O documento discute a necessidade do conhecimento experiencial de Deus para a salvação. Apresenta que o conhecimento natural de Deus por si só não liberta da ira divina, e somente o conhecimento experiencial produz frutos de justiça e reconhecimento da glória de Deus. Quem despreza esse conhecimento experiencial conduz-se à perversidade e torna-se irreconciliável.