O documento discute os problemas com estimativas e propõe que as equipes parem de estimar e comecem a medir. Apresenta experimentos que mostram que estimativas raramente são assertivas e que medir o progresso real através de feedbacks curtos é muito mais efetivo. Defende que equipes devem liberar-se de estimativas e pressões de prazo, focando em quebrar tarefas em pedaços menores e no aprendizado contínuo através da medição.