O artigo discute a crise da pregação cristã nas igrejas evangélicas históricas em um contexto de sociedade da informação, onde a pregação clássica não consegue comunicar efetivamente o evangelho e alimentar a fé dos membros. Há um esvaziamento dos cultos e uma falta de ressonância da mensagem entre a congregação, em contraste com modelos mais dinâmicos e atrativos de pregação. O autor propõe repensar a prática da pregação a partir de fundamentos teológicos que promovem a escuta ativa e a vivência do evangelho.