination of okra seed. Proceedings of the American Society for Horticultural Science, Itahaca, v. 71, p. 428-434, 1958. EXPORT HELPDESK. Estatísticas de comércio. Disponível em: <http://exporthelp.europa.eu/index_pt.html>. Acesso em: 15 de junho de 2012. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Produção agrícola municipal – culturas temporárias e permanentes. Rio de Janeiro, 2010. v. 37. MENDONÇA, V.; RAMOS, J. D.; MENEZES, J. B.; INNECCO, R.; PIO, R. Utilização do Paclobutrazol, Ethephon e Nitrato de Potássio na indução floral da Mangueira no semi-árido nordestino. Ciência e Agrotecnologia, Lavras. V.27, n.6, p.1285-1292, 2003. PAIVA, L. E. Cultivo da Mangueira: Propagação. Embrapa Semi-Árido, Sistemas de Produção, 2 ISSN 1807-0027 Versão Eletrônica Julho/2004. Disponível em:<http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/Font esHTML/Manga/CultivodaMangueira/propagacao>. Acesso em: 16 de junho de 2012. ROBERTS, E. H. Storage enviroment and the control of viability. In: ROBERTS E. H. (ed.) Viability of seeds. Chapman and Hall Limited, London, p. 14-58, 1972. SANTOS, J. P. dos; SANTANA, C. V. da S.; SILVA, M. A.; ROCHA, R. de C. Emergência e taxa de poliembrionia em sementes de mangueira (Mangifera indica), cultivar manguita e espada, com e sem tegumento. Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável. [online], v. 4, n. 4, p. 49-53, 2009. SILVA, F.A.S. Software Assistat: Assistência Estatística. Versão 7.6 beta. Campina Grande: UAEG- CTRN- UFCG, 2011. SOUZA, J. R. M. de; FARIAS, M. J. D. C. de; MOURA, W. K. de S.; SILVA, M. S. L. da; SANTIAGO, R. A.; MONTARROYOS, A. V. V. Efeito da presença do tegumento na germinação de sementes de manga cv tommy atkins. In: Jornada de Ensino, Pesquisa e Extensão. 10., Recife, PE, 2010. Resumos. Recife, PE: Universidade Federal Rural do Pernambuco.