Risco Causa Efeito Frequência Severidade Categoria do
Risco
Medidas de Controle
 Colisão de durante
a manobra de
atracação.
 Falta de defensas na plataforma do píer;
 Condições desfavoráveis de vento e
maré;
 Falha de sinalização.
 Danos materiais e
ao meio ambiente.
 Prever a instalação de defensas nos dolfins do
píer;
 Manter observador qualificado durante a
execução do trabalho com recurso de comunicação
com o rebocador;
 Inspecionar cabos de amarração e utilizar cabos
de amarração apropriados;
 Monitorar estado dos cabeços de amarração das
barcaças e rebocador;
 Colisão entre
embarcações ou bóia
de sinalização
 Imperícia na execução de manobras;
 Falta de visibilidade
 Sinalização inadequada
 Lesões pessoais
(múltiplas)
 Danos materiais
 Danos ambientais
 Não realizar manobras com embarcações em
condições desfavoráveis de maré, luminosidade,
visibilidade ou condições climáticas severas;
 Sinalizar adequadamente as embarcações
(aplicação da sinalização náutica)
 Comunicação constante via rádio;
 Encalhe da
embarcação
 Imperícia na condução da embarcação
 Falta de visibilidade
 Sinalização inadequada
 Lesões pessoais
(múltiplas)
 Danos materiais
 Danos ambientais
 Não movimentar as embarcações em condições
desfavoráveis de luminosidade, visibilidade ou
condições climáticas severas;
 Queda de homem
ao mar
 Trabalho em posição desfavorável;
 Acesso inseguro a embarcações
 Lesões pessoais
(Afogamento)
 Utilizar obrigatoriamente o colete salva-vidas
durante trabalhos que representem riscos de queda
ao mar;
 Utilizar prancha adequada para acesso ao píer;
 Utilizar somente escadas regulamentadas para
acesso ao navio (Escada de prático/Escada de
Porta-ló)
 Queda de materiais
ou equipamentos
 Falha no equipamento de guindar durante
movimentação de mangotes ou cargas
 Lesões pessoais
(Múltiplas)
 Danos materiais
 Inspecionar lingadas e estropos a serem
utilizados nas movimentações de carga;
 Impedir a presença de pessoas sob cargas em
movimento;
 Utilizar recursos de sinalizador para orientar o
operador do guindaste nas manobras;
 Contato acidental
com ferramentas ou
partes de equipamentos
 Não utilização de EPI;
 Desorganização no ambiente de trabalho
 Lesões pessoais
(Cortes e Lacerações)
 Desenvolver cultura de utilização de EPI´s
obrigatórios. (Capacete, óculos de segurança, luvas
de vaqueta e botina de segurança)
 Riscos ergonômicos  Realização de trabalhos em posição ou
posturas inadequadas
 Lesões pessoais
(Distensões e/ou
luxações)
 Orientar a equipe para os riscos inerentes as
atividades desenvolvidas;
 Realizar exercícios de alongamento antes dos
início das tarefas;
 Evitar permanecer por muito tempo em uma
determinada posição.
 Derrame de
hidrocarboneto no
convés, no píer ou no
mar
 Falha no procedimento de conexão ou
desconexão;
 Rompimento de mangotes;
 Extravasamento de tanque do navio ou da
barcaça;
 Contra pressão provocada por erro de
alinhamento a bordo;
 Aumento indevido de vazão de
carregamento
 Lesões pessoais
(intoxicação /
contaminação);
 Danos ao meio
ambiente.
 Utilizar juntas novas, reduções padronizadas e
conexões aparafusadas (não utilizar grampos);
 Monitorar utilização dos mangotes, registrando
dados (hora, produto, volume, pressão, vazão);
 Testar mangotes de acordo com plano de testes;
 Confirmar com navio espaço disponível e volume
a ser entregue antes do início da operação;
 Trocar periodicamente informações operacionais
entre as partes (vazão, previsão, acumulado).
 Utilizar EPI obrigatórios na conexão e
desconexão dos mangotes.
 Incêndio e/ou
explosões
 Presença de vapores de hidrocarbonetos +
fonte de ignição
 Lesões pessoais
 Danos materiais
 Danos ao meio
ambiente
 Utilizar cabo terra com pinça, disjuntor de
proteção e lâmpada indicadora de contato;
 Instalar placa de advertência proibindo: fumo,
produção de calor, centelhas, fagulhas, uso de
celular, máquina fotográfica, filmadora;
 Aterrar equipamentos que tenham contato com o
produto (de medição, de coleta de amostras, de
tomada de temperatura).
 Afundamento  Perfuração do casco em local abaixo da linha
d´água
 Danos materiais
 Danos ao meio
ambiente
 Realizar inspeções periódicas dos peak-tank's,
confirmando a estanqueidade;
 Substituir borrachas de vedação das bocas de
visita dos peak-tank's quando apresentarem
deformações;
 Realizar as docagens a seco dentro do previsto
pela sociedade classificadora ou autoridades,
reparando conforme necessário.
 Exposição a
intempéries
 Exposição a condições climáticas
(chuva/frio/calor)
 Lesões pessoais  Utilizar EPI's obrigatório (capa de chuva,
agasalho no inverno, protetor solar)
 Dotar de abrigo no convés para a área de
operação
 Exposição a ruído  Não utilização de protetor auricular  Lesões pessoais
(danos auditivos)
 Utilizar protetor auricular durante trabalhos na
praça de máquinas
 Exposição e contato
com hidrocarbonetos
 Não utilização de EPI's
 Utilizar uniforme irregularmente
 Lesões pessoais;
(dermatite por
contato,
contaminação
respiratória)
 Utilizar os EPI's obrigatório (Luvas de PVC de
cano longo com forro, Máscaras com filtro)
 Utilizar uniforme em boas condições
 Não permanecer em locais contaminados com
gases de hidrocarbonetos sem proteção adequada.

Modelo analise de risco

  • 1.
    Risco Causa EfeitoFrequência Severidade Categoria do Risco Medidas de Controle  Colisão de durante a manobra de atracação.  Falta de defensas na plataforma do píer;  Condições desfavoráveis de vento e maré;  Falha de sinalização.  Danos materiais e ao meio ambiente.  Prever a instalação de defensas nos dolfins do píer;  Manter observador qualificado durante a execução do trabalho com recurso de comunicação com o rebocador;  Inspecionar cabos de amarração e utilizar cabos de amarração apropriados;  Monitorar estado dos cabeços de amarração das barcaças e rebocador;  Colisão entre embarcações ou bóia de sinalização  Imperícia na execução de manobras;  Falta de visibilidade  Sinalização inadequada  Lesões pessoais (múltiplas)  Danos materiais  Danos ambientais  Não realizar manobras com embarcações em condições desfavoráveis de maré, luminosidade, visibilidade ou condições climáticas severas;  Sinalizar adequadamente as embarcações (aplicação da sinalização náutica)  Comunicação constante via rádio;  Encalhe da embarcação  Imperícia na condução da embarcação  Falta de visibilidade  Sinalização inadequada  Lesões pessoais (múltiplas)  Danos materiais  Danos ambientais  Não movimentar as embarcações em condições desfavoráveis de luminosidade, visibilidade ou condições climáticas severas;  Queda de homem ao mar  Trabalho em posição desfavorável;  Acesso inseguro a embarcações  Lesões pessoais (Afogamento)  Utilizar obrigatoriamente o colete salva-vidas durante trabalhos que representem riscos de queda ao mar;  Utilizar prancha adequada para acesso ao píer;  Utilizar somente escadas regulamentadas para acesso ao navio (Escada de prático/Escada de Porta-ló)  Queda de materiais ou equipamentos  Falha no equipamento de guindar durante movimentação de mangotes ou cargas  Lesões pessoais (Múltiplas)  Danos materiais  Inspecionar lingadas e estropos a serem utilizados nas movimentações de carga;  Impedir a presença de pessoas sob cargas em movimento;  Utilizar recursos de sinalizador para orientar o operador do guindaste nas manobras;  Contato acidental com ferramentas ou partes de equipamentos  Não utilização de EPI;  Desorganização no ambiente de trabalho  Lesões pessoais (Cortes e Lacerações)  Desenvolver cultura de utilização de EPI´s obrigatórios. (Capacete, óculos de segurança, luvas de vaqueta e botina de segurança)  Riscos ergonômicos  Realização de trabalhos em posição ou posturas inadequadas  Lesões pessoais (Distensões e/ou luxações)  Orientar a equipe para os riscos inerentes as atividades desenvolvidas;  Realizar exercícios de alongamento antes dos início das tarefas;  Evitar permanecer por muito tempo em uma determinada posição.
  • 2.
     Derrame de hidrocarbonetono convés, no píer ou no mar  Falha no procedimento de conexão ou desconexão;  Rompimento de mangotes;  Extravasamento de tanque do navio ou da barcaça;  Contra pressão provocada por erro de alinhamento a bordo;  Aumento indevido de vazão de carregamento  Lesões pessoais (intoxicação / contaminação);  Danos ao meio ambiente.  Utilizar juntas novas, reduções padronizadas e conexões aparafusadas (não utilizar grampos);  Monitorar utilização dos mangotes, registrando dados (hora, produto, volume, pressão, vazão);  Testar mangotes de acordo com plano de testes;  Confirmar com navio espaço disponível e volume a ser entregue antes do início da operação;  Trocar periodicamente informações operacionais entre as partes (vazão, previsão, acumulado).  Utilizar EPI obrigatórios na conexão e desconexão dos mangotes.  Incêndio e/ou explosões  Presença de vapores de hidrocarbonetos + fonte de ignição  Lesões pessoais  Danos materiais  Danos ao meio ambiente  Utilizar cabo terra com pinça, disjuntor de proteção e lâmpada indicadora de contato;  Instalar placa de advertência proibindo: fumo, produção de calor, centelhas, fagulhas, uso de celular, máquina fotográfica, filmadora;  Aterrar equipamentos que tenham contato com o produto (de medição, de coleta de amostras, de tomada de temperatura).  Afundamento  Perfuração do casco em local abaixo da linha d´água  Danos materiais  Danos ao meio ambiente  Realizar inspeções periódicas dos peak-tank's, confirmando a estanqueidade;  Substituir borrachas de vedação das bocas de visita dos peak-tank's quando apresentarem deformações;  Realizar as docagens a seco dentro do previsto pela sociedade classificadora ou autoridades, reparando conforme necessário.  Exposição a intempéries  Exposição a condições climáticas (chuva/frio/calor)  Lesões pessoais  Utilizar EPI's obrigatório (capa de chuva, agasalho no inverno, protetor solar)  Dotar de abrigo no convés para a área de operação  Exposição a ruído  Não utilização de protetor auricular  Lesões pessoais (danos auditivos)  Utilizar protetor auricular durante trabalhos na praça de máquinas  Exposição e contato com hidrocarbonetos  Não utilização de EPI's  Utilizar uniforme irregularmente  Lesões pessoais; (dermatite por contato, contaminação respiratória)  Utilizar os EPI's obrigatório (Luvas de PVC de cano longo com forro, Máscaras com filtro)  Utilizar uniforme em boas condições  Não permanecer em locais contaminados com gases de hidrocarbonetos sem proteção adequada.