Órbita, mandíbula e ATM
Póstero-anterior (PA) com raio
inclinado para órbitas
Posição do paciente
➢decúbito ventral na mesa bucky
➢pés fora da mesa
➢membros superiores semiflexionados
posicionados ao lado da cabeça
Posição da cabeça do paciente
➢a região anterior (face) mais próxima do
filme radiográfico
➢linha infra-orbitomeatal (linha horizontal
alemã) deve estar perpendicular à mesa bucky
(ou ao bucky vertical).
Póstero-anterior (PA) com raio
inclinado para órbitas
Raio central (RC)
➢Incide com inclinação podálica de
aproximadamente 15º em relação à linha infra-
orbitomeatal ou com inclinação podálica de
aproximadamente 27º em relação à linha
orbitomeatal, centralizado no plano sagital
mediano, saindo no násio.
Parâmetros de avaliação técnica da incidência
em póstero-anterior (PA) com raio inclinado
para órbitas :
➢As bordas superiores das partes petrosas dos ossos temporais (rochedos) devem estar
projetadas abaixo das bordas inferiores das órbitas (dentro dos seios maxilares);
➢A ausência de rotação é evidenciada pelas distâncias iguais da borda externa da órbita à
margem lateral do crânio de cada lado.
Órbita
Cada órbita é uma estrutura em forma de cone
O eixo longo das órbitas projeta-se tanto para cima quanto em direção à linha média. Com a
cabeça na posição vertical, frontal ou em perfil, com a linha orbitomeatal ajustada
paralelamente à base, cada órbita projeta-se superiormente em um ângulo de 30° e, para o
plano sagital médio (PSM) em um ângulo de 37°
Esses dois ângulos são importantes para o
posicionamento radiográfico do forame óptico.
Cada um destes está localizado no ápice da
respectiva órbita. Para radiografá-los, é
necessário estender o queixo do paciente em
30° e girar a cabeça em 37°.
Oblíqua ântero-posterior (Rhese)
(esquerda e direita)
A órbita esquerda é examinada na incidência oblíqua ântero-posterior direita e a órbita direita
é examinada na incidência oblíqua ântero-posterior esquerda.
Posição do paciente
➢decúbito dorsal na mesa bucky
Posição da cabeça do paciente
➢O plano infra-orbitomeatal (plano horizontal
alemão) deve estar perpendicular à mesa
bucky (ou ao bucky vertical).
➢Feito isso, girar a cabeça do paciente cerca
de 35º para o lado oposto ao lado a ser
radiografado, de maneira que o seu plano
sagital mediano forme um ângulo aproximado
de 55º com o filme radiográfico, ou seja,
afastando a órbita a ser radiografada do filme,
que também deve ser centralizada com a linha
central da mesa bucky
Oblíqua ântero-posterior (Rhese)
(esquerda e direita)
Raio central (RC)
➢Incide perpendicular ao filme radiográfico ou
com inclinação podálica de aproximadamente
12º em relação ao plano orbitomeatal,
entrando no centro da órbita em estudo.
Parâmetros de avaliação técnica da incidência
em oblíqua ântero-posterior (Rhese) para
órbitas
➢O canal óptico (forame ou buraco óptico)
aparece projetado com definição no quadrante
inferior externo (junto à borda lateral) da
órbita.
Oblíqua póstero-anterior (Hartman)
(esquerda e direita)
Posição do paciente
➢decúbito ventral
Posição da cabeça do paciente
➢sem rotação, com a região anterior (face)
mais próxima do filme radiográfico com o seu
plano sagital mediano perpendicular à mesa.
➢O plano orbitomeatal (plano horizontal
americano) deve estar perpendicular à mesa
bucky (ou ao bucky vertical)
➢Feito isso, girar a cabeça do paciente cerca
de 35º para o lado oposto ao lado a ser
radiografado, de maneira que o seu plano
sagital mediano forme um ângulo aproximado
de 55º com o filme radiográfico, ou seja,
aproximando a órbita a ser radiografada do
filme
Oblíqua póstero-anterior (Hartman)
(esquerda e direita)
➢Incide paralelo ao plano orbitomeatal ou
com inclinação cefálica de aproximadamente
12º em relação ao plano infra-orbitomeatal,
saindo no centro da órbita em estudo (mais
próxima do filme radiográfico).
Raio central (RC)
➢São os mesmos utilizados para a incidência
em oblíqua ântero-posterior (Rhese) para
órbitas.
Fatores radiográficos
Oblíqua póstero-anterior semi-axial
(Lysholm) (direita e esquerda)
Posição do paciente
➢decúbito ventral na mesa bucky
Posição da cabeça do paciente
➢sem rotação, com a região anterior (face)
mais próxima do filme radiográfico com o seu
plano sagital mediano perpendicular à mesa.
➢O plano infraorbitomeatal (plano horizontal
alemão) deve estar perpendicular à mesa
bucky (ou ao bucky vertical)
➢Feito isso, girar a cabeça para o lado contrário, cerca de 20º, aproximando a órbita a ser
radiografada do filme radiográfico, ou seja, o plano sagital mediano forma um ângulo de
aproximadamente 70º com a mesa bucky. A órbita do lado a ser radiografado deve estar
centralizada com a linha central da mesa bucky.
Oblíqua póstero-anterior semi-axial
(Lysholm) (direita e esquerda)
Raio central (RC)
➢Incide com angulação podálica aproximada
de 20º em relação à linha infra-orbitomeatal
ou com inclinação aproximada de 32º em
relação à linha orbitomeatal, saindo no centro
da órbita em estudo (mais próxima do filme
radiográfico).
Parâmetros de avaliação técnica da incidência
em oblíqua póstero-anterior semi-axial
(Lysholm)
➢O forame óptico se projeta no interior da
órbita.
ESTUDO RADIOGRÁFICO DA
MANDÍBULA
Incidências para o estudo radiográfico da mandíbula
Tipos de incidências
➢Perfil semi-axial (Bellot) (direita e esquerda)
➢póstero-anterior (PA)
➢ânteroposterior (AP)
Rotina radiográfica básica
➢perfil semi-axial (Bellot)
➢póstero-anterior (PA)
Perfil semi-axial (Bellot)
Posição do paciente
➢O paciente deve estar em decúbito lateral na
mesa bucky, deitado sobre o ombro. A cabeça
é inclinada sem rotação até apoiar na mesa. O
corpo da mandíbula deve estar alinhado com a
linha central da mesa.
Posição do paciente (alternativa)
➢posição de nadador
Posição da cabeça do paciente
A cabeça deve ser posicionada sem rotação em perfil (de lado), com o lado a ser radiografado
mais próximo do filme radiográfico. Seu plano sagital mediano deve estar paralelo à mesa
bucky(ou ao bucky vertical) e o plano frontal biauricular, perpendicular e coincidente com a
linha central da mesa. A linha interpupilar (linha interorbitária) deve estar perpendicular à mesa
bucky (ou ao bucky vertical). A linha infra-orbitomeatal (linha horizontal alemã) deve estar
perpendicular à borda anterior do filme radiográfico.
Perfil semi-axial (Bellot)
➢Incide com uma inclinação aproximada de
30º cefálicos em relação à linha interpupilar,
centralizado no ângulo da mandíbula oposta à
que está sendo radiografada (mais afastada do
filme radiográfico).
Raio central (RC)
Parâmetro de avaliação técnica da incidência
em perfil semi-axial (Bellot) da mandíbula
➢O corpo da mandíbula radiografado (mais
próximo do filme radiográfico) aparece
dissociado do outro lado.
Póstero-anterior (PA) para mandíbula
Posição do paciente
➢decúbito ventral, sentado ou em
ortostática (em pé).
Posição da cabeça do paciente
➢A cabeça deve ser posicionada sem rotação,
com a região anterior (face) mais próxima do
filme radiográfico. Seu plano sagital mediano
deve estar perpendicular e coincidente com a
linha central da mesa bucky (ou com a linha
central do bucky vertical).
➢A linha orbitomeatal (linha horizontal
americana) deve estar perpendicular à mesa
bucky (ou ao bucky vertical).
Póstero-anterior (PA) para mandíbula
➢Incide paralelo à linha orbitomeatalou com
inclinação cefálica de aproximadamente 12º
em relação à linha infraorbitomeatal,
centralizado no plano sagital mediano, na
topografia dos ângulos da mandíbula.
Raio central (RC)
Parâmetros de avaliação técnica da incidência
em póstero-anterior (PA) para mandíbula
•A ausência de rotação é evidenciada pelas
distâncias iguais da borda externa da órbita à
margem lateral do crânio de cada lado.
•As partes petrosas dos ossos temporais
(rochedos) devem estar projetadas nas órbitas
(transorbitária);
Incidência axiolateral oblíqua:
mandíbula
Posição da Parte
• 10° a 15° de rotação fornecem uma visão geral melhor da mandíbula.
Colocar a cabeça em posicionamento em perfil
verdadeiro, com o lado de interesse contra o
RI.
• Se possível, a boca do paciente deve ficar
fechada e os dentes juntos.
• Estender o pescoço levemente, para evitar a
sobreposição do gônio sobre a coluna cervical.
• Girar a cabeça para o RI para colocar a área
mandibular de interesse paralela a este.
O grau de obliquidade depende de qual parte
da mandíbula é de interesse.
• A cabeça em posicionamento em perfil verdadeiro demonstra melhor o ramo.
• 30° de rotação em direção ao RI demonstram melhor o corpo.
• 45° de rotação demonstram melhor o mento.
Incidência axiolateral oblíqua:
mandíbula
• Alinhar o RC para sair da região mandibular de interesse.
RC
• Três métodos são sugeridos para a
demonstração da região específica da
mandíbula de interesse (o lado mais próximo
ao RI), sem sobreposição do lado oposto:
1. Angular o RC a 25° cefálicos, partindo da LIP,
à posição do raio horizontal do traumatismo;
angular o RC adicionalmente entre 5° e 10°
posteriormente.
2. Empregar uma combinação de inclinação na
cabeça e no ângulo do RC, não devendo
exceder 25° (p. ex., angular o tubo em 10° e
adicionar 15° da inclinação da cabeça).
3. Empregar 25° da inclinação da cabeça para o
RI e usar perpendicularmente o RC.
Ortopantomografia – tomografia
panorâmica: mandíbula
Indicações Clínicas:
• Fraturas e processos neoplásicos ou inflamatórios
da mandíbula.
• Utilizado como adjuvante antes de transplantes
de medula óssea.
• Instruir o paciente para juntar os lábios e posicionar a língua no céu da boca.
Posição da Parte
• Ajustar a altura do apoio do queixo até a
LIOM estar alinhada paralelamente ao
assoalho.
• Alinhar o PSM com o eixo vertical ao apoio do queixo.
• Posicionar o abre-boca entre os dentes da frente do paciente
ESTUDO RADIOGRÁFICO DAS
ARTICULAÇÕES TEMPOROMANDIBULARES
Noções de anatomia
A articulação temporomandibular, também denominada pela sigla ATM, é uma articulação
sinovial do tipo gínglimo modificada, de localização bilateral (direita e esquerda)
Incidências para o estudo radiográfico
das articulações temporomandibulares
Rotina radiográfica básica
➢Semi-axial ânteroposterior (Reverchon)
➢perfil semi-axial (Schüller) (direito e esquerdo)
Semi-axial ântero-posterior
(Reverchon)
Também denominada fronto-nucal ou
incidência de Reverchon, Bretton,
Towne, Worms, Altschul ou de Grashey
Posição do paciente
➢decúbito dorsal na mesa bucky
➢Essa incidência também pode ser realizada
no bucky vertical com o paciente sentado ou
em posição ortostática
Posição da cabeça do paciente
➢A cabeça deve ser posicionada sem rotação com a região posterior mais próxima do filme
radiográfico. O seu plano sagital mediano deve estar perpendicular e coincidente com a linha
central da mesa bucky (ou com a linha central do bucky vertical). A linha infra-orbitomeatal
(linha horizontal alemã) deve estar perpendicular à mesa bucky (ou ao bucky vertical).
Semi-axial ântero-posterior
(Reverchon)
➢Incide com uma angulação podálica de
aproximadamente de 35 a 40º à linha infra-
orbitomeatal ou com inclinação podálica de
aproximadamente 25º em relação à linha
orbitomeatal, centralizado no plano sagital
mediano, entrando no frontal e passando
pelos poros acústicos externos.
Raio central (RC)
Parâmetros de avaliação técnica
➢A angulação estará correta quando o dorso da sela turca estiver projetado no interior do
forame magno. Em caso de pouca angulação, o dorso da sela turca se projeta acima do forame
magno; em muita angulação o arco posterior da primeira vértebra cervical se projeta no interior
do forame magno;
➢A ausência de rotação é evidenciada pelas distâncias iguais das bordas laterais do forame
magno à margem lateral do crânio de cada lado.
Perfil semi-axial (Schüller) (direito e esquerdo)
➢São realizadas duas incidências para
cada lado (para cada articulação). Uma
com a boca fechada e outra com a boca
aberta
➢Também denominada incidência
temporotimpânica, de Schüller ou de
Runström. É uma incidência localizada
unilateral
Posição do paciente
➢O paciente deve estar em decúbito
ventral na mesa bucky, com o corpo em
posição oblíqua em relação à mesa. Os
membros superior e inferior do lado a ser
radiografado devem estar estendidos, e os
contralaterais semiflexionados (posição de
nadador).
Perfil semi-axial (Schüller) (direito e esquerdo)
➢A linha interpupilar (linha interorbitária) (e o
plano biauricular) deve estar perpendicular à
mesa bucky. A linha infra-orbitomeatal (linha
horizontal alemã) deve estar perpendicular à
borda anterior do filme radiográfico.
Posição da cabeça do paciente
➢A cabeça deve ser posicionada em perfil,
com o lado a ser radiografado mais próximo do
filme radiográfico, sem rotação, com o seu
plano sagital mediano paralelo à mesa bucky.
➢A articulação temporomandibular (cerca de
2cm adiante do poro acústico externo) deve
estar alinhada com a linha central da mesa.
Incide com uma inclinação podálica de aproximadamente 30º em relação ao plano horizontal
(transverso), centralizado no plano coronal, saindo na articulação temporomandibular (cerca de
2cm adiante do poro acústico externo) do lado a ser examinado (em contato com a mesa
bucky).
Raio central (RC)
1 - A rotina para o estudo radiográfico da
mandíbula consiste nas incidências...
a) perfil semi-axial (Bellot) (direita e esquerda),
póstero-anterior (PA) e anteroposterior (AP).
b) perfil semi-axial (Bellot) (direita e esquerda) e
póstero-anterior (PA).
c) póstero-anterior (PA) e anteroposterior (AP).
d) perfil semi-axial (Bellot) (direita e esquerda).
2 - Sobre a incidência perfil semi-axial da mandíbula (bellot)
é INCORRETO afirmar que:
a) O paciente deve estar em decúbito ventral na mesa bucky,
deitado sobre o ventre. A cabeça é inclinada sem rotação
até apoiar na mesa.
b) Em paciente traumatizado (inconsciente), sem
possibilidade de mobilização para o posicionamento, essa
incidência pode ser realizada com o paciente em decúbito
dorsal, com os membros superiores estendidos ao lado do
corpo.
c) Raio central (RC) Incide com uma inclinação aproximada de
30º cefálicos em relação à linha interpupilar, centralizado
no ângulo da mandíbula oposta à que está sendo
radiografada (mais afastada do filme radiográfico).
d) A cabeça deve ser posicionada sem rotação em perfil (de
lado), com o lado a ser radiografado mais próximo do filme
radiográfico.
3 - Indique a alternativa que demostre a
classificação da articulação temporo
mandibular:
a) plana
b) gínglimo
c) trocoide
d) gínglimo modificada
4 - A rotina para o estudo radiográfico das
articulações temporomandibulares consiste nas
seguintes incidências:
a) Semi-axial anteroposterior (Reverchon) e perfil
semi-axial (Schüller) (direito e esquerdo).
b) Semi-axial anteroposterior (Reverchon)
c) Perfil semi-axial (Schüller) (direito e esquerdo).
d) Axial ínfero superior (Hirtz) e perfil semi-axial
(Schüller) (direito e esquerdo).
5 - Na incidência de Reverchon, qual deve ser a
angulação do raio central em relação a LIOM?
a) 35 a 40º
b) 38 a 43º
c) 25 a 30º
d) 30 a 42º
6 - Marque a opção INCORRETA sobre a incidência perfil semi-axial
para articulações temporo-mandibulares (shuller)
a) É também denominada incidência worrms, ou de Runström. É uma
incidência localizada unilateral, usada na rotina do estudo
radiográfico das articul
ções temporomandibulares.
b) São realizadas duas incidências para cada lado (para cada articulação).
Uma com a boca fechada e outra com a boca aberta.
c) Na incidência realizada com a boca aberta, para que haja uma simetria
entre as duas articulações deve ser solicitado ao paciente que
coloque um gabarito (de aberturas variadas) ou dois dedos na boca
para mantê-la aberta.
d) Raio central (RC) Incide com uma inclinação podálica de
apximadamente 30º em relação ao plano horizontal (transverso),
centralizado no plano coronal, saindo na articulação
temporomandibular (cerca de 2cm adiante do poro acústico externo)
do lado a ser examinado
7 - Marque a opção INCORRETA sobre os seios da face
a) Cada seio frontal drena para a cavidade nasal no meato médio.
Surge após o nascimento, tornando-se visível na radiografia por
volta dos 5 anos de idade, aproximadamente.
b) As células etmoidais Comunicam-se com a cavidade nasal pelos
orifícios no meato superior. Está presente antes do nascimento,
atingindo o tamanho total na adolescência.
c) Os seios esfenoidais estão localizados inferiormente no corpo do
esfenoide. Comunica-se com a cavidade nasal através do recesso
esfenoetmoidal.
d) Estão localizados no corpo das maxilas (direita e esquerda). Cada
seio se comunica com o meato médio do nariz por meio de uma
pequena abertura denominada óstio maxilar. Está presente antes
do nascimento, atingindo o tamanho total na aproximadamente aos
5 anos de idade.
8 - A rotina para o estudo radiográfico dos seios da face
consiste nas seguintes incidências:
a) Póstero-anterior (PA) em fronto-naso; pósteroanterior
(PA) em mento-naso e perfil esquerdo ou direito.
b) Póstero-anterior (PA) em fronto-naso; pósteroanterior
(PA) em mento-naso e perfil esquerdo.
c) Póstero-anterior (PA) em fronto-naso; póstero-anterior
(PA)em mento-naso.
d) Antero posterior (AP) e perfil esquerdo
9 - Qual das incidências abaixo NÃO é uma
complementar para o estudo dos seios da
face:
a) Transorbitária póstero-anterior (granger)
b) Axial submento vértice (hirtz)
c) Póstero-anterior em mento naso (Waters)
d) Trasorbitária antero-posterior
10 - São parâmetros de avaliação técnica da
incidência em transorbitária póstero-anterior
dos seios da face, exceto:
a) As partes petrosas dos temporais (rochedos)
devem estar projetadas dentro das órbitas;
b) Os seios esfenoidais aparecem entre as órbitas;
c) A ausência de rotação é evidenciada pelas
distâncias iguais da borda externa da órbita à
margem lateral do crânio de cada lado.
d) As partes petrosas dos ossos temporais
(rochedos) devem estar projetadas no terço
inferior das órbitas
11 - (UFF) - .Na incidência em axial submento-
vértice (Hirtz) da face, em relação aos
parâmetros de avaliação técnica, pode-se
afirmar que a angulação estará correta
quando os côndilos mandibulares se
projetam:
A) adiante das partes petrosas dos temporais.
B) lateralmente às órbitas.
C) abaixo do forame magno.
D) no centro da radiografia.
E) sobre o menor eixo do crânio.
12 - (UFF) - Utiliza-se o método de Schüller
(boca aberta e fechada), para visualizar a:
(A) fratura de arco zigomático;
(B) fratura do ramo da mandíbula;
(C) fratura do processo alveolar da mandíbula;
(D) amplitude de movimento anterior do côndilo
em relação à fossa temporomandibular;
(E) amplitude de movimento da coluna cervical.
13 - Na incidência de Shüller, o raio central
(A) é inclinado cerca de 10 graus cefálico.
(B) é inclinado cerca de 30 graus cefálico.
(C) é inclinado cerca de 10 graus podálico.
(D) é inclinado cerca de 30 graus podálico.
(E) não deve ser inclinado.
14 - Para o estudo dos côndilos mandibulares,
que incidência é utilizada?
(A) Mento-naso
(B) Perfil de crânio
(C) Hirtz
(D) Waters
(E) Schüller
Observe a imagem:
15 - Qual o nome da incidência na
imagem que obeservamos
acima?
(A) Caldwell.
(B) Hirtz.
(C) Towne.
(D) Waters.
(E) Rhese.
16 - Ainda baseado na imagem acima responda
qual o nome, em ordem alfabética, dos seios
da face assinalados.
(A) Maxilar e frontal.
(B) Etmoidal e frontal.
(C) Frontal e maxilar.
(D) Esfenoidal e maxilar.
(E) Frontal e etmoidal
17 - Num exame de Raios-X para avaliação dos
seios paranasais são realizadas três incidências
de rotina. São elas:
a) Incidência crânio AP axial (Towne), incidência
lateral, incidência de Waters (parietoacantial);
b) Incidência crânio AP axial (Hirtz ou
sbmentovértice), incidência de Waters
(parietoacantial), Incidência de Stevens (axial
lateral oblíqua);
c) Incidência de Cadwell (PA), incidência lateral,
incidência de Waters (parietoacantial);
d) Incidência sela túrcica (Towne), incidência de
Stevens (axial lateral oblíqua), incidência lateral.
18 - Na posição de Hirtz, o raio central, em
relação ao plano horizontal alemão, incide:
a) inclinado 45º no sentido podálico
b) inclinado 45º no centido cefálico
c) perpendicular
d) paralelo
mandíbula, órbita e atm-lz1j.pdf apostila

mandíbula, órbita e atm-lz1j.pdf apostila

  • 1.
  • 2.
    Póstero-anterior (PA) comraio inclinado para órbitas Posição do paciente ➢decúbito ventral na mesa bucky ➢pés fora da mesa ➢membros superiores semiflexionados posicionados ao lado da cabeça Posição da cabeça do paciente ➢a região anterior (face) mais próxima do filme radiográfico ➢linha infra-orbitomeatal (linha horizontal alemã) deve estar perpendicular à mesa bucky (ou ao bucky vertical).
  • 3.
    Póstero-anterior (PA) comraio inclinado para órbitas Raio central (RC) ➢Incide com inclinação podálica de aproximadamente 15º em relação à linha infra- orbitomeatal ou com inclinação podálica de aproximadamente 27º em relação à linha orbitomeatal, centralizado no plano sagital mediano, saindo no násio. Parâmetros de avaliação técnica da incidência em póstero-anterior (PA) com raio inclinado para órbitas : ➢As bordas superiores das partes petrosas dos ossos temporais (rochedos) devem estar projetadas abaixo das bordas inferiores das órbitas (dentro dos seios maxilares); ➢A ausência de rotação é evidenciada pelas distâncias iguais da borda externa da órbita à margem lateral do crânio de cada lado.
  • 4.
    Órbita Cada órbita éuma estrutura em forma de cone O eixo longo das órbitas projeta-se tanto para cima quanto em direção à linha média. Com a cabeça na posição vertical, frontal ou em perfil, com a linha orbitomeatal ajustada paralelamente à base, cada órbita projeta-se superiormente em um ângulo de 30° e, para o plano sagital médio (PSM) em um ângulo de 37° Esses dois ângulos são importantes para o posicionamento radiográfico do forame óptico. Cada um destes está localizado no ápice da respectiva órbita. Para radiografá-los, é necessário estender o queixo do paciente em 30° e girar a cabeça em 37°.
  • 5.
    Oblíqua ântero-posterior (Rhese) (esquerdae direita) A órbita esquerda é examinada na incidência oblíqua ântero-posterior direita e a órbita direita é examinada na incidência oblíqua ântero-posterior esquerda. Posição do paciente ➢decúbito dorsal na mesa bucky Posição da cabeça do paciente ➢O plano infra-orbitomeatal (plano horizontal alemão) deve estar perpendicular à mesa bucky (ou ao bucky vertical). ➢Feito isso, girar a cabeça do paciente cerca de 35º para o lado oposto ao lado a ser radiografado, de maneira que o seu plano sagital mediano forme um ângulo aproximado de 55º com o filme radiográfico, ou seja, afastando a órbita a ser radiografada do filme, que também deve ser centralizada com a linha central da mesa bucky
  • 6.
    Oblíqua ântero-posterior (Rhese) (esquerdae direita) Raio central (RC) ➢Incide perpendicular ao filme radiográfico ou com inclinação podálica de aproximadamente 12º em relação ao plano orbitomeatal, entrando no centro da órbita em estudo. Parâmetros de avaliação técnica da incidência em oblíqua ântero-posterior (Rhese) para órbitas ➢O canal óptico (forame ou buraco óptico) aparece projetado com definição no quadrante inferior externo (junto à borda lateral) da órbita.
  • 7.
    Oblíqua póstero-anterior (Hartman) (esquerdae direita) Posição do paciente ➢decúbito ventral Posição da cabeça do paciente ➢sem rotação, com a região anterior (face) mais próxima do filme radiográfico com o seu plano sagital mediano perpendicular à mesa. ➢O plano orbitomeatal (plano horizontal americano) deve estar perpendicular à mesa bucky (ou ao bucky vertical) ➢Feito isso, girar a cabeça do paciente cerca de 35º para o lado oposto ao lado a ser radiografado, de maneira que o seu plano sagital mediano forme um ângulo aproximado de 55º com o filme radiográfico, ou seja, aproximando a órbita a ser radiografada do filme
  • 8.
    Oblíqua póstero-anterior (Hartman) (esquerdae direita) ➢Incide paralelo ao plano orbitomeatal ou com inclinação cefálica de aproximadamente 12º em relação ao plano infra-orbitomeatal, saindo no centro da órbita em estudo (mais próxima do filme radiográfico). Raio central (RC) ➢São os mesmos utilizados para a incidência em oblíqua ântero-posterior (Rhese) para órbitas. Fatores radiográficos
  • 9.
    Oblíqua póstero-anterior semi-axial (Lysholm)(direita e esquerda) Posição do paciente ➢decúbito ventral na mesa bucky Posição da cabeça do paciente ➢sem rotação, com a região anterior (face) mais próxima do filme radiográfico com o seu plano sagital mediano perpendicular à mesa. ➢O plano infraorbitomeatal (plano horizontal alemão) deve estar perpendicular à mesa bucky (ou ao bucky vertical) ➢Feito isso, girar a cabeça para o lado contrário, cerca de 20º, aproximando a órbita a ser radiografada do filme radiográfico, ou seja, o plano sagital mediano forma um ângulo de aproximadamente 70º com a mesa bucky. A órbita do lado a ser radiografado deve estar centralizada com a linha central da mesa bucky.
  • 10.
    Oblíqua póstero-anterior semi-axial (Lysholm)(direita e esquerda) Raio central (RC) ➢Incide com angulação podálica aproximada de 20º em relação à linha infra-orbitomeatal ou com inclinação aproximada de 32º em relação à linha orbitomeatal, saindo no centro da órbita em estudo (mais próxima do filme radiográfico). Parâmetros de avaliação técnica da incidência em oblíqua póstero-anterior semi-axial (Lysholm) ➢O forame óptico se projeta no interior da órbita.
  • 11.
    ESTUDO RADIOGRÁFICO DA MANDÍBULA Incidênciaspara o estudo radiográfico da mandíbula Tipos de incidências ➢Perfil semi-axial (Bellot) (direita e esquerda) ➢póstero-anterior (PA) ➢ânteroposterior (AP) Rotina radiográfica básica ➢perfil semi-axial (Bellot) ➢póstero-anterior (PA)
  • 12.
    Perfil semi-axial (Bellot) Posiçãodo paciente ➢O paciente deve estar em decúbito lateral na mesa bucky, deitado sobre o ombro. A cabeça é inclinada sem rotação até apoiar na mesa. O corpo da mandíbula deve estar alinhado com a linha central da mesa. Posição do paciente (alternativa) ➢posição de nadador Posição da cabeça do paciente A cabeça deve ser posicionada sem rotação em perfil (de lado), com o lado a ser radiografado mais próximo do filme radiográfico. Seu plano sagital mediano deve estar paralelo à mesa bucky(ou ao bucky vertical) e o plano frontal biauricular, perpendicular e coincidente com a linha central da mesa. A linha interpupilar (linha interorbitária) deve estar perpendicular à mesa bucky (ou ao bucky vertical). A linha infra-orbitomeatal (linha horizontal alemã) deve estar perpendicular à borda anterior do filme radiográfico.
  • 13.
    Perfil semi-axial (Bellot) ➢Incidecom uma inclinação aproximada de 30º cefálicos em relação à linha interpupilar, centralizado no ângulo da mandíbula oposta à que está sendo radiografada (mais afastada do filme radiográfico). Raio central (RC) Parâmetro de avaliação técnica da incidência em perfil semi-axial (Bellot) da mandíbula ➢O corpo da mandíbula radiografado (mais próximo do filme radiográfico) aparece dissociado do outro lado.
  • 14.
    Póstero-anterior (PA) paramandíbula Posição do paciente ➢decúbito ventral, sentado ou em ortostática (em pé). Posição da cabeça do paciente ➢A cabeça deve ser posicionada sem rotação, com a região anterior (face) mais próxima do filme radiográfico. Seu plano sagital mediano deve estar perpendicular e coincidente com a linha central da mesa bucky (ou com a linha central do bucky vertical). ➢A linha orbitomeatal (linha horizontal americana) deve estar perpendicular à mesa bucky (ou ao bucky vertical).
  • 15.
    Póstero-anterior (PA) paramandíbula ➢Incide paralelo à linha orbitomeatalou com inclinação cefálica de aproximadamente 12º em relação à linha infraorbitomeatal, centralizado no plano sagital mediano, na topografia dos ângulos da mandíbula. Raio central (RC) Parâmetros de avaliação técnica da incidência em póstero-anterior (PA) para mandíbula •A ausência de rotação é evidenciada pelas distâncias iguais da borda externa da órbita à margem lateral do crânio de cada lado. •As partes petrosas dos ossos temporais (rochedos) devem estar projetadas nas órbitas (transorbitária);
  • 16.
    Incidência axiolateral oblíqua: mandíbula Posiçãoda Parte • 10° a 15° de rotação fornecem uma visão geral melhor da mandíbula. Colocar a cabeça em posicionamento em perfil verdadeiro, com o lado de interesse contra o RI. • Se possível, a boca do paciente deve ficar fechada e os dentes juntos. • Estender o pescoço levemente, para evitar a sobreposição do gônio sobre a coluna cervical. • Girar a cabeça para o RI para colocar a área mandibular de interesse paralela a este. O grau de obliquidade depende de qual parte da mandíbula é de interesse. • A cabeça em posicionamento em perfil verdadeiro demonstra melhor o ramo. • 30° de rotação em direção ao RI demonstram melhor o corpo. • 45° de rotação demonstram melhor o mento.
  • 17.
    Incidência axiolateral oblíqua: mandíbula •Alinhar o RC para sair da região mandibular de interesse. RC • Três métodos são sugeridos para a demonstração da região específica da mandíbula de interesse (o lado mais próximo ao RI), sem sobreposição do lado oposto: 1. Angular o RC a 25° cefálicos, partindo da LIP, à posição do raio horizontal do traumatismo; angular o RC adicionalmente entre 5° e 10° posteriormente. 2. Empregar uma combinação de inclinação na cabeça e no ângulo do RC, não devendo exceder 25° (p. ex., angular o tubo em 10° e adicionar 15° da inclinação da cabeça). 3. Empregar 25° da inclinação da cabeça para o RI e usar perpendicularmente o RC.
  • 18.
    Ortopantomografia – tomografia panorâmica:mandíbula Indicações Clínicas: • Fraturas e processos neoplásicos ou inflamatórios da mandíbula. • Utilizado como adjuvante antes de transplantes de medula óssea. • Instruir o paciente para juntar os lábios e posicionar a língua no céu da boca. Posição da Parte • Ajustar a altura do apoio do queixo até a LIOM estar alinhada paralelamente ao assoalho. • Alinhar o PSM com o eixo vertical ao apoio do queixo. • Posicionar o abre-boca entre os dentes da frente do paciente
  • 19.
    ESTUDO RADIOGRÁFICO DAS ARTICULAÇÕESTEMPOROMANDIBULARES Noções de anatomia A articulação temporomandibular, também denominada pela sigla ATM, é uma articulação sinovial do tipo gínglimo modificada, de localização bilateral (direita e esquerda)
  • 20.
    Incidências para oestudo radiográfico das articulações temporomandibulares Rotina radiográfica básica ➢Semi-axial ânteroposterior (Reverchon) ➢perfil semi-axial (Schüller) (direito e esquerdo)
  • 21.
    Semi-axial ântero-posterior (Reverchon) Também denominadafronto-nucal ou incidência de Reverchon, Bretton, Towne, Worms, Altschul ou de Grashey Posição do paciente ➢decúbito dorsal na mesa bucky ➢Essa incidência também pode ser realizada no bucky vertical com o paciente sentado ou em posição ortostática Posição da cabeça do paciente ➢A cabeça deve ser posicionada sem rotação com a região posterior mais próxima do filme radiográfico. O seu plano sagital mediano deve estar perpendicular e coincidente com a linha central da mesa bucky (ou com a linha central do bucky vertical). A linha infra-orbitomeatal (linha horizontal alemã) deve estar perpendicular à mesa bucky (ou ao bucky vertical).
  • 22.
    Semi-axial ântero-posterior (Reverchon) ➢Incide comuma angulação podálica de aproximadamente de 35 a 40º à linha infra- orbitomeatal ou com inclinação podálica de aproximadamente 25º em relação à linha orbitomeatal, centralizado no plano sagital mediano, entrando no frontal e passando pelos poros acústicos externos. Raio central (RC) Parâmetros de avaliação técnica ➢A angulação estará correta quando o dorso da sela turca estiver projetado no interior do forame magno. Em caso de pouca angulação, o dorso da sela turca se projeta acima do forame magno; em muita angulação o arco posterior da primeira vértebra cervical se projeta no interior do forame magno; ➢A ausência de rotação é evidenciada pelas distâncias iguais das bordas laterais do forame magno à margem lateral do crânio de cada lado.
  • 23.
    Perfil semi-axial (Schüller)(direito e esquerdo) ➢São realizadas duas incidências para cada lado (para cada articulação). Uma com a boca fechada e outra com a boca aberta ➢Também denominada incidência temporotimpânica, de Schüller ou de Runström. É uma incidência localizada unilateral Posição do paciente ➢O paciente deve estar em decúbito ventral na mesa bucky, com o corpo em posição oblíqua em relação à mesa. Os membros superior e inferior do lado a ser radiografado devem estar estendidos, e os contralaterais semiflexionados (posição de nadador).
  • 24.
    Perfil semi-axial (Schüller)(direito e esquerdo) ➢A linha interpupilar (linha interorbitária) (e o plano biauricular) deve estar perpendicular à mesa bucky. A linha infra-orbitomeatal (linha horizontal alemã) deve estar perpendicular à borda anterior do filme radiográfico. Posição da cabeça do paciente ➢A cabeça deve ser posicionada em perfil, com o lado a ser radiografado mais próximo do filme radiográfico, sem rotação, com o seu plano sagital mediano paralelo à mesa bucky. ➢A articulação temporomandibular (cerca de 2cm adiante do poro acústico externo) deve estar alinhada com a linha central da mesa. Incide com uma inclinação podálica de aproximadamente 30º em relação ao plano horizontal (transverso), centralizado no plano coronal, saindo na articulação temporomandibular (cerca de 2cm adiante do poro acústico externo) do lado a ser examinado (em contato com a mesa bucky). Raio central (RC)
  • 25.
    1 - Arotina para o estudo radiográfico da mandíbula consiste nas incidências... a) perfil semi-axial (Bellot) (direita e esquerda), póstero-anterior (PA) e anteroposterior (AP). b) perfil semi-axial (Bellot) (direita e esquerda) e póstero-anterior (PA). c) póstero-anterior (PA) e anteroposterior (AP). d) perfil semi-axial (Bellot) (direita e esquerda).
  • 26.
    2 - Sobrea incidência perfil semi-axial da mandíbula (bellot) é INCORRETO afirmar que: a) O paciente deve estar em decúbito ventral na mesa bucky, deitado sobre o ventre. A cabeça é inclinada sem rotação até apoiar na mesa. b) Em paciente traumatizado (inconsciente), sem possibilidade de mobilização para o posicionamento, essa incidência pode ser realizada com o paciente em decúbito dorsal, com os membros superiores estendidos ao lado do corpo. c) Raio central (RC) Incide com uma inclinação aproximada de 30º cefálicos em relação à linha interpupilar, centralizado no ângulo da mandíbula oposta à que está sendo radiografada (mais afastada do filme radiográfico). d) A cabeça deve ser posicionada sem rotação em perfil (de lado), com o lado a ser radiografado mais próximo do filme radiográfico.
  • 27.
    3 - Indiquea alternativa que demostre a classificação da articulação temporo mandibular: a) plana b) gínglimo c) trocoide d) gínglimo modificada
  • 28.
    4 - Arotina para o estudo radiográfico das articulações temporomandibulares consiste nas seguintes incidências: a) Semi-axial anteroposterior (Reverchon) e perfil semi-axial (Schüller) (direito e esquerdo). b) Semi-axial anteroposterior (Reverchon) c) Perfil semi-axial (Schüller) (direito e esquerdo). d) Axial ínfero superior (Hirtz) e perfil semi-axial (Schüller) (direito e esquerdo).
  • 29.
    5 - Naincidência de Reverchon, qual deve ser a angulação do raio central em relação a LIOM? a) 35 a 40º b) 38 a 43º c) 25 a 30º d) 30 a 42º
  • 30.
    6 - Marquea opção INCORRETA sobre a incidência perfil semi-axial para articulações temporo-mandibulares (shuller) a) É também denominada incidência worrms, ou de Runström. É uma incidência localizada unilateral, usada na rotina do estudo radiográfico das articul ções temporomandibulares. b) São realizadas duas incidências para cada lado (para cada articulação). Uma com a boca fechada e outra com a boca aberta. c) Na incidência realizada com a boca aberta, para que haja uma simetria entre as duas articulações deve ser solicitado ao paciente que coloque um gabarito (de aberturas variadas) ou dois dedos na boca para mantê-la aberta. d) Raio central (RC) Incide com uma inclinação podálica de apximadamente 30º em relação ao plano horizontal (transverso), centralizado no plano coronal, saindo na articulação temporomandibular (cerca de 2cm adiante do poro acústico externo) do lado a ser examinado
  • 31.
    7 - Marquea opção INCORRETA sobre os seios da face a) Cada seio frontal drena para a cavidade nasal no meato médio. Surge após o nascimento, tornando-se visível na radiografia por volta dos 5 anos de idade, aproximadamente. b) As células etmoidais Comunicam-se com a cavidade nasal pelos orifícios no meato superior. Está presente antes do nascimento, atingindo o tamanho total na adolescência. c) Os seios esfenoidais estão localizados inferiormente no corpo do esfenoide. Comunica-se com a cavidade nasal através do recesso esfenoetmoidal. d) Estão localizados no corpo das maxilas (direita e esquerda). Cada seio se comunica com o meato médio do nariz por meio de uma pequena abertura denominada óstio maxilar. Está presente antes do nascimento, atingindo o tamanho total na aproximadamente aos 5 anos de idade.
  • 32.
    8 - Arotina para o estudo radiográfico dos seios da face consiste nas seguintes incidências: a) Póstero-anterior (PA) em fronto-naso; pósteroanterior (PA) em mento-naso e perfil esquerdo ou direito. b) Póstero-anterior (PA) em fronto-naso; pósteroanterior (PA) em mento-naso e perfil esquerdo. c) Póstero-anterior (PA) em fronto-naso; póstero-anterior (PA)em mento-naso. d) Antero posterior (AP) e perfil esquerdo
  • 33.
    9 - Qualdas incidências abaixo NÃO é uma complementar para o estudo dos seios da face: a) Transorbitária póstero-anterior (granger) b) Axial submento vértice (hirtz) c) Póstero-anterior em mento naso (Waters) d) Trasorbitária antero-posterior
  • 34.
    10 - Sãoparâmetros de avaliação técnica da incidência em transorbitária póstero-anterior dos seios da face, exceto: a) As partes petrosas dos temporais (rochedos) devem estar projetadas dentro das órbitas; b) Os seios esfenoidais aparecem entre as órbitas; c) A ausência de rotação é evidenciada pelas distâncias iguais da borda externa da órbita à margem lateral do crânio de cada lado. d) As partes petrosas dos ossos temporais (rochedos) devem estar projetadas no terço inferior das órbitas
  • 35.
    11 - (UFF)- .Na incidência em axial submento- vértice (Hirtz) da face, em relação aos parâmetros de avaliação técnica, pode-se afirmar que a angulação estará correta quando os côndilos mandibulares se projetam: A) adiante das partes petrosas dos temporais. B) lateralmente às órbitas. C) abaixo do forame magno. D) no centro da radiografia. E) sobre o menor eixo do crânio.
  • 36.
    12 - (UFF)- Utiliza-se o método de Schüller (boca aberta e fechada), para visualizar a: (A) fratura de arco zigomático; (B) fratura do ramo da mandíbula; (C) fratura do processo alveolar da mandíbula; (D) amplitude de movimento anterior do côndilo em relação à fossa temporomandibular; (E) amplitude de movimento da coluna cervical.
  • 37.
    13 - Naincidência de Shüller, o raio central (A) é inclinado cerca de 10 graus cefálico. (B) é inclinado cerca de 30 graus cefálico. (C) é inclinado cerca de 10 graus podálico. (D) é inclinado cerca de 30 graus podálico. (E) não deve ser inclinado.
  • 38.
    14 - Parao estudo dos côndilos mandibulares, que incidência é utilizada? (A) Mento-naso (B) Perfil de crânio (C) Hirtz (D) Waters (E) Schüller
  • 39.
    Observe a imagem: 15- Qual o nome da incidência na imagem que obeservamos acima? (A) Caldwell. (B) Hirtz. (C) Towne. (D) Waters. (E) Rhese.
  • 40.
    16 - Aindabaseado na imagem acima responda qual o nome, em ordem alfabética, dos seios da face assinalados. (A) Maxilar e frontal. (B) Etmoidal e frontal. (C) Frontal e maxilar. (D) Esfenoidal e maxilar. (E) Frontal e etmoidal
  • 41.
    17 - Numexame de Raios-X para avaliação dos seios paranasais são realizadas três incidências de rotina. São elas: a) Incidência crânio AP axial (Towne), incidência lateral, incidência de Waters (parietoacantial); b) Incidência crânio AP axial (Hirtz ou sbmentovértice), incidência de Waters (parietoacantial), Incidência de Stevens (axial lateral oblíqua); c) Incidência de Cadwell (PA), incidência lateral, incidência de Waters (parietoacantial); d) Incidência sela túrcica (Towne), incidência de Stevens (axial lateral oblíqua), incidência lateral.
  • 42.
    18 - Naposição de Hirtz, o raio central, em relação ao plano horizontal alemão, incide: a) inclinado 45º no sentido podálico b) inclinado 45º no centido cefálico c) perpendicular d) paralelo