Millôr Fernandes
                          1923 – 2012
Considerado um dos maiores chargistas e jornalistas da imprensa brasileira do século
XX. Millôr Fernandes iniciou sua carreira na revista O Cruzeiro, antes mesmo do
veículo ser adquirido por Chateaubriand, quando se tornaria numa das mais
importantes revistas da história do Brasil, Trabalhou em diversos jornais e revistas de
grande relevância como a revista Veja, Jornal do Brasil, Jornal O Dia, Folha de São
Paulo, entre outros trabalhos. Autodidata, desenvolvia um humor expressado por
meio de desenhos e pinturas despojadas; e textos criativos e avançados para o seu
tempo .Millôr se considerava um escritor sem estilo, conquistou a crítica e a opinião
pública, e tratava seus editores de igual para igual. Iniciou no jornalismo em 1938, aos
15 anos de idade, no cargo de contínuo e repaginador de “O Cruzeiro”, retornaria à
revista no ano de 1943, ao lado de Frederico Chateaubriand, quando criou a sua
coluna “Pif-Paf” com textos e desenhos. Além de artigos e charges, se aventurou na
dramaturgia escrevendo roteiros para o teatro e cinema. Em 1949, assinaria seu
primeiro roteiro cinematográfico, “Modelo 19”, que recebeu o Prêmio Governador do
Estado de São Paulo.

Millôr fernandes

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    Millôr Fernandes 1923 – 2012 Considerado um dos maiores chargistas e jornalistas da imprensa brasileira do século XX. Millôr Fernandes iniciou sua carreira na revista O Cruzeiro, antes mesmo do veículo ser adquirido por Chateaubriand, quando se tornaria numa das mais importantes revistas da história do Brasil, Trabalhou em diversos jornais e revistas de grande relevância como a revista Veja, Jornal do Brasil, Jornal O Dia, Folha de São Paulo, entre outros trabalhos. Autodidata, desenvolvia um humor expressado por meio de desenhos e pinturas despojadas; e textos criativos e avançados para o seu tempo .Millôr se considerava um escritor sem estilo, conquistou a crítica e a opinião pública, e tratava seus editores de igual para igual. Iniciou no jornalismo em 1938, aos 15 anos de idade, no cargo de contínuo e repaginador de “O Cruzeiro”, retornaria à revista no ano de 1943, ao lado de Frederico Chateaubriand, quando criou a sua coluna “Pif-Paf” com textos e desenhos. Além de artigos e charges, se aventurou na dramaturgia escrevendo roteiros para o teatro e cinema. Em 1949, assinaria seu primeiro roteiro cinematográfico, “Modelo 19”, que recebeu o Prêmio Governador do Estado de São Paulo.