O documento discute a desigualdade de gênero e raça, enfatizando como as mulheres afrodescendentes enfrentam discriminação em diferentes áreas, incluindo saúde, educação e emprego. Apresenta recomendações da OMS para cuidados respeitosos durante o parto e destaca a relação entre pobreza, discriminação racial e a vulnerabilidade das mulheres. Estudos apontam que mulheres afro-brasileiras têm taxas desproporcionais de mortalidade materna e acesso limitado a serviços de saúde, evidenciando a necessidade urgente de políticas interseccionais.