INFORMÁTICA
PARA
CONCURSOS
LUCIANO CARDOZO MAGALHÃES
Luciano Cardozo Magalhães
• Graduado em Tecnólogo em Informática e
Pedagogia.
• Professor da SEEDUC-RJ.
• Flamenguista.
• E apreciador de um bom café.
SUMÁRIO
1. Breve Comentário 5
2. Um Pouco de História 9
3. Sistema de Numeração 15
1. Sistema Decimal 17
2. Sistema Binário 18
3. Sistema Hexadecimal 21
4. Sistema Octal 23
4. Conversão de Bases 24
1. Binário para Decimal 25
2. Decimal para Binário 27
3. Decimal para Hexadecimal 28
4. Hexadecimal para Decimal 30
5. Hexadecimal para Binário 31
5. A Informação no Computador 32
A proposta deste e-book não é esgotar o assunto introdução
à informática e seus tópicos seguintes, por exemplo,
sistemas de numeração e conversão de bases que são os
pontos principais deste escrito. São assuntos extremamente
extensos e com muitos caminhos.
Quero contribuir de modo bem resumido com aquelas
pessoas que, não tendo tempo de se dedicar a um estudo
mais aprofundado, possam adquirir conhecimento suficiente
para não zerarem uma prova de informática em algum
concurso.
Eu já vi isso acontecer e foi na minha família. Meu cunhado
perdeu em informática numa prova para delegado da polícia
civil do estado de Minas Gerais. Isso mesmo, ele zerou a
prova de informática.
Mas em uma outra oportunidade passou: acertou uma
questão de informática. Então é isso – pra não zerar a prova
de informática.
INTRODUÇÃO
5
BREVE
COMENTÁRIO
01
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Breve Comentário
http://lucamagalhaes.pro.br
Nossos ancestrais eram nômades e, assim que
aprenderam o domínio da agricultura para a
subsistência, o homem passou a fazer parte de um
lugar. Juntando isso ao poder transformador do
conhecimento que foram adquiridos através de
milhares de anos chegamos aonde estamos: na era
da tecnologia da informação e comunicação.
Mas na verdade, tudo isso é fruto da busca do
homem pela praticidade. A invenção da roda deu ao
homem a capacidade não só de melhorar o
transporte, mas também de aumentar a quantidade
de coisas a serem transportadas à distâncias curtas
ou longas. Veja que essa invenção proporcionou
maior mobilidade, mas aumentou o trabalho porque
o tornou fácil de ser executado.
7
Breve Comentário
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Com a informática não foi diferente. Os
computadores diminuíram o trabalho em alguns
setores da economia; em compensação aumentou
em outros e até extinguiu alguns setores. Por
exemplo: o recolhimento de ICMS hoje é feito
automaticamente quando se emite uma nota fiscal
eletrônica. Há alguns anos atrás, quando era
preciso transportar uma mercadoria de uma cidade
para outra ou mesmo dentro da própria cidade
emitia-se a nota fiscal, depois era emitida uma guia
de recolhimento do imposto, encaminhava-se essa
guia ao setor responsável por receber o valor do
imposto a ser pago. No mínimo dez pessoas
estavam envolvidas nesse processo. Hoje, apenas
uma pessoa. Onde foram parar as outras nove?
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Breve Comentário
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Foram remanejadas de setor ou foram demitidas,
dependendo se trabalhavam no setor público ou
privado. Se a informática é uma revolução? Sim, é
uma revolução! Assim como foi o domínio da
agricultura e a revolução industrial, a revolução da
tecnologia da informação e comunicação fez com
que as fronteiras desaparecessem, as notícias que
estão acontecendo em qualquer parte do mundo
cheguem praticamente na hora, fresquinhas para
serem apreciadas; as distâncias desapareceram;
converso com meus filhos a qualquer hora e de
qualquer lugar utilizando um smartphone indo para
o trabalho, ou com um notebook numa praça, ou
um desktop no escritório ou em casa. Mas para
chegarmos a isso levou bastante tempo e muitas
cabeças pensantes.
9
02
UM POUCO DE
HISTÓRIA
10
UM POUCO DE
HISTÓRIA
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Computar é o mesmo que
calcular. O consenso é que o
ábaco foi o primeiro
computador do mundo. Tendo
sua primeira versão originária
da Mesopotâmia mais ou
menos 5.500 anos atrás.
Depois os romanos e os
chineses o aperfeiçoaram.
11
UM POUCO DE
HISTÓRIA
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No decorrer da história, outras máquinas foram
inventadas como a Pascaline, feita pelo matemático
e filósofo francês Blaise Pascal no século XVII.
Segundo a história o pai de Pascal o obrigava a
ajudar na contabilidade e ele não querendo se
perder na sua paixão pela matemática, inventou
esta máquina que fazia os cálculos necessários de
forma rápida o que o permitia continuar com suas
pesquisas matemáticas e filosóficas.
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UM POUCO DE
HISTÓRIA
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PASCAL E A PASCALINE
13
UM POUCO DE
HISTÓRIA
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Outra importante figura foi Charles Babbage.
Charles nasceu na Inglaterra e, entre muitas coisas,
foi um cientista, matemático e professor da
universidade de Cambridge. O capital que seu pai
possuía permitiu que Babbage frequentasse
diversas escolas e recebesse aulas de vários
professores particulares durante o ensino
fundamental. Construiu a Máquina Analítica, uma
precursora dos comutadores modernos tendo em
vista que o projeto de arquitetura é semelhante aos
computadores atuais.
14
UM POUCO DE
HISTÓRIA
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A MÁQUINA ANALÍTICA DE BABBAGE
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SISTEMAS DE
NUMERAÇÃO –
BASE DE
FUNCIONAMENTO
DO COMPUTADOR
03
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Um sistema de numeração é um conjunto de princípios
constituindo o artifício lógico de classificação em grupos e
subgrupos das unidades que formam os números. A base de
um sistema de numeração é uma certa quantidade de
unidades que deve constituir uma unidade de ordem
imediatamente superior. Os sistemas de numeração têm seu
nome derivado da sua base, ou seja, o sistema binário tem
base dois, o sistema septimal tem base sete e o decimal tem
base dez.
SISTEMAS DE
NUMERAÇÃO
17http://lucamagalhaes.pro.br
SISTEMA DECIMAL
O sistema decimal é um sistema de numeração de
posição que utiliza a base dez.
O princípio fundamental do sistema decimal é que dez
unidades de uma ordem qualquer formam uma de ordem
imediatamente superior. Depois das ordens, as unidades
constitutivas dos números são agrupadas em classes, em
que cada classe tem três ordens, em que cada ordem tem
uma denominação especial, sendo idênticas às mesmas
ordens de outras classes.
18http://lucamagalhaes.pro.br
SISTEMA BINÁRIO
O sistema binário ou de base 2 é um sistema de
numeração posicional em que todas as quantidades se
representam com base em dois números, ou seja, zero e
um (0 e 1).
Os computadores digitais trabalham internamente com
dois níveis de tensão, pelo que o seu sistema de
numeração natural é o sistema binário (aceso, apagado).
Com efeito, num sistema simples como este é possível
simplificar o cálculo, com o auxílio da lógica booleana. Em
computação, chama-se um dígito binário (0 ou 1) de bit,
que vem do inglês Binary Digit. Um agrupamento de 8 bits
corresponde a um byte (Binary Term).
19http://lucamagalhaes.pro.br
SISTEMA BINÁRIO
Um processador é formado por milhares de blocos lógicos
complexos, formados por portas lógicas básicas, e o
funcionamento destas está amparado por um postulado
fundamental, a eletrônica digital, que determina que um
circuito opere apenas com 2 níveis de tensão bem
definidos. Em um circuito digital TTL (Transistor Transistor
Logic), os dois níveis de tensão padronizados são 0V
(zero volt) e 5V (cinco volts). Ao projetar um sistema
digital, ao invés de trabalhar com níveis de tensão
trabalha-se com níveis lógicos, então, no caso do circuito
TTL, 0V será representado por “0” e 5V será representado
por “1”, e os níveis de tensão entre eles serão ignorados,
ou seja, adotar-se-à uma faixa até a qual será considerado
nível lógico zero, e a partir dela, nível lógico 1. Neste caso,
de 0V a 2,5V temos “0”, e a partir daí até 5V temos “1”.
20http://lucamagalhaes.pro.br
SISTEMA BINÁRIO
O sistema binário é base para a Álgebra booleana (de
George Boole - matemático inglês), que permite fazer
operações lógicas e aritméticas usando-se apenas dois
dígitos ou dois estados (sim e não, falso e verdadeiro, tudo
ou nada, 1 ou 0, ligado e desligado). Toda a eletrônica
digital e computação está baseada nesse sistema binário e
na lógica de Boole, que permite representar por circuitos
eletrônicos digitais (portas lógicas) os números, caracteres,
realizar operações lógicas e aritméticas. Os programas de
computadores são codificados sob forma binária e
armazenados nas mídias (memórias, discos, etc) sob esse
formato.
21http://lucamagalhaes.pro.br
SISTEMA
HEXADECIMAL
O sistema hexadecimal é um sistema de numeração
posicional que representa os números em base 16,
portanto empregando 16 símbolos.
Ele é muito utilizado para representar números binários de
uma forma mais compacta, pois é muito fácil converter
binários para hexadecimal e vice-versa. Dessa forma,
esse sistema é bastante utilizado em aplicações de
computadores e microprocessadores (programação,
impressão e displays).
22http://lucamagalhaes.pro.br
SISTEMA
HEXADECIMAL
Devido ao sistema decimal geralmente usado para a
numeração dispor de dez símbolos, deve-se incluir seis
letras adicionais para completar o sistema. O conjunto de
símbolos fica, portanto, assim:
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 A B C D E F
Sistema Hexadecimal
23http://lucamagalhaes.pro.br
SISTEMA OCTAL
É um sistema de numeração cuja base é 8, ou seja, utiliza
8 símbolos para a representação de quantidade. No
ocidente, estes símbolos são os algarismos arábicos: 0 1 2
3 4 5 6 7.
O octal foi muito utilizado em informática como uma
alternativa mais compacta ao binário na programação em
linguagem de máquina. Hoje, o sistema hexadecimal é
mais utilizado como alternativa ao binário.
Este sistema também é um sistema posicional e a posição
de seus algarismos determinada em relação à vírgula
decimal. Caso isso não ocorra, supõe-se implicitamente
colocada à direita do número.
24
CONVERSÃO DE
BASES
25http://lucamagalhaes.pro.br
BINÁRIO PARA DECIMAL
Como vimos, o computador interpreta o código binário, 0 e 1.
São dois estados de um mesmo elemento (bit); estes
elementos são agrupados em 8 bits fazendo assim o Byte. A
distribuição dos dois estados do bit nas 8 posições (uma para
cada bit) proporcionam 256 combinações possíveis em uma
tabela definida pela ANSI – American National Standards
Institute, chamada ASCII – American Standard Code for
Information Interchange. Com isso tenho a seguinte formação:
A representação decimal é conseguida elevando o número
que representa a base binária, ou seja, o número 2, ao
número que corresponde a posição desse binário, como
mostrado acima.
Posição 7 6 5 4 3 2 1 0
Binário 0 0 0 0 1 0 1 1
Base 2 2 2 2 2 2 2 2
Representação
Decimal
128 64 32 16 8 4 2 1
27
26
25
24
23
22
21
20
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BINÁRIO PARA DECIMAL
Eu citei 256 combinações, mas como se o maior decimal é o
128?
Para se obter o número de combinações necessárias
precisamos somar os bits. Toda posição que possuir o bit 1 o
decimal correspondente é somado. Então para o binário
(1011), somamos os resultados das exponenciações.
Respeitando-se as regras matemáticas para cálculos: primeiro
os expoentes e depois os demais cálculos seguindo a ordem
de precedência. Assim temos: 1 x 23 + 0 x 22 + 1 x 21 + 1 x 20
= 11(10).
Assim é feita a conversão de Binário para Decimal.
Binário Multiplicação Bit elevado à
sua posição
Resultado
1 x 23 = 8
0 x 22 = 0
1 x 21 = 2
1 x 20 = 1
Somamos os resultados e obtemos o valor 11
27http://lucamagalhaes.pro.br
DECIMAL PARA BINÁRIO
Como converter o decimal 11(10) em binário? É muito fácil:
basta dividir o número 11 por dois até que o último quociente
for zero. Então pegue todos os restos das divisões (em cinza
mais escuro) e inverta a posição deles.
Pronto, temos o resultado: 1 0 1 1.
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DECIMAL
PARA HEXADECIMAL
Nós sabemos que o código hexadecimal é formado pelos
números de 0 a 9 e pelas letras de A a F. Isso nos dá
dezesseis elementos, por isso, hexadecimal. Vamos utilizar
um número maior que 11 para ilustrarmos essa conversão.
Utilizaremos o número 165(10). Para fazermos a conversão
basta dividirmos o número 165 por 16. Deste modo:
Também deve-se pegar o quociente e o
resto da operação e invertê-la. Nosso
cálculo terminou, mas a conversão ainda
não. Agora preciso verificar na tabela
hexadecimal a posição de cada número
obtido na divisão e se for necessário
substituí-lo pelo valor correspondente.
Correspondente 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 A B C D E F
Valor 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15
165 16
5 10
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DECIMAL
PARA HEXADECIMAL
A posição 10 para o número 10. Mas o valor hexadecimal é a
letra A.
A posição 5 para o número 5 que neste caso tem valor
hexadecimal 5.
Então o valor hexadecimal do decimal 165 é A5(16).
30http://lucamagalhaes.pro.br
HEXADECIMAL
PARA DECIMAL
Usando o mesmo A5(16) para o exemplo a seguir.
Pegue a letra A e substitua pelo número correspondente na
tabela hexadecimal:
A = 10;
Faça o mesmo com o número 5:
5 = 5;
Lembre-se da regrinha matemática que todo número elevado
ao expoente zero vale 1.
Então: 10𝑥161
+ 5𝑥160
= 165(10)
Posição 1 0
Base 16 16
Decimal 10 5
31http://lucamagalhaes.pro.br
HEXADECIMAL
PARA BINÁRIO
Para essa conversão um pouco mais de atenção!
Usando o hexadecimal A5:
Pegue a letra A e substitua pelo valor correspondente na
tabela hexadecimal, ou seja, o valor 10.
Pegue o número 5 e substitua pelo valor correspondente na
tabela hexadecimal, ou seja, o valor 5.
Em seguida transforme cada decimal em binário. Isso, nós já
sabemos fazer!
Hexadecimal A 5
Decimal 10 5
Binário 1010 0101
Atenção na hora de
montar o binário de
A5. São binários
distintos e assim
que juntá-los
teremos o binário
para 5 dessa forma:
0101.
32
A INFORMAÇÃO
NO
COMPUTADOR
33http://lucamagalhaes.pro.br
Como vimos, o computador “entende” o código binário, 0 e 1.
Como são dois estados de um mesmo elemento (bit) e estes
elementos agrupados em 8 bits, temos então, 128 que totaliza
256 tipos de informações em uma tabela definida pela ANSI –
American National Standards Institute, chamada ASCII –
American Standard Code for Information Interchange.
Esta tabela contém as representações decimais,
hexadecimais, binárias e a representação gráfica ou o tipo de
controle de cada elemento da informação.
34http://lucamagalhaes.pro.br
Quando você utiliza qualquer programa de computador para
desenvolver outros programas, planilhas, textos, desenhos,
sons, na verdade esses programas decodificam a linguagem
de alto nível, ou seja, aquilo que você entende para uma
linguagem de baixo nível: o código binário.
35http://lucamagalhaes.pro.br
Um conjunto desses caracteres arrumados de forma lógica e
interpretável pelo computador forma um arquivo e este arquivo
contém um tamanho expresso em Bytes ou seus múltiplos.
Assim chegamos a medida de capacidade de dados. Todo
arquivo de computador tem um tamanho que, na maioria das
vezes é bem variado. Esse tamanho influencia na hora de
armazenar (gravar) esse arquivo em alguma unidade de
gravação permanente ou temporária.
36http://lucamagalhaes.pro.br
1 Byte 8 bits
1 kilobyte (KB ou Kbytes) 1024 bytes
1 megabyte (MB ou Mbytes) 1024 kilobytes
1 gigabyte (GB ou Gbytes) 1024 megabytes
1 terabyte (TB ou Tbytes) 1024 gigabytes
1 petabyte (PB ou Pbytes) 1024 terabytes
1 exabyte (EB ou Ebytes) 1024 petabytes
1 zettabyte (ZB ou Zbytes) 1024 exabytes
1 yottabyte (YB ou Ybytes) 1024 zettabytes
Vejamos a tabela de medida de capacidade:
37http://lucamagalhaes.pro.br
Por exemplo: um pendrive de 1.44 MByte pode conter um
arquivo de computador de aproximadamente 1.440.000 (um
milhão e quatrocentos e quarenta mil caracteres – que são as
representações da tabela ASCII). Entenderemos melhor mais
adiante quando tratarmos do armazenamento real nas mídias
e memórias do computador. Notem que coloquei a
nomenclatura Byte com B maiúsculo para diferenciar de bit –
b minúsculo a menor porção do Byte.
38http://lucamagalhaes.pro.br
Não há informática sem computador, eletrônica, sem cálculos
e sem pessoas que pensam, pesquisam e desenvolvem o
futuro. Somos parte desse processo de mudança que
começou a mostrar a que veio no final dos anos 1970.
Querer conhecer e entender como funciona todo esse
processo pode ser desanimador para uns, desafiador para
outros e oportunidade de trabalho e riqueza para alguns mas,
o que mais impressiona é que, onde existir o que contar e
organizar, lá estará um computador que, há uns 15 anos
atrás, foi chamado de A Máquina do Século.
Até o próximo assunto!
39
Mais um pouco sobre mim!
Sou casado há 25 anos, com Maria Elizabeth que também é professora. Temos dois
filhos, Daniel e Cícero que já cursam universidade.
Fui professor do ensino médio/técnico do extinto curso Técnico em Informática do
Colégio Estadual Buarque de Nazareth, no município de Itaperuna – RJ. Atualmente
estou como professor articulador pedagógico no Colégio Estadual Senador Sá Tinoco, no
distrito de Boa Ventura.
Trabalho também na empresa Centro de Assistência à Saúde do Norte Fluminense, uma
prestadora de serviços da Unimed Norte Fluminense, também em Itaperuna como
suporte de T.I..
Gosto de escrever e de dar aulas e por isso, depois de três anos fora das salas resolvi
escrever esse trabalho inicial.
Espero que gostem!
40
Querem me achar?
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Introducao a informatica

  • 1.
  • 2.
    Luciano Cardozo Magalhães •Graduado em Tecnólogo em Informática e Pedagogia. • Professor da SEEDUC-RJ. • Flamenguista. • E apreciador de um bom café.
  • 3.
    SUMÁRIO 1. Breve Comentário5 2. Um Pouco de História 9 3. Sistema de Numeração 15 1. Sistema Decimal 17 2. Sistema Binário 18 3. Sistema Hexadecimal 21 4. Sistema Octal 23 4. Conversão de Bases 24 1. Binário para Decimal 25 2. Decimal para Binário 27 3. Decimal para Hexadecimal 28 4. Hexadecimal para Decimal 30 5. Hexadecimal para Binário 31 5. A Informação no Computador 32
  • 4.
    A proposta destee-book não é esgotar o assunto introdução à informática e seus tópicos seguintes, por exemplo, sistemas de numeração e conversão de bases que são os pontos principais deste escrito. São assuntos extremamente extensos e com muitos caminhos. Quero contribuir de modo bem resumido com aquelas pessoas que, não tendo tempo de se dedicar a um estudo mais aprofundado, possam adquirir conhecimento suficiente para não zerarem uma prova de informática em algum concurso. Eu já vi isso acontecer e foi na minha família. Meu cunhado perdeu em informática numa prova para delegado da polícia civil do estado de Minas Gerais. Isso mesmo, ele zerou a prova de informática. Mas em uma outra oportunidade passou: acertou uma questão de informática. Então é isso – pra não zerar a prova de informática. INTRODUÇÃO
  • 5.
  • 6.
    6 Breve Comentário http://lucamagalhaes.pro.br Nossos ancestraiseram nômades e, assim que aprenderam o domínio da agricultura para a subsistência, o homem passou a fazer parte de um lugar. Juntando isso ao poder transformador do conhecimento que foram adquiridos através de milhares de anos chegamos aonde estamos: na era da tecnologia da informação e comunicação. Mas na verdade, tudo isso é fruto da busca do homem pela praticidade. A invenção da roda deu ao homem a capacidade não só de melhorar o transporte, mas também de aumentar a quantidade de coisas a serem transportadas à distâncias curtas ou longas. Veja que essa invenção proporcionou maior mobilidade, mas aumentou o trabalho porque o tornou fácil de ser executado.
  • 7.
    7 Breve Comentário http://lucamagalhaes.pro.br Com ainformática não foi diferente. Os computadores diminuíram o trabalho em alguns setores da economia; em compensação aumentou em outros e até extinguiu alguns setores. Por exemplo: o recolhimento de ICMS hoje é feito automaticamente quando se emite uma nota fiscal eletrônica. Há alguns anos atrás, quando era preciso transportar uma mercadoria de uma cidade para outra ou mesmo dentro da própria cidade emitia-se a nota fiscal, depois era emitida uma guia de recolhimento do imposto, encaminhava-se essa guia ao setor responsável por receber o valor do imposto a ser pago. No mínimo dez pessoas estavam envolvidas nesse processo. Hoje, apenas uma pessoa. Onde foram parar as outras nove?
  • 8.
    8 Breve Comentário http://lucamagalhaes.pro.br Foram remanejadasde setor ou foram demitidas, dependendo se trabalhavam no setor público ou privado. Se a informática é uma revolução? Sim, é uma revolução! Assim como foi o domínio da agricultura e a revolução industrial, a revolução da tecnologia da informação e comunicação fez com que as fronteiras desaparecessem, as notícias que estão acontecendo em qualquer parte do mundo cheguem praticamente na hora, fresquinhas para serem apreciadas; as distâncias desapareceram; converso com meus filhos a qualquer hora e de qualquer lugar utilizando um smartphone indo para o trabalho, ou com um notebook numa praça, ou um desktop no escritório ou em casa. Mas para chegarmos a isso levou bastante tempo e muitas cabeças pensantes.
  • 9.
  • 10.
    10 UM POUCO DE HISTÓRIA http://lucamagalhaes.pro.br Computaré o mesmo que calcular. O consenso é que o ábaco foi o primeiro computador do mundo. Tendo sua primeira versão originária da Mesopotâmia mais ou menos 5.500 anos atrás. Depois os romanos e os chineses o aperfeiçoaram.
  • 11.
    11 UM POUCO DE HISTÓRIA http://lucamagalhaes.pro.br Nodecorrer da história, outras máquinas foram inventadas como a Pascaline, feita pelo matemático e filósofo francês Blaise Pascal no século XVII. Segundo a história o pai de Pascal o obrigava a ajudar na contabilidade e ele não querendo se perder na sua paixão pela matemática, inventou esta máquina que fazia os cálculos necessários de forma rápida o que o permitia continuar com suas pesquisas matemáticas e filosóficas.
  • 12.
  • 13.
    13 UM POUCO DE HISTÓRIA http://lucamagalhaes.pro.br Outraimportante figura foi Charles Babbage. Charles nasceu na Inglaterra e, entre muitas coisas, foi um cientista, matemático e professor da universidade de Cambridge. O capital que seu pai possuía permitiu que Babbage frequentasse diversas escolas e recebesse aulas de vários professores particulares durante o ensino fundamental. Construiu a Máquina Analítica, uma precursora dos comutadores modernos tendo em vista que o projeto de arquitetura é semelhante aos computadores atuais.
  • 14.
  • 15.
    15 SISTEMAS DE NUMERAÇÃO – BASEDE FUNCIONAMENTO DO COMPUTADOR 03
  • 16.
    16http://lucamagalhaes.pro.br Um sistema denumeração é um conjunto de princípios constituindo o artifício lógico de classificação em grupos e subgrupos das unidades que formam os números. A base de um sistema de numeração é uma certa quantidade de unidades que deve constituir uma unidade de ordem imediatamente superior. Os sistemas de numeração têm seu nome derivado da sua base, ou seja, o sistema binário tem base dois, o sistema septimal tem base sete e o decimal tem base dez. SISTEMAS DE NUMERAÇÃO
  • 17.
    17http://lucamagalhaes.pro.br SISTEMA DECIMAL O sistemadecimal é um sistema de numeração de posição que utiliza a base dez. O princípio fundamental do sistema decimal é que dez unidades de uma ordem qualquer formam uma de ordem imediatamente superior. Depois das ordens, as unidades constitutivas dos números são agrupadas em classes, em que cada classe tem três ordens, em que cada ordem tem uma denominação especial, sendo idênticas às mesmas ordens de outras classes.
  • 18.
    18http://lucamagalhaes.pro.br SISTEMA BINÁRIO O sistemabinário ou de base 2 é um sistema de numeração posicional em que todas as quantidades se representam com base em dois números, ou seja, zero e um (0 e 1). Os computadores digitais trabalham internamente com dois níveis de tensão, pelo que o seu sistema de numeração natural é o sistema binário (aceso, apagado). Com efeito, num sistema simples como este é possível simplificar o cálculo, com o auxílio da lógica booleana. Em computação, chama-se um dígito binário (0 ou 1) de bit, que vem do inglês Binary Digit. Um agrupamento de 8 bits corresponde a um byte (Binary Term).
  • 19.
    19http://lucamagalhaes.pro.br SISTEMA BINÁRIO Um processadoré formado por milhares de blocos lógicos complexos, formados por portas lógicas básicas, e o funcionamento destas está amparado por um postulado fundamental, a eletrônica digital, que determina que um circuito opere apenas com 2 níveis de tensão bem definidos. Em um circuito digital TTL (Transistor Transistor Logic), os dois níveis de tensão padronizados são 0V (zero volt) e 5V (cinco volts). Ao projetar um sistema digital, ao invés de trabalhar com níveis de tensão trabalha-se com níveis lógicos, então, no caso do circuito TTL, 0V será representado por “0” e 5V será representado por “1”, e os níveis de tensão entre eles serão ignorados, ou seja, adotar-se-à uma faixa até a qual será considerado nível lógico zero, e a partir dela, nível lógico 1. Neste caso, de 0V a 2,5V temos “0”, e a partir daí até 5V temos “1”.
  • 20.
    20http://lucamagalhaes.pro.br SISTEMA BINÁRIO O sistemabinário é base para a Álgebra booleana (de George Boole - matemático inglês), que permite fazer operações lógicas e aritméticas usando-se apenas dois dígitos ou dois estados (sim e não, falso e verdadeiro, tudo ou nada, 1 ou 0, ligado e desligado). Toda a eletrônica digital e computação está baseada nesse sistema binário e na lógica de Boole, que permite representar por circuitos eletrônicos digitais (portas lógicas) os números, caracteres, realizar operações lógicas e aritméticas. Os programas de computadores são codificados sob forma binária e armazenados nas mídias (memórias, discos, etc) sob esse formato.
  • 21.
    21http://lucamagalhaes.pro.br SISTEMA HEXADECIMAL O sistema hexadecimalé um sistema de numeração posicional que representa os números em base 16, portanto empregando 16 símbolos. Ele é muito utilizado para representar números binários de uma forma mais compacta, pois é muito fácil converter binários para hexadecimal e vice-versa. Dessa forma, esse sistema é bastante utilizado em aplicações de computadores e microprocessadores (programação, impressão e displays).
  • 22.
    22http://lucamagalhaes.pro.br SISTEMA HEXADECIMAL Devido ao sistemadecimal geralmente usado para a numeração dispor de dez símbolos, deve-se incluir seis letras adicionais para completar o sistema. O conjunto de símbolos fica, portanto, assim: 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 A B C D E F Sistema Hexadecimal
  • 23.
    23http://lucamagalhaes.pro.br SISTEMA OCTAL É umsistema de numeração cuja base é 8, ou seja, utiliza 8 símbolos para a representação de quantidade. No ocidente, estes símbolos são os algarismos arábicos: 0 1 2 3 4 5 6 7. O octal foi muito utilizado em informática como uma alternativa mais compacta ao binário na programação em linguagem de máquina. Hoje, o sistema hexadecimal é mais utilizado como alternativa ao binário. Este sistema também é um sistema posicional e a posição de seus algarismos determinada em relação à vírgula decimal. Caso isso não ocorra, supõe-se implicitamente colocada à direita do número.
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    25http://lucamagalhaes.pro.br BINÁRIO PARA DECIMAL Comovimos, o computador interpreta o código binário, 0 e 1. São dois estados de um mesmo elemento (bit); estes elementos são agrupados em 8 bits fazendo assim o Byte. A distribuição dos dois estados do bit nas 8 posições (uma para cada bit) proporcionam 256 combinações possíveis em uma tabela definida pela ANSI – American National Standards Institute, chamada ASCII – American Standard Code for Information Interchange. Com isso tenho a seguinte formação: A representação decimal é conseguida elevando o número que representa a base binária, ou seja, o número 2, ao número que corresponde a posição desse binário, como mostrado acima. Posição 7 6 5 4 3 2 1 0 Binário 0 0 0 0 1 0 1 1 Base 2 2 2 2 2 2 2 2 Representação Decimal 128 64 32 16 8 4 2 1 27 26 25 24 23 22 21 20
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    26http://lucamagalhaes.pro.br BINÁRIO PARA DECIMAL Eucitei 256 combinações, mas como se o maior decimal é o 128? Para se obter o número de combinações necessárias precisamos somar os bits. Toda posição que possuir o bit 1 o decimal correspondente é somado. Então para o binário (1011), somamos os resultados das exponenciações. Respeitando-se as regras matemáticas para cálculos: primeiro os expoentes e depois os demais cálculos seguindo a ordem de precedência. Assim temos: 1 x 23 + 0 x 22 + 1 x 21 + 1 x 20 = 11(10). Assim é feita a conversão de Binário para Decimal. Binário Multiplicação Bit elevado à sua posição Resultado 1 x 23 = 8 0 x 22 = 0 1 x 21 = 2 1 x 20 = 1 Somamos os resultados e obtemos o valor 11
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    27http://lucamagalhaes.pro.br DECIMAL PARA BINÁRIO Comoconverter o decimal 11(10) em binário? É muito fácil: basta dividir o número 11 por dois até que o último quociente for zero. Então pegue todos os restos das divisões (em cinza mais escuro) e inverta a posição deles. Pronto, temos o resultado: 1 0 1 1.
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    28http://lucamagalhaes.pro.br DECIMAL PARA HEXADECIMAL Nós sabemosque o código hexadecimal é formado pelos números de 0 a 9 e pelas letras de A a F. Isso nos dá dezesseis elementos, por isso, hexadecimal. Vamos utilizar um número maior que 11 para ilustrarmos essa conversão. Utilizaremos o número 165(10). Para fazermos a conversão basta dividirmos o número 165 por 16. Deste modo: Também deve-se pegar o quociente e o resto da operação e invertê-la. Nosso cálculo terminou, mas a conversão ainda não. Agora preciso verificar na tabela hexadecimal a posição de cada número obtido na divisão e se for necessário substituí-lo pelo valor correspondente. Correspondente 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 A B C D E F Valor 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 165 16 5 10
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    29http://lucamagalhaes.pro.br DECIMAL PARA HEXADECIMAL A posição10 para o número 10. Mas o valor hexadecimal é a letra A. A posição 5 para o número 5 que neste caso tem valor hexadecimal 5. Então o valor hexadecimal do decimal 165 é A5(16).
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    30http://lucamagalhaes.pro.br HEXADECIMAL PARA DECIMAL Usando omesmo A5(16) para o exemplo a seguir. Pegue a letra A e substitua pelo número correspondente na tabela hexadecimal: A = 10; Faça o mesmo com o número 5: 5 = 5; Lembre-se da regrinha matemática que todo número elevado ao expoente zero vale 1. Então: 10𝑥161 + 5𝑥160 = 165(10) Posição 1 0 Base 16 16 Decimal 10 5
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    31http://lucamagalhaes.pro.br HEXADECIMAL PARA BINÁRIO Para essaconversão um pouco mais de atenção! Usando o hexadecimal A5: Pegue a letra A e substitua pelo valor correspondente na tabela hexadecimal, ou seja, o valor 10. Pegue o número 5 e substitua pelo valor correspondente na tabela hexadecimal, ou seja, o valor 5. Em seguida transforme cada decimal em binário. Isso, nós já sabemos fazer! Hexadecimal A 5 Decimal 10 5 Binário 1010 0101 Atenção na hora de montar o binário de A5. São binários distintos e assim que juntá-los teremos o binário para 5 dessa forma: 0101.
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    33http://lucamagalhaes.pro.br Como vimos, ocomputador “entende” o código binário, 0 e 1. Como são dois estados de um mesmo elemento (bit) e estes elementos agrupados em 8 bits, temos então, 128 que totaliza 256 tipos de informações em uma tabela definida pela ANSI – American National Standards Institute, chamada ASCII – American Standard Code for Information Interchange. Esta tabela contém as representações decimais, hexadecimais, binárias e a representação gráfica ou o tipo de controle de cada elemento da informação.
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    34http://lucamagalhaes.pro.br Quando você utilizaqualquer programa de computador para desenvolver outros programas, planilhas, textos, desenhos, sons, na verdade esses programas decodificam a linguagem de alto nível, ou seja, aquilo que você entende para uma linguagem de baixo nível: o código binário.
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    35http://lucamagalhaes.pro.br Um conjunto dessescaracteres arrumados de forma lógica e interpretável pelo computador forma um arquivo e este arquivo contém um tamanho expresso em Bytes ou seus múltiplos. Assim chegamos a medida de capacidade de dados. Todo arquivo de computador tem um tamanho que, na maioria das vezes é bem variado. Esse tamanho influencia na hora de armazenar (gravar) esse arquivo em alguma unidade de gravação permanente ou temporária.
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    36http://lucamagalhaes.pro.br 1 Byte 8bits 1 kilobyte (KB ou Kbytes) 1024 bytes 1 megabyte (MB ou Mbytes) 1024 kilobytes 1 gigabyte (GB ou Gbytes) 1024 megabytes 1 terabyte (TB ou Tbytes) 1024 gigabytes 1 petabyte (PB ou Pbytes) 1024 terabytes 1 exabyte (EB ou Ebytes) 1024 petabytes 1 zettabyte (ZB ou Zbytes) 1024 exabytes 1 yottabyte (YB ou Ybytes) 1024 zettabytes Vejamos a tabela de medida de capacidade:
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    37http://lucamagalhaes.pro.br Por exemplo: umpendrive de 1.44 MByte pode conter um arquivo de computador de aproximadamente 1.440.000 (um milhão e quatrocentos e quarenta mil caracteres – que são as representações da tabela ASCII). Entenderemos melhor mais adiante quando tratarmos do armazenamento real nas mídias e memórias do computador. Notem que coloquei a nomenclatura Byte com B maiúsculo para diferenciar de bit – b minúsculo a menor porção do Byte.
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    38http://lucamagalhaes.pro.br Não há informáticasem computador, eletrônica, sem cálculos e sem pessoas que pensam, pesquisam e desenvolvem o futuro. Somos parte desse processo de mudança que começou a mostrar a que veio no final dos anos 1970. Querer conhecer e entender como funciona todo esse processo pode ser desanimador para uns, desafiador para outros e oportunidade de trabalho e riqueza para alguns mas, o que mais impressiona é que, onde existir o que contar e organizar, lá estará um computador que, há uns 15 anos atrás, foi chamado de A Máquina do Século. Até o próximo assunto!
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    39 Mais um poucosobre mim! Sou casado há 25 anos, com Maria Elizabeth que também é professora. Temos dois filhos, Daniel e Cícero que já cursam universidade. Fui professor do ensino médio/técnico do extinto curso Técnico em Informática do Colégio Estadual Buarque de Nazareth, no município de Itaperuna – RJ. Atualmente estou como professor articulador pedagógico no Colégio Estadual Senador Sá Tinoco, no distrito de Boa Ventura. Trabalho também na empresa Centro de Assistência à Saúde do Norte Fluminense, uma prestadora de serviços da Unimed Norte Fluminense, também em Itaperuna como suporte de T.I.. Gosto de escrever e de dar aulas e por isso, depois de três anos fora das salas resolvi escrever esse trabalho inicial. Espero que gostem!
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    40 Querem me achar? Blogpessoal: http://lucamagalhaes.pro.br Gmail: lucamagalhaes@gmail.com Instagram: https://www.instagram.com/proflucianocardozo Facebook: https://www.facebook.com/Prof.Luciano.Cardozo Twitter: https://twitter.com/Lucamagalhaes
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