O documento descreve a beatificação de 64 sacerdotes franceses que morreram como mártires nos "Pontões de Rochefort" na França no século 18. Eles se recusaram a jurar lealdade à constituição civil do clero e foram confinados em condições insalubres em navios, onde muitos morreram de doenças. Um deles foi o eudista Charles-Antoine-Nicolas Ancel.