Mulheres Virtuosas Estudando a Bíblia – IIGD
                       SAMAMBAIA
                                  A serva de Naamã
                              Um instrumento de bênção



A serva de Naamã, provavelmente uma pré-adolescente, foi capturada e levada para a
Síria durante o reinado de Jorão, filho de Acabe, uma época em que Israel era invadida
constantemente pelas nações existentes ao seu redor. Apesar de estar vivendo numa
terra estranha e servindo a pessoas que talvez tivessem matado seus pais, ela
demonstrou um desejo de servir bem aos seus senhores (Mt 5.44), oferecendo seu
trabalho, “servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens” (Ef 6.5-8).
É evidente que essa criança hebréia havia sido ensinada que a mão de Deus estava
sobre a sua vida. Apesar de encontrar-se num meio pagão, ela estava firmemente
comprometida com Javé como um Deus de misericórdia. A menina estava decidida a
revelar a superioridade do Deus de Israel sobre os deuses pagãos da Síria, mesmo em
um ambiente de guerra e de opressão. Ela exercitou sua própria fé simples e
testemunhou sobre o poder de Deus para curar a lepra, o que resultou não apenas na
salvação da vida de seu Senhor, mas também na apresentação para ele do Deus de
Israel. Seu testemunho perseverante levou Naamã a pôr de lado o seu orgulho e a
tomar a decisão de colocar sua fé no Deus de Israel.
Essa jovem serva cativa mostra a capacidade que até uma criança tem de lembrar e de
obedecer de todo o coração os mandamentos de Deus em meio a circunstâncias
difíceis (veja Dn 1.3-20). Apesar de parecer apenas uma personagem coadjuvante na
história de Israel, ela se tornou o instrumento eficaz para que um dos milagres mais
importantes do Antigo Testamento acontecesse.

MVEB: A serva de Naamã

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    Mulheres Virtuosas Estudandoa Bíblia – IIGD SAMAMBAIA A serva de Naamã Um instrumento de bênção A serva de Naamã, provavelmente uma pré-adolescente, foi capturada e levada para a Síria durante o reinado de Jorão, filho de Acabe, uma época em que Israel era invadida constantemente pelas nações existentes ao seu redor. Apesar de estar vivendo numa terra estranha e servindo a pessoas que talvez tivessem matado seus pais, ela demonstrou um desejo de servir bem aos seus senhores (Mt 5.44), oferecendo seu trabalho, “servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens” (Ef 6.5-8). É evidente que essa criança hebréia havia sido ensinada que a mão de Deus estava sobre a sua vida. Apesar de encontrar-se num meio pagão, ela estava firmemente comprometida com Javé como um Deus de misericórdia. A menina estava decidida a revelar a superioridade do Deus de Israel sobre os deuses pagãos da Síria, mesmo em um ambiente de guerra e de opressão. Ela exercitou sua própria fé simples e testemunhou sobre o poder de Deus para curar a lepra, o que resultou não apenas na salvação da vida de seu Senhor, mas também na apresentação para ele do Deus de Israel. Seu testemunho perseverante levou Naamã a pôr de lado o seu orgulho e a tomar a decisão de colocar sua fé no Deus de Israel. Essa jovem serva cativa mostra a capacidade que até uma criança tem de lembrar e de obedecer de todo o coração os mandamentos de Deus em meio a circunstâncias difíceis (veja Dn 1.3-20). Apesar de parecer apenas uma personagem coadjuvante na história de Israel, ela se tornou o instrumento eficaz para que um dos milagres mais importantes do Antigo Testamento acontecesse.