Todos nós unidos podemos fazer muito pelo nosso planeta, mas antes devemos saber um pouco mais 
dele e o que está acontecendo com ele e como isso nos afeta. Espero que todos vocês leiam este tablóide 
onde mostro meu trabalho em defesa do Meio Ambiente, pois é muito importante para todos nós 
 
Desde o descobrimento do petróleo, este sempre gerou 
guerras, problemas e supremacias de alguns países para com os outros. 
Resumidamente, falamos apenas na parte política e toda a desgraça e 
pobreza que ele traz. O mundo, a televisão e nós mesmos testemunhas 
vivas de tudo o que acontece. 
Entretanto nosso meio ambiente, tema esse que está em 
debate, é o que mais sofre com relação às catástrofes ambientais, e sempre 
perguntamos quem tem a culpa? Quem paga o desequilíbrio ambiental? 
Está na hora da população cobrar do seu vereador, dos 
deputados, dos prefeitos e governadores, enfim de todos os políticos. 
Infelizmente, o poder financeiro fala muito mais alto que as ações do nosso 
meio ambiente. 
Nossos jovens têm que ter uma consciência diferente para 
com este assunto, por isso devemos buscar sempre novas energias 
alternativas como solar, eólica, etc, para protegermos o nosso planeta. 
Para nós gestores públicos, o Meio Ambiente não se restringe 
ao ambiente físico e biológico, mas inclui também as relações sociais, 
econômicas e culturais. O objetivo deste tablóide é propor reflexões que 
levem todos nós ao enriquecimento cultural, à qualidade de vida e à 
preocupação com o equilíbrio ambiental. 
Pois sabemos que no cenário da Nova Ordem Mundial, as 
questões se tornam cada vez mais mundiais e cada vez menos estritamente 
locais. Destaca-se, entre essas questões de interesse global, o meio-ambiente 
e a consciência de que a destruição ambiental não traz 
conseqüências, apenas, a um determinado ecossistema de um país ou de 
um continente, mas para todos os que moram no que se convencionou 
denominar de “Aldeia Global”. 
Esse cenário foi construído a partir de modificações filosóficas, 
genericamente denominadas de “Globalização”, ou seja, entrelaçamento 
das economias, maior interdependência e intercâmbio entre as nações ou 
“Modernização”, as quais produziram novos paradigmas em, praticamente, 
todos os aspectos da vida moderna. 
Temos que ficarmos alerta, pois numa época em que o 
aquecimento global torna-se uma grande ameaça para o clima, a decisão 
é nossa de protegermos o nosso planeta, pois segundo a teoria de Gaia a 
qual afirma que o planeta Terra é um ser vivo, e de acordo com esta teoria, 
nosso planeta possui a capacidade de auto-sustentação, ou seja, é capaz 
de gerar, manter e alterar suas próprias condições devemos todos nós 
contribuir com ele. 
Os cientistas estão alertando sobre o aquecimento global e 
suas conseqüências, informando que há poucos anos mobilizava apenas 
órgãos técnicos de governos e ambientalistas, hoje se tornou um tema 
onipresente. O combate ao aumento do efeito estufa está na retórica dos 
políticos e nos planos de negócios dos empresários. Virou ferramenta de 
marketing na publicidade e de autopromoção entre celebridades. Em todo 
o mundo, a possibilidade de ocorrerem catástrofes cada vez mais 
devastadoras por causa da elevação da temperatura no planeta é tema 
obrigatório nas rodas de conversa. 
Cientistas alertam sobre o 
aquecimento global 
O alerta dos cientistas sobre o aquecimento global e suas 
conseqüências, que há poucos anos mobilizava apenas órgãos técnicos de 
governos e ambientalistas, hoje se tornou um tema onipresente. O combate ao 
aumento do efeito estufa está na retórica dos políticos e nos planos de negócios 
dos empresários. Virou ferramenta de marketing na publicidade e de 
autopromoção entre celebridades. Em todo o mundo, a possibilidade de 
ocorrerem catástrofes cada vez mais devastadoras por causa da elevação da 
temperatura no planeta é tema obrigatório nas rodas de conversa. Entenda por 
que o planeta esquenta, e o que a elevação da temperatura pode fazer com ele. 
Saiba um pouco sobre o Protocolo de Kyoto 
O Protocolo de Kyoto é um 
tratado resultante de uma conferência 
sobre mudanças climáticas que 
ocorreu na cidade de Kyoto no Japão 
em 1997. O documento tem por objetivo 
estabelecer metas para a redução das 
emissões de gás carbônico por países 
industrializados, mais precisamente, 
reduzir os níveis de emissão de gases 
do efeito estufa em 5.2% em 2012 comparando-se com os níveis de 1990.O 
maior problema enfrentado para a implementação do Protocolo de Kyoto foi 
que, pelo documento, para se tornar um regulamento internacional, o acordo 
precisava da adesão de um grupo de países que, juntos, seriam responsáveis 
por pelo menos 55% das emissões de gases tóxicos. Os Estados Unidos, 
responsáveis por mais de 35% das emissões de gases, se negavam a participar 
do acordo sem que fossem feitas alterações nas medidas exigidas pelo protocolo 
e, em 2001, se retiraram definitivamente das negociações. Apesar de existir o 
Protocolo de Kyoto, ele só foi implementado de fato em 2004 com a adesão da 
Rússia, segundo maior emissor de gases nocivos ao efeito estufa, atingindo 
assim a porcentagem de 55% países poluentes. O acordo começou a valer em 
Fevereiro de 2005.

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    Todos nós unidospodemos fazer muito pelo nosso planeta, mas antes devemos saber um pouco mais dele e o que está acontecendo com ele e como isso nos afeta. Espero que todos vocês leiam este tablóide onde mostro meu trabalho em defesa do Meio Ambiente, pois é muito importante para todos nós Desde o descobrimento do petróleo, este sempre gerou guerras, problemas e supremacias de alguns países para com os outros. Resumidamente, falamos apenas na parte política e toda a desgraça e pobreza que ele traz. O mundo, a televisão e nós mesmos testemunhas vivas de tudo o que acontece. Entretanto nosso meio ambiente, tema esse que está em debate, é o que mais sofre com relação às catástrofes ambientais, e sempre perguntamos quem tem a culpa? Quem paga o desequilíbrio ambiental? Está na hora da população cobrar do seu vereador, dos deputados, dos prefeitos e governadores, enfim de todos os políticos. Infelizmente, o poder financeiro fala muito mais alto que as ações do nosso meio ambiente. Nossos jovens têm que ter uma consciência diferente para com este assunto, por isso devemos buscar sempre novas energias alternativas como solar, eólica, etc, para protegermos o nosso planeta. Para nós gestores públicos, o Meio Ambiente não se restringe ao ambiente físico e biológico, mas inclui também as relações sociais, econômicas e culturais. O objetivo deste tablóide é propor reflexões que levem todos nós ao enriquecimento cultural, à qualidade de vida e à preocupação com o equilíbrio ambiental. Pois sabemos que no cenário da Nova Ordem Mundial, as questões se tornam cada vez mais mundiais e cada vez menos estritamente locais. Destaca-se, entre essas questões de interesse global, o meio-ambiente e a consciência de que a destruição ambiental não traz conseqüências, apenas, a um determinado ecossistema de um país ou de um continente, mas para todos os que moram no que se convencionou denominar de “Aldeia Global”. Esse cenário foi construído a partir de modificações filosóficas, genericamente denominadas de “Globalização”, ou seja, entrelaçamento das economias, maior interdependência e intercâmbio entre as nações ou “Modernização”, as quais produziram novos paradigmas em, praticamente, todos os aspectos da vida moderna. Temos que ficarmos alerta, pois numa época em que o aquecimento global torna-se uma grande ameaça para o clima, a decisão é nossa de protegermos o nosso planeta, pois segundo a teoria de Gaia a qual afirma que o planeta Terra é um ser vivo, e de acordo com esta teoria, nosso planeta possui a capacidade de auto-sustentação, ou seja, é capaz de gerar, manter e alterar suas próprias condições devemos todos nós contribuir com ele. Os cientistas estão alertando sobre o aquecimento global e suas conseqüências, informando que há poucos anos mobilizava apenas órgãos técnicos de governos e ambientalistas, hoje se tornou um tema onipresente. O combate ao aumento do efeito estufa está na retórica dos políticos e nos planos de negócios dos empresários. Virou ferramenta de marketing na publicidade e de autopromoção entre celebridades. Em todo o mundo, a possibilidade de ocorrerem catástrofes cada vez mais devastadoras por causa da elevação da temperatura no planeta é tema obrigatório nas rodas de conversa. Cientistas alertam sobre o aquecimento global O alerta dos cientistas sobre o aquecimento global e suas conseqüências, que há poucos anos mobilizava apenas órgãos técnicos de governos e ambientalistas, hoje se tornou um tema onipresente. O combate ao aumento do efeito estufa está na retórica dos políticos e nos planos de negócios dos empresários. Virou ferramenta de marketing na publicidade e de autopromoção entre celebridades. Em todo o mundo, a possibilidade de ocorrerem catástrofes cada vez mais devastadoras por causa da elevação da temperatura no planeta é tema obrigatório nas rodas de conversa. Entenda por que o planeta esquenta, e o que a elevação da temperatura pode fazer com ele. Saiba um pouco sobre o Protocolo de Kyoto O Protocolo de Kyoto é um tratado resultante de uma conferência sobre mudanças climáticas que ocorreu na cidade de Kyoto no Japão em 1997. O documento tem por objetivo estabelecer metas para a redução das emissões de gás carbônico por países industrializados, mais precisamente, reduzir os níveis de emissão de gases do efeito estufa em 5.2% em 2012 comparando-se com os níveis de 1990.O maior problema enfrentado para a implementação do Protocolo de Kyoto foi que, pelo documento, para se tornar um regulamento internacional, o acordo precisava da adesão de um grupo de países que, juntos, seriam responsáveis por pelo menos 55% das emissões de gases tóxicos. Os Estados Unidos, responsáveis por mais de 35% das emissões de gases, se negavam a participar do acordo sem que fossem feitas alterações nas medidas exigidas pelo protocolo e, em 2001, se retiraram definitivamente das negociações. Apesar de existir o Protocolo de Kyoto, ele só foi implementado de fato em 2004 com a adesão da Rússia, segundo maior emissor de gases nocivos ao efeito estufa, atingindo assim a porcentagem de 55% países poluentes. O acordo começou a valer em Fevereiro de 2005.