Curso : A Certificação
Digital – Teoria e Prática
Eduardo Zuckwitz
Especialista em Direito Público e Tecnologia da Informação.

NADAÓBVIO!
“A capacidade de uma organização aprender e traduzir esse
aprendizado em ação é a vantagem competitiva definitiva. “(Jack Welch)

NADAÓBVIO!
PROGRAMA DO CURSO
•
•
•
•
•
•
•
•

A Internet hoje;
Princípios de Processo Eletrônico confiável;
Criptografia Clássica, Simétrica e Assimétrica;
Resumo de mensagens (Hash);
Estrutura Normativa da ICP-Brasil;
Assinaturas digitais e Certificados Digitais;
ICP e Autoridades Certificadoras e de Registro;
Exemplos e demonstrações práticas de programas para
verificar certificados e validar assinaturas digitais.

NADAÓBVIO!
O MUNDO DIGITAL
 Internet :Aldeia Global Digital
 Os Indivíduos e as Implicações no Ciberespaço

 Gestão do conhecimento como bem intangível
 A Desmaterialização da Vida

 A identificação pessoal e de dispositivos no

contexto digital

NADAÓBVIO!
QUESTÕES DIGITAIS CONTROVERSAS
 Internet X Invasão de Privacidade;
 Eficácia Probante do Documento Eletrônico;
 Valor Jurídico dos Contratos Eletrônicos

 Segurança das transações eletrônicas financeiras;
 Extraterritorialidade nos Crimes Eletrônicos;
 Extraterritorialidade do Comercio Eletrônico e

Tributos;

NADAÓBVIO!
Requisitos Para um Processo Eletrônico Confiável

•Autenticidade;
•Privacidade;
•Autorização (Não apenas Senha)
•Integridade dos Dados;
•Não Repúdio (*)

NADAÓBVIO!
A Criptografia

Origem: Antiguidade – “Decifra-me ou te devoro”
Caso : Enigma – Alan Turing
Tipos : Simétrica e Assimétrica

NADAÓBVIO!
Criptografia Simétrica

Vantagens;
Desvantagens

NADAÓBVIO!
Criptografia assimétrica

integridade

confidencialidade

Par de chaves: publica e privada
Vantagens;
Desvantagens
Verificar Chaves Públicas

NADAÓBVIO!
Resumo de mensagens (hash)
É um algoritmo criptográfico para teste da integridade do documento . Um resumo do
conteúdo de arquivos eletrônicos. Uma codificação única de arquivos.
Tipos de hash: MD5, SHA1, SHA256, RIPEMD128, TIGER128
QUALQUER ALTERAÇÃO ALTERA O HASH!
Por que a diferença na Quantidade de bits?

Conseguimos alcançar um processo eletrônico confiável?

NADAÓBVIO!
NADAÓBVIO!
A CERTIFICAÇÃO DIGITAL
 MP 2.200/2001 - Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-

Brasil . Sendo o Comitê Gestor da ICP-Brasil responsável pela regulação.

 A tecnologia que oferece sigilo, agilidade e validade jurídica em transações

eletrônicas. Esse reconhecimento é inserido em um Certificado Digital,
por uma Autoridade Certificadora, terceiro confiável como os Cartórios.

 O Certificado Digital é uma credencial que identifica uma entidade, seja

ela empresa, pessoa física, máquina, aplicação ou site na web. Sendo
assim, uma assinatura eletrônica com validade jurídica.

 Agentes

da ICP-Brasil: Autoridade Certificadora Raiz (ITI), Aut.
Certificadora (RFB, Certisign, CMB), e Aut. de Registro.

 Por que é regida por MP? Projeto de Lei 7.316

NADAÓBVIO!
Estrutura normativa da ICP-Brasil

NADAÓBVIO!
Tipos de Certificados Digitais e Biométricos

A Certificação Biométrica é a utilização de características físicas para que a partir delas
seja produzido um mecanismo de identificação. Por este motivo, a tecnologia da
biometria só reforça o conceito de certificação segura do novo documento civil brasileiro.

NADAÓBVIO!
Principais Aplicações
•
•
•
•

Correio Eletrônico (E-mail)
Navegação Segura na Internet
Documentos Eletrônicos
Assinaturas Digitais

Um Certificado Digital normalmente apresenta as seguintes
informações:
• nome da pessoa ou entidade a ser associada à chave pública
• período de validade do certificado;
• chave pública;
• nome e assinatura da entidade que assinou o certificado;
• número de série.

NADAÓBVIO!
A segurança na navegação de sites na internet (https)

•
•
•
•

Cadeado;
Certificados de sites v1 v2 v3;
Diminui o risco de fraudes;
Criptografia segura

NADAÓBVIO!
O Período de Validade dos Certificados Digitais

Validade do certificado digital por Tipo: A1, A3, S1, S3, T3 e T4.
Lista de Certificados Revogados (LCR)

NADAÓBVIO!
Autoridade Carimbo do Tempo (ACT)
• Atesta o momento da ocorrência do fato digital. Ex:

• Solução para contratos eletrônicos e substituição do AR.

NADAÓBVIO!
Modo de Funcionamento de uma ACT

NADAÓBVIO!
O DOCUMENTO ELETRÔNICO E A ASSINATURA DIGITAL
 Art. 10. Consideram-se documentos públicos ou particulares, para todos









os fins legais, os documentos eletrônicos de que trata esta Medida
Provisória (MP 2200/2001).
§ 1o As declarações constantes dos documentos em forma eletrônica
produzidos com a utilização de processo de certificação disponibilizado
pela ICP-Brasil presumem-se verdadeiros em relação aos signatários...
Atributos
do documento
eletrônico
certificado
digitalmente:
Autenticidade,
Integridade, Validade Jurídica, Irrefutabilidade,
Confidencialidade.
A certificação da assinatura digital, como nos termos da ICP-Brasil,
garante que um conjunto de dados, mensagem ou arquivo, realmente
provém de determinado remetente e não foi adulterado após o envio,
evitando, assim, riscos de fraude ou falsificação.
Exemplos de Documentos Eletrônicos Fiscais : NF-e; SPED, PAF-ECF.

NADAÓBVIO!
Processo de Assinatura Digital

NADAÓBVIO!
Verificando uma Assinatura Digital

NADAÓBVIO!
DOCUMENTO ASSINADO DIGITALMENTE (p7s)

NADAÓBVIO!
DOCUMENTO COM ASSINATURA INVÁLIDA

Você já elaborou algum documento eletrônico assinado digitalmente ?

NADAÓBVIO!
O DOCUMENTO ELETRÔNICO COMO PROVA
 Lei Geral do Processo Eletrônico (11.419/2006)
 Inova nosso CPC ao assegurar equivalência do documento digital ao papel, e

também, força probatória desde que assegurada a integridade eletrônica
originária.
 Para Paulo de Barros Carvalho, é perfeitamente

possível, o emprego de

documento eletrônico como instrumento probatório, desde que
tomadas

as

devidas

integridade da

precauções

para assegurar a autenticidade e a

informação digital. Os problemas inerentes

a

autenticidade, porém, não se restringem aos documentos eletrônicos, pois
a possibilidade de falsificação é inerente a qualquer espécie documental.

NADAÓBVIO!
O DOCUMENTO ELETRÔNICO COMO PROVA


Provam-se suficientemente, por documentos eletrônicos unicamente, aqueles atos
dos quais tais documentos seja aí aplicada assinatura digital e esta atestada por
certificação digital em consonância com as regras e princípios da certificação
digital vigentes no ordenamento.



Provam-se também, por documentos eletrônicos, independentemente de assinatura
e certificação digital, desde que não atentatórios aos princípios de direito, se não
impugnados pela parte contra quem deduzem conteúdo.



Não provam diretamente, mas figuram como indícios relevantes, aqueles
documentos

eletrônicos

que

impulsionam

o

convencimento

acerca

do

fato

principal, aos quais, dadas as peculiaridades do caso em apreciação, o julgador
lhes atribuir algum valor probante.

NADAÓBVIO!
A autenticidade do documento digitalizado
• Lei 12.682/2012
•
•

•

•

Art. 1º A digitalização, o armazenamento em meio eletrônico, óptico ou equivalente
e a reprodução de documentos públicos e privados serão regulados pelo disposto
nesta Lei.
Parágrafo único. Entende-se por digitalização a conversão da fiel imagem de um
documento para código digital.
“Art. 3º O processo de digitalização deverá ser realizado de forma a manter a
integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento
digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de
Chaves Públicas Brasileira - ICP - Brasil.
Parágrafo único. Os meios de armazenamento dos documentos digitais deverão
protegê-los de acesso, uso, alteração, reprodução e destruição não autorizados.”

NADAÓBVIO!
Utilizando o Hash para autenticar documentos

• ExactFile
• Winmd5
• m5summer

NADAÓBVIO!
Visualizando arquivos assinados digitalmente
•
•
•
•
•
•

Formatos:
.pdf
.p7s
Nf-e
PAF-ECF (Chave Publica do Desenvolvedor)
Novo ECF (Chave Privada do Fabricante)

NADAÓBVIO!
Assinando Digitalmente Arquivos Eletrônicos

• Word
• BrySigner
• .pdf

NADAÓBVIO!
Acessando sites com o certificado digital

• E-CAC
• Simples nacional
• Conectividade Social

NADAÓBVIO!
Obrigado
•

Agradecemos a sua participação
nesta caminhada que tivemos até

agora, esperando termos
contribuído de forma positiva para
o crescimento de seu conhecimento

acerca da Certificação Digital.

NADAÓBVIO!

Palestra Certificação Digital

  • 1.
    Curso : ACertificação Digital – Teoria e Prática Eduardo Zuckwitz Especialista em Direito Público e Tecnologia da Informação. NADAÓBVIO!
  • 2.
    “A capacidade deuma organização aprender e traduzir esse aprendizado em ação é a vantagem competitiva definitiva. “(Jack Welch) NADAÓBVIO!
  • 3.
    PROGRAMA DO CURSO • • • • • • • • AInternet hoje; Princípios de Processo Eletrônico confiável; Criptografia Clássica, Simétrica e Assimétrica; Resumo de mensagens (Hash); Estrutura Normativa da ICP-Brasil; Assinaturas digitais e Certificados Digitais; ICP e Autoridades Certificadoras e de Registro; Exemplos e demonstrações práticas de programas para verificar certificados e validar assinaturas digitais. NADAÓBVIO!
  • 4.
    O MUNDO DIGITAL Internet :Aldeia Global Digital  Os Indivíduos e as Implicações no Ciberespaço  Gestão do conhecimento como bem intangível  A Desmaterialização da Vida  A identificação pessoal e de dispositivos no contexto digital NADAÓBVIO!
  • 5.
    QUESTÕES DIGITAIS CONTROVERSAS Internet X Invasão de Privacidade;  Eficácia Probante do Documento Eletrônico;  Valor Jurídico dos Contratos Eletrônicos  Segurança das transações eletrônicas financeiras;  Extraterritorialidade nos Crimes Eletrônicos;  Extraterritorialidade do Comercio Eletrônico e Tributos; NADAÓBVIO!
  • 6.
    Requisitos Para umProcesso Eletrônico Confiável •Autenticidade; •Privacidade; •Autorização (Não apenas Senha) •Integridade dos Dados; •Não Repúdio (*) NADAÓBVIO!
  • 7.
    A Criptografia Origem: Antiguidade– “Decifra-me ou te devoro” Caso : Enigma – Alan Turing Tipos : Simétrica e Assimétrica NADAÓBVIO!
  • 8.
  • 9.
    Criptografia assimétrica integridade confidencialidade Par dechaves: publica e privada Vantagens; Desvantagens Verificar Chaves Públicas NADAÓBVIO!
  • 10.
    Resumo de mensagens(hash) É um algoritmo criptográfico para teste da integridade do documento . Um resumo do conteúdo de arquivos eletrônicos. Uma codificação única de arquivos. Tipos de hash: MD5, SHA1, SHA256, RIPEMD128, TIGER128 QUALQUER ALTERAÇÃO ALTERA O HASH! Por que a diferença na Quantidade de bits? Conseguimos alcançar um processo eletrônico confiável? NADAÓBVIO!
  • 11.
  • 12.
    A CERTIFICAÇÃO DIGITAL MP 2.200/2001 - Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP- Brasil . Sendo o Comitê Gestor da ICP-Brasil responsável pela regulação.  A tecnologia que oferece sigilo, agilidade e validade jurídica em transações eletrônicas. Esse reconhecimento é inserido em um Certificado Digital, por uma Autoridade Certificadora, terceiro confiável como os Cartórios.  O Certificado Digital é uma credencial que identifica uma entidade, seja ela empresa, pessoa física, máquina, aplicação ou site na web. Sendo assim, uma assinatura eletrônica com validade jurídica.  Agentes da ICP-Brasil: Autoridade Certificadora Raiz (ITI), Aut. Certificadora (RFB, Certisign, CMB), e Aut. de Registro.  Por que é regida por MP? Projeto de Lei 7.316 NADAÓBVIO!
  • 13.
    Estrutura normativa daICP-Brasil NADAÓBVIO!
  • 14.
    Tipos de CertificadosDigitais e Biométricos A Certificação Biométrica é a utilização de características físicas para que a partir delas seja produzido um mecanismo de identificação. Por este motivo, a tecnologia da biometria só reforça o conceito de certificação segura do novo documento civil brasileiro. NADAÓBVIO!
  • 15.
    Principais Aplicações • • • • Correio Eletrônico(E-mail) Navegação Segura na Internet Documentos Eletrônicos Assinaturas Digitais Um Certificado Digital normalmente apresenta as seguintes informações: • nome da pessoa ou entidade a ser associada à chave pública • período de validade do certificado; • chave pública; • nome e assinatura da entidade que assinou o certificado; • número de série. NADAÓBVIO!
  • 16.
    A segurança nanavegação de sites na internet (https) • • • • Cadeado; Certificados de sites v1 v2 v3; Diminui o risco de fraudes; Criptografia segura NADAÓBVIO!
  • 17.
    O Período deValidade dos Certificados Digitais Validade do certificado digital por Tipo: A1, A3, S1, S3, T3 e T4. Lista de Certificados Revogados (LCR) NADAÓBVIO!
  • 18.
    Autoridade Carimbo doTempo (ACT) • Atesta o momento da ocorrência do fato digital. Ex: • Solução para contratos eletrônicos e substituição do AR. NADAÓBVIO!
  • 19.
    Modo de Funcionamentode uma ACT NADAÓBVIO!
  • 20.
    O DOCUMENTO ELETRÔNICOE A ASSINATURA DIGITAL  Art. 10. Consideram-se documentos públicos ou particulares, para todos     os fins legais, os documentos eletrônicos de que trata esta Medida Provisória (MP 2200/2001). § 1o As declarações constantes dos documentos em forma eletrônica produzidos com a utilização de processo de certificação disponibilizado pela ICP-Brasil presumem-se verdadeiros em relação aos signatários... Atributos do documento eletrônico certificado digitalmente: Autenticidade, Integridade, Validade Jurídica, Irrefutabilidade, Confidencialidade. A certificação da assinatura digital, como nos termos da ICP-Brasil, garante que um conjunto de dados, mensagem ou arquivo, realmente provém de determinado remetente e não foi adulterado após o envio, evitando, assim, riscos de fraude ou falsificação. Exemplos de Documentos Eletrônicos Fiscais : NF-e; SPED, PAF-ECF. NADAÓBVIO!
  • 21.
    Processo de AssinaturaDigital NADAÓBVIO!
  • 22.
    Verificando uma AssinaturaDigital NADAÓBVIO!
  • 23.
  • 24.
    DOCUMENTO COM ASSINATURAINVÁLIDA Você já elaborou algum documento eletrônico assinado digitalmente ? NADAÓBVIO!
  • 25.
    O DOCUMENTO ELETRÔNICOCOMO PROVA  Lei Geral do Processo Eletrônico (11.419/2006)  Inova nosso CPC ao assegurar equivalência do documento digital ao papel, e também, força probatória desde que assegurada a integridade eletrônica originária.  Para Paulo de Barros Carvalho, é perfeitamente possível, o emprego de documento eletrônico como instrumento probatório, desde que tomadas as devidas integridade da precauções para assegurar a autenticidade e a informação digital. Os problemas inerentes a autenticidade, porém, não se restringem aos documentos eletrônicos, pois a possibilidade de falsificação é inerente a qualquer espécie documental. NADAÓBVIO!
  • 26.
    O DOCUMENTO ELETRÔNICOCOMO PROVA  Provam-se suficientemente, por documentos eletrônicos unicamente, aqueles atos dos quais tais documentos seja aí aplicada assinatura digital e esta atestada por certificação digital em consonância com as regras e princípios da certificação digital vigentes no ordenamento.  Provam-se também, por documentos eletrônicos, independentemente de assinatura e certificação digital, desde que não atentatórios aos princípios de direito, se não impugnados pela parte contra quem deduzem conteúdo.  Não provam diretamente, mas figuram como indícios relevantes, aqueles documentos eletrônicos que impulsionam o convencimento acerca do fato principal, aos quais, dadas as peculiaridades do caso em apreciação, o julgador lhes atribuir algum valor probante. NADAÓBVIO!
  • 27.
    A autenticidade dodocumento digitalizado • Lei 12.682/2012 • • • • Art. 1º A digitalização, o armazenamento em meio eletrônico, óptico ou equivalente e a reprodução de documentos públicos e privados serão regulados pelo disposto nesta Lei. Parágrafo único. Entende-se por digitalização a conversão da fiel imagem de um documento para código digital. “Art. 3º O processo de digitalização deverá ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP - Brasil. Parágrafo único. Os meios de armazenamento dos documentos digitais deverão protegê-los de acesso, uso, alteração, reprodução e destruição não autorizados.” NADAÓBVIO!
  • 28.
    Utilizando o Hashpara autenticar documentos • ExactFile • Winmd5 • m5summer NADAÓBVIO!
  • 29.
    Visualizando arquivos assinadosdigitalmente • • • • • • Formatos: .pdf .p7s Nf-e PAF-ECF (Chave Publica do Desenvolvedor) Novo ECF (Chave Privada do Fabricante) NADAÓBVIO!
  • 30.
    Assinando Digitalmente ArquivosEletrônicos • Word • BrySigner • .pdf NADAÓBVIO!
  • 31.
    Acessando sites como certificado digital • E-CAC • Simples nacional • Conectividade Social NADAÓBVIO!
  • 32.
    Obrigado • Agradecemos a suaparticipação nesta caminhada que tivemos até agora, esperando termos contribuído de forma positiva para o crescimento de seu conhecimento acerca da Certificação Digital. NADAÓBVIO!