O documento analisa a figura de Prometeu e Lúcifer através da lente da psicologia junguiana, destacando a ambivalência desses personagens em relação à humanidade e à divindade. A obra relaciona elementos de 'Paraíso Perdido' de Milton com conceitos como a consciência, a sombra e o arquétipo, explorando como essas ideias representam a luta entre a luz e a escuridão no contexto religioso e literário. O texto também discute as implicações dessa dualidade na literatura e na psique humana, propondo que a integração da sombra é essencial para a ampliação da consciência.