O documento explora a figura de Marechal Cândido Rondon como uma síntese simbólica entre o indígena, o europeu e o militar, destacando sua contribuição na construção de linhas telegráficas que consolidaram as fronteiras brasileiras. Rondon é apresentado como um mito nacional que representa a união e o combate aos imaginários sociais, influenciando a ideologia brasileira sobre territorialidade e identidade. Além disso, o texto também discute a construção do mito bandeirante e sua relação com a literatura romântica que simboliza a formação da nacionalidade brasileira.