Pós-operatório
Pós-
operatóri
o
É o tempo compreendido entre o
momento em que se finaliza o acto
cirurgico até a alta clinica ou seja o
retomo às suas actividades normais
Pós-operatório
A classificação do pós-operatório é um ponto controverso pois é realizada de
diversas formas por diversos autores.
Pós-operatório
Classificação didatica
Segundo o tempo
Segundo a evolução
Imediato
Mediato
Não complicado
complicado
Cirurgia. Gemeralidades/ Rómulo soler vaillant, Orestes noel mederos curbela T1- La Habana – EICEMED, 2018
classificação temporal
Pós-operatório imediato (primeiras 24 horas)
Pós-operatório mediato ( até 7 dias )
Pós-operatório tardio ( até 7 dias )
Classificação pela Necessidade de Internação
Pós-operatório ambulatorial
Pós-operatório hospitalar
Pós-operatório em terapia intensiva
Cuidados no pós-operatório
01
04
02
03
Repouso Adequado
Medicação e Controle da
Dor
Cuidados com o
Curativo e a Incisão
Alimentação e
Hidratação
Cuidados no pós-operatório
05 06
07
Movimentação e
Exercícios
Observação de Sinais de
Alerta
Retorno Médico
Repouso Adequado
• Evite esforços físicos e siga o tempo de repouso
indicado pelo médico.
• Dependendo da cirurgia, pode ser necessário
evitar dirigir, levantar peso ou realizar atividades
intensas.
01
Medicação e Controle da
Dor
• Tome os medicamentos prescritos no horário
correto (analgésicos, antibióticos, anti-
inflamatórios).
• Não interrompa o uso sem orientação médica,
mesmo se estiver sem dor.
02
Cuidados com o Curativo e a
Incisão
• Mantenha a ferida limpa e seca.
• Troque o curativo conforme orientação médica.
• Evite coçar ou mexer na incisão para não
comprometer a cicatrização.
03
Alimentação e Hidratação
• Prefira alimentos leves e de fácil digestão, como
sopas, frutas e proteínas magras.
• Beba bastante água para ajudar na recuperação e
evitar constipação.
• Evite alimentos gordurosos, álcool e excesso de
açúcar.
04
Movimentação e Exercícios
• Caminhe levemente (se permitido) para estimular a
circulação e evitar trombose.
• Evite ficar muito tempo deitado ou sentado na
mesma posição.
05
Observação de Sinais de
Alerta
Entre em contato com o médico se notar:
• Febre acima de 38°C.
• Inchaço, vermelhidão, secreção ou dor intensa na
região operada.
• Sangramento excessivo.
• Falta de ar ou dor no peito (pode indicar
complicação grave).
06
Retorno Médico
• Compareça às consultas de acompanhamento para
avaliar a recuperação.
• Siga todas as recomendações médicas antes de
retomar atividades normais.
Se a sua cirurgia foi específica, posso dar dicas mais
detalhadas.
07
Complicações no pós-operatório
Complicações no pós-operatório
(afetam o organismo como um
todo)
(restritas ao local da cirurgia)
Complicações Locais
Complicações
Sistêmicas
. Complicações Locais
Condicoes
Comuns
Infeccao da ferida
operatotia
Deiscencia da incisao
Seroma
Hematoma
. Complicações Locais
Condicoes
Comuns
Necrose Intestinal
Cicatrizacao Anormal
. Complicações Sistêmicas
Condicoes
Comuns
TVP
Sepsis
Embolia Pulmonar
Complicacoes cardiovasculares
.Complicações Sistêmicas
Condicoes
Comuns
Complicacoes Pulmonares
Insuficiencia Renal
Complicações por tempo
a) Precoces (até 7 dias após a cirurgia)
Hemorragia → sangramento ativo no sítio cirúrgico.
Dor intensa → pode indicar complicações como hematomas ou isquemia.
Atelectasia → comum nas primeiras 48 horas, levando a hipoxemia.
Íleo paralítico → ocorre em cirurgias abdominais, causando distensão e ausência de peristalse.
Sepse e infecção de ferida operatória → podem surgir precocemente, especialmente em
pacientes imunossuprimidos.
b) Tardias (após 7 dias)
Infecções profundas (abscessos, fístulas, mediastinite).
Hérnias incisionais → devido à falha na cicatrização da parede abdominal.
Complicações tromboembólicas → trombose venosa profunda (TVP) e embolia pulmonar (EP).
Estenoses e aderências → levando a obstrução intestinal ou disfunção de órgãos operados.
Classificação de Clavien-Dindo
Essa classificação padroniza as complicações cirúrgicas com base no tratamento necessário:
• Grau I: Desvio da recuperação normal sem necessidade de intervenção farmacológica ou cirúrgica.
(Exemplo: febre transitória, íleo leve).
• Grau II: Requer tratamento medicamentoso (Exemplo: infecção urinária tratada com antibiótico).
• Grau III: Necessita de intervenção cirúrgica, endoscópica ou radiológica (Exemplo: drenagem de
abscesso intra-abdominal).
• Grau IV: Complicação com risco à vida, necessitando de cuidados intensivos (Exemplo: choque
séptico, falência de múltiplos órgãos).
• Grau V: Óbito do paciente devido à complicação.
Prevenção
Seguir as recomendações médicas.
• Manter boa higiene e cuidar da
ferida cirúrgica.
• Movimentar-se dentro das
possibilidades para evitar trombose.
• Hidratar-se bem e manter uma
alimentação equilibrada.
• Procurar ajuda médica ao notar
qualquer sintoma incomum.
FIM

Pos Operatorio alterado classificaçao.pptx

  • 1.
  • 2.
    Pós- operatóri o É o tempocompreendido entre o momento em que se finaliza o acto cirurgico até a alta clinica ou seja o retomo às suas actividades normais
  • 3.
    Pós-operatório A classificação dopós-operatório é um ponto controverso pois é realizada de diversas formas por diversos autores.
  • 4.
    Pós-operatório Classificação didatica Segundo otempo Segundo a evolução Imediato Mediato Não complicado complicado Cirurgia. Gemeralidades/ Rómulo soler vaillant, Orestes noel mederos curbela T1- La Habana – EICEMED, 2018
  • 5.
    classificação temporal Pós-operatório imediato(primeiras 24 horas) Pós-operatório mediato ( até 7 dias ) Pós-operatório tardio ( até 7 dias ) Classificação pela Necessidade de Internação Pós-operatório ambulatorial Pós-operatório hospitalar Pós-operatório em terapia intensiva
  • 6.
    Cuidados no pós-operatório 01 04 02 03 RepousoAdequado Medicação e Controle da Dor Cuidados com o Curativo e a Incisão Alimentação e Hidratação
  • 7.
    Cuidados no pós-operatório 0506 07 Movimentação e Exercícios Observação de Sinais de Alerta Retorno Médico
  • 8.
    Repouso Adequado • Eviteesforços físicos e siga o tempo de repouso indicado pelo médico. • Dependendo da cirurgia, pode ser necessário evitar dirigir, levantar peso ou realizar atividades intensas. 01
  • 9.
    Medicação e Controleda Dor • Tome os medicamentos prescritos no horário correto (analgésicos, antibióticos, anti- inflamatórios). • Não interrompa o uso sem orientação médica, mesmo se estiver sem dor. 02
  • 10.
    Cuidados com oCurativo e a Incisão • Mantenha a ferida limpa e seca. • Troque o curativo conforme orientação médica. • Evite coçar ou mexer na incisão para não comprometer a cicatrização. 03
  • 11.
    Alimentação e Hidratação •Prefira alimentos leves e de fácil digestão, como sopas, frutas e proteínas magras. • Beba bastante água para ajudar na recuperação e evitar constipação. • Evite alimentos gordurosos, álcool e excesso de açúcar. 04
  • 12.
    Movimentação e Exercícios •Caminhe levemente (se permitido) para estimular a circulação e evitar trombose. • Evite ficar muito tempo deitado ou sentado na mesma posição. 05
  • 13.
    Observação de Sinaisde Alerta Entre em contato com o médico se notar: • Febre acima de 38°C. • Inchaço, vermelhidão, secreção ou dor intensa na região operada. • Sangramento excessivo. • Falta de ar ou dor no peito (pode indicar complicação grave). 06
  • 14.
    Retorno Médico • Compareçaàs consultas de acompanhamento para avaliar a recuperação. • Siga todas as recomendações médicas antes de retomar atividades normais. Se a sua cirurgia foi específica, posso dar dicas mais detalhadas. 07
  • 15.
  • 16.
    Complicações no pós-operatório (afetamo organismo como um todo) (restritas ao local da cirurgia) Complicações Locais Complicações Sistêmicas
  • 17.
    . Complicações Locais Condicoes Comuns Infeccaoda ferida operatotia Deiscencia da incisao Seroma Hematoma
  • 18.
    . Complicações Locais Condicoes Comuns NecroseIntestinal Cicatrizacao Anormal
  • 19.
  • 20.
  • 21.
    Complicações por tempo a)Precoces (até 7 dias após a cirurgia) Hemorragia → sangramento ativo no sítio cirúrgico. Dor intensa → pode indicar complicações como hematomas ou isquemia. Atelectasia → comum nas primeiras 48 horas, levando a hipoxemia. Íleo paralítico → ocorre em cirurgias abdominais, causando distensão e ausência de peristalse. Sepse e infecção de ferida operatória → podem surgir precocemente, especialmente em pacientes imunossuprimidos. b) Tardias (após 7 dias) Infecções profundas (abscessos, fístulas, mediastinite). Hérnias incisionais → devido à falha na cicatrização da parede abdominal. Complicações tromboembólicas → trombose venosa profunda (TVP) e embolia pulmonar (EP). Estenoses e aderências → levando a obstrução intestinal ou disfunção de órgãos operados.
  • 22.
    Classificação de Clavien-Dindo Essaclassificação padroniza as complicações cirúrgicas com base no tratamento necessário: • Grau I: Desvio da recuperação normal sem necessidade de intervenção farmacológica ou cirúrgica. (Exemplo: febre transitória, íleo leve). • Grau II: Requer tratamento medicamentoso (Exemplo: infecção urinária tratada com antibiótico). • Grau III: Necessita de intervenção cirúrgica, endoscópica ou radiológica (Exemplo: drenagem de abscesso intra-abdominal). • Grau IV: Complicação com risco à vida, necessitando de cuidados intensivos (Exemplo: choque séptico, falência de múltiplos órgãos). • Grau V: Óbito do paciente devido à complicação.
  • 23.
    Prevenção Seguir as recomendaçõesmédicas. • Manter boa higiene e cuidar da ferida cirúrgica. • Movimentar-se dentro das possibilidades para evitar trombose. • Hidratar-se bem e manter uma alimentação equilibrada. • Procurar ajuda médica ao notar qualquer sintoma incomum.
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