FUKUSHIMA
No dia 11 de março de 2011, no Japão, um
terremoto de 8,9 graus na escala Richter, seguido
de um tsunami, acabou provocando danos à usina
de Fukushima, localizada na região nordeste da ilha.
Onze usinas desligaram-se automaticamente
no momento do terremoto. Apesar de desativarem o
gerador de energia, elas continuaram liberando ma-
terial radioativo, precisando resfriar os reatores
(Veja Fig.1). Uma hora depois da catástrofe, a usina
de Fukushima foi atingida, danificando o sistema
de resfriamento. Logo, novas estratégias passaram a
ser consideradas como água do mar para resfriar os
reatores, entretanto essa água alcançou uma temperatura muito elevada liberando hidrogênio inflamável.
Ainda ocorreram mais duas explosões (Veja Fig.2), a última registrada na manhã do dia 14 de Março de
2011.
O acidente matou mais de 18 mil pessoas e levou mais de 150 mil japoneses a deixarem suas casas
em um raio de 20 km da usina. Marinheiros e infantes da marinha norte-americana que, na época, foram
ao local do desastre para oferecer ajuda humanitária sofreram problemas, como doenças: câncer de
tiróide, câncer de próstata, câncer no cérebro e sangramento uterino excessivo. A radioatividade também
contaminou os lençóis freáticos que passam sob o local e estão liberando material radioativo no oceano
Pacífico. Assim, a cadeia alimentar poderá ser atingida, contaminando peixes consumíveis. (Veja Fig.3 e
Fig.4)
Fig.2: Fotografia do momento das explosões na usina. 1
Fig.1: Funcionamento de um reator. 2
Fig. 3: Localização da Usina de Fukushima.3
Fig.4: Mapa de mortes no Japão em 2011.4
Indústrias agrícolas, pesqueira e criação de gado da região foram contaminadas, causando prejuízos
milionários. Um exemplo foi o excesso de césio encontrado nas plantações de arroz localizadas nos
arredores da usina.
O nível de radiação, atualmente, é tão alto que é capaz de matar uma pessoa em poucas horas. Essa
situação é tão preocupante que os japoneses buscam alternativas para interromper o vazamento dos
materiais radioativos. Uma das soluções consideradas para amenizar esse vazamento é a de congelar o
solo do local.
Referências Bibliográficas:
1 http://www.brasilescola.com/quimica/reator-nuclear.htm
2 http://noticias.r7.com/internacional/noticias/problema-no-japao-faz-paises-reavaliarem-uso-de-energia-
nuclear-20110314.html
3 http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/terremotos-tsunamis-japao-621787.shtml
4 http://pt.earthquake-report.com/2011/03/24/japan-earthquake-construction-of-temporary-housing-has-
started-but-death-toll-climbs-further-part-7/
 http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/entenda-acidente-nuclear-japao-
621879.shtml
 http://portuguese.ruvr.ru/2014_01_22/Fukushima-poder-ser-congelada-3277/
 http://www.estadao.com.br/noticias/geral,japao-ainda-sofre-impacto-de-acidente-
nuclear,848981,0.htm
 http://www.macacovelho.com.br/10-sinais-que-o-acidente-nuclear-de-fukushima-esta-destruindo-o-
planeta/

Fukushima pronto

  • 1.
    FUKUSHIMA No dia 11de março de 2011, no Japão, um terremoto de 8,9 graus na escala Richter, seguido de um tsunami, acabou provocando danos à usina de Fukushima, localizada na região nordeste da ilha. Onze usinas desligaram-se automaticamente no momento do terremoto. Apesar de desativarem o gerador de energia, elas continuaram liberando ma- terial radioativo, precisando resfriar os reatores (Veja Fig.1). Uma hora depois da catástrofe, a usina de Fukushima foi atingida, danificando o sistema de resfriamento. Logo, novas estratégias passaram a ser consideradas como água do mar para resfriar os reatores, entretanto essa água alcançou uma temperatura muito elevada liberando hidrogênio inflamável. Ainda ocorreram mais duas explosões (Veja Fig.2), a última registrada na manhã do dia 14 de Março de 2011. O acidente matou mais de 18 mil pessoas e levou mais de 150 mil japoneses a deixarem suas casas em um raio de 20 km da usina. Marinheiros e infantes da marinha norte-americana que, na época, foram ao local do desastre para oferecer ajuda humanitária sofreram problemas, como doenças: câncer de tiróide, câncer de próstata, câncer no cérebro e sangramento uterino excessivo. A radioatividade também contaminou os lençóis freáticos que passam sob o local e estão liberando material radioativo no oceano Pacífico. Assim, a cadeia alimentar poderá ser atingida, contaminando peixes consumíveis. (Veja Fig.3 e Fig.4) Fig.2: Fotografia do momento das explosões na usina. 1 Fig.1: Funcionamento de um reator. 2 Fig. 3: Localização da Usina de Fukushima.3 Fig.4: Mapa de mortes no Japão em 2011.4
  • 2.
    Indústrias agrícolas, pesqueirae criação de gado da região foram contaminadas, causando prejuízos milionários. Um exemplo foi o excesso de césio encontrado nas plantações de arroz localizadas nos arredores da usina. O nível de radiação, atualmente, é tão alto que é capaz de matar uma pessoa em poucas horas. Essa situação é tão preocupante que os japoneses buscam alternativas para interromper o vazamento dos materiais radioativos. Uma das soluções consideradas para amenizar esse vazamento é a de congelar o solo do local. Referências Bibliográficas: 1 http://www.brasilescola.com/quimica/reator-nuclear.htm 2 http://noticias.r7.com/internacional/noticias/problema-no-japao-faz-paises-reavaliarem-uso-de-energia- nuclear-20110314.html 3 http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/terremotos-tsunamis-japao-621787.shtml 4 http://pt.earthquake-report.com/2011/03/24/japan-earthquake-construction-of-temporary-housing-has- started-but-death-toll-climbs-further-part-7/  http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/entenda-acidente-nuclear-japao- 621879.shtml  http://portuguese.ruvr.ru/2014_01_22/Fukushima-poder-ser-congelada-3277/  http://www.estadao.com.br/noticias/geral,japao-ainda-sofre-impacto-de-acidente- nuclear,848981,0.htm  http://www.macacovelho.com.br/10-sinais-que-o-acidente-nuclear-de-fukushima-esta-destruindo-o- planeta/