Alessandra Simão da Costa
Gilmara Adriana Lima
Gestoras Regional
Conflito no âmbito escolar
SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA
SPEC
Marli Rodrigues Siqueira Constantino
Dirigente Regional de Ensino
24/04/2014
DIRETORIA DE ENSINO
REGIÃO ITAQUAQUECETUBA
Pauta 24/04/2014
Objetivo: Discutir a questão do conflito na escola;
ATIVIDADES
1- Recepção e abertura;
2- Leitura deleite:
3- Retomada do encontro anterior;
4- Dinâmica: definição de conflito;
5- Discussão: Para entender o conflito;
6- Café;
7- Estudo de casos;
8- Socialização;
9- Outros;
9- Encerramento.
SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA
SPEC
LEITURA: Deleite
SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA
SPEC
Tempos velozes Mário Sergio Cortella
SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA
SPEC
Retomada do encontro anterior
SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA
SPEC
Dinâmica:
Conceito de Conflito
Aponte uma palavra que na sua visão
defina conflito
SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA
SPEC
Discussão:
Para entender o conflito
SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA
SPEC
Para dia 29/05:
1. Relato de ações desenvolvidas nas
Escolas: resultados, facilitadores e dificultadores.
2. Entrega da documentação relativa à instituição
do Grêmio Estudantil: cópia da ata, estatuto e
plano de trabalho, com ofício de
encaminhamento.
SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA
SPEC
1. Ops... Caiu... - Típico teste de limites
Os fatos:
Eu já era professora há oito anos e, apesar disso, passei um sufoco danado
quando precisei lidar com um menino que me testava o tempo todo. Havia na
sala uma bancada repleta de brinquedos. No meio das atividades, ele se
levantava, colocava a mão sobre o móvel e me lançava um olhar desafiador,
ameaçando derrubar tudo no chão. Não dava outra: era só eu falar não podia
para ele colocar tudo abaixo. Eu ou a assistente reorganizávamos o espaço.
Uma vez, fiquei a seu lado até que ele mesmo arrumasse a bagunça. Mas,
quando estava quase terminando, o garoto derrubava tudo novamente.
Nesse dia, não demorou muito para as outras crianças se agitarem, falando
alto, puxando e empurrando uns aos outros. Percebi que elas também
queriam a minha atenção. Pedi, então, para a coordenadora levá-las ao
parque até a hora da saída. Já o menino permaneceu meia hora a mais na
sala, mas colocou todos os brinquedos no lugar
SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA
SPEC
2. Eu também quero... O caso da classe (des)organiza
Os fatos:
Durante a Semana do Livro na escola, uma das atividades programadas
para a minha turma era montar uma maquete do Sítio do Pica-pau
Amarelo. Como nem todas as crianças se interessaram, realizei o
trabalho com apenas algumas. As outras, sugeri que lessem ou
brincassem. Assim que abri o primeiro pote de tinta para pintar a base da
estrutura, quem havia ficado de fora foi se aproximando. O burburinho
aumentou quando os personagens começaram a surgir dos recortes no
papel-cartão. Todos queriam participar, mas não havia material. Parei
tudo, coloquei a maquete no meio da sala e fui relembrando as histórias
de Monteiro Lobato. Só assim conseguimos terminar o projeto.
SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA
SPEC
3. Foi ele quem começou! Briga entre os pequenos.
Os fatos:
Quando eu trabalhava em uma sala, costumava ter como
primeira atividade do dia um roda de conversa. As segundas-
feiras, falávamos sobre o fim de semana. Naquele dia, todos
chegaram muito agitados e, nem bem iniciamos o bate-papo,
duas crianças começaram a se provocar. Achei que não ia dar
em nada e continuei a ouvir os outros. Mas a briga iniciou
rapidamente e a turma se dividiu em duas torcidas. Eu segurei
os brigões e, quando tudo se acalmou, sugeri que fôssemos
ao parque extravasar .
SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA
SPEC
4. Existem conflitos na sua escola? E violência? História da
vida real.
Os fatos:
Na sala dos professores, o ambiente é tenso. Maria sabe que Lúcia vive falando dela
pelas costas: Ela dá muita liberdade aos estudantes, e depois ninguém consegue
segurar a turma! . Lúcia, por sua vez, ficou sabendo pelo colega Pedro que a opinião
de Maria sobre ela também não é nada boa: Detesto quem grita e humilha os
alunos . A diretora entra, e todo mundo fecha a cara. Estão furiosos com ela, que
decidiu sem consultar ninguém inscrever a escola em um novo projeto que a
Secretaria de Educação ofereceu e que representa, no entender dos docentes,
apenas trabalho a mais . No entanto, não se fala abertamente sobre esse
descontentamento. A diretora não conversou com a equipe porque pressupôs que
todos deveriam se interessar pelo projeto. Com receio de ficar malvista pela
supervisora, ela também não contou que estava se afogando em dezenas de
formulários a serem preenchidos para ontem . Ouvem-se palavrões vindos do pátio,
onde os oitavos anos estão em aula vaga há duas aulas. Um estudante aparece na
porta: Professora Lúcia! Alguém riscou seu carro! .

Pmec 24 4-1

  • 1.
    Alessandra Simão daCosta Gilmara Adriana Lima Gestoras Regional Conflito no âmbito escolar SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA SPEC Marli Rodrigues Siqueira Constantino Dirigente Regional de Ensino 24/04/2014 DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO ITAQUAQUECETUBA
  • 2.
    Pauta 24/04/2014 Objetivo: Discutira questão do conflito na escola; ATIVIDADES 1- Recepção e abertura; 2- Leitura deleite: 3- Retomada do encontro anterior; 4- Dinâmica: definição de conflito; 5- Discussão: Para entender o conflito; 6- Café; 7- Estudo de casos; 8- Socialização; 9- Outros; 9- Encerramento. SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA SPEC
  • 3.
    LEITURA: Deleite SISTEMA DEPROTEÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA SPEC Tempos velozes Mário Sergio Cortella
  • 4.
    SISTEMA DE PROTEÇÃOESCOLAR E COMUNITÁRIA SPEC Retomada do encontro anterior
  • 5.
    SISTEMA DE PROTEÇÃOESCOLAR E COMUNITÁRIA SPEC Dinâmica: Conceito de Conflito Aponte uma palavra que na sua visão defina conflito
  • 6.
    SISTEMA DE PROTEÇÃOESCOLAR E COMUNITÁRIA SPEC Discussão: Para entender o conflito
  • 7.
    SISTEMA DE PROTEÇÃOESCOLAR E COMUNITÁRIA SPEC Para dia 29/05: 1. Relato de ações desenvolvidas nas Escolas: resultados, facilitadores e dificultadores. 2. Entrega da documentação relativa à instituição do Grêmio Estudantil: cópia da ata, estatuto e plano de trabalho, com ofício de encaminhamento.
  • 8.
    SISTEMA DE PROTEÇÃOESCOLAR E COMUNITÁRIA SPEC 1. Ops... Caiu... - Típico teste de limites Os fatos: Eu já era professora há oito anos e, apesar disso, passei um sufoco danado quando precisei lidar com um menino que me testava o tempo todo. Havia na sala uma bancada repleta de brinquedos. No meio das atividades, ele se levantava, colocava a mão sobre o móvel e me lançava um olhar desafiador, ameaçando derrubar tudo no chão. Não dava outra: era só eu falar não podia para ele colocar tudo abaixo. Eu ou a assistente reorganizávamos o espaço. Uma vez, fiquei a seu lado até que ele mesmo arrumasse a bagunça. Mas, quando estava quase terminando, o garoto derrubava tudo novamente. Nesse dia, não demorou muito para as outras crianças se agitarem, falando alto, puxando e empurrando uns aos outros. Percebi que elas também queriam a minha atenção. Pedi, então, para a coordenadora levá-las ao parque até a hora da saída. Já o menino permaneceu meia hora a mais na sala, mas colocou todos os brinquedos no lugar
  • 9.
    SISTEMA DE PROTEÇÃOESCOLAR E COMUNITÁRIA SPEC 2. Eu também quero... O caso da classe (des)organiza Os fatos: Durante a Semana do Livro na escola, uma das atividades programadas para a minha turma era montar uma maquete do Sítio do Pica-pau Amarelo. Como nem todas as crianças se interessaram, realizei o trabalho com apenas algumas. As outras, sugeri que lessem ou brincassem. Assim que abri o primeiro pote de tinta para pintar a base da estrutura, quem havia ficado de fora foi se aproximando. O burburinho aumentou quando os personagens começaram a surgir dos recortes no papel-cartão. Todos queriam participar, mas não havia material. Parei tudo, coloquei a maquete no meio da sala e fui relembrando as histórias de Monteiro Lobato. Só assim conseguimos terminar o projeto.
  • 10.
    SISTEMA DE PROTEÇÃOESCOLAR E COMUNITÁRIA SPEC 3. Foi ele quem começou! Briga entre os pequenos. Os fatos: Quando eu trabalhava em uma sala, costumava ter como primeira atividade do dia um roda de conversa. As segundas- feiras, falávamos sobre o fim de semana. Naquele dia, todos chegaram muito agitados e, nem bem iniciamos o bate-papo, duas crianças começaram a se provocar. Achei que não ia dar em nada e continuei a ouvir os outros. Mas a briga iniciou rapidamente e a turma se dividiu em duas torcidas. Eu segurei os brigões e, quando tudo se acalmou, sugeri que fôssemos ao parque extravasar .
  • 11.
    SISTEMA DE PROTEÇÃOESCOLAR E COMUNITÁRIA SPEC 4. Existem conflitos na sua escola? E violência? História da vida real. Os fatos: Na sala dos professores, o ambiente é tenso. Maria sabe que Lúcia vive falando dela pelas costas: Ela dá muita liberdade aos estudantes, e depois ninguém consegue segurar a turma! . Lúcia, por sua vez, ficou sabendo pelo colega Pedro que a opinião de Maria sobre ela também não é nada boa: Detesto quem grita e humilha os alunos . A diretora entra, e todo mundo fecha a cara. Estão furiosos com ela, que decidiu sem consultar ninguém inscrever a escola em um novo projeto que a Secretaria de Educação ofereceu e que representa, no entender dos docentes, apenas trabalho a mais . No entanto, não se fala abertamente sobre esse descontentamento. A diretora não conversou com a equipe porque pressupôs que todos deveriam se interessar pelo projeto. Com receio de ficar malvista pela supervisora, ela também não contou que estava se afogando em dezenas de formulários a serem preenchidos para ontem . Ouvem-se palavrões vindos do pátio, onde os oitavos anos estão em aula vaga há duas aulas. Um estudante aparece na porta: Professora Lúcia! Alguém riscou seu carro! .