O documento discute como a subjetividade é produzida na interação entre seres humanos e máquinas, comparando a "sujeição social" e a "servidão maquínica". Também contrasta as "semiologias significantes" dos seres humanos com as "semióticas a-significantes" das máquinas e como ambas contribuem igualmente para definir os enquadramentos e condições de ação na sociedade contemporânea.