O documento analisa o chamado "pacto sucessório" entre os condes D. Raimundo e D. Henrique. O autor encontra anacronismos e incongruências no texto que levantam dúvidas sobre sua autenticidade, sugerindo que pode ter sido produzido no século XVII para questionar a legitimidade de Portugal. Apesar de argumentos linguísticos não confirmarem uma origem moderna, a suspeita sobre o documento permanece devido à falta do manuscrito original.