O documento lista nomes de políticos de diversos partidos que teriam recebido doações irregulares da Odebrecht. São citados mais de 100 políticos, a maioria de DEM, PMDB, PP, PSDB e PSB, dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. Os cargos variam de prefeitos, governadores, deputados estaduais e federais a ministros e senadores.