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O QUE
SIGNIFICA
SER CRENTE
HOJE
No início da Era Cristã, os discípulos
de Jesus foram chamados de
cristãos, mas isso nada tinha de
elogio; era apenas um adjetivo
pejorativo, pois eles eram
“diferentes”.
Naquele tempo eles eram
perseguidos e lançados às feras.
Quando o cristianismo se tornou a
religião majoritária e oficial, cristão
virou substantivo. Ficou “chique”,
pois não mais havia perseguições e
apenas se requeria deles mera
formalidade exterior.
Aconteceu de modo semelhante
com os crentes no Brasil. De um
passado de perseguições
inclementes, ocasião em que
muitos pagaram com a própria vida
por causa de suas convicções,
depois as coisas mudaram.
Com inúmeras igrejas e teologias
para todos os gostos (e desgostos),
ser crente ganhou uma conotação
“chique” que destoa de seu antigo
significado.
Muitos acham que crente é aquele
que não mata, não rouba, não
mente, não tem vícios, frequenta
igreja, veste-se modesta e
decentemente, e não fala coisas
inconvenientes.
Outros acham que o crente não
precisa ser diferente, isto é, pode
viver do mesmo jeito que vivia
antes, desde que faça as coisas “em
nome do Senhor”.
Já outros acham que, sendo
crentes, adquirem um passaporte
para um mundo-cor-de-rosa,
tornando-se supercrentes: jamais
ficam doentes, não têm crises
financeiras, nem quaisquer
problemas.
Ser crente é algo mais profundo,
pois tem a ver com a mente e o
coração, com uma radical mudança
na essência do ser, e não apenas
com meras atitudes exteriores.
Pode-se tentar dar muitas
definições, mas ser crente jamais
passará disso: uma nova criatura a
viver de conformidade com o
Evangelho de Jesus Cristo. Esse
ponto tem sido ignorado e traz
muitas confusões às mentes das
pessoas.
Mas o termo crente está em
desuso. Agora, o chique é ser
evangélico. Quando mulheres
famosas posam nuas, falam
imoralidades e rebolam “em nome
do Senhor”, se dizendo evangélicas
e defendendo que o exterior não
importa, pois “Deus quer é o
coração”;
Quando bandidos contumazes
cometem todo tipo de atrocidade,
mas no dia seguinte a serem pegos
já se postam com a Bíblia na mão e
se dizem evangélicos; quando
desvios de comportamento
procuram ser atenuados com essa
nova palavra mágica,
Então podemos ver que algo está
errado não só no entendimento do
que significa ser evangélico, mas no
próprio “modus vivendi” das
pessoas que trazem afrontas e
vitupério ao nome de Cristo.
Crente e evangélico, por definição,
deveriam ser essencialmente a
mesma coisa — aquele que segue
fielmente o Evangelho. O problema
é o desvio espiritual de quem quer
apenas um rótulo chique
1 - Cristianismo sem Cristo,
2 - Discipulado sem cruz,
3 - Privilégios sem responsabilidades,
4 - Espiritualidade sem amor,
5 - Liturgia sem liberdade do Espírito, e
6 - Piedade sem poder de Deus.
Cuja religião demonstra:
Crente é aquele que segue o
Evangelho de Cristo.
Tomemos uma expressão do
Sermão do Monte para julgarmos a
situação segundo a reta justiça.
Jesus disse: “Vós sois o sal da terra;
ora, se o sal vier a ser insípido...
A função primária do sal é salgar,
preservar e dar sabor. O propósito
da luz é iluminar. São coisas tão
evidentes que não necessitam de
ilustração. Jesus as utilizou para
deixar claro que esperava de Seus
discípulos que a sua influência na
sociedade fosse semelhante ao sal e
luz.
O problema é que alguns são
“crentes” apenas nominalmente,
não são regenerados.
Esses são “crentes” insípidos e em
trevas, que nunca salgam e jamais
iluminam nada.
Jesus os identificou como “joio”.
Esses alargam o
“caminho estreito” da
salvação e fazem com
que o nome do Senhor
seja blasfemado.
Em contrapartida, louvo a Deus
pelos crentes fiéis, os quais vivem
de modo digno do Evangelho,
honrando o bom nome de Cristo e
demonstrando com o seu exemplo
que a verdade do Evangelho se
credencia na prática.
Quando a sociedade julga os
crentes por aqueles que não vivem
de acordo com o Evangelho,
podemos tirar disso uma lição. A
sociedade espera que sejamos
realmente diferentes, que vivamos
o que pregamos, não o contrário.
Quando somos expostos pela
imprensa por causa de uns poucos
“convencidos” (não convertidos),
isso só deve nos fortalecer no
propósito de continuarmos a ser sal
e luz num mundo que se revolve
cada vez mais na podridão de suas
próprias trevas espirituais e morais.
Jesus disse que a árvore é
conhecida pelos seus frutos. E
também afirmou: “Nem todo o que
me diz: ‘Senhor, Senhor!’ entrará
no reino dos céus, mas aquele que
faz a vontade de meu Pai, que está
nos céus”.
Vale a pena
ser
crente em Jesus!
Para se tornar membro de
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F I M

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O que significa ser crente

  • 2. No início da Era Cristã, os discípulos de Jesus foram chamados de cristãos, mas isso nada tinha de elogio; era apenas um adjetivo pejorativo, pois eles eram “diferentes”.
  • 3. Naquele tempo eles eram perseguidos e lançados às feras. Quando o cristianismo se tornou a religião majoritária e oficial, cristão virou substantivo. Ficou “chique”, pois não mais havia perseguições e apenas se requeria deles mera formalidade exterior.
  • 4. Aconteceu de modo semelhante com os crentes no Brasil. De um passado de perseguições inclementes, ocasião em que muitos pagaram com a própria vida por causa de suas convicções, depois as coisas mudaram.
  • 5. Com inúmeras igrejas e teologias para todos os gostos (e desgostos), ser crente ganhou uma conotação “chique” que destoa de seu antigo significado.
  • 6. Muitos acham que crente é aquele que não mata, não rouba, não mente, não tem vícios, frequenta igreja, veste-se modesta e decentemente, e não fala coisas inconvenientes.
  • 7. Outros acham que o crente não precisa ser diferente, isto é, pode viver do mesmo jeito que vivia antes, desde que faça as coisas “em nome do Senhor”.
  • 8. Já outros acham que, sendo crentes, adquirem um passaporte para um mundo-cor-de-rosa, tornando-se supercrentes: jamais ficam doentes, não têm crises financeiras, nem quaisquer problemas.
  • 9. Ser crente é algo mais profundo, pois tem a ver com a mente e o coração, com uma radical mudança na essência do ser, e não apenas com meras atitudes exteriores.
  • 10. Pode-se tentar dar muitas definições, mas ser crente jamais passará disso: uma nova criatura a viver de conformidade com o Evangelho de Jesus Cristo. Esse ponto tem sido ignorado e traz muitas confusões às mentes das pessoas.
  • 11. Mas o termo crente está em desuso. Agora, o chique é ser evangélico. Quando mulheres famosas posam nuas, falam imoralidades e rebolam “em nome do Senhor”, se dizendo evangélicas e defendendo que o exterior não importa, pois “Deus quer é o coração”;
  • 12. Quando bandidos contumazes cometem todo tipo de atrocidade, mas no dia seguinte a serem pegos já se postam com a Bíblia na mão e se dizem evangélicos; quando desvios de comportamento procuram ser atenuados com essa nova palavra mágica,
  • 13. Então podemos ver que algo está errado não só no entendimento do que significa ser evangélico, mas no próprio “modus vivendi” das pessoas que trazem afrontas e vitupério ao nome de Cristo.
  • 14. Crente e evangélico, por definição, deveriam ser essencialmente a mesma coisa — aquele que segue fielmente o Evangelho. O problema é o desvio espiritual de quem quer apenas um rótulo chique
  • 15. 1 - Cristianismo sem Cristo, 2 - Discipulado sem cruz, 3 - Privilégios sem responsabilidades, 4 - Espiritualidade sem amor, 5 - Liturgia sem liberdade do Espírito, e 6 - Piedade sem poder de Deus. Cuja religião demonstra:
  • 16. Crente é aquele que segue o Evangelho de Cristo. Tomemos uma expressão do Sermão do Monte para julgarmos a situação segundo a reta justiça. Jesus disse: “Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido...
  • 17. A função primária do sal é salgar, preservar e dar sabor. O propósito da luz é iluminar. São coisas tão evidentes que não necessitam de ilustração. Jesus as utilizou para deixar claro que esperava de Seus discípulos que a sua influência na sociedade fosse semelhante ao sal e luz.
  • 18. O problema é que alguns são “crentes” apenas nominalmente, não são regenerados. Esses são “crentes” insípidos e em trevas, que nunca salgam e jamais iluminam nada. Jesus os identificou como “joio”.
  • 19. Esses alargam o “caminho estreito” da salvação e fazem com que o nome do Senhor seja blasfemado.
  • 20. Em contrapartida, louvo a Deus pelos crentes fiéis, os quais vivem de modo digno do Evangelho, honrando o bom nome de Cristo e demonstrando com o seu exemplo que a verdade do Evangelho se credencia na prática.
  • 21. Quando a sociedade julga os crentes por aqueles que não vivem de acordo com o Evangelho, podemos tirar disso uma lição. A sociedade espera que sejamos realmente diferentes, que vivamos o que pregamos, não o contrário.
  • 22. Quando somos expostos pela imprensa por causa de uns poucos “convencidos” (não convertidos), isso só deve nos fortalecer no propósito de continuarmos a ser sal e luz num mundo que se revolve cada vez mais na podridão de suas próprias trevas espirituais e morais.
  • 23. Jesus disse que a árvore é conhecida pelos seus frutos. E também afirmou: “Nem todo o que me diz: ‘Senhor, Senhor!’ entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus”.
  • 25. Para se tornar membro de uma igreja local, você declara de coração que você é crente em Jesus Cristo, respondendo as seguintes perguntas:
  • 26. - Você renuncia a todo mal e poderes no mundo que desobedecem à justiça e amor de Deus? Sim!
  • 27. - Você renuncia a todas as formas de pecado que o separam do amor de Deus? Sim!
  • 28. - Você se volta para Jesus Cristo e O aceita como seu Senhor e Salvador? Sim!
  • 29. - Você promete ser um fiel discípulo de Cristo, obedecendo a Sua Palavra e demonstrando Seu amor, até o fim da sua vida? Sim!
  • 30. - Você promete ser um fiel membro desta igreja, participando na adoração e em ministérios Sim!
  • 31. - Através das suas orações e seus dons, seus estudos e serviços, e assim cumprir o seu chamado para ser um discípulo de Jesus Cristo? Sim!
  • 32. F I M