O documento discute o discurso de Manuel Alegre em um colóquio sobre a guerra colonial portuguesa. Critica Alegre por justificar suas ações de apoio aos movimentos nacionalistas como combatente da ditadura, ao invés de traição à pátria. Também questiona a legitimidade de Alegre invocar democracia e liberdade dado seu passado no Partido Comunista. Conclui que traição depende de caráter e integridade, não de sistemas políticos.