HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL




                     Redes Digitais, Terceiro Setor e
                            Sustentabilidade

                     História e Aspectos Teóricos da
                          Comunicação Digital

                                                      AULA 1



                      Prof. Ms. Leandro Key Higuchi Yanaze


                                                 mar.2012
HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL




 Plano da aula


     1º dia: introdução…

     • aspectos teóricos das tecnologias digitais
     • história da comunicação digital
     • conceito de rede
     • impactos
HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL




 Conhecendo o professor

                                                  Leandro Key Higuchi Yanaze
                                           Graduação: Arquitetura e Urbanismo (FAU/USP)
                 Especialização: Teorias e Práticas da Comunicação (Cásper Líbero)
                                             Mestrado: Ciências da Comunicação (ECA/USP)
                            Tecno-pedagogia: os aspectos lúdicos e pedagógicos da comunicação digital

                    Doutorado (em andamento): Ciências da Computação (POLI/USP)
          Plataforma de Realidade Aumentada como aplicação da tecno-pedagogia para professores e
                                                                   alunos do ensino fundamental

                                Pesquisador ATOPOS e CEACOM (ECA/USP) e NATE (Poli)
                                        Professor convidado (ECA/USP, Mackenzie , INPG)
                                                                     Consultorias em empresas
                                                 Petrobras, Toyota, Bayer CropScience, Serasa Experian
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 Agenda

     Conteúdo Programático:
           – 1ª aula: História e aspectos teóricos das tecnologias
             digitais


           – 2ª aula: ecosofia como novo pressuposto teórico-
             filosófico (metodologia e resultados de uma
             pesquisa de projetos-redes)


           – 3ª aula: contextos, ações, engajamento e
             tendências
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 Avaliação

     Avaliação:
           – Paper reflexivo sobre algum ponto discutido na aula
             seguindo o roteiro abaixo:
                 •    Introdução (objetivos e justificativa do paper)
                 •    Diálogos (ponto teórico, histórico ou filosófico discutido em
                      aula; trazer outros autores e referências multimidiáticas)
                 •    Reflexões (seus apontamentos, conclusões e inferências
                      frente ao diálogo desenvolvido)
                 •    Referências (bibliografia, videografia, webgrafia etc.)
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 Filosofia digital

     • Tecnologia e sociedade
     • Nascimento da cibercultura
     • Conceitos de redes
     • Novos paradigmas
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 Tecnologia e Sociedade


      TÉKNE Aristotélica
      • Tecnologia instrumental
      • Conhecimento mecânico
      • Conhecimento “inferior” – até as aves podem construir
      suas casas


      • Oposição à EPISTEME – conhecimento superior,
      abstrato, filosofia
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 Tecnologia e Sociedade


      Tecnologia Moderna
      • Mosteiros: junção da abstração (estudos diários) com
      a prática instrumental (cotidiano do campo)
      • GALILEU: tecno-humano
            → telescópio: instrumento que possibilita a observação e o
            conhecimento
            → filósofo-matemático: medir e comprovar através de meios
            tecnológicos
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 Tecnologia e Sociedade


      Tecnologia Eletrônica
      • Energia elétrica e contexto industrial
      • Marshall McLuhan
            → Os meios de comunicação como extensões do homem
            → a técnica/ tecnologia não é mais só a extensão do corpo
            humano
            → a técnica/ tecnologia eletrônica é extensão do sistema
            nervoso, pois altera a própria percepção do mundo
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 Tecnologia e Sociedade


      Tecnologia Cibernética/ Digital
      • Norbert Wiener: linguagem entre máquinas e território
      (instância inorgânica)
      • Técnica/ tecnologia não antropocêntrica, mas híbrida
      (conjunção das instâncias orgânicas e inorgânicas)
      • Concepção de Ciborgue do Código
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 Tecnologia e Sociedade
           Se você conseguir ler as primeiras palavras do texto abaixo, o seu
           cérebro decifrará automaticamente as outras... é incrível, fantástico!

           3M D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414,
           0853RV4ND0 DU45 CR14NC45
           8R1NC4ND0 N4 4R314.
           3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0
           UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35,
           P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45.
           QU4ND0 3574V4M QU453 4C484ND0,
           V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0,
           R3DU21ND0 0 C4573L0
           4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4.
           4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0,
           45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0,
           C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4,
           R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M
           4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0.
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 Tecnologia e Sociedade


           C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0
           UM4 GR4ND3 L1C40;
           G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4
           C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154
           3 M415 C3D0 0U M415 74RD3,
           UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0
           0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R.
           M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R
           50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M
           P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R!
           S0 0 QU3 P3RM4N3C3, 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0.
           0 R3570 3 F3170 D3 4R314.
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 Tecnologia e Sociedade

    McLuhan 2.0
    • Os meios de comunicação como extensão do homem
    • Os meios digitais como extensão do cérebro humano
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 Tecnologia e Sociedade


      • Tékne: condições de sobrevivência e convivência
      • Tecnologia Moderna: instrumentalização do
      conhecimento e ciência, como forma de detenção do
      poder
      • Tecnologia Eletrônica: mass media, sociedade do
      espetáculo e do consumo (indústria cultural)
      • Tecnologia Cibernética/ Digital: sociedade da produção
      informativa, inteligência coletiva, crowd sourcing (?)
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 As 4 revoluções comunicativas
 Massimo Di Felice


     1. Escrita (século V a.C. - no Oriente Médio)
     2. Tipos móveis/ imprensa (século XV - na
        Europa, Johannes Gutenberg): difusão da
        cultura e do livro e da leitura até então
        circunscrita a grupos privilegiados
     3. Comunicação eletrônica (séculos XIX E XX -
        Ocidente, Revolução Industrial): início da
        cultura de massa
     4. Comunicação digital (século XXI - global): ...??
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 Novos paradigmas


    Real e Virtual

    • Baudrillard e Paul Virillo: virtual em oposição ao
      real

    • Pierre Lévy: não há oposição, mas um distinção
      temporal

    • Mario Perniola: (virtuos) virtu-real, tudo o que
      significa é o que existe
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 Ontologia tecnológica do ser

   “salvando a terra, acolhendo o céu, aguardando os deuses, conduzindo os
   mortais, é assim que acontece propriamente um habitar”
                                                     Martin Heidegger 2.0



                                                        céus
                                                        (informação digital)
                        deuses
                    (cibercultura)


                                                  SER
                                                              (interatividade)
                                                              mortais
                 (interfaces digitais)
                                                                                 +
                                  terra
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 Uma consideração não instrumental da conjunção
 homem e tecnologia
   “A técnica não é neutra, porque cria um mundo com determinadas
   características com as quais não podemos deixar de conviver e, vivendo
   com elas, contrair hábitos que nos transformam obrigatoriamente ”

                                                                      Umberto Galimberti




                                homem                             técnica




                                                  relação dialógica
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 Do teatro grego: um partido clássico para uma nova
 abordagem sobre a formação pelo lúdico e
 tecnológico




                 técnica


                                          ludicidade


                                                       pedagogia




                                                          virtual
     deus ex machina
                mitologia
             valores cívicos
               diversão
     (aparição de deus pela máquina)
                                                                    +
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 A mudança de valores da sociedade em rede com a
 ética dos hackers


                                            HACKERS: ‘indivíduos que se dedicam com
                                            entusiasmo à programação’ que acreditam que ‘o
                                            compartilhamento de informações é um bem
                                            poderoso e positivo, e que é dever ético dos
  modelo aberto e                           hackers compartilhar suas experiências
  colaborativo informação
   ávidos por de produção
     elemento lúdico
     troca e interação                      elaborando softwares gratuitos e facilitar o acesso
                                            a informações e a recursos de computação
                                            sempre que possível’
                                                                        Pekka Himanen
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 Nascimento da cibercultura

       Guerra Fria

        Presidente americano Eisenhower cria a
            ARPA (Advanced Research Projects
                                     Agency)

          - recuperar a vanguarda tecnológica após o
            lançamento do primeiro satélite espacial
                      soviético (Sputnik) -
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 Nascimento da cibercultura

                              A ARPA contrata acadêmicos e
                             cientistas da RAND Corporation
                                    (especializada em defesa)

          Muitos desses pesquisadores estavam ligados aos
       movimentos pacifistas e da contracultura, o que promoveu
        todo um estudo paralelo de utilização da internet como
       uma ferramenta de comunicação rápida, barata e de fácil
                                acesso.

           Sua função seria estabelecer a comunicação entre o
          mundo e não somente garantir a segurança americana
                          em caso de ataques.
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 Nascimento da cibercultura

               1962 – Crise dos mísseis: proposta soviética para
                    instalar base de mísseis nucleares em Cuba,
                                           aterrorizando os EUA




     Para evitar que as comunicações fossem
     rompidas em caso de guerra nuclear, a RAND
     Corporation contrata o engenheiro Paul Baran,
     que concebe um projeto de rede comunicativa
     sem centro e sem uma rota única
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 Nascimento da cibercultura




     Paul Baran – concepções de rede
     Fonte: BARAN, Paul. On distributed communications
     (www.rand.org/publications/RM/RM3420/RM3420.chapter1.html - 11/04/07 - 16h00)
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 Nascimento da cibercultura

     • Esta rede foi apropriada por diferentes indivíduos e
       grupos ao redor do mundo, para usos variados;
     • Em 1971 = cerca de 24 junções de redes locais. Em
       1973 = 62. Em 1981 = 200. (Scoss, 2003);
     • Primeira onda: cpu como instrumento altamente técnico;
     • Foco Militar: comunicação, comando e controle;
     • Segunda onda: Vale do Silício (EUA, 70s) com os
       institutos de pesquisa universitários e concentração de
       empresas tecnológicas pequenas;
     • Foco na interatividade, expressividade e formação de
       comunidades virtuais e redes.
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 Nascimento da cibercultura


    •    1968 – formação da ARPANET, uma rede de computadores que
         conectava, de forma distribuída, universidades e laboratórios de
         pesquisa e que mais tarde vai dar origem à INTERNET;

    •    1972 – ocorre a primeira troca de mensagem por correio eletrônico
         entre duas máquinas (quando Ray Tomlinson enviou um e-mail);

    •    1974 – Vinton Cerf e Bob Kahn assinam um paper fundamentando o
         protocolo TCP/IP (que permite a compatibilização da rede entre
         máquinas e softwares diferentes);

    •    1978 – durante o inverno, dois estudantes de chicago desenvolvem o
         modem (que converte elementos binários em sinais de transmissão)
         e, um ano depois, divulgam o protocolo XModem sem cutso algum.
         Este aparelho é importante para a internet até os dias de hoje;
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 Nascimento da cibercultura

     •    Em 1979, três estudantes da Universidade de Duke e da
          Universidade da Carolina do Norte criaram uma versão modificada
          do protocolo Unix que permitiu a transmissão de dados de um
          computador ao outro por linha telefônica comum. Utilizaram para
          iniciar um fórum de discussão on-line, o Usenet, um dos pioneiros
          em conversa eletrônica em larga escala. Divulgaram o software
          gratuita e livremente por meio de panfletos num congresso da Unix.

     •    1984 – desvinculação da rede ARPANET do departamento de
          defesa americano. Ênfase nas instituições de Ensino e Pesquisa.

     •    Surgimento dos BBS (Sistemas de Boletins Informativos). 1989 =
          protestos eletrônicos sobre o acontecimento na Praça da Paz
          Celestial (China). Derivam daí as chamadas comunidades virtuais;
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 Nascimento da cibercultura

     •    DÉCADA DE 90: Explosão da Internet no contexto mundial,
          principalmente por conta da evolução em larga escala dos PC
          Homes (Computadores Pessoais), em oposição aos Mainframes
          (Computadores de Grande Porte);
     •    Mais de 1.000.000 de usuários;
     •    Início da utilização comercial da internet. Início conturbado, por
          ataques dos membros virtuais mais “libertários”. Mesmo assim,
          ainda hoje, a maior parte do processo de comunicação ainda é em
          larga escala espontâneo, não-organizado e diversificado na
          finalidade e adesão (Castells, 1999);
     •    1991 – o inglês Tim Berners-Lee cria e publica o sistema de
          hipertexto (www) e deixa a linguagem aberta para qualquer
          interessado;
     •    1993 – é criado o primeiro navegador para web (Mosaic) que dá
          origem ao Netscape, ao Internet Explorer, ao Mozzila etc.
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 Nascimento da cibercultura
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 Conceitos de redes

         Modelo Comunicativo “HIPODÉRMICO” - analógico

                    Emissor                             canal                Receptor
                                                      mensagem




                                                      “feed back”




                    Produtor                                                Intérprete




                   Manipulador                                             Manipulado


                                                                        teatro, rádio, TV, cinema
                                                                    SOCIEDADE DO ESPETÁCULO
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 Conceitos de redes
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 Conceitos de redes
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 Conceitos de redes
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 Conceitos de redes

                  Modelo Comunicativo “DIALÓGICO” - digital

                                                        B
                             A

                                                                         C
                                 E
                                                            D
                                                 fibras óticas, internet, publicidade globalizada
                                                                         SOCIEDADE EM REDE
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 Conceitos de redes




  http://opte.org/
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 Conceitos de redes

         A rede é, segundo Castells (1999), por natureza, um sistema
                          aberto de comunicação.

        Mesmo com todos os esforços para privatizar, regularizar e
        comercializar ela mantém três características principais que
      impossibilita essas tentativas: penetrabilidade, descentralização
                        multifacetada e flexibilidade.

            Resta saber até que ponto essas potencialidades se
       transformarão em novos padrões de comunicação e quais são
       os novos atributos culturais emergentes com este novo meio.
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 Novos paradigmas

                            Sociedade da Informação Livre
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 Relacionamento ativo

     • E-groups
     • Fórum de discussão e trabalho
     • blogs, fotologs, youtube
     • Orkut, Facebook, Twitter, Linkedin
     • MSN, Skype
     • P2P (torrent, emule)

     • Games multiplayer
     • Second Life
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 Crowdsourcing

     •    O crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os
          conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para
          resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas
          tecnologias.
     •    O crowdsourcing aproveita os recursos de internautas em seus momentos
          ociosos para criar a colaboração.
     •    É uma nova e crescente ferramenta para a inovação
     •    Pode gerar idéias novas, reduzir o tempo de investigação e de
          desenvolvimento dos projetos, diminuir nos custos
     •    Relação direta e até uma ligação sentimental com os clientes
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 Crowdsourcing
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 Crowdsourcing
 (Fiat Mio)
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 Software livre

     • Novo paradigma: valor no comunitário
     • Melhorar a rede para me aprimorar
     • Fim do dualismo: egoísmo vs. altruísmo
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 Hardware livre

     • De volta dos bits para os átomos
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 Muito obrigado!!!


                      leyanaze@usp.br


                      /leyanaze


                      @leyanaze


                      http://br.linkedin.com/pub/leandro-yanaze/49/779/48b

História e Aspectos Teóricos da Comunicação Digital I

  • 1.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Redes Digitais, Terceiro Setor e Sustentabilidade História e Aspectos Teóricos da Comunicação Digital AULA 1 Prof. Ms. Leandro Key Higuchi Yanaze mar.2012
  • 2.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Plano da aula 1º dia: introdução… • aspectos teóricos das tecnologias digitais • história da comunicação digital • conceito de rede • impactos
  • 3.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Conhecendo o professor Leandro Key Higuchi Yanaze Graduação: Arquitetura e Urbanismo (FAU/USP) Especialização: Teorias e Práticas da Comunicação (Cásper Líbero) Mestrado: Ciências da Comunicação (ECA/USP) Tecno-pedagogia: os aspectos lúdicos e pedagógicos da comunicação digital Doutorado (em andamento): Ciências da Computação (POLI/USP) Plataforma de Realidade Aumentada como aplicação da tecno-pedagogia para professores e alunos do ensino fundamental Pesquisador ATOPOS e CEACOM (ECA/USP) e NATE (Poli) Professor convidado (ECA/USP, Mackenzie , INPG) Consultorias em empresas Petrobras, Toyota, Bayer CropScience, Serasa Experian
  • 4.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Agenda Conteúdo Programático: – 1ª aula: História e aspectos teóricos das tecnologias digitais – 2ª aula: ecosofia como novo pressuposto teórico- filosófico (metodologia e resultados de uma pesquisa de projetos-redes) – 3ª aula: contextos, ações, engajamento e tendências
  • 5.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Avaliação Avaliação: – Paper reflexivo sobre algum ponto discutido na aula seguindo o roteiro abaixo: • Introdução (objetivos e justificativa do paper) • Diálogos (ponto teórico, histórico ou filosófico discutido em aula; trazer outros autores e referências multimidiáticas) • Reflexões (seus apontamentos, conclusões e inferências frente ao diálogo desenvolvido) • Referências (bibliografia, videografia, webgrafia etc.)
  • 6.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Filosofia digital • Tecnologia e sociedade • Nascimento da cibercultura • Conceitos de redes • Novos paradigmas
  • 7.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Tecnologia e Sociedade TÉKNE Aristotélica • Tecnologia instrumental • Conhecimento mecânico • Conhecimento “inferior” – até as aves podem construir suas casas • Oposição à EPISTEME – conhecimento superior, abstrato, filosofia
  • 8.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Tecnologia e Sociedade Tecnologia Moderna • Mosteiros: junção da abstração (estudos diários) com a prática instrumental (cotidiano do campo) • GALILEU: tecno-humano → telescópio: instrumento que possibilita a observação e o conhecimento → filósofo-matemático: medir e comprovar através de meios tecnológicos
  • 9.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Tecnologia e Sociedade Tecnologia Eletrônica • Energia elétrica e contexto industrial • Marshall McLuhan → Os meios de comunicação como extensões do homem → a técnica/ tecnologia não é mais só a extensão do corpo humano → a técnica/ tecnologia eletrônica é extensão do sistema nervoso, pois altera a própria percepção do mundo
  • 10.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Tecnologia e Sociedade Tecnologia Cibernética/ Digital • Norbert Wiener: linguagem entre máquinas e território (instância inorgânica) • Técnica/ tecnologia não antropocêntrica, mas híbrida (conjunção das instâncias orgânicas e inorgânicas) • Concepção de Ciborgue do Código
  • 11.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Tecnologia e Sociedade Se você conseguir ler as primeiras palavras do texto abaixo, o seu cérebro decifrará automaticamente as outras... é incrível, fantástico! 3M D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0 DU45 CR14NC45 8R1NC4ND0 N4 4R314. 3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45. QU4ND0 3574V4M QU453 4C484ND0, V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4. 4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0, C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0.
  • 12.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Tecnologia e Sociedade C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40; G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R. M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R! S0 0 QU3 P3RM4N3C3, 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0. 0 R3570 3 F3170 D3 4R314.
  • 13.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Tecnologia e Sociedade McLuhan 2.0 • Os meios de comunicação como extensão do homem • Os meios digitais como extensão do cérebro humano
  • 14.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Tecnologia e Sociedade • Tékne: condições de sobrevivência e convivência • Tecnologia Moderna: instrumentalização do conhecimento e ciência, como forma de detenção do poder • Tecnologia Eletrônica: mass media, sociedade do espetáculo e do consumo (indústria cultural) • Tecnologia Cibernética/ Digital: sociedade da produção informativa, inteligência coletiva, crowd sourcing (?)
  • 15.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL As 4 revoluções comunicativas Massimo Di Felice 1. Escrita (século V a.C. - no Oriente Médio) 2. Tipos móveis/ imprensa (século XV - na Europa, Johannes Gutenberg): difusão da cultura e do livro e da leitura até então circunscrita a grupos privilegiados 3. Comunicação eletrônica (séculos XIX E XX - Ocidente, Revolução Industrial): início da cultura de massa 4. Comunicação digital (século XXI - global): ...??
  • 16.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Novos paradigmas Real e Virtual • Baudrillard e Paul Virillo: virtual em oposição ao real • Pierre Lévy: não há oposição, mas um distinção temporal • Mario Perniola: (virtuos) virtu-real, tudo o que significa é o que existe
  • 17.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Ontologia tecnológica do ser “salvando a terra, acolhendo o céu, aguardando os deuses, conduzindo os mortais, é assim que acontece propriamente um habitar” Martin Heidegger 2.0 céus (informação digital) deuses (cibercultura) SER (interatividade) mortais (interfaces digitais) + terra
  • 18.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Uma consideração não instrumental da conjunção homem e tecnologia “A técnica não é neutra, porque cria um mundo com determinadas características com as quais não podemos deixar de conviver e, vivendo com elas, contrair hábitos que nos transformam obrigatoriamente ” Umberto Galimberti homem técnica relação dialógica
  • 19.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Do teatro grego: um partido clássico para uma nova abordagem sobre a formação pelo lúdico e tecnológico técnica ludicidade pedagogia virtual deus ex machina mitologia valores cívicos diversão (aparição de deus pela máquina) +
  • 20.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL A mudança de valores da sociedade em rede com a ética dos hackers HACKERS: ‘indivíduos que se dedicam com entusiasmo à programação’ que acreditam que ‘o compartilhamento de informações é um bem poderoso e positivo, e que é dever ético dos modelo aberto e hackers compartilhar suas experiências colaborativo informação ávidos por de produção elemento lúdico troca e interação elaborando softwares gratuitos e facilitar o acesso a informações e a recursos de computação sempre que possível’ Pekka Himanen
  • 21.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Nascimento da cibercultura Guerra Fria Presidente americano Eisenhower cria a ARPA (Advanced Research Projects Agency) - recuperar a vanguarda tecnológica após o lançamento do primeiro satélite espacial soviético (Sputnik) -
  • 22.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Nascimento da cibercultura A ARPA contrata acadêmicos e cientistas da RAND Corporation (especializada em defesa) Muitos desses pesquisadores estavam ligados aos movimentos pacifistas e da contracultura, o que promoveu todo um estudo paralelo de utilização da internet como uma ferramenta de comunicação rápida, barata e de fácil acesso. Sua função seria estabelecer a comunicação entre o mundo e não somente garantir a segurança americana em caso de ataques.
  • 23.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Nascimento da cibercultura 1962 – Crise dos mísseis: proposta soviética para instalar base de mísseis nucleares em Cuba, aterrorizando os EUA Para evitar que as comunicações fossem rompidas em caso de guerra nuclear, a RAND Corporation contrata o engenheiro Paul Baran, que concebe um projeto de rede comunicativa sem centro e sem uma rota única
  • 24.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Nascimento da cibercultura Paul Baran – concepções de rede Fonte: BARAN, Paul. On distributed communications (www.rand.org/publications/RM/RM3420/RM3420.chapter1.html - 11/04/07 - 16h00)
  • 25.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Nascimento da cibercultura • Esta rede foi apropriada por diferentes indivíduos e grupos ao redor do mundo, para usos variados; • Em 1971 = cerca de 24 junções de redes locais. Em 1973 = 62. Em 1981 = 200. (Scoss, 2003); • Primeira onda: cpu como instrumento altamente técnico; • Foco Militar: comunicação, comando e controle; • Segunda onda: Vale do Silício (EUA, 70s) com os institutos de pesquisa universitários e concentração de empresas tecnológicas pequenas; • Foco na interatividade, expressividade e formação de comunidades virtuais e redes.
  • 26.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Nascimento da cibercultura • 1968 – formação da ARPANET, uma rede de computadores que conectava, de forma distribuída, universidades e laboratórios de pesquisa e que mais tarde vai dar origem à INTERNET; • 1972 – ocorre a primeira troca de mensagem por correio eletrônico entre duas máquinas (quando Ray Tomlinson enviou um e-mail); • 1974 – Vinton Cerf e Bob Kahn assinam um paper fundamentando o protocolo TCP/IP (que permite a compatibilização da rede entre máquinas e softwares diferentes); • 1978 – durante o inverno, dois estudantes de chicago desenvolvem o modem (que converte elementos binários em sinais de transmissão) e, um ano depois, divulgam o protocolo XModem sem cutso algum. Este aparelho é importante para a internet até os dias de hoje;
  • 27.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Nascimento da cibercultura • Em 1979, três estudantes da Universidade de Duke e da Universidade da Carolina do Norte criaram uma versão modificada do protocolo Unix que permitiu a transmissão de dados de um computador ao outro por linha telefônica comum. Utilizaram para iniciar um fórum de discussão on-line, o Usenet, um dos pioneiros em conversa eletrônica em larga escala. Divulgaram o software gratuita e livremente por meio de panfletos num congresso da Unix. • 1984 – desvinculação da rede ARPANET do departamento de defesa americano. Ênfase nas instituições de Ensino e Pesquisa. • Surgimento dos BBS (Sistemas de Boletins Informativos). 1989 = protestos eletrônicos sobre o acontecimento na Praça da Paz Celestial (China). Derivam daí as chamadas comunidades virtuais;
  • 28.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Nascimento da cibercultura • DÉCADA DE 90: Explosão da Internet no contexto mundial, principalmente por conta da evolução em larga escala dos PC Homes (Computadores Pessoais), em oposição aos Mainframes (Computadores de Grande Porte); • Mais de 1.000.000 de usuários; • Início da utilização comercial da internet. Início conturbado, por ataques dos membros virtuais mais “libertários”. Mesmo assim, ainda hoje, a maior parte do processo de comunicação ainda é em larga escala espontâneo, não-organizado e diversificado na finalidade e adesão (Castells, 1999); • 1991 – o inglês Tim Berners-Lee cria e publica o sistema de hipertexto (www) e deixa a linguagem aberta para qualquer interessado; • 1993 – é criado o primeiro navegador para web (Mosaic) que dá origem ao Netscape, ao Internet Explorer, ao Mozzila etc.
  • 29.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Nascimento da cibercultura
  • 30.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Conceitos de redes Modelo Comunicativo “HIPODÉRMICO” - analógico Emissor canal Receptor mensagem “feed back” Produtor Intérprete Manipulador Manipulado teatro, rádio, TV, cinema SOCIEDADE DO ESPETÁCULO
  • 31.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Conceitos de redes
  • 32.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Conceitos de redes
  • 33.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Conceitos de redes
  • 34.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Conceitos de redes Modelo Comunicativo “DIALÓGICO” - digital B A C E D fibras óticas, internet, publicidade globalizada SOCIEDADE EM REDE
  • 35.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Conceitos de redes http://opte.org/
  • 36.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Conceitos de redes A rede é, segundo Castells (1999), por natureza, um sistema aberto de comunicação. Mesmo com todos os esforços para privatizar, regularizar e comercializar ela mantém três características principais que impossibilita essas tentativas: penetrabilidade, descentralização multifacetada e flexibilidade. Resta saber até que ponto essas potencialidades se transformarão em novos padrões de comunicação e quais são os novos atributos culturais emergentes com este novo meio.
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    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Novos paradigmas Sociedade da Informação Livre
  • 38.
    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Relacionamento ativo • E-groups • Fórum de discussão e trabalho • blogs, fotologs, youtube • Orkut, Facebook, Twitter, Linkedin • MSN, Skype • P2P (torrent, emule) • Games multiplayer • Second Life
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    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Crowdsourcing • O crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas tecnologias. • O crowdsourcing aproveita os recursos de internautas em seus momentos ociosos para criar a colaboração. • É uma nova e crescente ferramenta para a inovação • Pode gerar idéias novas, reduzir o tempo de investigação e de desenvolvimento dos projetos, diminuir nos custos • Relação direta e até uma ligação sentimental com os clientes
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    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Crowdsourcing
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    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Crowdsourcing (Fiat Mio)
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    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Software livre • Novo paradigma: valor no comunitário • Melhorar a rede para me aprimorar • Fim do dualismo: egoísmo vs. altruísmo
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    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Hardware livre • De volta dos bits para os átomos
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    HISTÓRIA E ASPECTOSTEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Muito obrigado!!! leyanaze@usp.br /leyanaze @leyanaze http://br.linkedin.com/pub/leandro-yanaze/49/779/48b