O texto discute como o aumento da produtividade no trabalho não levou necessariamente a um aumento da liberdade individual, já que as pessoas permanecem presas às mesmas relações sociais de produção. Isso significa que mesmo com mais tempo livre, as pessoas tendem a prolongar suas vidas não-livres nesse tempo, já que suas vontades continuam moldadas pelas mesmas forças sociais.