O documento discute a disparidade no uso dos recursos financeiros provenientes da Itaipu Binacional entre Brasil e Paraguai. Uma cidade paraguaia recebe cerca de US$33 mil por mês em compensações, enquanto uma cidade brasileira similar recebe US$200 mil por mês, representando 30% do seu orçamento anual. Embora recebam compensações pela mesma usina, os dois países diferenciam-se na aplicação desses recursos.