O Skate no Brasil
Um dos esportes mais praticados no Brasil, o skateboard, tem
várias vertentes. A categoria vertical (que utiliza a rampa) é uma
das mais conhecidas e o street (de rua) é um dos mais
praticados. Nem tão popular quanto estas modalidades, mas
sem dúvida, de grande importância para o esporte, está o
Freestyle (Estilo livre). Uma prática que exige equíbrio, bom
condicionamento e muita criatividade para aplicação de
manobras. Para explicar um pouco mais, o ONNE entrevistou Per
Canguru (Urgh), um dos skatistas mais renomados do Brasil e
com participações importantes nos principais campeonatos
mundiais.
Skate também é Paixão Nacional
A mídia raramente transmite campeonatos importantes em
televisão aberta e os resultados são encontrados apenas por
àqueles que têm interesse no esporte. “Dinheiro sempre
responde essas questões. O retorno com o futebol, por
exemplo, é bem maior, por isso o divulgam”, explica o professor
de educação física e skatista, Marcos Pesch. A falta de patrocínio
relacionada a esse esporte é muito prejudicial aos atletas que
tem como objetivo se profissionalizar. Entretanto, esse é um
problema referente a praticamente todos os esportes, tirando o
futebol, que é visto como um esporte de “paixão nacional”.
Presença do skate nas mídias
O Brasil também não oferece uma boa infraestrutura para os
praticantes desse esporte. “Faltam pistas de qualidade, apoio e
incentivo das marcas que se dizem de skate, sem falar no
governo. Todos visam o próprio lucro, sem pensar em qualquer
retorno ao skate”, conta Marcos.
Acessibilidade aos materiais e espaços
dessas práticas em sua realidade
É essencial a utilização de equipamentos de segurança como o
capacete, joelheira e cotoveleira para o mínimo de proteção em
caso de quedas.
Vai machucar bastante, mas a evolução, infelizmente, começa
assim. É importante treinar todos os dias se possível,
complementar com bicicleta e corrida para melhorar as funções
cardiorespiratórias. Alongamentos são muito importantes, pois
muitas manobras exigem um corpo flexível”.
Questões de segurança necessária
Um dos grandes problemas do skate é ser visto como um lazer e
não um esporte, que envolve competições, premiações, entre
outros. Segundo o skatista, essa “nova visão” tem que começar
da base. “As marcas de skate têm que receber amparo ou
incentivo fiscal do governo para poder apoiar mais eventos,
sejam grandes ou pequenos. O governo tem que olhar o skate
como uma grande ferramenta de inclusão do jovem ao mundo
do esporte. O skatista profissional tem que se valorizar mais.
Muita coisa tem que mudar, porém a clássica burocracia tende a
desanimar todo esse processo”, explica Marcos.
Dificuldades e/ou facilidade
Não existe uma “receita” certa para ensinar ao jovem que sonha
em ser skatista profissional. Segundo o skatista, andar de skate é
diferente de todos os outros esportes, para aprender é
necessário praticar. A dedicação e a paixão pelo esporte se
complementam e contribuem para uma boa perfomance. “O
atleta precisa se dedicar realmente ao skate.
Possibilidade de socialização

O skate no brasil

  • 1.
    O Skate noBrasil
  • 2.
    Um dos esportesmais praticados no Brasil, o skateboard, tem várias vertentes. A categoria vertical (que utiliza a rampa) é uma das mais conhecidas e o street (de rua) é um dos mais praticados. Nem tão popular quanto estas modalidades, mas sem dúvida, de grande importância para o esporte, está o Freestyle (Estilo livre). Uma prática que exige equíbrio, bom condicionamento e muita criatividade para aplicação de manobras. Para explicar um pouco mais, o ONNE entrevistou Per Canguru (Urgh), um dos skatistas mais renomados do Brasil e com participações importantes nos principais campeonatos mundiais. Skate também é Paixão Nacional
  • 3.
    A mídia raramentetransmite campeonatos importantes em televisão aberta e os resultados são encontrados apenas por àqueles que têm interesse no esporte. “Dinheiro sempre responde essas questões. O retorno com o futebol, por exemplo, é bem maior, por isso o divulgam”, explica o professor de educação física e skatista, Marcos Pesch. A falta de patrocínio relacionada a esse esporte é muito prejudicial aos atletas que tem como objetivo se profissionalizar. Entretanto, esse é um problema referente a praticamente todos os esportes, tirando o futebol, que é visto como um esporte de “paixão nacional”. Presença do skate nas mídias
  • 5.
    O Brasil tambémnão oferece uma boa infraestrutura para os praticantes desse esporte. “Faltam pistas de qualidade, apoio e incentivo das marcas que se dizem de skate, sem falar no governo. Todos visam o próprio lucro, sem pensar em qualquer retorno ao skate”, conta Marcos. Acessibilidade aos materiais e espaços dessas práticas em sua realidade
  • 6.
    É essencial autilização de equipamentos de segurança como o capacete, joelheira e cotoveleira para o mínimo de proteção em caso de quedas. Vai machucar bastante, mas a evolução, infelizmente, começa assim. É importante treinar todos os dias se possível, complementar com bicicleta e corrida para melhorar as funções cardiorespiratórias. Alongamentos são muito importantes, pois muitas manobras exigem um corpo flexível”. Questões de segurança necessária
  • 8.
    Um dos grandesproblemas do skate é ser visto como um lazer e não um esporte, que envolve competições, premiações, entre outros. Segundo o skatista, essa “nova visão” tem que começar da base. “As marcas de skate têm que receber amparo ou incentivo fiscal do governo para poder apoiar mais eventos, sejam grandes ou pequenos. O governo tem que olhar o skate como uma grande ferramenta de inclusão do jovem ao mundo do esporte. O skatista profissional tem que se valorizar mais. Muita coisa tem que mudar, porém a clássica burocracia tende a desanimar todo esse processo”, explica Marcos. Dificuldades e/ou facilidade
  • 9.
    Não existe uma“receita” certa para ensinar ao jovem que sonha em ser skatista profissional. Segundo o skatista, andar de skate é diferente de todos os outros esportes, para aprender é necessário praticar. A dedicação e a paixão pelo esporte se complementam e contribuem para uma boa perfomance. “O atleta precisa se dedicar realmente ao skate. Possibilidade de socialização